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      Colegas do escriturário do Banco do Brasil, Pedro Luís Neto, preso na Operação Judas, que investiga desvio de dinheiro de precatórios do Tribunal de Justiça, consideram injusta a prisão do servidor público.

      Para um deles, em contato com o Blog, o que o escriturário fazia era o trabalho que sua função obrigava.

      No papel dele poderia estar qualquer outro funcionário.

      Cabia a Pedro Neto, que cumpre prisão domiciliar por ter se submetido a uma cirurgia, cuidar da questão burocrática. Que, concluída, era passada a um gerente que liberava o dinheiro.

      E aí valia qualquer gerente da agência. Não havia um fixo para tratar do assunto.

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      1 comentário em “Colegas do bancário Pedro Neto consideram injusta sua prisão

      1. antonio pipolo junior

        Thaisa, muito oportuna sua nota. Sou colega e amigo de Pedro Neto e me chocou demais a forma como o mesmo tem sido tratado. O conheço de perto, já trabalhei com Pedro, e para mim é inimaginavel sua culpabilidade. Sempre se portou com decência e carater. Com certeza sua inocência virá a público.