Thaisa Galvão

4 de fevereiro de 2013 às 11:02

Henrique dá recado à mídia, se diz defensor da liberdade de imprensa e homenageia Aluízio Alves e Ulysses Guimarães [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Antes de encerrar seu discurso no plenário da Câmara, o deputado Henrique Alves disse que finalizaria com uma palavra que pensou muito se daria, ou não.

“Será que vale?”, questionou…

“Uma palavra que quero dar à imprensa do meu país, que de repente, no mês eleitoral, vocês sabem o que estou dizendo, quis redescobrir Henrique, quis refazer Henrique, quis construir um outro Henrique”, criticou o deputado do PMDB, lembrando que durante os últimos anos foi relator da entrada de capital estrangeiro nas mídias brasileiras, foi relator do projeto ‘Minha Casa, Minha Vida’, apresentou mais de mil emendas…

“Nunca ninguém deu uma palavra, nunca ninguém se opôs, mas de repente, agora aparece aquilo tudo. São labaredas que não atingem o alicerce que construí com metas e coerência”, justificou o deputado Henrique, que terminou com uma palavra específica à imprensa de todo o país:

 

“Os senhores e as senhoras não tinham tinta nas canetas para escrever”…

E encerrou declarando-se ‘defensor intransigente’ da liberdade de imprensa.

 

E antes de encerrar, o agradecimento final:

“Ao meu pai, Aluízio Alves, minha luz, meu caminho, minha história, meu tudo. A Ulysses Guimarães, meu condutor nessa casa, meu professor, meu quase tudo: se eu sentar naquela cadeira ali (de presidente), eu vou honrar o Parlamento do meu país”.

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