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Thaisa Galvão

16 de março de 2013 às 14:39

João Maia comanda primeiro encontro regional do PR e cria núcleo de decisões do médio Oeste [0] Comentários | Deixe seu comentário.

deputado federal João Maia reuniu hoje, filiados ao partido para o Encontro Regional do Médio Oeste, na cidade de Apodi.

O encontro foi o primeiro de uma série que o partido fará em todo o Estado. 

Nessa visão municipalista, o que o PR quer é descentralizar as decisões. Trazer cada vez mais pra perto dos municípios as decisões, pois entendemos que na maioria das vezes temos que respeitar as decisões dos próprios municípios”, disse o deputado na abertura do encontro.

 

Além das metas do PR para 2014, o deputado João Maia deu início a um debate que ele tem travado nas discussões em Brasília, e que ele dedicará ao programa leitoral do partido: a seca.

Precisamos nos unir na defesa do RN. Estamos vivendo um momento que passa de dramático pra tragédia, pois não sei o que acontecerá conosco se não chover este ano. Os reservatórios estão secando, o RN já tem 19 cidades, que nas casas das pessoas não tem um pingo d’água nas torneiras. Nós precisamos melhorar o governo pra poder ajudar na agricultura, na Saúde, nos Recursos Hídricos, porque quando o governo não anda, quem paga o pato é o povo. Se não tiver água, não tiver segurança, quem paga é o povo. Não podemos ver o agricultor abandonado”, destacou.

*

Depois do discurso, o presidente do PR anunciou a criação do primeiro Núcleo Regional de decisão do Médio Oeste.

Republicanos do médio Oeste foram ao encontro em Apodi (Fotos: Marcos Dantas)

Integrantes do PR Jovem participaram do evento

Lideranças do PR

16 de março de 2013 às 14:28

Rosalba homenageia Dom Jaime e discute com ele sobre seca e Universidade do Seridó [0] Comentários | Deixe seu comentário.

A governadora Rosalba Ciarlini entregou hoje ao arcebispo de Natal, Dom Jaime Vieira Rocha, a comenda em comemoração aos 10 anos da criação do Curso de Filosofia do Campus Caicó, da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN).

Participaram do café, o presidente da Fiern, Amaro Sales, o presidente da Federação da Agricultura, José Vieira, e o deputado estadual Nelter Queiroz.

Assuntos em pauta, além da homenagem: a criação da Universidade Federal do Seridó e medidas de combate aos efeitos da seca.

Rosalba reafirmou que a barragem Oiticica, que vai abastecer parte do Seridó e do Vale do Açú, será construída, e que o convênio com o governo federal será assinado na sexta-feira (22) e a ordem de serviço, assinada pela presidenta Dilma Rousseff, em data a ser definida.

Rosalba entrega comenda a Dom Jaime (Fotos: Demis Roussos)

Discussão sobre seca e Universidade do Seridó

 

 

 

16 de março de 2013 às 14:14

Operação do município termina em prisão na área do viaduto do Quarto Centenário [1] Comentários | Deixe seu comentário.

Resultado da operação ‘Nossa Cidade Mais Limpa’, hoje cedo no viaduto do antigo Machadão, com participação da Semurb, Urbana, Guarda Municipal, Semob…

Muito lixo retirado da área…

Apreensão de dois moradores de um barraco instalado na área do viaduto, onde foi encontrado crack. Um foi liberado e o outro ficou preso pois contava contra ele, um Boletim de Ocorrência aberto por roubo.

Paredes pichadas foram pintadas…

Barraco demolido…

Cartazes de propaganda arrancados…

 

A partir de agora, a Semurb dará início a um trabalho de fiscalização com multa para quem continuar colando cartazes nos equipamentos públicos.

Lixo retirado

Presidente da Urbana pintando as colunas do viaduto

Droga apreendida

Barraco demolido

Sujeira

 

 

16 de março de 2013 às 13:40

Faltam nomes para garantir a fumaça branca na chaminé do apartamento de José Agripino [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Os olhares políticos deste sábado se voltarão para a chaminé do apartamento do senador José Agripino, em Morro Branco.

A reunião de aliados com a governadora Rosalba Ciarlini, que aconteceria agora pela manhã, foi remarcada para o final da tarde, começo da noit…

É que pela manhã, o deputado Henrique Alves teve que participar da solenidade onde a presidente Dilma Rousseff deu posse aos novos ministros.

E o deputado João Maia teve que ir a Apodi, para um encontro do PR marcado há bastante tempo.

 

 

Espera-se que saia fumaça branca da chaminé em Morro Branco.

Mas a fumaça poderá sair turva, não pela vontade do governo e dos aliados, de declararem juntos, em uma só voz, “habemos secretarium”…

Mas, pela falta de nomes.

Há quem se refira até a uma “pobreza franciscana de nomes”.

 

 

Quem conversa com o senador José Agripino, ouve dele que o ex-prefeito de Pau dos Ferros, Leonardo Rêgo, não topa assumir a Saúde, mas se dispõe a aceitar outra secretaria.

Quem conversa com o deputado Henrique Alves, ouve que o PMDB continua apresentando o nome do presidente da Anorc, Júnior Teixeira.

E quem conversa com o presidente da Assembleia Legislativa, Ricardo Motta, sabe que ele aposta no nome de Kelps Lima, mas, assim como Leonardo Rêgo, desde que não sendo para a Saúde.

 

 

Na reunião da semana passada, em Brasília, um nome que foi levantado, mas que não chegou a ter nem sondagem, foi o do superintendente do Sebrae, Zeca Melo.

Também voltaram a falar em Jaime Mariz.

Mas, os dois andam muito bem obrigado em seus postos, um no Sebrae e outro no Ministério da Previdência…e o assunto passou.

Também se falou em Roberto Fonseca, do Samu…mas voltaram a lembrar que o sindicato dos médicos não o aprovaria.

 

Logo, a reunião de hoje, no apartamento do senador José Agripino, poderá terminar do jeito que começou, em se falando de Saúde.

Outras mudanças em discussão poderão até serem definidas…mas a saúde…

 

Ah…

E o que os aliados decidiram: mesmo que qualquer partido indique um nome, este não chegará ao governo como sendo da cota do partido indicador. Mas, como da cota do governo.

E quem diz que acreditou nisso, saiu da reunião de Brasília, sabendo que blefou. Ninguém acredita. Eles não acreditam.

Sabem que a tinta do carimbo do governo se apaga no primeiro sinal de crise, de rompimento.

 

Convém aguardar pela fumaça da noite…

E pela fumaça de amanhã…e dos próximos dias.

 

 

16 de março de 2013 às 9:27

Prefeitura retira barraco instalado no Viaduto do Quarto Centenário para consumo de crack [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Semurb, Urbana, Semsur e Guarda Municipal estão neste momento no Viaduto do Quarto Centenário, ao lado da Arena das Dunas, dando início ao programa “Natal Sempre Limpa”.

A operação inclui pintura de equipamentos públicos pichados, retirada de faixas de propaganda…

E neste momento, está sendo desmontado um barraco de moradia instalado na área do viaduto.

Consumidores de crack vivem no barraco. Uma quantidade da droga foi encontrada.

16 de março de 2013 às 8:38

Na casa de Flávio Rocha, Eduardo Campos diz a empresários que ‘dá para fazer muito mais’ do que Dilma [1] Comentários | Deixe seu comentário.

A colunista Mônica Bérgamo, da Folha de S. Paulo, foi ao jantar que o empresário potiguar Flávio Rocha ofereceu ao governador de Pernambuco, Eduardo Campos. E onde Rocha apresentou a Campos um grupo de mega-empresários com potencial para doadores de campanha presidencial.

Eis a coluna de hoje, totalmente dedicada ao jantar que foi o assunto da manchete da Folha.

Campos e o anfitrião (Fotos: Zanone Fraissat/Folhapres)

 

“Dá para fazer muito mais” que a presidente Dilma Rousseff. Com esse, digamos, slogan, o governador Eduardo Campos (PSB-PE), de Pernambuco, passou seu recado a um grupo de 60 empresários que se reuniram na quinta-feira (14) em SP, num jantar, para conhecê-lo melhor –e descobrir se ele é, mesmo, candidato à presidência. Boa parte saiu de lá com a certeza de que Campos vai, sim, se lançar contra Dilma em 2014.

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O encontro foi na casa do empresário Flávio Rocha, da Riachuelo. E Campos soltou o verbo.

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Começou dizendo que o Brasil teve grandes conquistas nas últimas décadas –e logo engatou crítica que a oposição sempre fez a Lula, a Dilma e ao PT: “O Brasil não começou ontem. Não começou com o partido A, B ou C”.

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Na sequência, engrossou o coro dos que dizem que as coisas no país vão bem –mas podem piorar. “Não há grande incômodo nas grandes massas. Não há na classe média esse sentimento, nem de forma generalizada no empresariado. Mas há, nesse instante, nas elites, grande preocupação com o futuro. Há o sentimento de que as coisas podem piorar.”

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Os “florais aplicados em todas as crises” não funcionaram desta vez, diz Campos. “E mais do que de repente começa uma série de medidas, em série, em relação a vários setores, sobretudo, no início, na área do petróleo”, segue, referindo-se aos pacotes lançados por Dilma. “Há um sobressalto daqueles que foram atingidos e daqueles que não foram atingidos por medidas.” Para ele, “se estabelece uma ansiedade total”.

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“E a tudo isso se somou a antecipação do debate eleitoral”, segue o governador, referindo-se, sem citar o nome de Lula, ao fato de o ex-presidente ter lançado Dilma à sucessão presidencial. “Um debate maniqueísta, eu sou o bem, você é o mal.”

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Na sequência, Campos passa a criticar a campanha presidencial de 2010, quando Dilma Rousseff disputou com José Serra (PSDB-SP). “Nós tivemos uma campanha das mais pobres do ponto de vista do conteúdo. Acusação de lá, defesa de cá. Acusação de cá, defesa de lá. Sinceramente, não dá para respeitar como um debate à altura dos desafios do Brasil. E isso deixou as coisas desamarradas para o futuro.”

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“Um monte de político se junta e diz: ‘Olha, a gente precisa ganhar a Presidência da República’. É como dizia o meu avô [Miguel Arraes]: na política, você encontra 90% dos políticos atrás de ser alguma coisa. Dificilmente eles sabem para que.”

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É chegada a hora, portanto, de debater. E é o que o governador está fazendo, ainda que desperte a ira de Lula, de Dilma e do PT –até então seus aliados. “Esse é o momento para que o Brasil aprenda a viver com diversidade. Fazer crítica não é ser contra, não é ser inimigo.”

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E crítica é o que não falta. “O estado que está aí, as políticas, as normas como são feitas, precisam evoluir.”

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“Dá para ser melhor. E não é uma ofensa para quem está aí você dizer que dá para ser melhor. Nós queremos mais. E que bom que queremos mais, né? Isso deveria desafiar as pessoas a fazer, a quebrar o velho costume e afirmar novos valores.”

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“Dá pra fazer muito mais”, repete Campos. Para, então, disparar o torpedo: “E isso não vai ser feito se a gente não renovar a política. O pacto político que hoje está no centro do governo que eu defendo, que ajudei a eleger, a meu ver, não terá a condição de fazer esse passo adiante. Não vai fazer. As últimas eleições no parlamento brasileiro [em que Renan Calheiros foi eleito presidente do Senado com o apoio de Dilma e do PT] são uma indicação. É ficar de costas para tudo isso.”

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O governo, além de tudo, “às vezes não dialoga”. A solução “é falar com o governo pela imprensa. Não quer me receber? Você pode tuitar. Eu, por exemplo, tive a oportunidade de dar a minha opinião sobre a Medida Provisória dos Portos pela imprensa, porque não tive a oportunidade de discutir [com Dilma] antes. Apesar de o meu estado ter o porto público mais eficiente do Brasil. Eu podia até ser convencido de que estava certo. Mas não custava nada ouvir a mim e a outros.”

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“Quanto mais popularidade o governo tiver, mais paciência e diálogo deve ter”, afirma. “E popularidade vai e vem. Popularidade é uma coisa. Voto é outra coisa.

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O ano, afirma ele, deveria ser o da construção de “convergências políticas”. “E nós corremos um sério risco de botarmos 2013 fora.”

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“Enquanto o Brasil diz que tem o petróleo do pré-sal, importa gasolina. A Petrobras, que já foi ‘case’ de sucesso lá fora, tá cheia de problema. E aí? Vamos ficar discutindo a eleição que vai ter em 2014 ou o país? Porque daqui a pouco a gente não sabe nem o que vai encontrar em 2014, entendeu? Precisamos encontrar em 2014 um país em que seja possível fazer algo para ele melhorar. E, sinceramente, a gente não pode ficar pelos cantos, constrangido em fazer o debate.”

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Campos diz que a presidente Dilma conhece suas críticas. E mais: sabe também que seu partido, o PSB, o pressiona para se lançar candidato à presidência. “Quem disse a ela não foram terceiros, fui eu mesmo”, afirma. “Ela sabe o que o meu partido pensa e sabe os sonhos que meu partido tem. Se esses sonhos vão ser realizados ou não, é outra coisa.”

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Ele então faz uma ressalva: “Só não vamos nos meter em aventura. E não vamos ajudar a destruir o que nós construímos. Nós queremos é seguir adiante, não é desmanchar as coisas boas que foram feitas. Nós queremos fazer mais coisas boas”. Continuidade, mas com liderança renovada.

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Campos finaliza a conversa da noite sem assumir que é candidato. “Não vamos entrar num debate eleitoral. Cada um tem seu relógio. Ninguém é obrigado a andar no fuso horário dos outros.

Abaixo a manchete da Folha de S. Paulo de hoje:

 

 

 

 

16 de março de 2013 às 0:41

Missa de 7 dias de morte da mãe de Wilma será neste sábado [3] Comentários | Deixe seu comentário.

Será neste sábado, na Capela do Colégio Maria Auxiliadora, a celebração de missa de sétimo dia de morte de dona Salli Morais.

Mãe da vice-prefeita Wilma de Faria, dona Sally morreu domingo passado, em casa.

A missa será celebrada às 19 horas.