Thaisa Galvão

21 de julho de 2013 às 23:53

Atropelada por ônibus há 2 meses, morre socialite embaixadora informal do Brasil na França [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Do G1 – Rio

 

Socialite atropelada em Copacabana morre após dois meses em hospital

 

Em maio, ônibus atingiu Claude Amaral Peixoto em rua de Copacabana. Segundo investigação da Polícia Civil, ela teria atravessado fora da faixa

 

Claude Jeanine Madeleine Deletite, conhecida como Claude Amaral Peixoto e por sua atuação informal como embaixadora da França no Brasil, morreu neste domingo (21) em decorrência de um atropelamento em maio. No dia 6 daquele mês, ela foi atropelada por um ônibus na Nossa Senhora de Copacabana, Zona Sul do Rio. A idosa de 70 anos, que era francesa e se naturalizou brasileira, foi levada para o Hospital Municipal Miguel Couto após o acidente e estava internada no Copa D’Or.

Segundo o jornal “O Globo”, o enterro foi marcado para o dia 30, no Cemitério Memorial do Carmo. O corpo será embalsamado para que os filhos Camille e Cláudio, que está trabalhando em Nova York, possam participar da cerimônia. Claude era ex-sogra de Camila Pitanga.

 

O caso está sendo investigado pela 13ªDP (Ipanema).Segundo a Polícia Civil, a idosa atravessou fora da faixa e o motorista parou para prestar socorro. O ônibus, da linha 125 (Central – General Osório), vinha de Ipanema pela Rua Francisco Sá e fez a curva para entrar na Avenida Nossa Senhora de Copacabana.

Com o impacto, a idosa teria caído cerca de cinco metros longe do veículo. De acordo com o motorista Welington de Paula Nunes, de 26 anos, ela estava consciente, mas gritava muito de dor.

 

“Foi muito rápido, eu reduzi para entrar na rua e quando fui ver eu já estava em cima dela. Parei o ônibus e os guardas pediram que os passageiros saltassem. Ela provavelmente queria se antecipar, poderia estar com pressa”, disse o motorista, após prestar depoimento.

21 de julho de 2013 às 23:18

Ex-diretor de hospital de Mossoró sugere que Walfredo Gurgel feche as portas para municípios [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Do mossoroense Marcelo Duarte, ex-diretor do Hospital Regional Tarcísio Maia, dando sugestões, no twitter, ao secretário de Saúde do Estado, Luís Roberto Fonseca:

 

 ‏@MarcelofDuarte =- @LuizrobertoSAMU a situação é muito cômoda para gestores municipais, e desgastante para governo estadual.Tem que fechar porta de entrada do Hospital Walfredo Gurgel.
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Do Blog – Duarte se refere à superlotação do Walfredo, maior pronto-socorro do Estado, causado, em grande parte, pela emissão de pacientes do interior.

21 de julho de 2013 às 22:58

Para secretário de Saúde, reportagem da Cabugi exibida na Globo “isenta a Prefeitura de Natal” [1] Comentários | Deixe seu comentário.

Depois do publicitário Kadu Ciarlini, filho da governadora Rosalba Ciarlini, cobrar da reportagem da InterTV Cabugi, exibida no Jornal Nacional, a citação do fechamento da Maternidade Leide Morais, como motivo da superlotação do Santa Catarina, no setor de partos, foi a vez do secretário de Saúde do Estado, Luís Roberto Fonseca, se pronunciar no twitter.

Em muitos posts, faz a mesma cobrança.

Por que evitar de falar no fechamento da Maternidade Leide Morais?

Eis os posts do secretário:

 

 @LuizrobertoSAMU – superlotação decorrente do fechamento da Leide Morais e da suspensão da realização de partos na Maternidade Januário Cicco
 ‏@LuizrobertoSAMU – mas me surpreende a forma como o estado do RN é apresentado… Como vilão e culpado.
 ‏@LuizrobertoSAMU – MEJEC e a Leide Morais (município) fecham, sobrecarregam os serviços do estado, que permanecem, e o estado é intimado a dar explicações??? Difícil entender a lógica!!!
*
 @LuizrobertoSAMU – hoje existem dois serviços de alto risco abertos no estado! O Santa Catarina e o Hospital da Mulher
 ‏@LuizrobertoSAMU – ambos são do governo do estado…ambos estão superlotados em função da impossibilidade dos demais
 ‏@LuizrobertoSAMU – e o estado é que é intimado, constrangido e apontado como culpado??? O estado é que é omisso

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 @LuizrobertoSAMU – é a mesma coisa do Walfredo Gurgel… O hospital que tem sido, também junto com o Santa, com o Deoclécio Marques, com o Tarcísio Maia, superlotados e extenuados acima de sua capacidade
 ‏@LuizrobertoSAMU – por total falta de compromisso e resolutividade dos demais serviços da rede publica
 @LuizrobertoSAMU – UPAS fechadas há mais de um ano, as abertas estão funcionando com equipe incompleta,
 @LuizrobertoSAMU – pronto socorros municipais desabastecidos e sem médicos, uma prática criminosa de ambulancioterapia
 ‏@LuizrobertoSAMU – e o estado é o culpado??? Culpado por manter seus serviços abertos??? Enquanto os demais fecham??

*

 ‏@LuizrobertoSAMU – mas a forma como problema foi exposto ontem isenta, por exemplo, por completo a Prefeitura Municipal de Natal do processo..
 @LuizrobertoSAMU – de toda a zona Norte, o maior implicador para a superlotação do centro obstétrico!!
 ‏@LuizrobertoSAMU – afirmo categoricamente sem a menor possibilidade de errar… 50% das pacientes que estão no Santa
 ‏@LuizrobertoSAMU – nesse momento não são pacientes de alto risco, e logo, não deveriam estar referenciada para aquela unidade

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 @LuizrobertoSAMU – nao vejo ninguém bater duro no governo federal pela falta de financiamento publico na saúde
 ‏@LuizrobertoSAMU – não vejo ninguém lembrar que o governo federal deveria pôr 10% do orçamento em saúde e põe 3,5%
 @LuizrobertoSAMU – não vejo ninguém dizer que essa diferença de 6,5% significam menos 131 bilhões de reais em saúde/ano
 ‏@LuizrobertoSAMU – não vejo ninguém cobrar dos municípios a resolutividade dentro da complexidade estabelecida
 ‏@LuizrobertoSAMU – não vejo ninguém cobrar que as estratégias de saúde da família tenham equipes completas e
cobertura razoável da população desses municípios…
 ‏@LuizrobertoSAMU – e não vejo ninguém, absolutamente ninguém, bradar que com todas as limitações, são nesses hospitais estaduais, exclusivamente neles, que com todas as limitações, desabastecimento,
 ‏@LuizrobertoSAMU – e deficiências, que a abnegação e a sobrecarga inumana do trabalho de servidores públicos é levada ao máximo do tensionamento do que o ser serviço público denota!!!
 ‏@LuizrobertoSAMU – agora uma pergunta… O JN daria espaço para uma resposta assim??? Hum… Você decide….
*
Do Blog – Claro que não, secretário.

21 de julho de 2013 às 13:10

Tem boi na pista [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O perigo na estrada…

Pela lente do jornalista Octávio Santiago Neto, que trafegava pela RN-003, que liga Espírito Santo a Goianinha, na manhã de sábado:

21 de julho de 2013 às 12:54

Deputada Gesane Marinho em Jundiá e Montanhas [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Jundiá e Montanhas foram os municípios visitados pela deputada Gesane Marinho neste sábado.

Em Jundiá, recebida pela vereadora aliada Romeika (PSD) e pelo prefeito Beto de Izaías (PMDB), a deputada prestigiou a 4ª edição do Off Road do Agreste, trilha de aventura da região cuja largada e o retorno ocorreram na cidade.

Em Montanhas, foi à festa de 50 anos de emancipação política do município.

Foi recebida pelo prefeito Algacir Januário e pela mãe dele, a ex-prefeita Otêmia Maria, ambos do PSD de Gesane.

Deputada em Jundiá

E em Montanhas

 

 

21 de julho de 2013 às 12:40

Deputado Ezequiel Ferreira em Carnaúba dos Dantas e Currais Novos [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O deputado estadual Ezequiel Ferreira de Souza circulou pelo Serido na noite do sábado,

Em Carnaúba dos Dantas, foi prestigiar a noite de encerramento da Semana Literária do Município.

Foi recebido pelo prefeito Sérgio Eduardo e ainda fez uma visita ao ex-prefeito Alexandre Dantas.

 

De Carnaúba o deputado foi para Currais Novos, sua base eleitoral, que festeja o último final de semana da padroeira.

Acompanhado do prefeito Vilton Cunha e  o ex-prefeito Zé Lins, Ezequiel foi ao Pavilhão de Santana, que estava cheio de gente da cidade e de outros municípios da região.

Em Carnaúba dos Dantas, na Semana Literária

Ezequiel recebido pelo ex-prefeito

No Pavilhão de Santana, em Currais Novos

 

21 de julho de 2013 às 12:26

Filho da governadora diz que reportagem da Cabugi exibida na Globo omitiu fechamento de maternidade da Prefeitura [1] Comentários | Deixe seu comentário.

O Jornal Nacional mostrou, na edição deste sábado, o caos registrado em Natal por causa da suspensão de partos pela Maternidade Januário Cicco (governo federal) por falta de pediatras.

Com a maternidade fechada, a reportagem produzida pela InterTV Cabugi, mostrou o caos registrado no Hospital Santa Catarina (governo do Estado), obrigado a receber mulheres em trabalho de parto que deveriam ser atendidas pela Januácio Cicco.

Com a superlotação, partos foram realizados até em salas de exames…

 

No twitter, a cobrança veio do publicitário Kadu Ciarlini, filho da governadora Rosalba Ciarlini.

 ‏@KaduCiarlini – Pq será que o fechamento da maternidade municipal Leide Morais é omitido em matérias produzidas por alguns da imprensa local? Só mostra
 @KaduCiarlini – a rede que absorve a demanda.. Intrigante.
*
Do Blog – O filho da governadora se referiu à Maternidade Leide Morais (governo municipal), interditada desde o dia 13 de junho, e fechada para reforma com previsão de funcionamento em novembro.
Antes de ser fechada, a maternidade funcionava com 13 leitos e fazia uma média de 113 partos normais e 60 partos cesáreos por mês.

21 de julho de 2013 às 12:11

Com maca presa no Walfredo Gurgel, SAMU atrasou atendimento em 1h30, enquanto acidentado sangrava na rua [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O problema é antigo: as ambulâncias do Samu chegam ao Walfredo Gurge, com pacientes em urgência, sejam acidentados ou doentes (infarto, por exemplo), entregam os mesmos e…com eles ficam as macas.

Por falta de leitos e macas no maior pronto-socorro do Rio Grande do Norte, as ambulâncias do Samu terminam sendo desfalcadas.

E o serviço de urgência, mais do que prejudicado.

Ontem, o exemplo disso:

 

Um rapaz trafegava em uma moto na BR-101, à altura da passarela de Neópolis, quando bateu em um carro.

O motorista não prestou socorro e se mandou.

O motoqueiro ficou caído no chão, com um corte na cabeça, perdendo sangue.

 

Logo após o acidente, o leitor Juninho (@junin_natal) chegou com uns amigos, e começaram a ligar para o SAMU.

Somente uma hora e meia depois do acidente chegou a ambulância. E os profissionais, atentos, justificaram que estavam com a maca presa no Walfredo, daí o atendimento retardado.

O motoqueiro sofria no chão perdendo sangue e por sorte, um casal de enfermeiros que passava no local, por acaso, prestou um atendimento voluntário na tentativa de tentar estancar o sangramento.

 

O paciente foi levado para o Walfredo Gurgel onde a esposa já o esperava.

21 de julho de 2013 às 11:47

Frequentadores da praia do Madeiro questionam Prefeitura de Tibau do Sul sobre retirada de barraca [1] Comentários | Deixe seu comentário.

Na praia do Madeiro, município de Tibau do Sul, o povo quer saber…

Por que a Prefeitura notificou uma barraca para sair da praia, e antes do prazo mandou funcionários fazerem a retirada da mesma do local…deixando várias outras barracas na mesma praia?

Detalhe: a barraca foi instalada na praia há 4 anos. E no meio das que ficaram, tem uma que foi montada há 6 meses.

 

Não seria a hora do IDEMA ou Ministério Público darem uma passada na praia para checar qual a diferença entre a barraca retirada e as que ficaram?

Pergunta de frequentador da praia que assistiu à cena.

 

21 de julho de 2013 às 11:39

Marqueteiro não acredita que queda de Dilma trará consequências para sua reeleição [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Da coluna Panorama Político, no Globo de hoje:

 

Do Blog – Pelo visto, o marqueteiro da presidente Dilma Rousseff ainda não se enquadrou à realidade do Brasil. Não entendeu ainda que o povo nas ruas é a versão atualizada das redes sociais. E continua focando no lá atrás, no retrovisor que a juventude não enxerga. O tempo passou…e o comportamento do eleitor brasileiro mudou. Taí a prova, basta abrir a porta de sua casa.

21 de julho de 2013 às 11:32

João Maia comanda encontro do PR em Parazinho e anuncia núcleo do partido no Mato Grande [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O deputado federal João Maia comandou, neste sábado, o encontro do PR da região do Mato Grande.

Do evento, que aconteceu no município de Parazinho, e teve como anfitrião o prefeito Marquinhos, participaram filiados de Afonso Bezerra, Bento Fernandes, Caiçara do Norte, Galinhos, Jandaíra, Jardim de Angicos, João Câmara, Lajes, Maxaranguape, Pedra Grande, Pedro Avelino, Poço Branco, Pureza, Rio do Fogo, São Bento do Norte, São Miguel do Gostoso, Taipu e Touros.

Nós estamos fazendo isso em todo o Estado. Somos sete pessoas na direção estadual, mas precisamos de núcleos regionais que decidam sobre o que iremos fazer. Senão você transfere para Natal uma decisão que diz respeito somente ao município, e como nossa tradição é de respeito imenso pela municipalidade, essa é a cara do PR”, explicou o presidente estadual do partido, João Maia.

 

Também participaram do encontro o prefeito de São Gonçalo, Jaime Calado, a presidente do PR Mulher, Shirley Targino, o deputado estadual George Soares, e o presidente da Faern, José Vieira.

 

Ficou definido que o Núcleo Regional do PR do Mato Grande passa a ser integrado por Afrânio Reis (Galinhos), Beto Roque (Jandaíra), Victor Teixeira (Jardim de Angicos), Pedro França (João Câmara), Zico (Lajes), Marquinhos (Parazinho), Percivaldo (Poço Branco), Júnior Lucas (São Bento do Norte), Miguel Teixeira (São Miguel do Gostoso), Taipu (Neto Miranda), Tete (Touros) e Pedro Henrique (Pedra Grande).

Núcleo do PR do Mato Grande é formado (Fotos: Marcos Dantas)

21 de julho de 2013 às 10:43

Ajuda de voluntários garante condição digna de vida à família de bebê cardiopata [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O Blog mostra a história do pequeno Carlos André, paciente cardiopata que teve a sorte de encontrar a AMICO – Associação dos Amigos do Coração da Criança – sob o comando do anestesiologista José Madson Vidal. O apelo da instituição à população deu certo e a história quem conta é a repórter Gabriela Barreto:

 

 

Bebê cardiopata recebe casa mobiliada graças a doações

Por Gabriela Barreto

Jornalista voluntária da AMICO

 

O pequeno Carlos André tem apenas seis meses de vida, mas já é protagonista de uma bela história. Portador de uma grave cardiopatia que o deixou internado numa UTI durante três meses, o bebê faz parte de uma família de mais cinco irmãos que vivia em condições miseráveis no município de Santa Maria- RN.

Graças à Associação dos Amigos do Coração da Criança – Amico, instituição que acompanhou todo o processo de diagnóstico, tratamento e recuperação de Carlos André, a família foi removida para uma casa em condições dignas, além de ganhar toda a mobília através de doações.

 

A iniciativa de buscar uma moradia mais digna para o bebê partiu dos trabalhadores da Amico, que diagnosticaram as péssimas condições nas quais o bebê vivia, o que impossibilitava a recuperação de Carlos André. A campanha para mudar a realidade dessa família teve início há 15 dias e foi finalizada neste sábado (20) com a entrega da casa toda equipada.
A família também recebeu doações de roupas, brinquedos e alimentos.
O imóvel é alugado pela Prefeitura de Santa Maria, que garantiu que a família receberá sua casa própria até dezembro deste ano.
Para Roseane Cândida Souza, mãe de Carlos André, o momento é de muita alegria.
“Estou muito feliz hoje porque Deus colocou alguns anjos no meu caminho. Quero agradecer a toda a equipe do hospital Maria Alice e ao pessoal da Amico por tudo que fizeram por nós. Estar com meu filho nos braços é uma bênção”, disse, emocionada.
O médico José Madson Vidal, presidente da Amico, garante que a instituição continuará prestando auxílio a Carlos André e sua família.
“Não queremos desempenhar o papel do Estado, que deveria garantir condições mínimas a essas pessoas. Mas não podemos fechar os olhos e ignorar as milhares de pessoas que vivem nas condições que essa família vivia. Carlos André foi salvo por um milagre de Deus. Nós da Amico continuaremos por perto, ajudando no que for preciso”, explicou.

Doações chegaram à casa alugada pela Prefeitura de Santa Maria neste sábado

Entrega foi feita pelo médico Madson Vidal e equipe da AMICO

Quem é Carlos André

Logo nos primeiros dias de vida, a mãe de Carlos André, Roseane Cândida, percebeu que havia algo errado com seu bebê. Ela saiu do município de Santa Maria e buscou ajuda médica em Natal e, assim, Carlos André foi diagnosticado com uma grave cardiopatia.
Dos seis meses de vida, quatro foram passados dentro de um hospital, sendo três numa UTI.
Durante a recuperação da cirurgia para correção da cardiopatia e implantação de um marcapasso, o bebê e a mãe ficaram hospedados na sede da Amico, em Natal, recebendo todo o auxílio necessário.
A instituição continuará acompanhando o quadro de saúde da criança, possibilitando que ele realize exames e consultas médicas com frequência e fornecendo toda a medicação e alimentação adequadas.

*

Do Blog – A sede da AMICO fica na rua Amintas Barros,  1935, em frente à Sorveteria Tropical. O telefone para informações é o 3206-1941.

A instituição, além de Carlos André, necessita de doações, principalmente de medicamentos, para outras crianças assistidas.

21 de julho de 2013 às 10:09

Político que aparecer perto do papa vai levar vaia [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Aviso aos navegantes dos mares da igreja católica brasileira: político que aparecer, pelo menos de raspão, perto do Papa Francisco, durante a Jornada da Juventude, vai levar uma sonora vaia.

O mar não está pra política…

O Papa é Pop…já a política….

Quem quiser encontrar com o Papa, a presidente Dilma Rousseff ou quem quer que seja, vai ter que fazê-lo entre 4 paredes.

Com segurança reforçada na porta.

Você também não tem dúvida não?

21 de julho de 2013 às 10:02

Ignorado por Dilma, Temer fala a jornal do RS sobre queda nas pesquisas e eleições 2014 [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Do jornal Zero Hora, do Rio Grande do Sul, a entrevista do vice-presidente Michel Temer, feita em Brasília, e que o Blog reproduz, na íntegra:

 

Michel Temer: “é razoável reduzir o número de ministérios”

Vice-presidente contraria Planalto, mas ressalva que fusão de pastas não significa corte de gastos

 

Klécio Santos, Brasília

klecio.santos@gruporbs.com.br | @kleciosantos_

 

 

Ignorado pela presidente Dilma Rousseff na discussão sobre a natimorta Constituinte da reforma política, aos poucos o vice-presidente Michel Temer vem servindo de guia em meio ao labirinto em que o governo se perdeu durante as manifestações populares que sacudiram o Brasil.

Agora, é presença constante nas reuniões com Dilma, mas não abandona o PMDB, o gigante do Congresso que anda inconformado com o tratamento dispensado pelo governo.

Embora tenha a missão de acalmar os ânimos, Temer abraça o novo discurso do partido: o enxugamento de ministérios, contrariando o Planalto. E, ainda, faz a ressalva de que a fusão de pastas não significa corte de gastos. Diz que o PMDB está disposto a dar a sua contribuição na redução na Esplanada, mas deixa claro que esse assunto é uma decisão presidencial.

Nos últimos dias, seu gabinete se transformou numa romaria de políticos em busca de conselhos diante da crise do país e dos reflexos dos protestos nas eleições de 2014.

É a primeira vez que Temer concede uma entrevista exclusiva após as manifestações. Foram dias de grande tensão, superados também com auxílio do gaúcho e amigo Eliseu Padilha, que passou a ser uma figura presente no gabinete. Pouco a pouco, Temer retoma a rotina e já pensa até em lançar outro livro de poesias.

— Voltei a caminhar 40 minutos por dia — conta ele.

Durante uma hora de conversa, bebeu apenas uma xícara pequena de café com leite. A formalidade do vice aparece na mesa de trabalho, onde repousam apenas uma agenda e um exemplar da Constituição, ambos em couro preto e letras douradas.

 

 

Zero Hora — Qual a avaliação do senhor sobre os últimos acontecimentos, das manifestações à queda da popularidade da presidente Dilma Rousseff?

Michel Temer — Na Constituição de 1988, o grande pleito era pelas liberdades, pois vivíamos num Estado autoritário. Depois, as pessoas concluíram que não basta ter liberdade de expressão sem ter comida. Vem o período da democracia social, que eu chamo de “pão sobre a mesa”, com o Lula. É o Bolsa Família, o acesso à educação, à moradia. Então, milhares saem da pobreza, se somam à classe média, e declaram que não basta ter liberdade e pão, é preciso ter o que defino como democracia eficiente. Eficiência dos serviços públicos, do sistema político, com a tese do combate à corrupção.

 

*

ZH — As manifestações indicam um desejo por mudanças na postura dos políticos. O senhor concorda?

Temer — Na cabeça do povo está a reforma do comportamento político do país. Esse movimento foi revelador da necessidade dessa nova democracia. O histórico constitucional brasileiro revela que a cada 25, 30 anos há uma modificação no país, sempre com crises, que modificam até o sistema de governo. Mas, hoje, a Constituição tem 25 anos e temos tanta estabilidade que ninguém pediu a quebra das instituições. As pessoas pediram melhores serviços públicos. Temos que saber como responder.

 

*

ZH — Mas qual o abalo no prestígio da presidente?

Temer — A queda não se deu apenas em relação à presidente, se deu em relação a todos os agentes públicos. Houve uma declaração contra tudo que estava estabelecido. No instante em que o governo federal começa a dar resposta, os governos estaduais respondem, os municípios também, o Congresso começa a responder. Nesse processo, é possível atender ao clamor popular.

 

*

ZH — Na semana mais tensa das manifestações, com tentativa de invadir o Congresso e o Itamaraty, o senhor temeu pela democracia brasileira?

Temer — Se fosse me basear pelo histórico do país, poderia temer uma crise, mas não tenho esse medo. Agora, uma coisa é o direito à livre manifestação. Mas não há garantia de livre depredação. Governos devem garantir a ordem.

 

*

ZH — As ruas indicam que os três poderes estão distantes da população?

Temer — Desde 1988, estamos corrigindo esse distanciamento, fizemos uma amálgama da democracia direta com a indireta. As pessoas querem participação direta. Na Constituição, criamos a iniciativa popular, o plebiscito, o referendo. Agora, com os movimentos de rua, essa reaproximação com o povo vai aumentar.

 

*

ZH — A sua posição contrária à proposta de Constituinte exclusiva foi o motivo de o governo não consultá-lo?

Temer — Sou contra a Constituinte exclusiva, porque significa ruptura com o sistema jurídico vigente. Agora, primeiro quero esclarecer: a presidente não falou exatamente em Constituinte exclusiva. A presidente falou em plebiscito para um processo constituinte exclusivo da reforma política. Depois que ela anunciou a ideia para prefeitos e governadores, fui chamado para uma reunião e fiz algumas ponderações. Expliquei que, se a reforma fosse por Constituinte exclusiva, eu seria obrigado a me posicionar contra, até porque eu não posso dizer “esqueçam o que escrevi”. Ela disse que estava de pleno acordo.

 

*

ZH — O Planalto se precipitou nessa proposta de Constituinte? Ficou uma imagem de que o governo foi surpreendido pelas manifestações.

Temer — Houve um certo equívoco redacional. Não era a intenção da presidente convocar uma Constituinte. Ela queria uma consulta popular sobre a reforma política. E o governo não ficou perdido. A mobilidade urbana vai receber cerca de R$ 50 bilhões, a saúde e a educação vão receber melhorias. A presidente está dando respostas. As respostas podem ter sido apressadas, mas não precipitadas. Foram apressadas em função dos movimentos de rua, mas essa celeridade é útil.

 

*

ZH — Como o senhor avalia a atuação do seu partido no Congresso?

Temer — Está boa. Teremos queixas naturais, que vão sendo acolhidas e resolvidas pelo governo. O parlamento é o local onde mais vicejam as discussões sobre participação popular e política. É normal que haja queixas das relações.

 

*

ZH — A crise de representação é dos governos, dos partidos ou dos políticos?

Temer — A reforma política está se impondo para apurar a representatividade. Isso pode ser feito por reforma do sistema de voto. O eleitor precisa dizer que sistema quer, se distrital, majoritário, voto em lista. Quando houver adequação entre a vontade popular e a reforma, teremos melhora na representatividade.

 

*

ZH — A reforma política vai ser aprovada? Teremos consulta popular como cobra a presidente Dilma?

Temer — O senhor dessa condução é o Congresso. Em reuniões, os líderes dos partidos têm falado que não há como fazer uma reforma visando à eleição de 2014. Porém, mantemos a ideia do plebiscito, ele precisa ser um norte, um caminho para a decisão do Congresso.

 

*

ZH — O senhor é a favor do financiamento público de campanha?

Temer — Sou a favor da manutenção do sistema atual, que é o financiamento misto. Essa é a posição do PMDB.

 

*

ZH — E qual a sua opinião sobre as candidaturas avulsas?

Temer — Sou contrário. A candidatura avulsa é uma negação de uma parcela da população que se junta para chegar ao poder e conduzir o país. Partido vem de participação, e político vem de pólis. Quem se reúne no partido, é porque pensa de maneira similar e quer chegar ao poder para governar a pólis. Vale questionar se os partidos entendem essa concepção. Creio que não. Precisávamos ter uma equação partidária no país para você escolher uma legenda deixando claro que a escolhe pelo que ela pensa.

 

*

ZH — Existe possibilidade de o PMDB não fechar aliança com o PT na eleição presidencial do ano que vem?

Temer — Acho impossível, porque hoje a aliança com o PT é muito sólida. Muitas vezes se fala que há abalos na relação, mas isso é da política. Você deve ir conciliando para manter a aliança.

 

*

ZH — Com os protestos, qual o cenário para a eleição presidencial?

Temer — A presidente teve uma queda na popularidade, mas só daqui a quatro ou cinco meses teremos o quadro real. Ela ainda tem índice de aprovação alto, acima de 30%. Se ela chegar a 45%, significará uma recuperação fantástica. Acredito e vou me empenhar por ela.

 

*

ZH — A economia brasileira também vai se recuperar até lá?

Temer — Com dados do Banco Central e da Fazenda, a presidente mostrou como a inflação de maio para junho caiu, de junho para julho talvez fique em zero. A economia sempre é importante. Estamos quase em nível de pleno emprego, diferentemente da Europa. Enquanto o bolso do trabalhador puder comprar comida e eletrodomésticos, essa economia não terá nada a ver com a macroeconomia. Enquanto isso ocorrer, o prestígio do governo estará intacto.

 

*

ZH — E a composição dos palanques regionais pode atrapalhar a aliança nacional, pois teremos locais, como no Rio Grande do Sul, com até quatro candidatos de partidos da base?

Temer — Vamos examinar lá na frente, mas haverá circunstâncias em que a presidente pode não ir a nenhum palanque, ou situações em que ela vai a um, e eu vou a outro. Teremos divergências regionais, como no Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e São Paulo, mas espero que seja feita uma distinção entre as realidades locais e a realidade nacional.

 

*

ZH — No RS, existe possibilidade de o PMDB apoiar outro partido da base?

Temer — Teremos candidatura própria. O Rio Grande do Sul tem um plantel político peemedebista muito forte.

 

*

ZH — As manifestações de rua ajudaram a tirar o foco dos políticos da eleição presidencial?

Temer — A movimentação paralisou a ideia, que vai ser retomada no fim do ano, começo do ano que vem, que é o período certo para essa discussão. Até porque ninguém tirou proveito da situação, todos perderam.

 

*

ZH — A tendência é repetir a chapa presidencial?

Temer — É muito cedo para dizer, mas acredito que a presidente vai ser candidata e, se o PMDB decidir que vai fazer a aliança outra vez, é muito provável que seja repetido o nome.

 

*

ZH — O problema do governo Dilma está na articulação política?

Temer — Não creio que a responsabilidade seja de uma falta de articulação política. Às vezes, talvez, falte entrosamento um pouco maior, mas não é culpa do governo, do Congresso e da classe política.

 

*

ZH — A falta de entrosamento se deve à postura da presidente?

Temer — A presidente tem o estilo dela, de muita gerência. Conhece o país como ninguém, se dedica enormemente às questões administrativas. E, convenhamos, ela se serve muito da minha presença para fazer esse meio de campo político. Tenho estado muito presente. Nos últimos tempos, temos tido muitas conversas, mas não é somente por causa da crise.

 

*

ZH — Funciona a estratégia de aumentar o papel do ministro Aloizio Mercadante na articulação do governo?

Temer — É uma figura competente, discute com propriedade todos os temas do governo. Mercadante ajuda, sem dúvida, na articulação.

 

*

ZH — O que o senhor acha da proposta de redução dos ministérios, defendida dentro do próprio PMDB?

Temer — É razoável reduzir o número de ministérios, mas essa é uma decisão da presidente. Ela tem de verificar as condições administrativas e políticas. Agora, vale lembrar que reduzir ministérios não significa reduzir gastos. Se você levar a estrutura de um ministério extinto para outro não vai conseguir reduzir nada.

 

*

ZH — O PMDB aceitaria abrir mão de seus ministérios?

Temer — Isso só discutiremos no momento em que for tomada uma decisão sobre. Mas acho que o PMDB não teria problemas em abrir mão de ministérios.

 

*

ZH — Qual a avaliação do uso das aeronaves da Força Aérea Brasileira (FAB) por líderes do PMDB?

Temer — Foram cochilos, tanto que as autoridades ressarciram os cofres públicos. Não foi algo deliberado, dizendo: “eu vou desfrutar dessa maravilha, que é ter um voo da FAB”. Uma autoridade não pode tomar um avião comercial sozinha, sairia muito caro. Toda vez que uma autoridade quer sair sozinha, a segurança se opõe.

 

*

ZH — O governo acerta ao incentivar a vinda de médicos estrangeiros?

Temer — Primeiro, é preciso dar provimento a todos os médicos brasileiros, como está fazendo o governo. Se preencher todas as vagas com os brasileiros, não precisaremos trazer estrangeiros. Trazer médicos de fora do Brasil precisa ser uma exceção. Mas temos dois valores em jogo: o corporativo dos médicos e o valor saúde dos indivíduos. A saúde é um valor mais alto.

21 de julho de 2013 às 9:46

Senador do PMDB sugere a Henrique que partido entregue os Ministérios [1] Comentários | Deixe seu comentário.

Da coluna Painel, na Folha de hoje: