Thaisa Galvão

30 de junho de 2015 às 23:31

Para João Maia, uso de sondas da Petrobras para cavar poços e técnica de dessalinização seriam soluções para enfrentar a seca [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Em entrevista ao Jornal da Noite/95, o ex-deputado federal João Maia, presidente do PR, que tem andado pelo interior para formatar as chapas que disputarão eleições municipais no próximo ano, disse que o problema maior que tem encontrado é a descrença da população na classe política.

Constatação de que o povo anda de saco cheio da política e dos políticos.

A seca é outro grande problema, e o ex-deputado, que foi candidato a vice-governador do Rio Grande do Norte, sugeriu que a classe política procurasse a Petrobras com uma proposta viável: a utilização de sondas para perfurar poços ao longo do curso de rios que estão secos, porém, com água no subsolo.

A água que seria retirada do subsolo seria jogada no leito do rio, mantendo a irrigação das áreas produtivas.

Para João, essa seria a melhor solução diante da falta de dinheiro.

O uso de dessalinizadores em áreas litorâneas seria uma solução não mais tão cara se aliado à energia solar.

Essa foi outra solução apresentada por João Maia, que mesmo adversário do governador Robinson Faria, destinou uma emenda – a última, no fim de seu mandato – no valor de 50 milhões de reais para a segurança pública do Estado..

A entrevista completa de João Maia está nos links abaixo.

VÍDEO 1 Clique Aqui e assista à entrevista de João Maia

VÍDEO 2 Clique Aqui para continuar assistindo

  
  

30 de junho de 2015 às 18:01

Carlos Eduardo e Fred Queiroz almoçam no restaurante de Bernardinho, no Rio de Janeiro [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Leitor do Blog no Rio de Janeiro, que acaba de comer um pratinho de salada e pagar R$ 27,50 no restaurante Delírio Tropical, tinha como vizinhos de mesa o prefeito de Natal, Carlos Eduardo e o secretário de Turismo da capital, Fred Queiroz.

O Delírio Tropical fica na Avenida Prudente de Morais com Garcia D’Ávila, e pertence ao técnico e consultor de vôley, Bernardinho.

30 de junho de 2015 às 17:49

Maioria da bancada do RN vota a favor da redução da maioridade penal em caso de crimes hediondos [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Placar dos deputados do Rio Grande na votação de hoje do projeto repaginado que reduz a maioridade penal em casos de crimes hediondos.

Os deputados Rafael Motta (PROS) e Zenaide Maia (PR) se pronunciarão contra.

Os deputados Rogério Marinho (PSDB), Felipe Maia (DEM), Fábio Faria (PSD), Walter Alves (PMDB), Antônio Jácome (PMN) e Beto Rosado (PP) votarão a favor do novo projeto.

30 de junho de 2015 às 17:24

Movimentos estudantis fazem protesto contra redução da maioridade penal que será votada ainda hoje [0] Comentários | Deixe seu comentário.

A Câmara Federal põe em votação ainda hoje a redução da maioridade penal..

Projeto já revisto e emendado, com punição para menores entre 16 e 18 anos que cometerem crimes hediondos, e recolhimento dos menores em locais separados dos maiores.

O momento é de tensão em Brasília.

Movimentos estudantis fazem protesto no gramado do Congresso Nacional.

Que se mantém fechado apesar do STF ter concedido liminar para ser pública a votação.

O túnel que dá acesso ao Salão Verde está fechado com acesso restrito aos deputados.

  

30 de junho de 2015 às 16:49

José Dias não disse que era mais forte do que Robinson, mas, que era forte ao ponto de não deixar ser desmoralizado [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O deputado José Dias, que fez as pazes com o sobrinho afim Henrique Alves, lembrou agora ao Blog que, na entrevista que deu ontem ao Jornal da Noite, na 95FM, não fez comparações entre ele e o governador Robinson Faria.

Ele se referiu a publicações na imprensa onde ele teria dito que era mais forte do que Robinson.

Na entrevista, quando se referiu ao governador, seu ex-aliado político, Dias falou que ele não imaginava que ele fosse tão forte (e não mais forte do que ele), ao ponto de reagir e não deixar ser desmoralizado.

Forte como pessoa que reage, e não como pessoa que tem poder.

Como entrevistadora, afirmo que foi assim mesmo que o deputado se pronunciou.

30 de junho de 2015 às 16:12

Zenaide, Jácome, Beto Rosado e Rafael Motta tratam com  Temer e Eduardo Cunha sobre liberação de emendas [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Os deputados federais do Rio Grande do Norte, Antônio Jácome (PMN), Zenaide Maia (PR), Beto Rosado (PP) e Rafael Motta (PROS), almoçaram hoje no Palácio do Jaburu, sede da Vice-Presidência da República.

Foram convidados pelo vice-presidente Michel Temer, que reuniu deputados em primeiro mandato.

Presentes o chefe da Casa Civil do Planalto, Aloizio Mercadante, e o presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha.

O encontro foi para Temer articular junto à Câmara e ao Planato, a liberação das emendas parlamentares dos novatos com o corte sobre a cota na mesma proporção dos antigps deputados, e não com o corte maior.

Temer prometeu ajudar aos deputados neste processo de liberação.

  

30 de junho de 2015 às 15:36

Foi no restaurante do tio do amigo de George Olímpio que o ex-presidente Lula criou o PT e noivou com Marisa Letícia [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Detalhe…

O advogado George Olímpio, preso sob acusação de montar esquema no Detran do Rio Grande do Norte, ressurgido agora como empresário do ramo gastronômico em São Bernardo do Campo, no ABC paulista, apareceu na revista Caras, ao lado do vereador Rafael Demarchi, do PSD.

Rafael é sobrinho de Laerte, dono do tradicional restaurante São Judas Demarchi, que tem entre os seus frequentadores mais assíduos, o ex-presidente Lula.

Foi no restaurante do “amigo” Laerte onde o PT de Lula foi fundado…

E onde Lula e a mulher, Marisa Letícia, ficaram noivos.

Veja reportagem do Estadão, publicada quando Lula deixou o Planalto e estaria – ou não? – de volta para São Bernardo do Campo.

  
Bandejas de polenta frita e travessas de frango a passarinho e torresmo crocante esperam por Lula e Marisa no Restaurante São Judas Demarchi, onde o PT nasceu. “Eles gostam de ficar aqui”, relata Laerte Demarchi, de 65 anos, apontando para a mesa de frente para o espelho d’água onde tantas vezes o casal enamorado se serviu em jantar dançante, ao lado do palco que já foi de Nico Fidenco, Pepino di Capri e Ari Toledo. “O Lula ficou noivo da Marisa foi aqui.”

Laerte e Lula são bons companheiros desde 1973. Às visitas, Laerte exibe o retrato emoldurado do amigo, que guarda com alma e devoção. Nesses oito anos, eles continuaram se vendo. As festas de fim de ano Laerte passou em Brasília, no Torto. Foram boas as pescarias no Paranoá. “Um dia o Lula fisgou um pacu de 12 quilos.”

Laerte gostaria de ver o amigo de volta. Até para provar a Lulinha, criação de seu filho, Marcelo Demarchi, de 42 anos: linguiça cortada em tiras pequenas que virou especialidade da casa.

Se Lula não for, promete não ficar ressentido. “Acho que ele não vai poder sair numa avenida ou ir a um restaurante à vontade. Eu disse ao Lula: “Você é um mito do Brasil, não vai poder tomar café no bar’. Ele ri. Acho que ainda não caiu a ficha dele”.

Zelão, o “rei do caldo de mocotó”, quer ver Lula outra vez. Ele abriu o negócio em 1977. De lá para cá, só fez progressos. Paraibano de Souza, seu primeiro endereço foi na Rua João Basso com a Avenida Marechal Deodoro, quadra debaixo do sindicato.

Os metalúrgicos paravam ali. Nas noites frias, o caldo vinha numa cumbuca pequena, fumegando. Lula pedia um Domecq. Hoje, pagaria R$ 3,50 pelo mocotó. O conhaque é mais caro, R$ 6 o trago. “Era tanta gente que eu servia na calçada”, relata Zelão, que tinha oito mesinhas e hoje tem outro ponto com 55 mesas.

Sua mulher, Lúcia de Fátima, tem mão boa para a cozinha. Faz uma buchada que é uma arte. “Põe o bucho do bode com os miúdos, coração, fígado, língua. Tem que ser tudo muito limpo, escaldado com limão. Senão fica gosto forte.”

Lula provou a buchada em 1997, na casa do Zelão. Gostou tanto que pediu mais uma porção, depois outra. Tarde aprazível. Lúcia pôs um CD do paraibano Flávio José, no acordeão. Lula distribuiu charutos cubanos, presente de Fidel. Já cansado, jogou-se na rede e adormeceu.

Convites à parte, discute-se em São Bernardo se Lula vai continuar na cobertura do Hill House, o edifício azulejado de 13 andares da Avenida Francisco Prestes Maia. O apartamento ganhou nova decoração. Mas, aqui e ali, ouvem-se rumores de que o casal está de mudança para um condomínio mais novo e amplo.

Também está de malas prontas para a capital, é outra hipótese. Juno Rodrigues, o Gijo, não acredita que Lula partirá de vez. “Só se for morar na casa do cara que falou isso. O Lula pode até ter um escritório em São Paulo. Mas vai continuar morando aqui. Vai ficar porque o sindicato é logo ali, dá para ir a pé.”

Para Gijo, o amigo vai tirar uns 15 dias para rever os companheiros, o Rubão, o Campanholo, o Janjão. “Ele vai no sindicato, no partido, na prefeitura. Acha que o Lula não vai dar um abraço no Marinho? Virou estadista, mas o Lula não muda. Continua peão.”

30 de junho de 2015 às 15:10

Projeto Parnamirim Musical será aberto neste sábado [0] Comentários | Deixe seu comentário.

A Fundação Parnamirim de Cultura lança no dia 4 de julho o projeto Parnamirim Musical.
A abertura do projeto será neste sábado a partir das 19h, no Espaço Cultural Beco do Picado, com as apresentações das bandas “Azambuja Trio” e “Plutão Já Foi Planeta”.

Na linha dos shows, o projeto prevê a continuidade do “Som do Beco”, tradicional ponto de encontro de músicos da cidade e que foi realizado durante todo o ano passado com bastante sucesso de público e crítica, recebendo inclusive artistas internacionais da Alemanha, França e Chile junto com bandas do município.

Um espaço também sera destinado ao rock e novas tendências da música pop durante o carnaval de 2016.
Na parte de formação, o Programa Parnamirim Musical vai oferecer oficinas sobre gravação e divulgação de áudios, gestão de carreira e circulação de produtos culturais, divididos em quatro módulos específicos, todos oferecidos gratuitamente à comunidade artística da cidade.

30 de junho de 2015 às 14:52

Após denunciar Agripino, a quem já havia inocentado, George Olímpio circula hoje em SP com pessoas próximas de Lula [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Quem é Rafael Demarchi, o vereador de São Bernardo do Campo, candidato derrotado a deputado federal na eleição do ano passado, com apoio do presidente do PSD, Gilberto Kassab, que aparece na foto da revista Caras ao lado do advogado natalense George Olímpio, na pizzaria que ele inaugurou em São Bernardo do Campo?

Rafael é filho de Albino, irmão de Walter, ex-prefeito de São Bernardo, e de Laerte, dono de restaurante tradicional na cidade, e amigão de Lula, o ex-presidente.

Laerte, o tio de Rafael, que virou amigo de George Olímpio – preso na operação Sinal Fechado, e que depois de inocentar, delatou o senador José Agripino Maia (?), maior adversário do PT, faz parte do círculo de amigos de Lula, ao ponto de ter sido o padrinho – via presidente Lula – do cargo de ministro do STF para Ricardo Lewandowski.

Lewandowski faz parte do círculo poderoso de amigos de São Bernardo: ele, Laerte, o prefeito Luiz Marinho..e Lula.

Saiba mais sobre a ‘high society’ de São Bernardo do Campo nessa reportagem da revista Época:

  
Em janeiro do ano passado, o município de São Bernardo do Campo, na região metropolitana de São Paulo, ganhou um morador ilustre: o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ele ocupa a cobertura de um edifício residencial na Avenida Prestes Maia, no bairro Santa Teresinha, próximo ao centro da cidade em que se projetou, nos anos 1980, como líder do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC. De lá para cá, a visibilidade do município – e sua prosperidade – só tem crescido. É de São Bernardo o prefeito Luiz Marinho, escolhido por Lula para ser o articulador político de seu grupo dentro do PT. No dia 5 deste mês, Marinho recebeu a visita de Dilma Rousseff na inauguração de uma unidade de saúde – ele foi o único prefeito petista candidato à reeleição que teve a oportunidade de posar para uma foto com a presidente. Marinho é amigo do ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal, que nasceu no Rio de Janeiro e foi criado em São Bernardo. Lewandowski foi o revisor do processo do mensalão e participa do julgamento que mobilizará o país a partir do dia 2 de agosto. Os três – Marinho, Lewandowski e o próprio Lula – são frequentadores do restaurante São Judas Tadeu e amigos do dono, Laerte Demarchi, um são-bernardense da gema. 

Laerte se orgulha de ter assistido, no estabelecimento famoso pelo frango com polenta, ao nascimento do partido político que há dez anos governa o Brasil.

Marinho, Lewandowski, Demarchi e Lula pertencem a um mesmo círculo de amigos – e o relacionamento dos quatro vem se estreitando nos últimos tempos. O prefeito Marinho é um homem afeito a celebrações públicas. Nos últimos dois anos, organizou três homenagens a Lewandowski, cuja família fez história em São Bernardo. Lewandowski esteve presente a todas. A mais recente foi no dia 28 de março, na Faculdade de Direito de São Bernardo, controlada pelo município. Lewandowski, com Marinho a seu lado, deu uma aula magna a um auditório lotado e foi saudado como o mais ilustre ex-aluno e ex-professor da faculdade. Um mês antes, Marinho inaugurara uma escola de educação infantil com o nome da mãe do ministro, Karolina Zofia Lewandowska, morta em 2010. Em 2011, Marinho já homenageara Lewandowski por ele ter sido o primeiro presidente do Conselho Municipal do Patrimônio Histórico e Cultural (Compahc) do município.
Lewandowski ingressou na vida pública pelas mãos dos Demarchis. Quando Walter Demarchi, irmão de Laerte, era vice-prefeito de São Bernardo, entre 1983 e 1988, ele convidou o então advogado a ocupar a Secretaria de Assuntos Jurídicos. O então prefeito, Aron Galante, mal conhecia Lewandowski. Ele recorda: “Foi a família Demarchi que indicou o secretário jurídico. Disseram: ‘Nós temos o Lewandowski’. Eu respondi: ‘Traz ele aqui’. Nem o conhecia direito”.
As famílias Lewandowski, de origem suíça, e Demarchi, sobrenome italiano, se conheceram em São Bernardo no final do século passado e se estabeleceram no mesmo pedaço de terra que hoje abriga o bairro Demarchi. Os Lewandowskis tinham um sítio onde fica hoje o condomínio de alto padrão Swiss Park, ao lado do restaurante e onde os Lewandowskis mantêm uma casa. A família Demarchi se orgulha de ter sugerido o nome de Lewandowski quando surgiu uma vaga no Supremo. “O único favor que pedimos ao Lula, que foi meu irmão Laerte quem pediu, foi para que ele colocasse o Ricardo como ministro, porque não sei que ministro ia se aposentar (era Carlos Velloso). O Lula falou: ‘Tudo bem’”, afirmou Walter Demarchi a ÉPOCA. E Lewandowski se tornou ministro em 2006.

  
Quis o destino que ele fosse o revisor do processo do mensalão, o maior escândalo político do governo Lula. ÉPOCA passou quase um mês visitando a cidade e conversando com interlocutores do presidente, do prefeito e de seus amigos. Todos reverberam a “preocupação do Lula e do Marinho com o uso político” do julgamento – e relatam a pressão, de forma direta ou indireta, sobre Lewandowski. Laerte Demarchi diz que a família do ministro anda preocupada com a pressão sobre “Ricardo”. Ele relatou uma conversa que teve com Anita Lewandowski no dia 30 de junho, quatro dias depois de o ministro ter apresentado seu voto revisor do mensalão após uma reprimenda pública do presidente do Supremo, Carlos Ayres Brito. Anita desabafou: “Vocês viram o que estão fazendo com o Ricardo?”.

Laerte respondeu: “Mas não é isso o que ele queria, ser ministro do Supremo? Agora, aguenta. Por que ele está preocupado? Se não tem nada (para condenar os réus), então não tem nada. Não vai ter problema”. A conversa foi relatada por Laerte a ÉPOCA numa mesa do restaurante. Ele torce pela absolvição do ex-deputado José Dirceu, um dos réus no processo: “Podem falar o que quiserem, mas eu realmente acredito nesse homem”. Sobre o julgamento, Walter Demarchi afirmou: “Lewandowski não passará um réu no moedor de carne sem ter certeza de sua culpa”. ÉPOCA perguntou aos irmãos Laerte e Walter se haviam conversado com o amigo Lewandowski sobre o assunto. Os dois disseram que não. Apesar de as famílias se frequentarem e os Lula da Silva também serem próximos de Lewandowski e de sua irmã. Lula e Laerte Demarchi também passaram juntos parte das férias de julho numa chácara.


Prosperidade

O município de São Bernardo, que ostenta em sua bandeira a figura de um bandeirante e de um indígena, vive um bom momento não apenas pelo protagonismo de seus filhos e moradores ilustres na vida pública brasileira. Há também prosperidade na área das verbas públicas. No primeiro semestre deste ano, São Bernardo ganhou R$ 79,3 milhões em transferências da União, R$ 20 milhões a mais que Guarulhos, cidade também administrada pelo PT, porém com quase 500 mil habitantes a mais que o município comandado por Marinho.

Além de dinheiro, Marinho tem poder. Ele foi encarregado por Lula de cuidar das costuras políticas com os diretórios do PT e aliados. Foi ele quem ajudou a convencer Lula a posar para a já famosa foto ao lado do deputado federal Paulo Maluf em São Paulo. Marinho também negociou a aproximação do PT com Gilberto Kassab (PSD), seu parceiro em São Bernardo. Segundo um dirigente do PSD ouvido por ÉPOCA, Marinho “aproximou” Kassab a Lewandowski no momento em que o STF analisava o pedido do partido de Kassab para ter direito ao tempo gratuito de TV nas eleições neste ano – a causa foi vitoriosa. Transformar Marinho num líder nacional do PT é hoje uma obsessão de Lula. Foi ele quem pediu a Dilma que ela participasse da inauguração de uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) no dia 5 deste mês. O evento conferiu o prestígio que faltava a Marinho, hoje identificado dentro do partido como “o homem que conversa com o Lula”. À medida que ele, ex-sindicalista como Lula, se fortalece como administrador e articulador, o ex-presidente ganha um ator fiel a seu projeto de não perder o controle do PT para o grupo rival – aquele que começa a se formar em torno de Dilma e tem como estrelas os ministros mais próximos da presidente, como Gleisi Hoffmann (Casa Civil) e Aloizio Mercadante (Educação). Marinho também é uma opção de Lula para a disputa do governo de São Paulo em 2014.

  
A aliança entre Lula e Marinho causa desconforto em petistas paulistanos, que não aceitam a intromissão de Marinho no comando da candidatura de Fernando Haddad a prefeito de São Paulo. Segundo eles, Lula quer impor um líder assim como impôs Haddad candidato. A confiança de Marinho na própria reeleição é tamanha, e seus projetos tão mais amplos, que ele diz: “Abro mão da presença dele, Lula (na minha campanha), para que ele possa ir a Santo André, Mauá e São Paulo”. Se o projeto de Lula e Marinho der certo – e se o voto de Lewandowski acompanhar os vaticínios dos irmãos Demarchi –, a vitória poderá ser creditada à “República de São Bernardo”.

30 de junho de 2015 às 12:33

Delator da operação Sinal Fechado, George Olímpio abre pizzaria no interior de SP e é notícia na revista Caras [2] Comentários | Deixe seu comentário.

O advogado natalense George Olímpio, que foi preso na operação Sinal Fechado, fez delação premiada, inocentou e voltou a acusar políticos do Rio Grande do Norte, acaba de se instalar em São Bernardo do Campo, no ABC paulista.

Olímpio acaba de inaugurar uma pizzaria na cidade.

A inauguração da casa teve direito a repercussão na revista Caras, que está nas bancas.

Na foto com George, Fábio Quintana, que é gerente de marketing do Golden Square Shopping, de São Bernardo, e Rafael Demarchi, vereador do município e candidato não eleito a deputado federal pelo PSD..

  

30 de junho de 2015 às 11:24

Em greve há uma semana, servidores da Justiça Federal fazem ‘enterro’ do judiciário [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Sem reajuste nos salários há 10 anos, servidores da Justiça Federal fizeram ato público hoje cedo..

Os servidores estão em greve há uma semana e no movimento de hoje, fizeram o “enterro” da justiça federal.

  

  

  

30 de junho de 2015 às 10:08

Para garantir apoio em 2018, Henrique Alves se reaproxima de José Dias e releva todos os ataques sofridos pelo tio afim [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O ministro Henrique Alves (PMDB), que não é besta nem nada, e sabendo que precisa voltar à Câmara – de onde não deveria ter saído – em 2018, e que poderá disputar os votos dentro do ambiente da família Alves com o deputado Walter Alves (PMDB), hoje vice-líder do PMDB na Câmara e, claro, candidato à reeleição em 2018, tratou de fazer as pazes com o tio afim, deputado José Dias (PSD) e com a tia Diúda Alves.A relação de Henrique e Dias era estremecida há alguns anos.

Coisa de 2010 pra cá.

Com a tia Diúda, menos tempo.

Coisa da última eleição.

Mas Henrique que não é besta nem nada, relevou as agressões sofridas pelo tio afim, que nunca economizou nas palavras para definir o hoje ministro do Turismo.

Chegou a sair do PMDB, partido que liderava na Assembleia, alegando ter sido “botado pra fora” por Henrique.

“O presidente da Câmara é um desrespeito ao Brasil”, disse José Dias em uma de suas entrevistas ao Blog.

Eis abaixo alguns trechos de notas publicadas aqui sobre a “boa relação” entre o deputado estadual José Dias e o ex-deputado Henrique:

Em 12 de abril de 2011, quando deixou o PMDB:
“Eu fui botado pra fora”, declarou José Dias… 

Aproveitei a resposta do deputado para fazer outra pergunta: 

-Botado pra fora por quem? – quis saber… 

“Só pode ser pelo presidente. Ele não é o dono do partido?”, respondeu Zé Dias se referindo ao deputado Henrique Alves, presidente do PMDB. 

*

Em 28 de setembro de 2011, quando seu partido, o PMDB, presidido pelo então deputado Henrique Alves, aderiu ao governo Rosalba Ciarlini:

Ele diz que saiu do PMDB para se livrar do quase parente…mas não teve como se livrar, com a adesão de HA.

Segundo Zé Dias, em contato com o Blog, Henrique não tem o poder que aparenta ter.

“O que ele passa são peruas”…e traduz:

“Na linguagem do Pôquer, ele diz que tem uma carta na mão, quando não tem”.

Traduzindo mais ainda: blefa.

“Com o governador Garibaldi ele prometeu o que não podia dar. Com o presidente Lula ele prometeu o que não tinha para dar”, criticou Dias, revelando que “pagou muito mico” no PMDB.

*

Em 10 de junho de 2014, se referindo à saída da então deputada Gesane Marinho do grupo do então candidato a governador Robinson Faria para apoiar a candidatura, também ao governo, do sobrinho afim Henrique Alves:

Sem medir palavras, Zé Dias disse que Henrique, sobrinho de sua esposa, “quando não compra, ameaça”, referindo-se aos apoios que vem sendo anunciados.

Irritado com o governadorável peemedebista, José Dias disse que “o presidente da Câmara é um desrespeito ao Brasil”.

30 de junho de 2015 às 10:03

José Dias e Henrique X Robinson [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Passada a relação destemperada entre o deputado José Dias e o sobrinho afim Henrique Alves, eis que agora o alvo é o governador Robinson Faria.

De quem Dias se diz amigo, porém, adversário político.

Interessa a Henrique a metralhadora giratória de José Dias contra Robinson.

E em se falando de oposição, Zé Dias é especialista.

Inteligente, consistente, corajoso.

Não costuma medir palavras para tratar de um tema indigesto.

E é disso que Henrique precisa na Assembleia Legislativa, já que os deputados do seu PMDB andam pra lá de calmos em relação ao governo Robinson.

Ontem Henrique foi ao apartamento de José Dias.

A visita à tia Diúda havia sido agendada desde o sábado, na missa de 7º dia de morte do deputado Agnelo Alves (PDT), irmão de Diúda, e pouco afeito ao sobrinho Henrique.

Foram anos a fio se alfinetando, com Agnelo não economizando palavras de bastidores contra Henrique.

A última eleição uniu os dois.

O prefeito Carlos Eduardo e o pai Agnelo apoiaram Henrique para o governo.

Mas, dois anos antes, na eleição vitoriosa de Carlos para prefeito de Natal, Henrique, sem economizar nos discursos, estava no palanque de Hermano Morais (PMDB), contra Carlos, contra Agnelo.

Na eleição de 2010, quando Rosalba Ciarlini se elegeu governadora, Henrique apoiou a candidatura à reeleição do governador Iberê Ferreira.

Hoje poucos se recordam, mas nessa campanha, Carlos Eduardo, com apoio do pai Agnelo, também foi candidato a governador, e sem o apoio de Henrique.

Henrique não apoiou Carlos, mas num vai e vem da política familiar, votou em Agnelo para deputado estadual.

Voto dele e da mulher, a jornalista Laurita Arruda.

Também teve o voto de Agnelo para sua décima primeira eleição de deputado federal.

Passados os tempos de discórdia, aliança dividida, e mais discórdias, eis a união interessada e interesseira.

Coisas que só a política consegue explicar.

Coisas que o eleitor não consegue mais entender.

30 de junho de 2015 às 10:01

Dias diz que governo Robinson está ‘fora do mundo real’ e confirma que acusou Henrique de fazer promessas ‘irrealizáveis’ [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O deputado José Dias foi entrevistado de ontem no Jornal da Noite, na 95FM.Conversou comigo e com os colegas de programa, Juliana Celli e Eugênio Bezerra.

Tinha acabado de sair de casa, onde havia acabdo de receber o sobrinho afim e agora parceiro, ministro do Turismo Henrique Alves.

Na entrevista, Dias ‘poupou’ o ‘amigo’ Robinson Faria, mas não economizou nas críticas ao seu governo.

Rompido politicamente com o governador, disse que estava aliviado por não ser mais aliado de Robinson.

Disse que o governador está ‘terceirizando’ decisões da gestão, se referindo ao fato do governador em exercício, Fábio Dantas, ter assinado o documento autorizando o Tribunal de Contas do Estado a desapropriar o terreno particular pertencente aos condôminos do edifício Luciano Barros, para construção de um estacionamento para o TCE.

Referindo-se ao vice Fábio Dantas como ‘terceirizado’ para assumir o ato, disse que, por ser ‘comunista’ (Fábio é filiado ao PCdoB), não tem compromisso com a iniciativa privada.

José Dias disse que Robinson está ‘fora do mundo real’ quando se mostra otimista em relação ao governo, apesar da crise econômica que é nacional, e que atinge o governo do Rio Grande do Norte.

Questionado sobre as críticas feitas anteriormente a Henrique, inclusive sobre a operação Lava Jato, ele disse que estava fazendo seu papel de oposição.

Confirmou que, em entrevista ao Jornal de Hoje, no ano passado, disse que “talvez o escândalo da Petrobras explicasse” a “hegemonia” construída por Henrique na eleição do ano passado.

Dias disse que falou isso porque o nome de Henrique havia sido citado pela imprensa como provável envolvido no esquema que beneficiou muitos políticos de vários partidos.

Confirmou também que disse ao JH que Henrique fez promessas “mirabolantes”, consideradas “irrealizáveis” até pelo então ministro da Previdência Garibaldi Filho.

Mas, os tempos são outros.

Hora de unir família – até 2018 – apagar arquivos.

Inclusive na internet.

30 de junho de 2015 às 9:57

José Dias quer deixar o PSD para se filiar ao PSDB [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O deputado José Dias vai deixar o PSD.Espera só a abertura de uma janela jurídica que lhe permita sair do partido presidido pelo seu compadre adversário, Robinson Faria.

Na entrevista ao Jornal da Noite, disse que foi convidado pelo deputado Rogério Marinho para se filiar ao PSDB, pelo deputado Ricardo Motta para se filiar ao PROS, e pelo deputado Kelps Lima para se filiar ao Solidariedade.

Pelo seu histórico como eleitor dos presidenciáveis Fernando Henrique Cardoso, José Serra e Aécio Neves, a tendência é que sua próxima legenda seja o PSDB.

Do PSD para o PSDB…é só acrescentar o B.

30 de junho de 2015 às 7:38

Acidente com motocicleta congestiona trânsito na BR-101 no sentido Parnamirim-Natal [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Mais do trânsito de Natal nessa manhã chuvosa, por Kennedy Diniz:

   
 

30 de junho de 2015 às 7:26

Servidores da Prefeitura de Natal em greve farão manifestação na frente da Câmara [0] Comentários | Deixe seu comentário.

De Kennedy Diniz, alertando para complicação no trânsito logo mais na rua Jundiaí:

  

29 de junho de 2015 às 17:51

Deputado José Adécio homenageia o ABC pelos 100 anos com sessão solene na Assembleia Legislativa [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Por proposição do deputado José Adécio (DEM), a Assembleia Legislativa homenageou hoje, em sessão solene, o ABC Futebol Clube.

Aniversariante do dia, o clube está completando 100 anos.

O governador em exercício, Fábio Dantas, esteve presente à sessão.

“O ABC é um time que dá muito orgulho para o futebol do nosso Estado. Merece todo nosso respeito e honrarias nessa data tão significativa”, disse o governador em exercício.
O deputado José Adécio escolheu oito nomes para receber as honras pelos 100 anos do clube.

Receberam a placa do Centenário do ABC, cinco ex-presidentes do clube, um ex-jogador, um técnico e um membro do Conselho Deliberativo. Dentre eles, o recém falecido deputado estadual, Agnelo Alves, como também o jogador Alberi, o ex-deputado Leonardo Arruda, José Nilson de Sá, Judas Tadeu, Severo Câmara, Abelírio Rocha e José Prudêncio.
  

29 de junho de 2015 às 17:40

Funcionário da TAM assassinado ontem foi enterrado hoje e delegado disse que amanhã caso terá novidades [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Foi enterrado hoje às 11 horas no cenitérionMorada da Paz, em Emaús, o corpo do funcionário da TAM de Natal, Samuel Albuquerque.

Ele foi morto ontem ao reagir a um assalto quando saía de uma festa rave no Espaço 21, em Ponta Negra.

Dois homens em uma moto tentavam abrir o carro de Samuel quando ele chegou e reagiu.

O funcionário da TAM foi assassinado com 3 tiros.

A moto usada para praticar o crime foi encontrada e o seu proprietário preso.

Porém, ao ser interrogado, negou participação e disse que havia emprestado o veículo, mas não disse a quem.

Ao Blog, o delegado de Homicídios, Fábio Rogério, disse que foi estranha a forma como Francisco Paulo se pronunciou, ao tentar esconder a pessoa a quem teria emprestado sua moto.

Como hoje foi ponto facultativo no Estado, as investigações não foram continuadas.

“Mas amanhã será diferente e teremos novidades”, disse o delegado.

29 de junho de 2015 às 17:27

Imprensa americana questiona Dilma sobre Lava Jato e ela diz que não respeita delator porque já esteve presa na ditadura [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Do g1

‘Não respeito um delator’, diz Dilma

Presidente comentou nos EUA suposto depoimento do dono da UTC. Petista destacou que foi legal doação de R$ 7,5 milhões da construtora.

  
A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta segunda-feira (29), em entrevista coletiva nos Estados Unidos, que não respeita delatores. Indagada sobre as supostas declarações do dono da UTC Ricardo Pessoa em depoimento de delação premiada, a petista ressaltou que recebeu doação de R$ 7,5 milhões da empresa investigada na Operação Lava Jato, porém, disse que o dinheiro foi repassado legalmente à sua campanha eleitoral no ano passado.

Reportagem publicada na edição deste fim de semana da revista “Veja” relaciona os nomes de 18 políticos supostamente citados pelo dono da construtora UTC como beneficiados com dinheiro oriundo do esquema de corrupção na Petrobras.

O acordo de Pessoa foi homologado na última quarta-feira (24) pelo ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF).

A petista argumentou nesta segunda-feira que não respeita delatores porque foi presa política durante o regime militar (1964-1985).

“Eu não respeito um delator, até porque eu estive presa na ditadura e sei o que é. Tentaram me transformar em delatora, a ditadura fazia isso com as pessoas. Eu garanto para vocês: eu resisti bravamente e até em alguns momentos fui mal interpretada quando disse que, em tortura, a gente tem de resistir porque, senão, você entrega. Não respeito nenhum, nenhuma fala”, disse a presidente a repórteres em Nova York, onde se reuniu nesta segunda com investidores norte-americanos.

Durante a entrevista, Dilma garantiu que “nunca” se encontrou com Ricardo Pessoa e que não o recebeu desde que assumiu a Presidência. Ao explicar que as doações da UTC foram legais, a presidente ressaltou que não aceita e “jamais” aceitará que “insinuem” qualquer irregularidade sobre ela ou sobre sua campanha. “Se insinuam, têm interesses políticos”, enfatizou.

A petista destacou que o senador Aécio Neves (PSDB-MG), seu adversário no segundo turno da corrida presidencial de 2014, também recebeu contribuições da construtora UTC. Segundo ela, a diferença de valores entre as doações feitas pela empreiteira às campanha do PT e do PSDB foi “muito pequena”.

“A minha campanha recebeu dinheiro legal, registrado, de R$ 7,5 milhões [da UTC]. Na mesma época que eu recebi os recursos, pelo menos uma das vezes, o candidato que concorreu comigo recebeu também, com uma diferença muito pequena de valores. Eu estou falando do Aécio Neves – até porque só teve um candidato que concorreu comigo, estou falando do segundo turno”, observou.

Dilma também foi questionada sobre se pretende tomar providências em relação às denúncias de Ricardo Pessoa. Segundo ela, se ele a citar nominalmente, ela cogita processá-lo.

‘Vazamento seletivo’

No último sábado, antes de embarcar para os Estados Unidos, a presidente convocou os ministros Edinho Silva (Comunicação Social), Aloizio Mercadante (Casa Civil) e José Eduardo Cardozo (Justiça) para reunião no Palácio da Alvorada.
Tesoureiro da campanha de Dilma à reeleição, Edinho Silva confirmou, em entrevista após a reunião, que a UTC doou R$ 7,5 milhões à petista na eleição do ano passado. O ministro, no entanto, criticou o que chamou de “vazamento seletivo” da delação do empresário e disse que pediria ao Supremo Tribunal Federal (STF) para ter acesso aos depoimentos do empresário.

“Então, me causa indignação que meu nome tenha sido envolvido em uma delação premiada. Me causa indignação o vazamento seletivo desta delação e me causa indignação a tese de criminalização das doações à nossa campanha”, reclamou Edinho Silva na entrevista do último sábado.