Thaisa Galvão

11 de janeiro de 2016 às 16:17

Fiscais da Semurb retiram faixas de publicidade das ruas de Natal [1] Comentários | Deixe seu comentário.

Fiscais da Semurb foram às ruas de Natal hoje retirar faixas colocadas ilegalmente nas vias públicas.
O Blog registrou duas ações na avenida Roberto Freire.
É bom lembrar que para anunciar seu negócio em faixas espalhadas pelas vias públicas é preciso uma licença pública.

11 de janeiro de 2016 às 16:12

Bola de Ouro: Lionel Messi é o melhor do mundo pela 5ª vez [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Saiu o prêmio Bola de Ouro.

Messi, Neymar ou Cristiano Ronaldo? 

E o melhor do mundo, pela quinta vez, é Lionel Messi.

Ele recebeu 41.33% dos votos.

Cristiano  27.76% e Neymar  apenas 7.86%.

“Boa noite a todos, é uma noite muito especial para mim. Ganhar uma Bola de Ouro que foi para o Cristiano nos últimos dois anos, é incrível que seja o quinto. Era o que sonhava quando pequeno. Quero agradecer a quem votou em mim, sem meus companheiros não seria possível. Quero agradecer ao futebol por tudo que me permitiu viver, importante para crescer e aprender durante toda a vida. Boa noite e muito obrigado”, diz Messi.

11 de janeiro de 2016 às 15:40

À Veja, Erick Pereira diz que prestações de contas são “um faz de conta” e que novas regras eleitorais vão explodir caixa 2 [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Da Veja Online:

  

Diante das novas regras que proíbem doações de empresas para campanhas eleitorais, os partidos oficialmente recorrem à militância em busca de doações individuais para colocar de pé campanhas de candidatos a prefeito, vice-prefeito e vereador. Mas no mundo político pouca gente acredita que o financiamento eleitoral ficará restrito ao que prevê a lei. 

Com a proibição de empresas doarem a candidatos e partidos políticos, especialistas apostam – e deputados admitem – que as eleições municipais de 2016 poderão representar a explosão do caixa dois. 

Alertam também para o risco de que o CPF de eleitores seja usado indevidamente para justificar doações ilegais.
Em 2018, quando a população voltará às urnas para as eleições presidenciais, o cenário de incertezas e volatilidade de caixa deve se repetir. 

 “As eleições deste ano são um grande campo empírico para se discutir financiamento em 2018. A síndrome de reformismo não vai resolver o país”, critica o presidente da Comissão de Direito Eleitoral da OAB, Erick Wilson Pereira.
“As pessoas vão sair alugando pessoas físicas para doarem. A campanha vai custar menos? Não. Você vai ter que pagar aluguel de doador”, diz o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Assim que foi confirmada em setembro a decisão do STF de vetar doações empresariais a candidatos, o peemedebista resumiu: 

“Vai conseguir se eleger aqui quem tiver sindicato, quem estiver na máquina ou tiver corporação ou capacidade de alugar doador”.
“Com o fim do financiamento privado e o tempo reduzido de campanha, a força de algumas estruturas pode desequilibrar as eleições, como a máquina dos municípios. É um instrumento que ninguém mais tem e com um peso muito grande: faz obras, nomeia gente e oferece cargos”, afirma o deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), relator da reforma política na Câmara. 

“O novo modelo vai caminhar para uma confusão enorme: muita gente com expectativa de arrecadar e receber, outros com expectativa de caixa dois, outros que vão contratar serviços e não vão conseguir fechar o orçamento”, prevê o deputado.
Em tempos de Operação Lava Jato, o Ministério Público Eleitoral promete intensificar a fiscalização da engenharia financeira de candidatos e coligações, mas a tarefa não deve ser fácil. Observadores afirmam que é difícil comprovar de imediato a troca de favores entre um empresário que empresta um helicóptero para gravações de propaganda partidária e o candidato beneficiado. Ou entre um generoso doador individual, que oficialmente repassará dinheiro a uma campanha em que acredita, e as negociações de benefícios que terá no caso de o político ser eleito.
“O fim das doações privadas, estabelecido por decisão do Supremo Tribunal Federal, é algo que haverá de ter um controle maior da Justiça Eleitoral e também do Ministério Público Eleitoral e da sociedade civil organizada”, diz o presidente do TSE, ministro Dias Toffoli.
Em 2002, por exemplo, o pecuarista José Carlos Bumlai, hoje preso por participar do escândalo do petrolão, emprestou uma fazenda no Mato Grosso para que o então novo amigo Lula pudesse gravar trechos de sua propaganda partidária. Desde então passou a utilizar o nome do petista nas mais diversas negociatas e até topou contrair um empréstimo fictício de cerca de 12 milhões de reais para abastecer os cofres do PT com propina. 
Na Lava Jato, investigação que descortinou o esquema bilionário de repasse paralelo de propina a campanhas políticas, empreiteiras despejaram dinheiro em partidos e em campanhas dos mais diversos caciques políticos em troca de benefícios em obras da Petrobras.

Uma questão que sempre aconteceu muito, principalmente em campanha municipal, são os empréstimos de amigos, parentes ou mesmo fora do sistema financeiro com agiotas. Agora nestas eleições todos os empréstimos só podem ser feitos no sistema financeiro por instituições financeiras autorizadas a operar e regulados pelo Banco Central. No caso de empréstimos como o de helicópteros, a cessão deve estar registrada online para acompanhamento imediato do eleitor”, afirma Toffoli.

Além do impasse sobre as dificuldades de arrecadação de dinheiro para campanhas, pela primeira vez a eleição municipal deste ano vai trazer limites de gastos de campanhas estabelecidos pela Justiça Eleitoral. Nas disputas anteriores, por falta de regulamentação do Congresso, eram os próprios partidos e candidatos que definiram quanto pretendiam gastar no processo eleitoral. Em 2014, a campanha à reeleição de Dilma Rousseff (PT) estabeleceu teto de 383 milhões de reais, sendo míseros 565.000 reais de pessoas físicas. 

Agora, com base nos valores desembolsados nos últimos anos, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) fixou o teto máximo das despesas dos candidatos a prefeitos e vereadores.
Nas eleições que terão o mais número de partidos em busca do voto do eleitor – 35 no total – cada agremiação ainda terá o desafio de trabalhar com o menor período de campanha da história, apenas 45 dias, começando em 16 de agosto, e com menos tempo, 35 dias, para a propaganda dos candidatos no rádio e na TV. 

Sem dinheiro e com menos exposição para se apresentar ao eleitor, analistas projetam que na disputa serão favorecidos políticos já conhecidos do grande público, que normalmente estão em busca da reeleição, e personalidades puxadoras de voto, como esportistas ou artistas de TV. 

“A redução da campanha só beneficia quem tem mandato ou aquele candidato que é apresentador de televisão. No formato atual, não há recursos nem tempo para o candidato poder construir seu nome ou a sua proposta. Não vão surgir novas lideranças, que é o que o Brasil precisa hoje”, diz Erick Pereira.

Três perguntas para Erick Pereira, presidente da Comissão de Direito Eleitoral da OAB




Na prática, quais os impactos previstos para a primeira eleição sem o financiamento privado?




Terá de redobrar a fiscalização das doações de pessoa física. Quando os Estados Unidos proibiram o financiamento privado, houve salto na participação de lucro dos dirigentes de empresas, que, como pessoas físicas, passaram a fazer as doações. Essa é uma forma clássica de burlar a participação de pessoas jurídicas. Outro mecanismo é o caixa dois. A ideia de baratear a campanha vai ficar muito na perspectiva formal. Aquele que deseja o poder vai manter as mesmas práticas de antes.

O novo formato pode aumentar as doações ilegais?




Infelizmente acho que haverá um aumento do caixa dois. Se fizermos uma análise, apesar de o Brasil viver toda essa cultura investigativa, as penas não tiveram efeito pedagógico suficiente para inibir essa prática. Tanto que havia condenados do mensalão praticando atos na Lava Jato. No fim das contas, se não houver concomitantemente os dois efeitos de proibir o financiamento privado e aumentar a fiscalização, a decisão pode ser um tiro no pé.

Em 2012, o então candidato Fernando Haddad foi o recordista em gastos de campanha na disputa pela prefeitura de São Paulo e teve despesas de quase 68 milhões de reais. Pelas regras do TSE, a disputa deste ano nesta prefeitura terá de custar, no máximo, a metade. É um valor factível para se eleger um candidato?




As prestações de conta são um grande faz de conta. Basta que se obedeçam os aspectos formais que elas serão aprovadas, não há uma depuração. Vão existir valores fictícios, com profissionais recebendo determinado valor, discutindo outros e recebendo caixa dois. Eu sou muito cético em relação a esses limites porque não se apura o aspecto material das prestações, só o formal. A gente sabe que vai ser impossível a manutenção desses tetos porque se gasta muito mais. Mas, no fim, todos os candidatos oficialmente vão respeitar, vão aparecer recibos e notas fiscais. Não tenho dúvida de que em breve teremos uma nova formulação para evitar que essas regras sejam burladas. As mudanças vão sendo aprovadas em série, mas nunca se chega a uma reforma estruturante.

11 de janeiro de 2016 às 12:51

Polícia apresenta suspeitos pela morte de Gizela Mousinho e procura adolescente que teria participado do assalto [0] Comentários | Deixe seu comentário.

A Polícia apresentou dois suspeitos pela morte de Gizela Mousinho.

Gizela foi morta durante um assalto na frente da filha de 18 anos.

A infeliz suspeita de ter atirado em Gizela tem a idade da filha del

Abaixo os dois presos.

A polícia ainda procura por uma adolescente de 16 anos que teria participado do assalto.

  

11 de janeiro de 2016 às 9:57

Exame: São Gonçalo é a 2ª cidade do Brasil entre as 100 pequenas que “dão show em infraestrutura” [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Prêmio extra para o município de São Gonçalo do Amarante que cresce a passos largos.

A revista online Exame.com publicou há pouco a lista das 100 pequenas cidades brasileiras que “dão show em infraestrutura”.

São Gonçalo é a segunda.

  

Valéria Bretas, de Exame.com

São Paulo – Das 5,5 mil cidades brasileiras, algumas destacam-se por seu elevado desempenho e desenvolvimento em infraestrutura no país.
Vinhedo, pequeno município do interior de São Paulo (e muito conhecido por sua tradicional festa da uva), é quem encabeça o primeiro lugar entre 100 cidades com 50 mil a 100 mil habitantes que proporcionam condições adequadas de moradia para seus habitantes. 
O ranking, que faz parte da pesquisa “As melhores cidades do Brasil para fazer negócios”, foi elaborado com exclusividade pela consultoria Urban systems para a revista EXAME.
Para chegar neste resultado, o estudo levantou informações de 348 municípios com uma população entre 50.000 e 100.000 habitantes – estes, responsáveis por 10% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro.
O ranking leva em conta três indicadores, como o número de casas com internet fixa de alta velocidade, índice de perdas na distribuição de água e a quantidade de vezes em que ocorreram paralisações no sistema de distribuição de água.
Cada indicador recebeu um peso de acordo com sua relevância – totalizando 12 pontos. 
Na tabela abaixo, as 15 primeiras cidades com as maiores pontuações. 
  
  

11 de janeiro de 2016 às 9:33

Presos acusados de matar Gizela Mousinho [0] Comentários | Deixe seu comentário.

A polícia prendeu acusados pelo assassinato de Gizela Mousinho.

Os detalhes serão apresentados numa entrevista coletiva logo mais às 10h30 na sede da Delegacia Geral.

11 de janeiro de 2016 às 9:16

Silêncio do prefeito Carlos Eduardo deixa PMDB sem saber seu papel no palanque da sucessão [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Peemedebistas silenciam quando o assunto é a sucessão do prefeito Carlos Eduardo.

Eles sabem que estão no palanque do prefeito candidato à reeleição, mas ainda não tem certeza em qual posição.

Fala-se que na posição de vice, porém esse é um assunto que ainda está no campo das especulações.

Sobre o assunto, o prefeito Carlos não deu um pio.

Nem dá tão cedo.

Carlos Eduardo dizia que só falaria em sucessão em 2016.

E 2016 chegou. Mas o prefeito agora só fala em sucessão depois do carnaval.

E aí um peemedebista arriscou dizer que depois do carnaval o prefeito deve tirar uns dias para viajar com a família.

O que deixa os peemedebistas de cabelo em pé: a cabeça do prefeito Carlos Eduardo.

Eles sabem que pouco podem fazer para ajudar na decisão do prefeito, que sempre decidiu sem muita conversa, sem muito ouvidos.

Vale o que já tiver sendo maquinado na cabeça dele. E isso ninguém consegue captar.

Antes os peemedebistas da família até conseguiam vazar o que pensava Carlos Eduardo em conversas com o pai dele, o deputado-jornalista-articulador, Agnelo Alves.

Enquanto Carlos não abria a boca, os Alves do PMDB frequentavam o apartamento de Agnelo para tentar entender o que se passava pela cabeça do prefeito. Mas agora não tem Agnelo e só resta aos peemedebistas esperar…

Quando passarem o carnaval e o descanso do prefeito, aí já lá pelo fim de fevereiro, quase março, certamente Carlos Eduardo definirá qual será o projeto do PDT, e em qual posição o PMDB vai jogar.

Por enquanto, no campo das especulações, o PMDB ocupará a vaga do PSB, na vice-prefeitura, e o nome da vez é o do secretário de Turismo, Fred Queiroz, indicado do ministro e presidente do PMDB, Henrique Alves.

Mas aí vai depender da situação político-jurídica do ministro Henrique, citado na operação Lava Jato.

Vai ver que é exatamente aí que mora hoje o mistério do silêncio do prefeito Carlos Eduardo.

Prefere aguardar calado, o que pode vir por aí.

11 de janeiro de 2016 às 8:57

Mossoró: Robinson diz que será grato ao prefeito Francisco José e irá retribuir apoio [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Na tarde de Tibau, no sábado, o governador Robinson Faria concedeu entrevistas.

Ao blog de Diego Pinheiro ele falou de administração e de política.

Abaixo a íntegra:

Diego Pinheiro –A imprensa e os cidadãos têm comentado que o senhor tem vindo pouco à cidade. Gostaria de saber se em 2016 o senhor pensa em mudar isso. 

Robinson Faria – Não houve nada premeditado, como se tivesse sido uma decisão minha não vir a Mossoró. Apenas peguei um ano muito difícil, peguei o Estado em uma situação muito difícil, o país mais ainda, o Brasil em uma crise financeira, econômica e política. Tive que ir a Brasília tentar abrir portas. Pegamos crise hídrica, financeira, onde priorizamos pagar o servidor em dia, precisei arrumar a casa, montar a equipe. 2015 foi um ano em que eu trabalhei muito em Natal. Eu gosto muito de visitar as cidades, até porque eu sou devedor de Mossoró. Eu devo minha eleição a Mossoró. Foi uma votação histórica. Já fizemos algumas coisas por Mossoró, terminamos 5 viadutos, vou entregar um Restaurante Popular dentro da Uern, vou lançar o Ronda Cidadã, temos diversos projetos para Mossoró. Meu interesse é que o povo de Mossoró fique feliz em ter votado em mim. Isso está em meu coração. É meu desafio enquanto governador. Essa minha ausência não foi proposital, foi uma ausência porque eu estava tentando arrumar o Estado, trazendo de volta à normalidade e conseguimos terminar o ano em paz. Só foram 9 estados do Brasil que terminaram o ano com o salário do servidor em dia. Numa crise dessas, Minas Gerais, um Estado rico, não pagou; Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, e nós, um Estado pobre, em um momento difícil que o Nordeste atravessa, tivemos muitas obras que foram entregues, outras em andamento. Natal está sendo saneada, a educação teve promoções, a Polícia Militar teve promoções, ou seja, estamos trabalhando muito por serviços essenciais que são saúde, segurança e educação. A saúde houve melhoras, poucas, mas já tivemos avanços. A regionalização, os hospitais foram equipados, muitos estavam praticamente sem funcionar. Consegui colocar no RN Sustentável, através do Banco Mundial, a recuperação de nove hospitais. A segurança fez a promoção de 3.300 policiais, compramos viaturas novas, motos, estamos pagando diárias operacionais para poder colocar o policial nas ruas.

Diego Pinheiro –  Mossoró comenta que não houve investimentos do senhor na cidade. Falam muito da questão da saúde, que há um débito do Estado com a saúde de Mossoró. O senhor pretende resolver?

Robinson Faria – Estamos tentando regularizar. O Estado só tem uma fonte. Nessa fonte paga servidor, remédio, repasses constitucionais. Então tudo é uma fonte só, paga os aposentados, segurança, diárias operacionais. A arrecadação caiu. Nós tivemos uma frustração esse ano, relativo ao último ano de Rosalba de R$ 600 milhões. Ela teve R$ 200 milhões. São 3 vezes mais. Para você ver o quanto foi difícil terminar esse ano de 2015. O Estado nessa situação que está hoje e mesmo assim segue com a normalidade, com os salários em dia, com obras que eu posso prestar contas. Ou seja, eu tenho o que falar. Claro que em um ano não se vai fazer um milagre. Não se pode fazer em um ano o que não foi feito em 15 anos. Mas, eu acho que, em se analisando a maneira que eu recebi o Estado e com a demanda reprimida, se analisado o cenário nacional, nós fizemos muita coisa. Eu ando com a consciência tranquila, sou bem recebido aonde eu chego. Não sou de me trancar, não mudei meu cotidiano. Vou a estádios de futebol, Carnatal. Vou ao interior, como fui a Touros. E se alguém acha que não tá bom o serviço, fala a mim, reclama, mas confia no governador. Sabem que eu não tive como resolver. O importante e o que me deixa ainda mais motivado é que tenho a população confiando em mim, mesmo sabendo que ainda há muita coisa para se fazer.

Diego Pinheiro – Governador, 2016 está ai, temos uma eleição… Queria saber qual o candidato do senhor em Mossoró e também se o senhor vem a Mossoró fazer campanha, se o senhor irá atuar?

Robinson Faria – Sou amigo de meus amigos. A palavra está até acima do mandato. O homem não é julgado pelo mandato que ele tem de governador, ou deputado. Ele é julgado pela palavra. É o maior capital do homem. Sei ter gratidão a quem caminhou comigo e o prefeito de Mossoró, Francisco José Júnior caminhou comigo, lutou, me ajudou e agora é hora de retribuir. Esteja fácil, esteja difícil, esteja ótimo ou impossível, na dor ou na alegria estarei com ele.

Diego Pinheiro – Neste momento de crise sabemos que todos os prefeitos passam por dificuldades avaliativas. O senhor acredita que o prefeito Francisco José Jr. vai conseguir dar a volta por cima?

Robinson Faria – Ele vai dar tranquilamente. Tem competência. Tem talento e agora está fazendo uma inovação em sua gestão: está ouvindo mais a população. Está aberto a receber as reclamações e está modificando de acordo com o que ele tá ouvindo a população. Adequando a sua gestão a uma administração participativa, democrática. É inovador em Mossoró. Está tendo humildade para acatar e isso fará toda a diferença.

11 de janeiro de 2016 às 8:00

São Gonçalo: Prefeito Jaime Calado grava em vídeo um balanço dos 7 anos de gestão [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O prefeito Jaime Calado resolveu gravar um vídeo fazendo um balanço dos sete anos da gestão do município.
A gravação foi feita na Creche Municipal Maria Lalá, uma das obras que serão inauguradas depois de amanhã, 13, data de seu aniversário de 65 anos.
O vídeo abaixo está circulando via redes sociais.

11 de janeiro de 2016 às 7:54

Chuvas no Seridó: Presidente de comitê de bacia hidrográfica pede que população continue economizando água [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Do presidente do Comitê da Bacia Hidrográfica do Piancó/Piranhas/Açu, José Procópio de Lucena, de Caicó para as redes sociais, neste domingo, sobre as chuvas que começam a cair no Seridó:

“São chuvas com diferentes intensidades, mas, fundamentais, pois, além de uma nova paisagem que vai surgindo no nosso bioma caatinga, as cisternas e pequenos reservatórios estão acumulando água e em muitos casos já sangrando. Isso gera muito entusiasmo, alegria, saúde, elimina stress e em muitos casos já é possível a retirada da humilhação do carro pipa. Porém, precisamos continuar economizando e fazendo reuso de água. Não existe abundância do preciso líquido e a crise hídrica continua. Os reservatórios de médio e grande porte até o momento tiveram pouquíssima recarga. Reforço que em 2016, nas eleições municipais ninguém troque seu voto por água. Eleições não pode ser negócio e nem voto e nem água são mercadoria”, destacou.

11 de janeiro de 2016 às 7:23

Bandido atira em motorista e carreta tomba em Parnamirim [0] Comentários | Deixe seu comentário.

De Kennedy Diniz:

  
  

11 de janeiro de 2016 às 4:28

Publicitário do mensalão, Marcos Valério negocia delação na lava jato [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Quem se lembra de Marcos Valério, o publicitário do mensalão que está na cadeia?

Pois agora ele quer levar amigos para dividir cela com ele.
Do Globo:
Marcos Valério negocia delação na Lava-Jato


Advogado do operador do mensalão diz que basta o MP acenar com benefícios
POR CAROLINA BENEVIDES

RIO — Condenado a 37 anos por conta do mensalão, o operador Marcos Valério, que cumpre pena em Minas, negocia acordo de delação premiada com os procuradores da força-tarefa da Operação Lava-Jato. A informação foi dada neste domingo pelo jornal “O Estado de S.Paulo”. O advogado de Valério, Marcelo Leonardo, disse ao GLOBO que o operador já deu aval para que as negociações avancem.
— Estive em Curitiba para tratar de outros casos e os procuradores perguntaram se o Marcos Valério teria interesse em colaborar. Fui encontrá-lo em Belo Horizonte e ele disse que está disposto, desde que o Ministério Público faça um acordo com todos os benefícios que a lei da delação permite – explica Marcelo Leonardo, que não antecipa o que está sendo negociado: — Eu e os procuradores ficamos de voltar a nos encontrar talvez já na próxima semana.
A lei que trata sobre delação premiada, de agosto de 2013, permite que o acordo seja celebrado mesmo após a sentença: “Se a colaboração for posterior à sentença, a pena poderá ser reduzida até a metade ou será admitida a progressão de regime ainda que ausentes os requisitos objetivos”. Juristas ouvidos pelo GLOBO explicam que, desse modo, o Ministério Público, como titular da ação, pode ponderar se é melhor para o interesse público, por exemplo, o cumprimento da pena ou que o condenado conte o que sabe.

— Todo o núcleo político do mensalão já deixou a prisão. O Marcos Valério está em regime fechado e pode se beneficiar indo para o aberto ou semiaberto — lembra um jurista, que pediu para não ter o nome citado.
De acordo com o advogado, Valério, ainda em 2005, propôs um acordo ao MP, que não foi aceito. Anos depois, em 2012, voltou a acenar com a proposta.
— Ele entregou a lista com nomes e valores recebidos no esquema do mensalão. Foi a lista que a Procuradoria usou. Em setembro de 2012, Valério contou o esquema que envolvia (José Carlos) Bumlai, preso agora pela Lava-Jato — diz Marcelo Leonardo.
O pecuarista Bumlai, amigo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, está preso desde novembro de 2015. Em depoimento à Polícia Federal, ele confessou que o empréstimo de R$ 12 milhões feito no Banco Schahin, em 2004, tinha como destinatário o PT. Disse ainda que dois ex-tesoureiros do partido, Delúbio Soares, também envolvido no mensalão, e João Vaccari Neto estavam envolvidos no negócio.

11 de janeiro de 2016 às 4:18

Mais operações em 3, 2…1 [0] Comentários | Deixe seu comentário.

De Natuza Nery, na coluna Painel, na Folha desta segunda-feira:
  

11 de janeiro de 2016 às 4:06

Quase 100 mensagens registradas entre Eduardo Cunha e Léo Pinheiro mostram poder do presidente da Câmara sobre a OAS [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Da Folha, sobre a insistência sufocante do presidente da Câmara, Eduardo Cunha, com a OAS:
Em mensagens, Procuradoria detecta 94 pedidos de Cunha a empreiteiro
AGUIRRE TALENTO

MÁRCIO FALCÃO

GABRIEL MASCARENHAS

DE BRASÍLIA
A Procuradoria Geral da República detectou, nas mensagens de celular do ex-presidente da OAS Léo Pinheiro, um total de 94 pedidos de “encontro, ligação ou contato”, entre ele e o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).
Os dados foram descritos no pedido de busca e apreensão nos endereços de Cunha, operação realizada em dezembro.

Nas mensagens, eles acertam mudanças em projetos de interesse da OAS na Câmara e doações eleitorais, que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, aponta serem propina em troca da ajuda que Cunha dá no em projetos no Legislativo.
“Em contraprestação, Eduardo Cunha recebia vantagens indevidas, para si e para outrem, em forma de `doações’ eleitorais”, escreveu Janot.

Segundo resumo das trocas de mensagens de Léo Pinheiro e Cunha, há “94 pedidos em dias diferentes para encontro, ligação ou contato”, 18 comunicações que indicam que um deles estaria em um local para encontro, 35 “pedidos/solicitações/cobranças/agradecimentos” de Cunha para o empreiteiro e 30 de Pinheiro para Cunha.
As conversas indicam, por exemplo, que a OAS escrevia emendas para Cunha apresentar em medidas provisórias no Congresso.

“Mandei para seu e-mail as emendas de EC refeitas”, enviou um funcionário para o empreiteiro Léo Pinheiro.
Janot também aponta que Cunha prometeu interceder a favor da OAS junto ao então ministro da Aviação Civil, Moreira Franco (PMDB), por questões relacionadas a obras em aeroportos, mas não há conclusão se a ajuda de fato foi efetivada.
Em contrapartida, Cunha fazia frequentes cobranças e negociações de doações à OAS, diz a PGR.
“O tesoureiro Rogério Vargas, 900”, enviou Cunha a Léo Pinheiro, mensagem interpretada pela PGR como uma cobrança de doação de R$ 900 mil ao tesoureiro do PSC.

Em outra mensagem, segundo a PGR, Cunha conta ter combinado uma doação com a Odebrecht para a campanha do correligionário Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) ao governo do Rio Grande do Norte e pede para Léo Pinheiro “acertar” com ele depois. “Tive com Júnior [da Odebrecht] pedi a ele para doar por você ao Henrique, acho que ele fará algo, tudo bem?”, escreveu Cunha a Léo Pinheiro.
Cunha tem afirmado que nunca recebeu propina e, em nota desta sexta-feira (8), afirmou que “existe uma investigação seletiva do PGR” contra ele. “Reitera que jamais recebeu qualquer vantagem indevida de quem quer que seja e desafia a provarem”, informou na nota.

11 de janeiro de 2016 às 3:52

Empresas de Eduardo Cunha na mira do Ministério Público [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Da Folha:
Empresa de Cunha fez operações suspeitas, diz Ministério Público



AGUIRRE TALENTO

MÁRCIO FALCÃO

RUBENS VALENTE

DE BRASÍLIA
A Procuradoria-Geral da República informou ao STF (Supremo Tribunal Federal) que uma das empresas na área de comunicação do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e de sua mulher, a jornalista Claudia Cruz, realizou operações financeiras suspeitas e não tem funcionários registrados desde 2002.
Os dados tratam da C3 Produções Jornalísticas que tem Cunha como sócio, sendo que a sua participação, o equivalente a R$ 840 mil, representa mais da metade de todo o patrimônio declarado pelo deputado federal à Justiça Eleitoral em 2014.
Segundo relatório da Procuradoria obtido pela Folha, além de não ter funcionários, a C3 Produções foi objeto de três comunicações de transações suspeitas do Coaf (órgão de inteligência financeira vinculado ao Ministério da Fazenda) no valor total de R$ 268 mil entre dezembro de 2013 a novembro de 2014.
“As comunicações foram motivadas pela realização de operações que, por sua habitualidade, valor e forma configuraram artifício para burla da identificação da origem, do destino, dos responsáveis ou beneficiários finais”, afirma o o Ministério Público.
De acordo com os investigadores, foram identificadas em dezembro de 2013, por exemplo, 13 transações fracionadas no total de R$ 128,7 mil e, em junho de 2014, outras oito transações fracionadas no valor de R$ 79,9 mil, “configurando tentativa de burla aos controles estabelecidos” pelo Banco Central, segundo a Procuradoria.
Cunha também é sócio da Rádio Melodia e da Jesus.Com, firma que atuaria na área de comunicação. Os procuradores da República afirmam que no mesmo endereço da C3 está situada outra empresa de Claudia Cruz, a Jesusweb, cujo nome de fantasia é “Fé em Jesus”, também sem registro de empregados. A mulher de Cunha possui ainda a EJR Decorações e uma participação na Jesus.Com.
A Procuradoria também cita no documento que “há notícia de que Eduardo Cunha possui padrão de vida bastante superior ao dos bens declarados” e se hospeda em hotéis bastante caros, como o Emiliano, em São Paulo, pagando diárias de R$ 7,5 mil durante viagens internacionais.
Os investigadores dizem ainda que o peemedebista possui “frota de carros generosa”, como dois Porsche Cayenne, um dos quais avaliado em R$ 429 mil, e um Ford Edge, avaliado em R$ 120 mil.
Os procuradores apontam que “o deputado e sua mulher apresentaram indícios de variação patrimonial a descoberto entre 2011 e 2014”.
A Folha revelou nesta semana que o aumento patrimonial incompatível com os rendimentos do presidente da Câmara e de sua mulher e uma de suas filhas soma R$ 1,8 milhão neste período, segundo dados da Receita Federal.
OUTRO LADO
O presidente da Câmara informou que seus advogados iriam se manifestar , mas a Folha não obteve resposta na noite de sexta (8).
Em nota divulgada na sexta, Cunha disse que seu patrimônio apresentou perda de R$ 185 mil entre 2011 e 2014 e criticou “vazamento seletivo” de informações contra ele.

11 de janeiro de 2016 às 3:36

Brasil sem prêmio no Globo de Ouro [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Da Folha:
Wagner Moura perde prêmio no Globo de Ouro para astro de ‘Mad Men’

  
Não foi desta vez. Wagner Moura acabou perdendo para Jon Hamm (“Mad Men”) o prêmio de melhor ator em série de drama no Globo de Ouro. O brasileiro concorria por sua atuação como o narcotraficante Pablo Escobar em “Narcos”.
Moura foi o segundo ator brasileiro a concorrer ao Globo de Ouro. Antes dele, em 1998, a atriz Fernanda Montenegro concorreu como melhor atriz dramática por Central do Brasil.
As apostas de um prêmio para o ator baiano haviam crescido nas últimas semanas: na última sexta (8), ele foi um dos entrevistados do comediante americano Jimmy Fallon no programa “Tonight Show” (NBC).

Na atração, ele contou que não estava familiarizado com o idioma espanhol —a pronúncia dele foi duramente criticada nas redes sociais-e foi elogiado pelo apresentador.

Veja os vencedores do Globo de Ouro 2016




CINEMA


Melhor filme (drama) – “O Regresso”
Melhor filme (comédia ou musical) – “Perdido em Marte”
Melhor direção – Alejandro González Iñarritu (“O Regresso”)
Melhor roteiro – “Steve Jobs”
Melhor ator em filme drama – Leonardo DiCaprio (“O Regresso”)
Melhor ator em filme comédia – Matt Damon (“Perdido em Marte”)
Melhor atriz em filme drama – Brie Larson (“O Quarto de Jack”)
Melhor atriz em filme comédia – Jennifer Lawrence (“Joy – O Nome do Sucesso”)
Melhor atriz coadjuvante – Kate Winslet (“Steve Jobs”)
Melhor ator coadjuvante – Sylvester Stallone (“Creed”)
Melhor animação – “Divertida Mente”
Melhor trilha original – Ennio Morricone (“Os Oito Odiados”)
Melhor filme estrangeiro – “O Filho de Saul” (Hungria)
Melhor canção original – “Writing’s on The Wall”, de Sam Smith (“007 Contra Spectre”)

TELEVISÃO


Melhor série de drama – “Mr. Robot”
Melhor série de comédia ou musical – “Sinfonia Insana”
Melhor ator em série de drama – Jon Hamm (“Mad Men”)
Melhor atriz em série de drama – Taraji P. Henson (“Empire”)
Melhor ator em série de comédia – Gael García Bernal (“Sinfonia Insana”)
Melhor atriz em série de comédia ou musical – Rachel Bloom (“Crazy Ex-Girlfriend”)
Melhor ator coadjuvante em série, minissérie ou filme para a TV – Christian Slater (“Mr. Robot”)
Melhor atriz coadjuvante em série, minissérie ou filme para a TV – Maura Tierney (“The Affair”)
Melhor minissérie – “Wolf Hall”
Melhor ator em minissérie ou filme para a TV – Oscar Isaac (“Show me a Hero”)
Melhor atriz em minissérie ou filme para a TV – Lady Gaga (“American Horror Story – Hotel”)

11 de janeiro de 2016 às 2:39

Presidente do PP de Rosalba, Betinho Rosado só começará processo de sucessão após conversa com o governador [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Do ex-deputado Betinho Rosado, presidente do PP, partido ao qual está filiada a ex-governadora e prefeitável, Rosalba Ciarlini, sobre a sucessão em Mossoró:
“A nossa tendência, já que tivemos uma uma aliança exitosa em 2014, é ouvir o governador Robinson antes de iniciar a formação de alianças municipais, inclusive em Mossoró”.

A declaração do cunhado de Rosalba foi dada ao Jornal de Fato, que questionou o presidente do PP sobre a ligação de Robinson com o prefeito Francisco José Júnior (PSD), provável adversário de Rosalba.

“As definições acontecerão mais na frente. Nesse momento, vamos abrir diálogo, inclusive com o governador. Nossa aliança em 2014 foi exitosa, repito, por isso, vamos ouvir Robinson”, reafirmou Betinho.

Bem caladinho, o pai do deputado federal Beto Rosado vai montando o projeto do PP pelo Estado e deverá disputar pelo menos 30 prefeituras e tentar eleger 120 vereadores em todo o Rio Grande do Norte. 

11 de janeiro de 2016 às 2:24

Governador prorroga redução de ICMS sobre preço do sal e entrega viaturas da PM para o município de Tibau [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Acompanhado do deputado federal Beto Rosado (PP), do estadual Souza Neto e do prefeito de Mossoró, Francisco José Júnior, o governador Robinson Faria cumpriu agenda no sábado.
Em Areia Branca se reuniu com salineiros e assinou decreto que prorroga até 31 de dezembro de 2018, a redução de ICMS para os produtores de sal marinho. 

O sal que está vindo do Chile para o Brasil, através do Mercosul, é livre de impostos.

O RN produz 95% do sal consumido no país mas a vantagem do produto importado pode ameaçar a posição.

Com a redução de 50%, a base de cálculo do ICMS cai de 12 para 6.
Fotos Rayane Mainara

   
 
Depois de Areia Branca, Robinson visitou comunidades de Grossos e Porto do Mangue.

  

A ultima agenda foi em Tibau, onde entregou duas viaturas da Polícia Militar, uma viatura da Polícia de Trânsito e uma ambulância. 

Também assinou Ordens de Serviço para a construção de um Ginásio Poliesportivo.

Em parceria com a Prefeitura de Tibau, contando com 500 mil em emendas do deputado Fábio Faria, foram anunciadas pavimentação de ruas e ampliação da rede de abastecimento de água.
  

11 de janeiro de 2016 às 2:23

Robinson entrevistado nas varandas de Tibau [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Terminada a agenda administrativa na Costa Branca, o governador Robinson Faria foi recebido pelo prefeito de Mossoró, Francisco José Júnior, na praia de Tibau.

Na varanda do condomínio, pausa para uma entrevista político-administrativa para a TCM – TV Cabo Mossoró.