Thaisa Galvão

15 de março de 2016 às 21:53

Furnas: Delcídio denuncia Aécio Neves como beneficiário em esquema de corrupção  [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O senador Aécio Neves (PSDB) não se livrou da delação do senador Delcídio do Amaral (PT).
Delcídio afirmou aos investigadores da Operação Lava Jato que Aécio foi beneficiário de um “grande esquema de corrupção” na estatal Furnas. 

Esse esquema, segundo o senador, era operacionalizado por Dimas Toledo, ex-diretor de engenharia de Furnas, e que teria “vínculo muito forte” com Aécio.

Aécio negou participação e pediu investigação aprofundada de todas as citações de Delcídio a políticos, para “separar o que é verdadeiro do que é falso”.

15 de março de 2016 às 21:43

Michel Temer que trabalha para assumir o governo no lugar de Dilma pode ser investigado pelo STF [0] Comentários | Deixe seu comentário.

A oposição quer o impeachment da presidente Dilma Rousseff.

E quem assumiria o Governo?

O vice Michel Temer.

Maaasss…

O senador Delcídio Amaral (PT-MS), em sua delação premiada, citou o lobista João Augusto Henriques e o ex-diretor da Peyrobras, Jorge Zelada, ambos atualmente presos pela Lava Jato, como pessoas de Michel Temer.

O vice-presidente nega.

Agora os investigadores da Procuradoria-Geral da República que avaliam se vão pedir ao Supremo Tribunal Federal a inclusão do ex-presidente Lula no inquérito que apura um esquema de corrupção na Petrobras, avaliam também a necessidade de investigar o vice Michel Temer.

Portanto…tirar Dilma e deixar Temer…

 

15 de março de 2016 às 20:05

Governo substitui comando do Diário Oficial e jornalista Paulo Araújo deixa o cargo [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O DEI – Departamento Estadual de Imprensa – que já foi comandado pelo grupo do deputado federal Antônio Jácome, volta para o seu grupo depois de 14 meses administrado pelo jornalista Paulo Araújo.

Para o cargo político, de onde Paulo sai por decisão do Governo, vai a jornalista Suzy Noronha, que deixa a assessoria do deputado Antônio Jácome.

Decisão do andar de cima – entre governador e deputado – que resulta na troca dos jornalistas.

Abaixo a despedida do jornalista Paulinho Araújo, nome forte da comunicação que está à disposição do mercado.

Despedida e prestação de contas: recebeu o DEI com 506 mil reais em caixa, e entrega com 3 milhões e 800 mil reais.

MINHA DESPEDIDA DO DEI
Caros amigos,
Uma das principais características dos cargos comissionados, de livre nomeação e exoneração, é o fato de que eles são temporários. Outra particularidade é que eles são definidos, além dos critérios técnicos (como os que ofereci como jornalista profissional nos vários lugares por onde já passei), pelas várias correntes políticas que dão sustentação a um governo.
Sendo assim, está sendo encerrado hoje, depois de 14 meses e 16 dias, o meu tempo à frente do Departamento Estadual de Imprensa (DEI). Minha exoneração será publicada no Diário Oficial desta quarta-feira (16) e o motivo principal destas linhas, portanto, é me despedir de todos com quem trabalhei naquela bela casa e comunicar ao mercado que estou pronto para novos desafios.
Quero agradecer ao Governador Robinson Faria pela confiança e às amigas e colegas de profissão Georgia Nery e Juliska Azevedo pelo apoio necessário e a parceria com a Assecom-RN para realizar o meu trabalho – bem como aos servidores do DEI e aos colegas da Administração Direta e Indireta do Governo do RN.
Em tempos de cobranças da sociedade por transparência, acredito que vale a pena pontuar algumas realizações da minha passagem pelo órgão, mesmo com toda as dificuldades impostas neste período de crise financeira que vivemos. 
Recebemos o DEI com um caixa de R$ 506.000,00 (Quinhentos e seis mil reais) em janeiro de 2015 e estamos entregando à futura direção com R$ 3.800.000,00 (Três milhões e oitocentos mil reais) de saldo (28.02), mesmo sem ter promovido nenhum reajuste de taxas para os usuários que utilizam o serviço do Diário Oficial do Estado – sua única fonte de receita.
Encerramos ou revisamos contratos, realinhamos processos editoriais e gráficos, reduzimos o quadro de estagiários, renegociamos dívidas, solicitamos o controle externo das contas do órgão à Controladoria logo no início de 2015 – antes portanto do decreto governamental – e o resultado é um órgão plenamente pronto para viver um novo período de crescimento e de mais prestação de serviços à sociedade.
Particularmente, dei minha cota de esforço pessoal ao Governo do Estado. Abri mão, durante todo o ano de 2015, de veículo oficial, motorista, cota de combustível e telefone funcional. É pouco dentro do universo da administração pública, mas assim foi feito e me sinto bem por isso.
Ao DOE foi dada uma dinâmica nova, especialmente na internet, traduzida em facilidade de busca por documentos na memória do site, ampliada de 30 dias para 10 anos. 

Estocamos papel, tinta e outros insumos para garantir a edição impressa de segunda a sábado, além das edições extraordinárias. Fizemos a manutenção devida do maquinário num momento em que é praticamente impossível a renovação do parque gráfico devido aos altos custos e ao rumo inevitável ao digital que os Diários Oficiais estão tomando.
Promovemos o resgate do jornal “A República” (com mais de 250 edições e mais de 10 milhões de acessos na internet em pouco mais de um ano) e reinventamos o Suplemento Cultural “Nós, do RN” (indo para a quarta edição), uma publicação que ganhou o reconhecimento por escrito da Câmara de Vereadores de Natal, do Instituto Histórico e Geográfico do RN, de diversas imprensas oficiais do Brasil, escolas e leitores em geral. A todos que colaboraram com suas páginas, meu muito obrigado.
Para pensar no futuro…
Incluimos no PPA 2016-2019 o projeto de implantação da rádio pública estadual (projeto inicializado), a revitalização do Museu da Imprensa Eloy de Souza (projeto iniciado), o estudo da reforma da estrutura física do Casarão Histórico que abriga o DEI, a criação de um selo literário para publicar novos autores potiguares e a parceria com o Consulado Americano do Recife para digitalização de um arquivo de 127 anos de história e memória registradas nas páginas do DOE e da República.
Uma caminhada de mil passos começa com o 1o e é hora de reiniciá-la. Depois de um pequeno recesso de oito dias, estarei de volta na próxima semana em busca de novos desafios.
Um forte abraço a todos,

Paulo Araújo

15 de março de 2016 às 17:59

Planalto anuncia nomeação de Lula para Secretaria de Governo [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O Palácio do Planalto acaba de anunciar: o ex-presidente Lula será ministro-chefe da Secretaria de Governo.

Lula irá substituir Ricardo Berzoini.

15 de março de 2016 às 17:24

PTB fecha apoio à candidatura de Naur Ferreira em Parnamirim [1] Comentários | Deixe seu comentário.

O PTB fechou hoje apoio à candidatura a prefeito de Parnamirim, do secretário Naur Ferreira.

O apoio foi acertado durante almoço que reuniu o prefeito Maurício Marquesne o vereador Batista, com o presidente do PTB, Getúlio Batista.

  

15 de março de 2016 às 15:07

Vereador Emanuel do Cação vai trocar o PP pelo PSDC [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O vereador de Natal, Emanuel do Cação (PP), vai se filiar ao PSDC.

A ficha de filiaçãog será assinada quinta-feira e abonada pelo presidente do partido, vereador Joanilson de Paula Rêgo.

15 de março de 2016 às 15:03

Wilma cancela conversa com o prefeito Carlos Eduardo [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Cancelada a reunião marcada para ontem à noite entre a vice-prefeita de Natal, Wilma de Faria, e o prefeito Carlos Eduardo.

O prefeito iria ao apartamento de Wilma conversar sobre a possível filiação dela ao PR…

No PR, Wilma, pelo projeto de Carlos Eduardo, poderia ser uma candidata à vereadora, com apoio para disputar a presidência da Câmara.

Como já foi informada pelo próprio Carlos Eduardo, que a vaga de vice, hoje ocupada por Wilma, será do PMDB, Wilma achou por bem cancelar a conversa com o prefeito.

Para Wilma, o seu futuro partidário não faz parte do projeto de Carlos Eduardo, por isso telefonou para o companheiro de gestão e cancelou o encontro.

15 de março de 2016 às 14:48

Justiça pode impedir nomeação de Lula para ministério [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Do portal Consultor Jurídico:

Como Lula não é réu, o Blog consultou um jurista em Brasília e o mesmo afirmou que, no caso do ex-presidente, essa regra pode ser aplicada.

  

O Brasil adota o sistema de foro por prerrogativa de função, mais conhecido como foro privilegiado, para os que exercem determinados cargos públicos. Em outras palavras: ações penais contra determinadas autoridades tramitam nos tribunais, e não nos juízos de primeira instância.
Segundo Júlio Fabbrini Mirabete, “há pessoas que exercem cargos e funções de especial relevância para o Estado e, em atenção a eles, é necessário que sejam processados por órgãos superiores, de instância mais elevada”[1]. Em síntese: órgãos superiores da Justiça teriam maior independência para julgar altas autoridades.
Assim, por exemplo, ao Supremo Tribunal Federal cabe julgar o presidente da República, o vice-presidente, os membros do Congresso Nacional, seus próprios ministros e o procurador-geral da República nos crimes comuns e, nas infrações penais comuns e nos crimes de responsabilidade, os ministros de Estado, os membros dos tribunais superiores, do Tribunal de Contas da União e chefes de missão diplomática de caráter permanente (CF, artigo 102, I, “b” e “c”). Aos tribunais de Justiça cabe o julgamento dos prefeitos (CF, artigo 29, VIII), dos juízes de Direito e promotores de Justiça, secretários de Estado e outras autoridades, conforme previsão nas Constituições estaduais.
Ocorre que as chamadas ações penais originárias estão muito longe de serem eficientes, terminando, quase sempre, em prescrição. Exceção à regra foi o processo criminal conhecido por mensalão, que tramitou no STF e acabou resultando na condenação de vários políticos e empresários. Porém, aí o grande mérito foi do ministro Joaquim Barbosa, que, com tenacidade, levou a ação penal até o fim. Algo excepcional, sem dúvida.
No entanto, como os cargos que dão direito ao foro por prerrogativa de função sujeitam-se a serem providos e desprovidos, na dinâmica própria da vida, sucede que muitas vezes a competência muda ao início ou durante a ação penal, de acordo com o interesse do réu.
O deputado federal Renato Azeredo (PSDB) renunciou ao mandato em 2014, fazendo com que a ação penal que respondia no STF, sob a acusação de desvio de dinheiro público durante as eleições para governador de Minas Gerais em 1998, fosse remetida para a Justiça Federal em Belo Horizonte. O deputado estadual do Paraná Fernando Ribas Carli Filho (PSB), acusado de ter matado dois jovens dirigindo embriagado, renunciou ao cargo em 2009 para não ser julgado no Tribunal de Justiça, sendo a ação penal remetida à comarca de Curitiba.
Quando um réu de ação penal originária renuncia ao seu cargo, nada pode ser feito. É um direito seu, ao qual ninguém pode se opor, pois não há lei que obrigue alguém a ficar no cargo. E a Constituição diz no artigo 5º, inciso II que ninguém é obrigado a fazer ou a deixar de fazer alguma coisa, senão em virtude de lei.
Porém, pode suceder o oposto, ou seja, alguém acusado da prática de um delito é convidado a ocupar um cargo que lhe dê foro especial, isto é, dê-lhe a possibilidade de livrar-se da Justiça de primeira instância e de responder em um tribunal. Isso pode ocorrer no Poder Executivo e no Legislativo, onde há uma grande quantidade de cargos em comissão. Por exemplo, um vereador está sendo investigado por crime de pedofilia e consegue nomeação para o cargo de secretário de Estado, subtraindo-se da ação do promotor da comarca e sujeitando-se a uma ação no Tribunal de Justiça, onde o processo andará mais lentamente.
Em caso como o do exemplo citado, é preciso verificar se a finalidade do ato administrativo de nomeação foi deturpada, a fim de atingir objetivo diverso do simulado. Odete Medauar é clara ao dizer que “o fim de interesse público vincula a atuação do agente, impedindo a intenção pessoal”[2]. Se os motivos forem apenas aparentes, porque o fim desejado é outro, ocorrerá desvio de finalidade. É o caso, por exemplo, da remoção de um policial sob o argumento de que dele se necessita em outro município, quando, na verdade, o objetivo é afastá-lo da investigação de determinado caso.
Hely Lopes Meirelles, com a clareza que marcou suas obras, ensina que “o desvio de finalidade ou de poder se verifica quando a autoridade, embora atuando nos limites de sua competência, pratica o ato por motivos ou com fins diversos dos objetivados pela lei ou exigidos pelo interesse público”[3]. Celso Antonio Bandeira de Mello enfatiza que, “a propósito do uso de um ato para alcançar finalidade diversa da que lhe é própria, costuma se falar em ‘desvio de poder’ ou ‘desvio de finalidade’”[4].
A consequência dessa deturpação do objetivo, que na realidade administrativa brasileira não é rara, é a nulidade do ato. Lucas Rocha Furtado, de forma objetiva, observa que, “independentemente de qualquer outro vício, se o ato foi praticado contrariando a finalidade legal que justificou a outorga de competência para a prática do ato, ele é nulo”[5].
Para arrematar, a Lei da Ação Popular, 4.717, de 1965, afirma que é nulo o ato administrativo praticado com desvio de finalidade e no artigo 2º, parágrafo único, alínea “e” explicita que:
e) o desvio de finalidade se verifica quando o agente pratica o ato visando a fim diverso daquele previsto, explícita ou implicitamente, na regra de competência.
Se assim é, conforme ensinamento uniforme da melhor doutrina, resta apenas saber como, no caso concreto, se concluirá pela existência ou não de dissimulação. Evidentemente, o ato sempre será editado com base em premissas falsas, aparentemente verdadeiras.
A resposta está na análise das circunstâncias. Por exemplo, imagine-se que um médico renomado, portador de títulos acadêmicos, seja convidado para assumir a Secretaria de Saúde do Estado e que responda, no Juizado Especial Criminal, pelo crime de lesões corporais leves, em virtude de um soco desferido em seu vizinho em meio a uma acalorada discussão em assembleia de condomínio. Seria ridículo imaginar que a indicação de seu nome visava subtrair do JEC a competência para processá-lo, passando-a ao Tribunal de Justiça.
No entanto, diversa será a situação se a indicação for feita a um dentista envolvido em graves acusações de estupro de pacientes para ocupar o cargo de ministro dos Transportes, no momento exato em que o Tribunal de Justiça julgará apelação contra sentença que o condenou a 20 anos de reclusão. Aí o objetivo será flagrantemente o de evitar o julgamento pelo TJ e a manutenção da sentença condenatória e a sua execução imediata, transferindo o caso para o Supremo Tribunal Federal. O ato administrativo será nulo por evidente desvio de finalidade.
A ocorrência desse tipo de desvio de conduta sujeitará a autoridade administrativa, seja ela membro do Poder Legislativo, prefeito, governador, presidente da República ou outra do segundo escalão do Executivo, a ação popular e, ainda, ação ordinária de nulidade do ato, junto com a União, que poderá ser proposta no foro federal do domicílio do autor.
Na verdade, as práticas administrativas passam, no Brasil, por um flagrante processo de mudança. Basta ver a obrigatoriedade atual da transparência dos atos administrativos, inimaginável há duas ou três décadas. Assim, os administradores, seja qual for o nível ou o Poder de Estado a que pertençam, devem se acautelar na condução de seus atos, pois, em boa hora, ficou para trás o tempo do “manda quem pode, obedece quem tem juízo”.

15 de março de 2016 às 13:05

Delcídio diz na delação que ministro Aloízio Mercadante ofereceu dinheiro para ele não falar [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Do G1

  

A Procuradoria Geral da República recebeu do senador Delcídio Amaral (PT-MS) uma gravação que revela uma tentativa do ministro da Educação, Aloizio Mercadante, de oferecer ajuda política e financeira para evitar que o parlamentar petista firmasse acordo de delação premiada. A conversa entre o ministro e um assessor de Delcídio está relatada na delação do senador divulgada nesta terça (15) pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

O titular da Educação não conversou diretamente com Delcídio, mas com um assessor de confiança do senador do PT chamado José Eduardo Marzagão. Mercadante teria se reunido duas vezes com o auxiliar de Delcídio em seu gabinete no Ministério da Educação.

As conversas foram gravadas por Marzagão e entregues à PGR, que investiga o envolvimento de políticos no esquema de corrupção na Petrobras.

“Aloísio Mercadante buscou conversar com Eduardo Marzagão, tendo este gravado os diálogos mantidos a partir de então”, diz trecho da delação de Delcídio do Amaral.

Procurada pelo G1, a assessoria do Ministério da Educação informou que Mercadante se pronunciará sobre o assunto ainda nesta terça.
Conforme o senador do PT, nas conversas mantidas com seu assessor, Mercadante queria transmitir a mensagem de que Delcídio não deveria dar informações ao Ministério Público sobre fatos relacionados à Lava Jato.
“[Mercadante] Disse a Eduardo Marzagão para o depoente ter calma e avaliar muito bem a conduta a tomar diante da complexidade do momento politica; que a mensagem de Aloísio Mercadante, a bem da verdade era no sentido do depoente não procurar o Ministério Público Federal, para, assim, ser viabilizado o aprofundamento das investigações da Lava Jato”, diz o petista, na delação.
Ajuda financeira

Segundo disse Delcídio ao Ministério Público, Mercadante ofereceu ajuda para solucionar questões “financeiras” e o pagamento de advogados no processo da Lava Jato.
“Que Aloísio Mercadante também afirmou que, em pouco tempo, o problema do depoente seria esquecido e que ficaria bem; que sabe dizer que, em dado momento, Eduardo Marzagão mencionou que o depoente e sua família e sua família estavam gastando dinheiro com advogados e, para tanto, colocando imóvel à venda; que naquele momento, Aloísio Mercadante disse que a questão financeira e, especificamente, o pagamento de advogados, poderia ser solucionado, provavelmente por meio de empresa ligada ao PT”, contou Delcídio no depoimento aos procuradores da República.
O senador petista afirma ainda, na delação, que acredita que Mercadante agiu como “emissário de Dilma Rousseff”, em função da confiança que a presidente da República tem no ministro da Educação.
“Que Aloísio Mercadante é um dos poucos que possui a confiança de Dilma Rousseff, tendo afirmado, inclusive, que ‘se ela tiver que descer a rampa do Planalto sozinha, eu descerei ao lado dela’. Que, em razão disso, entendeu o depoente que Aloísio Mercadante agiu como emissário da presidente da República e, portanto, do governo.”

Delcídio afirma ainda que entendeu que Mercadante fez uma “ameaça velada” ao dizer que ele seria um “agente de desestabilização”, se firmasse acordo de delação premiada.

“Que Aloísio Mercadante disse, ainda, que se o depoente resolvesse colaborar com o Ministério Público Federal e com o Poder Judiciário, receberia uma ‘responsabilidade monumental” por ter sido “um agente de desestabilização; Que o depoente achou estranha esta afirmac;ao, acreditando que possa ter representado ameac;a velada a vista de possível recrudescimento da crise política, o que poderia resultar em problemas para o próprio Aloísio Mercadante”, ressalta outro trecho da delação.

15 de março de 2016 às 12:41

Veja a íntegra da delação premiada do senador Delcídio do Amaral [1] Comentários | Deixe seu comentário.

Autorizada pelo ministro do STF, Teori Zavascki, a delação premiada do senador Delcídio do Amaral.

O Blog acaba de ter acesso a todo o material referente aos depoimentos dele.

Resumindo…

Delcídio fala de:

Lula – 120 vezes

Dilma – 63 vezes

Renan Calheiros – 29 vezes

Marcelo Navarro – 20 vezes

Aécio Neves – 14 vezes

Eduardo Cunha – 11 vezes

José Eduardo Cardozo – 11 vezes

Romero Jucá – 9 vezes

Outros vereadores também citados.
Abaixo a íntegra da delação
http://infogbucket.s3.amazonaws.com/arquivos/2016/03/15/delacao.pdf

15 de março de 2016 às 12:06

Tudo afinado entre Robinson e os deputados Antônio e Jacó Jácome [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Tudo afinado entre o governador Robinson Faria e os deputados federal Antônio Jácome e estadual Jacó Jácome.

Ontem os três almoçaram juntos.

15 de março de 2016 às 11:45

Deputado Jacó Jácome se filia amanhã ao PSD [0] Comentários | Deixe seu comentário.

EO deputado Jacó Jácome está deixando o PMN.

E amanhã, atendendo convite do deputado federal Fábio Faria, se filiará ao PSD.

15 de março de 2016 às 10:18

CCJ se instala na Assembleia com presença do procurador geral do MP Rinaldo Reis [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Com a presença do procurador-geral de Justiça, a Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia dá início aos trabalhos do ano, e sob a presidência do deputado Albert Dickson (PROS).

A CCJ começa recebendo matéria do MP, que extingue cargos.

Ficou definido, antes da tramitação da matéria, que a Promotoria do município de São Rafael não será extinta.

Durante a instalação da CCJ, uma equipe de TV registrou imagens da atuação de Albert Dickson para serem enviadas à executiva nacional do PROS, partido presidido por Dickson no Rio Grande do Norte.
  

15 de março de 2016 às 9:51

Colunista da Veja diz que Henrique teme deixar ministério e perder foro privilegiado [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Por Vera Magalhães, na coluna Radar Online, na Veja:

  
A decisão do PMDB de Santa Catarina de entregar os cargos no governo pode ser seguida por outras seções do partido nos próximos dias.
A convenção nacional do partido só não insistiu no rompimento imediato com Dilma Rousseff para evitar um constrangimento público a ministros que não querem deixar o posto agora. 

Os dois mais relutantes em sair são Katia Abreu (Agricultura) e Henrique Alves (Turismo).
No caso de Katia, pesa a relação pessoal próxima que ela estabeleceu com a presidente e um dever de lealdade.
No de Alves, ele teme ficar sem foro privilegiado, já que não tem mandato e pode vir a ser alvo de ação na Lava-Jato.
O PMDB considera que a evolução do quadro será rápida, e mesmo os mais relutantes concordarão em deixar a aliança naturalmente, sem precisar forçar uma briga interna.

15 de março de 2016 às 7:35

Morre Júnior Laurentino, ex-prefeito de Tenente Laurentino [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Morreu na madrugada de hoje em Florânia o ex-prefeito de Tenente Laurentino, Júnior Laurentino.

Ele sofreu um infarto e não resistiu.

O corpo está sendo velado na Matriz de São Sebastião onde uma missa será celebrada às 9 horas.

Após a celebração, será levado para Tenente Laurentino onde será sepultado às 16 horas.

  
*Com informações do blog de Marcos Dantas.

15 de março de 2016 às 5:54

Lula começa a ver que precisa ser ministro [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Há 4 dias, quando o PT levantou a hipótese do ex-presidente Lula assumir um ministério, foi o próprio Lula quem disse que não queria.

E os motivos logo foram levantados.

Se aceitasse, com foro privilegiado, deixaria a mulher Marisa e o filho Fábio na mira das investigações…

Se aceitasse, estaria assumindo uma culpa que diz não ter.

Mas aí a justiça levantou a possibilidade do foro privilegiado ser estendido a mulher e filho…

Mas aí, vem a justiça paulista e manda o processo do triplex para o juiz Sérgio Moro….

E Lula deverá desembarcar num ministério.

15 de março de 2016 às 5:46

Potigás na campanha de combate ao mosquito da dengue [0] Comentários | Deixe seu comentário.

A Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado mobilizou companhias de todo o país, como a Potigás, no Rio Grande do Norte, para entrar na luta contra o mosquito Aedes Aegypti, imprimindo mensagens nas faturas para mais de 2,8 milhões de clientes. 

A Potigás aderiu à campanha com a impressão nas faturas e uma série de postagens nas redes sociais.
Já a partir de março, as contas de gás das empresas distribuidoras em 20 estados passam a veicular alertas sobre a importância de medidas de prevenção ao mosquito transmissor do vírus da dengue, do zika vírus e da febre chikungunya.
A mensagem, alinhada com as orientações do Ministério da Saúde, estimula a população a realizar ações de limpeza em suas moradias, visando evitar o ciclo reprodutivo do mosquito transmissor.

   
 

15 de março de 2016 às 5:42

Lula desafia a Justiça a torná-lo inelegível [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Da Folha:
Lula disse que será candidato e que será preciso ‘coragem’ para barrá-lo
FELIPE BÄCHTOLD

DE SÃO PAULO
Em depoimento à Polícia Federal no último dia 4, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que será candidato à Presidência em 2018 e que será preciso “coragem” para torná-lo inelegível antes da campanha.
Ao falar aos investigadores da Lava Jato, o ex-presidente citou o escândalo do mensalão e lembrou que, devido ao caso, líderes petistas começaram a ser hostilizados nas ruas. “Não poderiam entrar num restaurante, não poderiam sair na rua, não poderiam ir pra lugar nenhum. É o que estão tentando fazer comigo agora, só que o que estão tentando fazer comigo vai fazer com que eu mude de posição.”
E continuou: “Eu, que estou velhinho, estava querendo descansar, vou ser candidato à Presidência em 2018 porque acho que muita gente que fez desaforo pra mim, vai aguentar desaforo daqui pra frente. Vão ter que ter coragem de me tornar inelegível.”
O conteúdo do testemunho (leia a íntegra) http://media.folha.uol.com.br/poder/2016/03/14/depoimento-de-lula.pdf só foi divulgado nesta segunda (14).
Ao mencionar o mensalão, disse que não houve prova sobre os desvios e criticou a teoria do domínio do fato, usada para condenar o ex-ministro José Dirceu.
“Começou com a maior denúncia de corrupção da história da humanidade, terminou com 175 [milhões de reais]… com alguns milhões da Visanet, que não era empresa pública e que o dinheiro foi pago por meio de comunicação.”
Ao longo do depoimento, Lula fez diversas críticas à imprensa e ao promotor Cassio Conserino, que dias depois acabou pedindo a prisão preventiva do petista ao oferecer denúncia sobre o caso do tríplex da empreiteira OAS em Guarujá.
“Minha mulher prestar um depoimento sobre uma porra de um apartamento que não é nosso?! Manda a mulher do procurador [promotor] vir prestar depoimento, a mãe dele. Por que que vai minha mulher?”
O ex-presidente acrescentou que está “muito, muito zangado” com a “falta de respeito” e que tem “tentado manter a linha”. Disse ainda que nenhum outro governante viabilizou mais leis anticorrupção.
Ele afirmou que cobrava US$ 200 mil para fazer palestras no exterior. “Nós pegamos um valor do Bill Clinton e falamos o seguinte “Nós fizemos mais do que ele, então nós merecemos pelo menos igual”.
DELAÇÕES
Lula também criticou os acordos de colaboração premiada firmados na Operação Lava Jato. O ex-presidente foi questionado sobre o lobista Fernando Soares, conhecido como Fernando Baiano, que disse em delação que o pecuarista José Carlos Bumlai afirmou que faria um pagamento para uma nora do petista. “Qualquer bandido que for prestar delação premiada fica manchete de jornal”, falou Lula.
O ex-presidente defendeu ainda o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto, preso há quase um ano. “Foi um grande dirigente sindical e foi um grande dirigente do PT. Eu não acredito que o Vaccari tenha acertado percentual com empresa pra receber, não acredito, não acredito.”
Ao falar sobre indicações políticas para diretorias na Petrobras, disse que os diretores suspeitos de desvios eram “funcionários de 30 anos” da estatal. “São pessoas de carreira, que nunca a Polícia Federal levantou a

suspeita, nunca o Ministério Público levantou suspeita, nunca a imprensa levantou suspeita.”