Thaisa Galvão

17 de março de 2016 às 8:04

As frases que vão para a “história do brasil” [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Da Folha:
Dez frases dos grampos para a antologia da Lava Jato
MARIO CESAR CARVALHO

FLÁVIO FERREIRA

DE SÃO PAULO
Os grampos da Operação Lava Jato divulgados nesta quarta (16) trouxeram à tona não só o polêmico diálogo entre a atual presidente e seu antecessor. As gravações guardam também um rol de frases que merecem um registro especial no histórico da investigação.
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“Foram na casa da Clara Ant. A Clara estava dormindo sozinha quando entraram cinco homens lá dentro. Ela pensou que era um presente de Deus, e era a Polícia Federal.”

Lula em conversa com a presidente Dilma
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“Hahaha… Ela pensou que era um presente de Deus… hahaha.”

Dilma, em resposta a Lula


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“Domingo [13] eu vou ficar um pouco escondido, porque, porque vai ter um monte de peão na porta de casa pra bater nos coxinha. Se os coxinhas aparecer, vão levar tanta porrada que eles nem sabem o que vai acontecer.”

Lula em conversa com seu irmão, Vavá
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“Eu não quero incendiar o país! Eu sou a única pessoa que poderia incendiar esse país… E eu não quero fazer como Nero, sabe? Não quero! Sou um homem de paz.”

Lula em conversa com Wagner Freitas, da CUT
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“A coisa mais simples que ela [Dilma] tem de fazer é liberar financiamento para governadores e fazer o BNDES liberar dinheiro do PAC [Programa de Aceleração do Crescimento], do PIL [Programa de Investimento em Logística], da puta que o pariu”.

Lula em conversa com Alberto Carlos Almeida, sociólogo


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“A Marta teve que se trancar na Fiesp [prédio da federação das indústrias]. Foi chamada de puta, vagabunda, vira-casaca”

Lula em telefonema para Jacques Wagner
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“É bom pra nega aprender”

Wagner, em resposta a Lula
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“Eu estou pensando em pegar todo o acervo, eu vou tomar a decisão… levar e jogar na frente do Ministério Publico. Eles que enfiem no cu e tomem conta disso”

Lula em conversa com a presidente Dilma


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“Eu vou fazer a mesma coisa com os meus, viu”

Dilma, em resposta a Lula
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“Agora, da próxima vez, o senhor me para com essa vida de pobre, com essa tua alma de pobre, comprando esses barcos de merda, sitiozinho vagabundo.”

De Eduardo Paes, prefeito do Rio, para Lula

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