Thaisa Galvão

3 de abril de 2016 às 22:02

Robinson admite mudanças no governo mas afirma que reunião desta 2ª será para discutir metas com secretários [2] Comentários | Deixe seu comentário.

O governador Robinson Faria reúne nesta segunda, às 8h30, na Escola de Governo, parte do secretariado.

Auxiliares que tem metas a cumprir e que o governador vai avaliar como estão sendo buscadas.
Ao Blog o governador afirmou que será uma reunião rotineira de trabalho, mas questionado sobre mudanças no governo, admitiu ser natural.

Primeiro pelo fato da saída de alguns auxiliares para disputar mandatos em outubro, e depois por necessidade em algum setor que porventura não esteja dando o resultado esperado.

Mas, segundo Robinson, a reunião desta segunda será de trabalho.

3 de abril de 2016 às 22:00

Obras de mobilidade na zona Norte, estradas e campus da Uern em Natal com recursos do Proinveste na pauta da reunião [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Assunto em pauta na reunião do governador Robinson Faria com alguns secretários nesta segunda-feira: o Proinveste, que envolve várias secretarias.
Na semana passada Robinson conseguiu a liberação dos R$ 65,8 milhões do programa.
Do total, pouco mais de 48 milhões serão para pagamento da contrapartida do Pró-Transporte.

No Pró-Transporte, que se arrasta desde o governo Wilma de Faria, estão incluídas as tão esperadas obras das avenidas das Fronteiras e Moema Tinôco e outras de mobilidade na zona Norte de Natal…
Do total liberado para o governo do Estado, 10 milhões serão destinados a obras de construção e recuperação de estradas, e ainda cerca de 6 milhões para a construção do campus da Uern em Natal.

3 de abril de 2016 às 21:56

Governador volta a Brasília para reforçar cobranças de recursos para o RN [0] Comentários | Deixe seu comentário.

E nesta segunda-feira, terminada a reunião com seus auxiliares, o governador Robinson Faria embarca para Brasília.

Audiências nos Ministérios da Integração Nacional e do Planejamento, e obras da barragem Oiticica e liberação do empréstimo na listinha de prioridades.

Na semana passada Robinson já esteve na presidência do Banco do Brasil para tratar da liberação do empréstimo de 850 milhões já aprovado para o Estado.

3 de abril de 2016 às 15:30

Fortaleza sem hub [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Bom para o Rio Grande do Norte…

Mas…cadê o hub??
De Radar Online:
Pouco interesse por aeroporto de Fortaleza em rodada de concessões

Por: Natalia Viri
  
As concessões dos aeroportos de Porto Alegre, Salvador e Florianópolis despertam grande interesse de investidores, especialmente estrangeiros.
O mico, por ora, é Fortaleza. Há dúvida sobre o tráfego da capital cearense, sobretudo diante da indefinição da TAM em fixar lá seu hub regional.
Em evento com potenciais interessados em Londres, a Secretaria de Aviação Civil garantiu que o leilão ocorrerá antes de agosto. Se o governo durar até lá.

3 de abril de 2016 às 13:57

Editorial da Folha sugere nova eleição [1] Comentários | Deixe seu comentário.

A Folha de S. Paulo assumiu: se não é Dilma, que não seja Temer.

Ou PT ou nada.

Novas eleições.

Leia o editorial da edição deste domingo:

  
A presidente Dilma Rousseff (PT) perdeu as condições de governar o país.
É com pesar que este jornal chega a essa conclusão. Nunca é desejável interromper, ainda que por meios legais, um mandato presidencial obtido em eleição democrática.
Depois de seu partido protagonizar os maiores escândalos de corrupção de que se tem notícia; depois de se reeleger à custa de clamoroso estelionato eleitoral; depois de seu governo provocar a pior recessão da história, Dilma colhe o que merece.
Formou-se imensa maioria favorável a seu impeachment. As maiores manifestações políticas de que se tem registro no Brasil tomaram as ruas a exigir a remoção da presidente. Sempre oportunistas, as forças dominantes no Congresso ocupam o vazio deixado pelo colapso do governo.
A administração foi posta a serviço de dois propósitos: barrar o impedimento, mediante desbragada compra de apoio parlamentar, e proteger o ex-presidente Lula e companheiros às voltas com problemas na Justiça.
Mesmo que vença a batalha na Câmara, o que parece cada vez mais improvável, não se vislumbra como ela possa voltar a governar. Os fatores que levaram à falência de sua autoridade persistirão.
Enquanto Dilma Rousseff permanecer no cargo, a nação seguirá crispada, paralisada. É forçoso reconhecer que a presidente constitui hoje o obstáculo à recuperação do país.
Esta Folha continuará empenhando-se em publicar um resumo equilibrado dos fatos e um espectro plural de opiniões, mas passa a se incluir entre os que preferem a renúncia à deposição constitucional.
Embora existam motivos para o impedimento, até porque a legislação estabelece farta gama de opções, nenhum deles é irrefutável. Não que faltem indícios de má conduta; falta, até agora, comprovação cabal. Pedaladas fiscais são razão questionável numa cultura orçamentária ainda permissiva.
Mesmo desmoralizado, o PT tem respaldo de uma minoria expressiva; o impeachment tenderá a deixar um rastro de ressentimento. Já a renúncia traduziria, num gesto de desapego e realismo, a consciência da mandatária de que condições alheias à sua vontade a impedem de se desincumbir da missão.
A mesma consciência deveria ter Michel Temer (PMDB), que tampouco dispõe de suficiente apoio na sociedade. Dada a gravidade excepcional desta crise, seria uma bênção que o poder retornasse logo ao povo a fim de que ele investisse alguém da legitimidade requerida para promover reformas estruturais e tirar o país da estagnação.
O Tribunal Superior Eleitoral julgará as contas da chapa eleita em 2014 e poderá cassá-la. Seja por essa saída, seja pela renúncia dupla, a população seria convocada a participar de nova eleição presidencial, num prazo de 90 dias.
Imprescindível, antes, que a Câmara dos Deputados ou o Supremo Tribunal Federal afaste de vez a nefasta figura de Eduardo Cunha –o próximo na linha de sucessão–, réu naquela corte e que jamais poderia dirigir o Brasil nesse intervalo.
Dilma Rousseff deve renunciar já, para poupar o país do trauma do impeachment e superar tanto o impasse que o mantém atolado como a calamidade sem precedentes do atual governo.