Thaisa Galvão

11 de abril de 2016 às 23:03

População bota bandidos pra correr sem roupas na Bernardo Vieira [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Revoltada com a bandidagem correndo solta, algumas pessoas botaram dois ladrões pra correr na avenida Bernardo Vieira, em Natal, agora à noite.

Detalhe: nus!!

Se prestar atenção no vídeo dá ora ver que eles passam na frente das Lojas Verona.

11 de abril de 2016 às 22:03

Lula inclui Henrique na lista de nomes do PMDB que o PT “quer tirar” do cenário político [0] Comentários | Deixe seu comentário.

No discurdo que fez agora à noite no bairro da Lapa, no Rio, o ex-presidente Lula fez a chamada do PMDB:
“Quem quer tirar: Temer, Eduardo Cunha, Geddel, Henrique Eduardo Alves, Padilha, Wellington Moreira Franco?”
O cantor Chico Buarque participou do movimento.

11 de abril de 2016 às 21:50

No Rio, Lula critica Dilma, admite derrota mas diz que no plenário será diferente [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O PT faz manifesto no Rio de Janeiro.

O ex-presidente Lula presente fez discurso sobre o resultado da votação na comissão de impeachment.

“Fomos derrotados”, admitiu o petista, mas afirmando que no plenário da Câmara será diferente.
Lula, pasmem! Fez críticas à presidente Dilma Rousseff.

“A Dilma fez um ajuste que nenhum companheiro gostou porque foi para atender o mercado. O mercado dela não é o banqueiro, é o povo consumidor, é o trabalhador, o cara que vai comprar carne. É o cara que vai no supermercado”, discursou Lula.

11 de abril de 2016 às 21:36

Temer tentava mandar discurso antecipado para o potiguar Gaudêncio Torquato quando postou em grupo errado [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Para quem o vice-presidente Michel Temer estava tentando passar o áudio com seu distraído discurso antecipado, quando postou em um grupo errado?

Para o potiguar Gaudêncio Torquato, que lhe presta assessoria há bastante tempo.

Quem revelou foi o colunista Ricardo Noblat.

  
  
  
Para Noblat, o vazamento depõe contra o vice-presidente:

  

11 de abril de 2016 às 21:26

Rogério Marinho faz “ao vivo” direto do placar da comissão de impeachment [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Favorável ao impeachment, o deputado federal Rogério Marinho (PSDB) fez um “ao vivo” no momento em que saiu o resultado da votação na comissão especial.

Só faltou terminar o vídeo com um encerramento de repórter: “Rogério Marinho, ao vivo de Brasília para o Blog TG”.

11 de abril de 2016 às 20:58

Vazamento: Temer sentou na cadeira de presidente [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Do Blog do Moreno:

  
Verba volant, scripta manent. As palavras voam, os escritos permanecem.
Se há alguns meses Temer optou por uma carta para se dirigir a Dilma – e utilizou a frase em latim para justificá-la – agora, parece que as “palavras voadoras” voltaram-se contra ele e, por fim, permanecerão. De uma forma ou de outra.
Para quem não esperava que nada mais pudesse acontecer para revirar o andamento do processo de impeachment, surgiu o fato novo. E ele favorece a Dilma: o áudio de Temer, divulgado acidentalmente, é um tiro mortal no impeachment.
O que surpreende é que ele – o fato novo – tenha vindo justamente da parte de quem é conhecido pelo estilo discreto e muito zeloso de seus atos, tanto assim que, até o acidente de hoje, estava recolhido em silêncio sepulcral.
Vejam como é a política: eu mesmo escrevi que “fato novo” seria contra a Dilma. E vem esse acidente do Temer como tábua de salvação dela.
Pra virar o jogo agora, só se o Supremo receber um pedido pra investigar Dilma e autorizar essa investigação.
Não sou de repetir o óbvio, mas não há outra definição, a não ser essa que está correndo nas redes: Temer deu uma de FH e se sentou na cadeira.
A oposição, disseram-me agora alguns de seus líderes, está perplexa com o vazamento da fala do Temer, logo ele, um homem reservadíssimo.

11 de abril de 2016 às 20:48

Relator usa redes sociais para comemorar placar da comissão de impeachment [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Relator do impeachment na comissão especial, o deputado Jovair Arantes comemorou em suas redes sociais o placar da votação que dá prosseguimento ao peocesso:

  

11 de abril de 2016 às 20:39

Relatório do impeachment é aprovado na comissão e votação no plenário começa sexta-feira [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Por 38 votos, o relatório que recomenda o impeachment é aprovado na comissão especial.

27 deputados votaram contrários ao relatório.

A votação no plenário da Câmara começa na sexta-feira e seguirá até domingo.

11 de abril de 2016 às 20:34

Começa votação do relatório na comissão de impeachment [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Começou agora a votação do relatório do impeachment, pela xomissão formada por 65 deputados de 25 partidos.

 O voto é feito pelo sistema eletrônico, de maneira nominal.

Daqui a pouco o resultado.

O relatório do deputado Jovair Arantes recomenda o prosseguimento do processo de impeachment.
Deputados gritam “Fora Cunha”, “Fora golpistas”, “Não vai ter golpe, vai ter cadeia”.

11 de abril de 2016 às 20:26

Governador Robinson Faria passa dia de aniversário nesta terça-feira visitando obras [1] Comentários | Deixe seu comentário.

O governador Robinson Faria, aniversariante desta terça-feira, 12, passa a manhã visitando obras.
Às 10 horas vai ver as obras do acesso sul ao aeroporto de São Gonçalo do Amarante.
Logo em seguida, por volta das 11 horas, vai ao canteiro das obras de saneamento na zona Norte da capital.
E para terminar a manhã, ao meio-dia visita as obras de ampliação do Centro de Convenções.
Às 19 horas, a data será celebrada com uma missa em ação de graças na Paróquia de Nossa Senhora da Esperança.

  

11 de abril de 2016 às 19:05

Planalto indignado com discurso antecipado de Temer que mantém o que disse no áudio vazado [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Para o Palácio do Planalto, a divulgação do discurso antecipado do vice-presidente Michel Temer foi proposital.
“Estou estupefato. Ele está confundindo a apuração de eventual crime de responsabilidade da presidente Dilma com eleição indireta. Está disputando votos e transformou o processo numa eleição indireta para conseguir votos em favor do impeachment. Esse áudio demonstra as características golpistas do vice”, declarou o ministro Ricardo Berzoini.

Michel Temer reconheceu que enviou o áudio para o número errado, mas disse que seu discurso continua valendo.
Não poderia dizer o contrário…

“Eu reitero que aquilo que disse seria exatamente o que eu fiz no passado e continuarei a fazer independentemente do que aconteça no domingo”, disse. “Ainda que o governo federal continue tal como está, continuarei sustentando as mesmas teses. Não mudei um centímetro daquilo que falei no passado”, disse Temer.

11 de abril de 2016 às 17:43

José Dirceu perde direito de advogar e volta a ser apenas bacharel em Direito [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O ex-ministro José Dirceu não é mais advogado.
Hoje a Ordem dos Advogados do Brasil cassou o registro de Dirceu que passa a ser somente bacharel em Direito.
Sem direito a advogar.

11 de abril de 2016 às 17:01

Michel Temer se adianta e vaza a carta que ele próprio escreveu para ler só ‘quando a Câmara aprovar o impeachment’ [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O vice-presidente-louco pra ser presidente Michel Temer quando resolve escrever…é para fazer besteira.
Primeiro foi aquela carta ridícula que enviou à presidente Dilma Rousseff, enciumado até com os encontros pessoais da chefa.
Agora fez outra carta para enviar não sei pra quem, já comentando o afastamento da presidente.
Só que o impeachment ainda não foi votado nem na comissão especial, o que ocorrerá ainda hoje.
Só depois será votado no plenário da Câmara, que, aprovando, passará para votação no plenário do Senado.
Antes disso…mais uma delação do senador Delcídio do Amaral e a possível homologação da delação premiada do empresário Léo Pinheiro, que agradou muito a muita gente de todos os partidos.
Pois bem.
Michel, ansioso, e bote ansiedade nisso, já está com a carta pronta.
Escrita e lida.
Tudo com muita ansiedade.
Lida sim, porque ele gravou um áudio, lendo o texto, que enviaria para sua assessoria que daria o OK ou sugeriria alteração.
Mas aí o ansioso do Michel mandou a carta para um grupo no whatsapp que torce pelo impeachment.
Com uma bomba dessas nas mãos, claro que o grupo tratou de espalhar, botando o ansioso Michel mais uma vez numa saia justa. Justíssima.
Leia abaixo mais uma carta louca do vice-presidente da República, louco para ser presidente…

Clique abaixo para ouvir o áudio:

Discurso antecipado

Leia a íntegra da mensagem de Temer:

“Quero neste momento me dirigir ao povo brasileiro para dizer algumas das matérias que penso que devam ser por mim agora enfrentadas. Faço naturalmente com muita cautela porque, na verdade, sabem todos, há mais de um mês eu me recolhi precisamente para não aparentar que eu estaria cometendo algum ato, praticando algum gesto com vistas a ocupar o lugar da senhora presidente da República.
Recolhi-me o quanto pude. Mas, evidentemente, neste período fui procurado por muitos aflitos com a situação do nosso País. Agora, quando a Câmara dos deputados decide por uma votação significativa declarar a autorização para a instauração de processo de impedimento contra a senhora presidente, muitos me procuraram para que eu desse ao menos uma palavra preliminar à nação brasileira, o que faço com muita modéstia, com muita cautela, com muita moderação, mas também em face da minha condição de vice-presidente e, naturalmente, substituto constitucional da senhora presidente da República.

Desde logo, quero afirmar que temos um longo processo pela frente, passando pelo Senado Federal. Todas as minhas palavras levarão em conta apenas a decisão da Câmara dos Deputados. Portanto, também minhas palavras são provisórias, já que temos que aguardar e respeitar a decisão soberana que o

Senado Federal proferirá a respeito deste tema. Seja quando à admissibilidade da autorização, seja quanto, ao final, o julgamento propriamente dito. Portanto, quero, neste momento, prestar uma homenagem ao Poder Legislativo, tanto à Câmara dos Deputados, que já debateu amplamente este assunto, quanto ao Senado Federal, que irá debater. E, desde logo, quero comunicar aos amigos e colegas, homens públicos, senadores da melhor cepa, sabedoria, que aguardarei respeitosamente a decisão do Senado Federal. Não quero avançar o sinal. Até imaginaria que eu poderia falar depois da decisão do Senado, mas sabem todos os que me ouvem que, quando houver a decisão definitiva, a decisão do Senado, preciso estar preparado para enfrentar os graves problemas que hoje afligem o nosso País.

Desde logo quero dizer aos que me ouvem, repetir, na verdade, o que tenho pregado ao longo do tempo. Os senhores sabem, os brasileiros sabem que, há mais de oito, dez meses, tenho feito pronunciamentos referentes à pacificação do País, à unificação do País porque é chocante, para não dizer tristíssimo, verificar os brasileiros controvertendo-se entre si, disputando ideias e espaços, até aí tudo bem. Mas, quando parte para uma coisa quase física, isso não pode acontecer no nosso País.

A grande missão, a partir deste momento, é a da pacificação do País, da reunificação do País. Estou repetindo o que venho dizendo há muito tempo como responsável por uma parcela da vida pública nacional. Devo dizer também, isto fica para aconteça o que acontecer no futuro, que é preciso um governo de salvação nacional e, portanto, de União nacional. É preciso que se reúna todos os partidos políticos e todos os partidos políticos estejam dispostos à colaboração para tirar o País da crise. Sem essa unidade nacional, penso que será difícil tirar o País da crise em que nos encontramos. Para tanto, é preciso diálogo. O fundamental agora é diálogo. Em segundo lugar, a compreensão. Em terceiro lugar, para não enganar ninguém, a ideia de que vamos ter muitos sacrifícios pela frente. Sem sacrifícios não conseguiremos avançar para retomar o crescimento e o desenvolvimento que pautaram a atividade do nosso País nos últimos tempos antes desta última gestão.

É preciso retomar o crescimento e eu não quero que isto fique em palavras vazias. Tenho muita convicção, como muitos me dizem que a mudança pode gerar esperança e que, gerando esperança, isso pode gerar investimentos não só investimentos nacionais, mas investimentos estrangeiros. Precisamos restabelecer a crença no Estado brasileiro, nas potencialidades do Estado brasileiro. Devo dizer aos que me ouvem que fiz muitas viagens internacionais no primeiro mandato e verifiquei o quanto os outros países que têm muito dinheiro em suas mãos querem fazer aplicando no Brasil. Querem acreditar no Brasil.
O que aconteceu nos últimos tempos foi um descrédito no nosso País e o descrédito é o que leva à ausência do crescimento, à ausência do desenvolvimento, que faz retomar a inflação. De um lado, portanto, temos absoluta convicção de que é preciso prestigiar a iniciativa privada, é preciso que os empresários do setor industrial, do setor de serviços, do setor agrícola, do setor do agronegócio, dos vários setores da nacionalidade se entusiasmem novamente com estes investimentos.

Ao dizer isso, estou pensando apenas naqueles que possam investir? Não. Diferentemente, estou pensando em manter as conquistas sociais dos últimos tempos. Por exemplo, o emprego é uma coisa fundamental para todos os brasileiros. Para que haja emprego, é preciso que haja uma conjugação dos empregadores com os trabalhadores. Você só tem emprego se a indústria, o comércio, as atividades de serviço todas estiverem caminhando bem. A partir daí que você tem emprego e pode retomar o emprego.

De outro lado, devo dizer também que, de fora parte um projeto pela empregabilidade plena, é preciso manter certas matérias sociais porque nós todos sabemos que o Brasil ainda é um País pobre. Portanto, e eu sei que dizem de vez em quando que, se outrem assumir, vamos acabar com Bolsa Família, vamos acabar com Pronatec, vamos acabar com Fies. Isso é falso. É mentiroso e fruto dessa política mais rasteira que tomou conta do País. Portanto, neste particular, quero dizer que nós deveremos manter estes programas e até, se possível, revaloriza-los e ampliá-los até que, isto eu quero deixar claro, o Bolsa Família, por exemplo, há de ser um estágio do Estado brasileiro. Daqui a alguns anos, a empregabilidade tenha atingido um tal nível que não haja necessidade de Bolsa Família. Mas, enquanto persistir a necessidade, manteremos.

Lanço uma mensagem àqueles que têm o capital e àqueles que querem uma mensagem do trabalho e lanço uma mensagem para aqueles que sequer trabalho ainda conseguiram. Claro que vamos incentivar enormemente as parcerias público-privadas à medida que isso pode trazer emprego ao País. Temos absoluta convicção de que hoje, mais do que nunca, o Estado não pode tudo fazer. O Estado depende da atuação dos setores produtivos do País. Empregadores de um lado, trabalhadores de outro lado. Estes setores produtivos é que, aliançados, vão fazer a prosperidade do Estado brasileiro. Estado brasileiro tem que cuidar de segurança, saúde, educação, enfim, de alguns temas fundamentais que não podem sair da órbita pública. Mas, no mais, tem que ser entregue à iniciativa privada. Iniciativa privada no sentido da conjugação da ação entre empregadores e trabalhadores. Neste particular, pretendemos fazer várias reformas que incentivem a harmonia entre esses dois setores da produção brasileira.

Tudo isso que estou a dizer significará, devo registrar, sacrifícios iniciais para o povo brasileiro, em primeiro lugar. Em segundo lugar, não quero gerar nenhuma expectativa falsa. Não pensemos que, se houver uma mudança no governo, em três, quatro meses estará tudo resolvido. Em três, quatro meses, poderá começar a ser encaminhado para resolvermos a matéria ao longo do tempo. Se houver este governo de transição, ou, se não houver, fica essa sugestão que estou fazendo para o governo que vier a manter-se, ficam essas sugestões que, reitero, não são sugestões por mim formuladas ou formatadas neste momento, mas que foram feitas ao longo do tempo.

Há reformas que são fundamentais para o País. Nós todos sabemos. Agora, toda e qualquer reforma não alterará os direitos já formatados, já adquiridos pelos cidadãos. Mas temos que preparar o País do futuro. Muitas matérias até estão em tramitação no Congresso Nacional e nós queremos ter uma base parlamentar muito sólida que nos permita conversar com a classe política, mas conversar também com a sociedade. Os senhores sabem, os que assistiram às minhas palestras nos últimos tempos, que eu faço uma distinção e uma conjugação de governo, governança e governabilidade para dizer que o governo são os órgãos constituídos, não tem a menor dúvida, Executivo, Legislativo, Judiciário. A governança vem pelo apoio político que o governo consegue dos partidos políticos e do Congresso Nacional. Mas é preciso mais do que isso. É preciso a governabilidade.
A governabilidade exige que haja uma aprovação popular do próprio governo. Portanto, a classe política unida com o povo levará ao crescimento do País e, portanto, ao apoio ao governo. É com esses três fatores que vamos lidar.

É claro que não vou falar aqui sobre reformas que são fundamentais porque isso será fruto de um desdobramento ao longo do tempo. Como não pensar numa reforma política? Como não pensar numa reforma tributária? E, evidentemente, a reforma tributária envolve um outro tema, que é a revisão do pacto federativo. Toda vez que você pensa numa reforma tributária, você está pensando na distribuição de competências e de recursos para as entidades federativas.

É preciso, mais do que nunca, que as entidades federativas tenham uma autonomia verdadeira. Ou seja, que nós tenhamos uma Federação real e não uma Federação artificial com o tem acontecido nos últimos tempos. Sei, por exemplo, no tópico da Federação, da grande dificuldade dos Estados e municípios nos dias atuais. Há estudos referentes à eventual anistia ou perdão de uma parte das dívidas e até da revisão dos juros que são pagos pelas unidades federadas. Vamos levar isso adiante. Vamos estudar isso com muita detença e vamos levar isso adiante porque a força da União deriva também da força dos Estados e da força dos municípios. A força dessas entidades federativas depende da boa vontade e do apoio da classe política e do povo brasileiro.

Há matérias controvertidas como aquela referente à legislação trabalhista e à legislação previdenciária que nós vamos fazer com um grande diálogo nacional onde nenhum setor será esquecido, nem dos trabalhadores, nem dos empresários, nem do povo brasileiro. Toda e qualquer modificação que vier a ser feita será para garantir o futuro mesmo daqueles que já recebem salário, que recebem aposentadoria. É neste termo que nós vamos trabalhar.
Ou seja, o diálogo de um lado e a conjugação de esforços do outro lado serão os alicerces, digamos assim, do nosso trabalho. É esta a manifestação que eu queria deixar ao povo brasileiro.”

11 de abril de 2016 às 12:17

Muro do impeachment não deverá impedir briga entre simpatizantes e contrários ao afastamento de Dilma [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Em Brasília, um esquema de policiamento foi montado para a votação, hoje à tarde, do relatório do impeachment na comissão especial.

Por conta do clima de tensão, agentes policiais e do Corpo de Bombeiros foram deslocados para o entorno do Congresso e do Palácio do Planalto.

O muro construído por presidiários no final de semana deverá dividir manifestantes a favor e contra o impeachment da presidente Dilma.

Du-vi-de-o-dó que eles não se juntem e não dê confusão.
   
   

11 de abril de 2016 às 11:31

Suplentes do PMDB na comissão de impeachment discutem aos berros direito de votar [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Da Folha Online:

  

A comissão especial da Câmara, que deverá aprovar nesta segunda-feira (11) o relatório favorável à abertura do processo de impeachment, registrou confusão antes mesmo da abertura da sessão, prevista para as 10h.
Deputados do PMDB disputaram aos gritos o direito de registrar primeiro a presença na sessão. Vitor Valim (PMDB-CE) e Hildo Rocha (PMDB-MA) são suplentes na comissão, mas um dos dois deve votar já que Washington Reis (PMDB-RJ), titular, não irá comparecer por alegadas razões de saúde.
Valim, que é a favor do impeachment, afirmou ter chegado mais cedo e acusou o colega de querer furar a fila. Rocha, contra o impeachment, disse que chegou mais cedo.
Também favorável à destituição de Dilma, o deputado Carlos Marun (PMDB-MS) acusou os governistas, aos berros, de não ter moral, a ponto de querer furar filas.
A votação deverá ser feita por meio de um painel eletrônico, o que significa que os 65 deputados votam ao mesmo tempo, e o resultado é divulgado no painel, com os nomes divididos em “sim” e “não”. O sistema é diferente da chamada oral, prevista para o plenário, em que cada deputado declara seu voto no microfone.

11 de abril de 2016 às 8:38

Secretaria de Justiça do Estado é arrombada pela 2ª vez e bandidos levam computadores [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Bandidos invadem a Secretaria Estadual de Justiça mais uma vez.

Na madrugada de hoje o prédio no Centro Administrativo foi arrombado.

Sete salas foram abertas e computadores roubados.

Há informação que os bandidos também teriam entrado em salas da Secretaria de Desenvolvimento que funciona no andar de cima da Sejuc.

11 de abril de 2016 às 8:32

Corpo do ex-prefeito de Natal Ubiratan Pereira Galvão será sepultado ao meio-dia [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Morreu ontem à noite o engenheiro Ubiratan Pereira Galvão.

Ele foi prefeito de Natal em 1971.

O corpo está sendo velado no Morada da Paz, em Emaús, e será sepultado ao meio-dia.

Ubiratan é tio do presidente da Assembleia Legislativa do RN, deputado Ezequiel Ferreira.

11 de abril de 2016 às 4:41

Pelo placar do Estadão, cresce índice de favoráveis ao impeachment [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Placar desta segunda-feira do Estadão:

  

11 de abril de 2016 às 4:28

Para AGU, relatório do impeachment é ‘insustentável’ pois pede afastamento e só depois a investigação da presidente [0] Comentários | Deixe seu comentário.

A Folha publica hoje entrevista com o advogado geral da União, José Eduardo Cardozo, responsável pela defesa da presidente Dilma Rousseff no processo de impeachment.
Leia a entrevista:
Folha – O governo prometeu superavits acima de R$ 100 bilhões, em 2014 e 2015, e acabou com deficits que chegam a R$ 137 bilhões. O senhor acha que esse fato deve ficar impune?
José Eduardo Cardozo – Imaginar que situações desse tipo decorreram de atos deliberados da presidenta, de negligência, é um equívoco. Todos os países passam por crises que decorrem de circunstâncias que são alheias às medidas que toma para evitar que isso ocorra. Não vejo nenhum tipo de responsabilização possível do governante pelo fato de fatores externos à sua vontade, muitas vezes incontroláveis, vivenciar crise.
Um dos argumentos da defesa de Dilma é que o Congresso aprovou uma mudança na meta fiscal. Se os parlamentares não a tivessem aprovado, a presidente poderia ser responsabilizada?
Não me parece. Uma coisa é o Orçamento. Quando ele é aprovado, há uma previsão de receita, mas ela pode não se concretizar. Para isso, a lei prevê o contingenciamento, um decreto para impedir gastos, mesmo que autorizados.
Quando se fala de metas fiscais, o gasto é financeiro. O decreto de suplementação mexe no Orçamento para que um dinheiro que eu não tinha autorização para gastar passe a ter. Mas não eleva os recursos gastos. Fizemos o maior contingenciamento da história em 2015. Dizer que mexer no Orçamento altera a meta fiscal é ignorar planos distintos da realidade.
Mas de fato aumenta, empurra-se mais uma despesa…
Não, porque o contingenciamento breca. Mudar na previsão não mexe com o valor que efetivamente foi gasto. Exemplo: de R$ 1.000 que eu previa gastar [do Orçamento], reduzo para R$ 500. É diferente de, em vez de comprar R$ 300 de mexerica, levar R$ 400 de melancia.
O relator avalia que tudo o que ocorreu levou à crise econômica e que isso ameaça as conquista sociais da última década. O sr. concorda?
Com o devido respeito, há uma confusão de conceitos no relatório que chega a deixar pasmas as pessoas que mexem com direito financeiro. A situação econômica se deu por fatores que nada têm a ver com os créditos suplementares. Foi porque não entrou a receita. Se houvesse ilegalidade, o que não havia, a decisão do Congresso [de rever a meta] teria convalidado. Cumprimos a meta porque a lei foi adequada. Mas, mesmo se não tivesse acontecido, o crédito suplementar não teria a ver com isso.
O relatório do deputado Jovair Arantes diz que supostos crimes de abertura de crédito ocorreram em julho e agosto de 2015. Em junho, o TCU fez uma primeira análise e não aprovou as contas. Dilma não deveria ter, então, suspendido esse instrumento?
O relatório de junho em nenhum momento fala dos decretos. Isso me espantou muito no relatório. Os pareceres foram dados pela assessoria jurídica e financeira, mais de 20 órgãos intervieram, todos recomendando a fazer o que se fez.
Os decretos [de 2014] aparecem no relatório final do ministro Augusto Nardes.
Quando a presidente baixou [os decretos], não havia discussão. Depois, a matéria é ventilada na imprensa pelo Ministério Público de Contas e se chega à ilegalidade, mudando-se uma jurisprudência. Como pode haver má-fé se a discussão não estava posta, se os órgãos recomendavam e o TCU aceitava? É como se, ao andar numa estrada a 80 km/h, mudassem o limite para 60 km/h e resolvessem punir todos os que andavam acima da nova velocidade.
As pedaladas geraram deficits gigantescos, de 1% do PIB. A presidente foi informada?
Não foram gigantescos. Estamos falando do Plano Safra. A lei diz que quem faz a gestão do plano é o ministro da Fazenda e o Conselho Monetário Nacional. Não há nenhum ato da presidenta relativo a isso. O relator chega a, espantosamente, falar que ela tem que ser responsabilizada, mas tem que se investigar o ato. Você então pede primeiro o afastamento para depois investigar? É insustentável.
O relator usa em seu texto trechos do relatório da comissão do impeachment do ex-presidente Collor, feito pelo ex-ministro Nelson Jobim, que contestava a tese de golpe levantada pelo então presidente. Seu partido apoiava Jobim. Por que hoje o processo é diferente de 1992?
Impeachment é golpe? Se a Constituição for respeitada, se houver crime de responsabilidade comprovado, não. Se acontece dessa forma, como aconteceu no caso do presidente Collor, não é golpe. Porém, se tenho uma situação em que o processo contraria regras básicas e o crime de responsabilidade não existe, eu tenho um desrespeito à Constituição, um afastamento de um presidente com ruptura e ofensa constitucional e o nome que se dá na política a isso é golpe. Não importa se é feito com armas ou com retórica política.
Teme que, mesmo com a vitória, novos processos na Câmara ou que a ação do TSE [para cassar a chapa da presidente] ganhem força?
Um impeachment nessas condições fará com que qualquer governo que venha a nascer seja marcado pela qualificação de ilegítimo. Isso não será bom nem para o país, nem para ninguém. Não há governo legítimo com ruptura democrática.
Gostaria que o senhor comentasse algumas das teses que apareceram com a crise. Semipresidencialismo?
Pessoalmente, não como Advogado da União, sou parlamentarista e muito simpático ao semiparlamentarismo. No plebiscito, votei pelo parlamentarismo. Mas sou contra situações que tentem resolver casuisticamente problemas. Sem um sistema eleitoral e político diferente do nosso, pode colocar o sistema de governo que quiser que não resolve.
Eleições gerais?
Tudo pode ser discutido. O que não pode ser discutido é ruptura democrática. Se banalizarmos o impeachment da forma como alguns querem, o país não terá mais estabilidade jurídica, porque qualquer governo que possa passar por uma crise econômica ou de popularidade terá o impeachment como ameaça permanente.
Quem vai querer investir no Brasil com uma instituição tão fragilizada? Que segurança jurídica terão os mercados para garantir uma possibilidade de crescimento ao país quando o sistema se mostraria tão frágil ao ponto de a simples retórica substituir o fato na cassação de uma presidente da República? Superar o impeachment é fundamental para o país avançar e sair da crise.
Caso o governo consiga a vitória na votação do impeachment, há a probabilidade de não ter o apoio posterior de PMDB e PP. Como governar nessas condições?
Só não se consegue com ruptura institucional. Findo o processo, o governo tem condições de abrir diálogos e fazer pactuações com diversas forças políticas.
A presidente vai efetivamente governar ou passará o governo ao ex-presidente Lula, caso ele possa assumir a Casa Civil?
[Risos]. A presidente é eleita. O presidente Lula, integrando a equipe de qualquer governo, traria contribuições de grande monta. O que, em nenhum momento, traria restrição ao exercício do mandato e à capacidade decisória da presidenta.

11 de abril de 2016 às 4:14

PP ameaça debandar e definir pelo impeachment [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Depois da oposição garantir que já virou alguns votos, agora o PP ameaça debandar do Palácio do Planalto

De acordo com a Folha, todo o trabalho feito pelo ex-presidente Lula e pelo governo de prometer cargos e verbas para os partidos que podem ocupar o espaço deixado pelo PMDB, como PP, PR e PSD, parecia estar garantindo os 172 votos que barram o processo de impeachment –ou pelo menos evitar que os opositores alcancem os 342 deputados necessários enviar o pedido ao Senado.

Mas…a debandada do PP, certamente provocada por rumores de novas delações explosivas, começa a tirar as esperanças do governo.

Pelo menos na Comissão.