Thaisa Galvão

21 de abril de 2016 às 22:53

Revista britânica mostra fracasso do governo do Brasil, diz que PMDB está comprometido e solução é nova eleição [0] Comentários | Deixe seu comentário.

De Estadão Conteúdo:
Em editorial, revista The Economist defende novas eleições no Brasil
Após a mais famosa estátua do Rio de Janeiro simbolizar a decolagem e depois a derrocada do Brasil, agora é a vez de o Cristo Redentor pedir socorro na capa da nova edição da revista The Economist. 
A publicação britânica traz a imagem do Cristo segurando um cartaz com a inscrição “SOS”. Em editorial, a revista diz que a presidente Dilma Rousseff tem responsabilidade sobre o fracasso econômico, mas que os que trabalham para tirá-la do cargo “são, em muitos aspectos, piores” e cita Eduardo Cunha como exemplo. “No curto prazo, o impeachment não vai resolver isso”. Por isso, a revista defende novas eleições gerais. 
O editorial diz que “Dilma Rousseff levou o País para baixo, mas toda a classe política também”. “O fracasso não foi feito apenas pela senhora Rousseff. Toda a classe política tem levado o País para baixo através de uma combinação de negligência e corrupção. Os líderes do Brasil não ganharão o respeito de volta de seus cidadãos ou superarão os problemas econômicos a não ser que haja uma limpeza completa”.
  

A revista diz que Dilma tem responsabilidade sobre a situação porque houve incompetência do atual governo na condução da economia, o Partido dos Trabalhadores se envolveu no esquema de corrupção da Petrobras e a presidente tentou proteger o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva das investigações. 
As acusações contra a presidente, porém, são relativizadas quando comparadas com as existentes contra os nomes que lideram o processo de impeachment. “O que é alarmante é que aqueles que estão trabalhando para o seu afastamento são, em muitos aspectos, piores”, cita o editorial que lembra que o vice-presidente Michel Temer é filiado ao PMDB. 
“O PMDB também está perdidamente comprometido. Um dos seus líderes é o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, que presidiu o espetáculo do impeachment de seis horas no domingo. Ele é acusado pelo Tribunal Superior Federal de aceitar suborno da Petrobras”, diz a revista.
Para a Economist, “não há maneiras rápidas” de resolver a situação. As raízes dos problemas políticos viriam, segundo a revista, da economia baseada no trabalho escravo do século XIX, a ditadura do século XX e o sistema eleitoral em vigor. “No curto prazo, impeachment não vai consertar isso”, diz a revista. 
O editorial diz que a acusação da manipulação contábil de Dilma parece “tão pequena que apenas um punhado de deputados se preocupou em mencionar isso em seus dez segundos” na votação. A revista avalia que, se Dilma for deposta por uma razão técnica, “o senhor Temer vai lutar para ser visto como um presidente legítimo pela grande maioria dos brasileiros que ainda apoiam a senhora Rousseff”. 
Por isso, a revista defende que uma maneira de contornar a situação seria a realização de novas eleições que elegeriam um presidente com apoio popular para executar reformas.
“Os eleitores também merecem uma chance de se livrar de todo o Congresso infestado de corrupção. Apenas novos líderes e novos legisladores podem realizar as reformas fundamentais que o Brasil necessita”, diz a revista. 
A revista reconhece, porém, que o caminho para novas eleições não é fácil no Congresso. “Assim, há uma boa chance de que o Brasil ser condenado à confusão sob a atual geração de políticos desacreditados. Os eleitores não devem se esquecer deste momento. Porque, no fim, eles terão a chance de ir às urnas – e devem usá-la para votar em algo melhor”.

21 de abril de 2016 às 13:15

Em Assu, Robinson reafirma parceria com governo federal e participa de entrega de unidades do Minha Casa Minha Vida [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O governador Robinson Faria acompanhou ontem, em Assu, a entrega de 396 casas do Programa Minha Casa Minha Vida.
Casas construídas pelo governo federal com suporte técnico e operacional da Companhia Estadual de Habitação (Cehab), órgão vinculado à Secretaria de Assistência Social, do governo do Estado em parceria com a Prefeitura local.

O Residencial Maestro Cristovam Tomas Dantas foi orçado em R$ 22,5 milhões e cada casa tem dois quartos, sala, cozinha, banheiro e área de serviço.
Este é o segundo condomínio construído em Assu pelo Minha Casa Minha Vida.
O primeiro foi o Residencial Irmã Lindalva, com 406 unidades.

Também participaram do evento o deputado federal Antônio Jácome, o estadual Ricardo Motta, o superintendente estadual do Banco do Brasil, Ronaldo Alves, e o delegado da Integração Agrária no RN, Caramuru Paiva.


Fotos Rayane Mainara

  
 

21 de abril de 2016 às 13:13

Grupo do PT de Assu vaia governador e petista assuense auxiliar do governo [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Esquisito o que aconteceu ontem à noite em Assu.
Depois da visita às casas, durante os discursos, um grupo do PT se juntou para vaiar o governador Robinson Faria, acusando-o de “golpista”, durante discurso onde Robinson reafirmava a parceria com o governo federal.
O esquisito foi que, em cima do palanque, ouvindo e recebendo as vaias, estava a secretária adjunta de Assistência Social, Maira Leiliane.
Maira é de Assu e filiada ao PT, e no palanque estava representando a titular da pasta, Julianne Faria.

No áudio gravado pelo grupo da vaia, dá para se ouvir as vaias e gritos de golpista, próximos ao aparelho de gravação, mas também aplausos.
Foto Rayane Mainara

  

21 de abril de 2016 às 12:40

Henrique confirma retenção de sua carteira de habilitação e faz elogios à operação lei seca [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Em seu perfil no twitter, o ex-ministro Henrique Alves confirmou a retenção de sua carteira de habilitação e elogiou a operação que vem reduzindo índice de acidentes em Natal.

Henrique só não explicou porque se negou a fazer o teste do bafômetro.

   
 

21 de abril de 2016 às 12:35

Publicitária Mônica Moura envolve ex-presidente do BNDES Guido Mantega em depoimentos de delação [0] Comentários | Deixe seu comentário.

E as mulheres publicitárias continuam fazendo estragos no núcleo mais íntimo do governo Dilma Rousseff.

Depois de Danielle Fonteles, da agência Pepper, expor o assessor mais próximo de Dilma, Giles Azevedo, em seu depoimento onde negocia a delação premiada, foi a vez de Mônica Moura, também no caminho da delação, expor o ex-minitro da Fazenda e presidente do BNDES, Guido Mantega.

Veja trechos de reportagem no Globo de hoje:

   
 

21 de abril de 2016 às 11:49

STF inclui na Lava Jato delação de Delcídio do Amaral que envolve a presidente Dilma [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Trecho de reportagem d’O Globo de hoje:

  

21 de abril de 2016 às 11:33

No impeachment de Collor, ministro de Dilma votou Sim “pelos meus pais e pelos meus filhos” [1] Comentários | Deixe seu comentário.

De Radar Online:



Jaques Wagner dedicou voto contra Collor aos pais e filhos


Por Vera Magalhães



No Palácio da Alvorada no domingo, convidados de Dilma Rousseff, entre eles o ex-presidente Lula, criticaram os deputados por votarem pela “família”.

A título de registro histórico, vale revisitar o voto do ministro Jaques Wagner, do ministério do gabinete (sic) de Dilma, na votação do impeachment de Fernando Collor, em 1992, na mesma Câmara:
“Sr. Presidente, quero dedicar estas palavras e o meu “sim” na tarde de hoje aos meus pais e aos meus filhos. Aos meus pais como integrantes de uma geração que, na esperança, sempre plantou neste país a expectativa de sermos uma Nação correta, uma Nação altiva; aos meus filhos, que, junto com outros jovens, tomaram as ruas desta País, para dizer: ‘Vocês estão certos’. Esta Casa não lhes negará a esperança de que amanhã o Brasil será outro. Saí de minha casa hoje pela manhã, muito cedo, e tive o prazer de, às 7h30min, já encontrar brasileiros na Esplanada dos Ministérios, como aconteceu na disputa da final da Copa do Mundo de 1970. E este o espírito da Nação hoje. Estamos vivendo a final de um campeonato neste País, e é por isso que neste plenário não estaremos divididos na tarde de hoje entre oposicionistas e governistas, mas entre brasileiros que querem desfraldar a nossa bandeira verde e amarela e aqueles que, sorrateiramente, pretendem manter este país eternamente na impunidade, no jogo da corrupção, no jogo da conivência”.
*
Do Blog – Se o discurso não tivesse sido publicado como sendo de autoria do ministro Jaques Wagner (PT), poderia muito bem ser atribuído a qualquer parlamentar que votou favorável ao impeachment da presidente Dilma Rousseff.

A indignação do político, a mesma…o sentimento das ruas, o mesmo…e o discurso babaca, o mesmíssimo.

E a corrupção? Continua a mesma.

21 de abril de 2016 às 11:19

DEM quer presidir comissão do impeachment [0] Comentários | Deixe seu comentário.

De Ilimar Franco, no Globo de hoje:

  

21 de abril de 2016 às 10:42

Geddel quer saber como Dilma vai denunciar golpe em NY deixando em seu lugar o responsável pelo golpe [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Do ex-deputado e ex-auxiliar da presidente Dilma Rousseff, Geddel Vieira, criticando a posição da petista de ir à ONU, em Nova Iorque, denunciar “golpe” contra ela no Brasil.

  
Da coluna Panorama Político, n’O Globo de hoje

21 de abril de 2016 às 10:36

Delação: Depoimentos de publicitária comprometem único assessor do Planalto que fala por Dilma [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Da IstoÉ:
A delação que compromete Dilma
Em depoimento, a dona da Pepper, Danielle Fonteles, afirma que recebeu recursos “por fora” num total de R$ 58 milhões, para abastecer as campanhas de 2010 e 2014. Quem a orientou no esquema foi o braço direito da presidente, Giles Azevedo


Sérgio Pardellas, de Curitiba

  
Assessor especial de Dilma Rousseff, o discreto Giles Azevedo é considerado no Palácio do Planalto os olhos e os ouvidos da presidente da República. O único na Esplanada com autorização para falar em nome de Dilma e a quem ela confia as mais delicadas tarefas. Por isso, quem recebe instruções do fiel auxiliar da presidente não entende de outra maneira: ele fala na condição de enviado da principal mandatária do País. 
Foi com essa credencial que Giles se aproximou da publicitária Danielle Fonteles, dona da agência Pepper Interativa. Em uma série de encontros, muitos deles mantidos na própria residência da publicitária no Lago Sul, em Brasília, Giles orientou Danielle a montar a engenharia financeira responsável por abastecer as campanhas de Dilma de 2010 e 2014 com recursos ilegais. A maior parte do dinheiro oriunda de empreiteiras do Petrolão e de agências de comunicação e publicidade que prestam serviço para o governo federal. 
As revelações foram feitas pela própria dona da Pepper em seu acordo de delação premiada, a cujo conteúdo ISTOÉ teve acesso. Ainda não homologado, o depoimento tem potencial explosivo, pois sepulta o principal argumento usado até agora por Dilma para se apresentar como vítima de um “golpe” destinado a apeá-la do poder: o de que não haveria envolvimento pessoal seu em malfeitos. Agora, fica complicado manter esse discurso em pé. No governo, e fora dele, há um consenso insofismável: Giles é Dilma. 
Nas conversas com Danielle, segundo a delação, Giles tratava sobre as principais fontes de financiamento que irrigariam as campanhas de Dilma por intermédio da Pepper. Sem registro oficial. Segundo ela, as orientações partiam do discreto assessor da presidente.
  

No depoimento aos investigadores, a publicitária confessou ter recebido recursos “por fora”, por meio de contratos fictícios, da Andrade Gutierrez, da Queiroz Galvão, da OAS, da Odebrecht – empreiteiras implicadas no Petrolão –, da Propeg e de uma grande empresa de assessoria de comunicação dona de contas no governo, tudo conforme combinado com Giles. 
A Propeg, agência de publicidade baiana que, de acordo com Danielle, teria sido responsável por vultosos repasses, figura entre as oito que mais receberam verbas do governo Dilma nos últimos anos. Atualmente, ela possui a conta da Caixa Econômica Federal e do Ministério da Saúde. Na quebra de sigilo da Pepper, a pedido da CPI do BNDES, foram identificados quatro depósitos da Propeg totalizando R$ 223 mil entre 2011 e 2012. Da Andrade Gutierrez, a dona da Pepper admitiu ter recebido de maneira ilegal R$ 6,1 milhões, ratificando depoimento de Otávio Azevedo, ex-presidente da empreiteira. 
Com o montante, a empresa pagou funcionários do comitê de Dilma na campanha de 2010, entre outras despesas. Em outro trecho da delação, Danielle afirma que abriu uma conta na Suíça em 2012, sob o conhecimento de Giles, para receber da Queiroz Galvão na chamada “Operação Angola”. Por ela, a Pepper recebeu US$ 237 mil. A conta para movimentar os recursos, identificada com a sequência CH3008679000005163446, foi aberta por Danielle no banco Morgan Stanley.
Com tantos recursos para internalizar e uma teia de interesses em jogo, a Pepper acabou se transformando numa espécie de lavanderia de dinheiro do PT. Só entre 2013 e 2015, a Pepper movimentou em conta própria R$ 58,3 milhões. Com parte destes recursos, a empresa bancou despesas das campanhas de Dilma à reeleição, principalmente o pagamento a blogs favoráveis ao PT contratados para atuar na guerrilha virtual travada nas redes sociais. 
O dinheiro, segundo orientação de Giles Azevedo, veio da OAS e da Odebrecht por meio de contratos fictícios ou superestimados. Essa informação consta da delação de Danielle. Coube a Pepper, por exemplo, o pagamento de um pixuleco de R$ 20 mil mensais para o criador do perfil de humor chapa branca “Dilma Bolada”, Jefferson Monteiro. A personagem faz troça de adversários com a mesma veemência com que exalta iniciativas e discursos da presidente, até mesmo os mais frugais. Outros ativistas digitais pró-PT têm motivos para estarem bolados com a delação da publicitária. 
Uma lista contendo o nome de dezenas de jornalistas destinatários da verba repassada pela Pepper foi entregue por Danielle aos investigadores. Os nomes permanecem guardados a sete chaves e podem ensejar outra investigação. Oficialmente, a Pepper foi responsável pela estratégia de internet da campanha da presidente Dilma em 2010. Na reeleição, em 2014, ficou encarregada de produzir as páginas da candidata do PT no Facebook e Twitter. Pelo trabalho, recebeu R$ 530 mil por mês.
  

Em outro capítulo da delação, ao discorrer sobre a campanha vitoriosa de Renan Filho (PMDB-AL) ao governo de Alagoas, a cargo da Pepper, a publicitária voltou a implicar o governo federal – deixando claro o elo do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), com Dilma. Disse que sua empresa, por meio do marido e sócio Amauri dos Santos Teixeira, só aceitou participar da campanha de Renanzinho depois de um pedido expresso do Planalto.
Trechos da delação premiada de Danielle Fonteles já foram encaminhados ao Supremo Tribunal Federal (STF). A publicitária decidiu subscrever o acordo depois de tomar conhecimento das acusações dos executivos Otávio Azevedo e Flávio Barra, da Andrade Gutierrez, sobre parte das movimentações financeiras das campanhas da presidente, confirmadas por ela nos depoimentos aos investigadores. A delação foi dividida pela Procuradoria-Geral da República em duas partes. Os depoimentos que fazem menção a presidente Dilma foram encaminhados ao STF e estão sob análise do ministro Teori Zavascki, relator da Lava Jato no tribunal. Há ainda citações ao governador Fernando Pimentel (PT-MG) em exame pelo Superior Tribunal de Justiça, responsável pelas investigações da Operação Acrônimo.
  

A Pepper possui ligações pretéritas com o PT. Em 2003, se aproximou do partido por intermédio do publicitário Duda Mendonça. Sua estreia no governo foi no programa Fome Zero, embrião do Bolsa Família. Em 2010, a Pepper passou a ser investigada pela Polícia Federal após ser acusada de patrocinar um bunker em Brasília destinado a bisbilhotar e produzir dossiês contra adversários dos petistas. O QG foi idealizado por Fernando Pimentel, governador de Minas, então coordenador da campanha de Dilma.
Em junho do ano passado, a PF chegou a fazer buscas na sede da Pepper, situada num shopping da capital federal. Segundo a PF, há indicações de que a empresa foi usada para intermediar dinheiro do BNDES a Pimentel. Em março, o governador de Minas foi indiciado no âmbito da Operação Acrônimo por corrupção passiva, organização criminosa e lavagem de dinheiro. Durante o primeiro mandato de Dilma, Pimentel, na condição de ministro do Desenvolvimento, exercia forte influência sobre o banco de fomento. Sua mulher, Carolina Oliveira, é considerada uma espécie de sócia oculta da Pepper. De acordo com a PF, entre 2013 e 2014, a Pepper recebeu R$ 520 mil do BNDES por serviços de publicidade e repassou R$ 236 mil a Carolina. Foi a partir daí que os agentes encontraram indícios de que Carolina era mais do que apenas uma colaboradora da agência.
A má notícia para Giles Azevedo e, consequentemente, para Dilma, é que os investigadores reconhecem a consistência dos depoimentos de Danielle Fonteles. Foi com base neles que, na sexta-feira 15, o empresário Benedito Oliveira, o Bené, amigo de Pimentel, foi preso preventivamente, também na Operação Acrônimo. Em 2010, Bené foi o responsável por custear as despesas de uma mansão em Brasília alugada para abrigar funcionários da campanha da presidente, sob a coordenação de Pimentel. Para a PF, o governador de Minas recebeu “vantagens indevidas” de Bené, como o pagamento de despesas pessoais dele e de sua mulher, Carolina Oliveira. Na delação, a dona da Pepper confirmou que Benedito Oliveira atuava como um dos financiadores da primeira campanha presidencial de Dilma. As empresas de Bené, como a Gráfica e Editora Brasil, receberam meio bilhão de reais do governo do PT. Muitos desses pagamentos para serviços gráficos e organização de eventos, sem comprovação de prestação de serviços. Como aqueles combinados entre Giles Azevedo, o homem de Dilma no esquema, e Danielle Fonteles. 

21 de abril de 2016 às 9:39

Pré-candidatura de Paulinho da Habitação é oficializada em São Gonçalo do Amarante [1] Comentários | Deixe seu comentário.

O prefeito Jaime Calado e a deputada federal Zenaide Maia promoveram ato de filiações ao PR ontem em São Gonçalo do Amarante.

Zenaide foi aplaudida e reconhecida como “única representante do povo potiguar”, por aliados que defendem o governo Dilma Rousseff.

Durante o ato, Jaime apresentou o secretário Paulinho da Habitação como o pré-candidato a prefeito apoiado pelo seu grupo.

  

21 de abril de 2016 às 9:02

Ex-ministro Henrique Alves se recusa a fazer teste do bafômetro e tem habilitação apreendida pela polícia [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Do G1/RN:
Henrique Alves tem CNH retida após se negar a soprar bafômetro em Natal
Ex-ministro do Turismo foi parado em blitz na madrugada desta quinta (21). Operação Lei Seca prendeu 16 pessoas; 6 PMs também foram autuados.

Por Anderson Barbosa

Do G1 RN
  

O ex-ministro do Turismo Henrique Eduardo Alves (PMDB) se recusou a fazer um teste de bafômetro ao ser parado em uma blitz realizada pela Polícia Militar e Detran na madrugada desta quinta-feira (21) na Zona Sul de Natal. 

“Como não soprou o aparelho, a carteira de habilitação dele ficou retida”, afirmou o capitão Styvenson Valentim, coordenador da Operação Lei Seca no estado. 

Seis policiais militares também foram autuados.

Ainda segundo o capitão, Henrique Alves tem até cinco dias úteis para ir ao Detran reaver o documento. 

“Sem o teste do bafômetro não ficou comprovada a ingestão de bebida alcoólica. Assim, ele não vai responder criminalmente. Mas, ele ainda vai responder administrativamente e vai pagar multa de R$ 1.915,40”, explicou Styvenson. 

O G1 tentou falar com a assessoria de Henrique, mas não conseguiu contato. 

Ainda de acordo com o capitão, a blitz realizada na madrugada terminou com 16 pessoas presas e 132 CNHs recolhidas. 

A fiscalização aconteceu na rotatória da avenida Engenheiro Roberto Freire com a Rota do Sol, via de acesso às praias do litoral Sul potiguar.

Um carro oficial do Estado foi apreendido. 

O veículo era conduzido por um policial militar, que também foi autuado por ser recusar a soprar o bafômetro. 

PMs da Paraíba, Pernambuco e de Brasília também irão responder administrativamente.

21 de abril de 2016 às 8:38

Dilmistas fazem protesto neste momento na frente da casa de Michel Temer em São Paulo [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Cerca de 60 pessoas revoltadas com o provável impeachment da presidente Dilma Rousseff estão protestando neste momento na frente da casa do vice-presidente Michel Temer, em São Paulo.

Os manifestantes estão com faixas onde chamam Temer de “golpista”

  

21 de abril de 2016 às 8:13

Para Ezequiel Ferreira, mesmo seguindo a linha de independência, PSDB deve ajudar o governo a sair da crise [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Na entrevista coletiva concedida ontem na sede do PSDB, o presidente da Assembleia Legislativa, Ezequiel Ferreira de Souza, reforçou a intenção de apoiar o governo do Estado para que supere a crise que vem passsndo.
Porém, dentro da linha de independência de cada deputado.
“Cada deputado que chegou ao PSDB é oriundo de outros partidos como PSB, PMDB, PROS e PSD. Cada um tinha perfil de independência frente ao Governo, mas todos deram apoio às mensagens governamentais no ano que passou. Agora unidos e formando a maior bancada no Legislativo vamos contribuir com soluções num momento de crise e de dificuldades extremas em nome da população potiguar”, explica Ezequiel Ferreira, com a visão de que o governo não é de partido nem de governador, mas um instrumento para servir à população.

Ezequiel também enalteceu o crescimento do partido, com o trabalho de seus dirigentes e a chegada do seu bloco formado por quatro deputados.
“Com o trabalho que já vinha sendo realizado pelo presidente, Valério Marinho e pelo presidente de honra, deputado federal Rogério Marinho, o PSDB está presente hoje em mais de 150 municípios potiguares. Foram mais de 1.200 novas filiações. Temos mais de 60 pré-candidatos a prefeito e 1.200 pré-candidatos a vereador”, enumerou o deputado nesta quarta-feira (20), salientando que partido tinha 3 prefeitos e 51 vereadores e recebeu a filiação de 10 prefeitos e 10 vice-prefeitos e 121 vereadores.