Thaisa Galvão

19 de janeiro de 2017 às 22:45

Ao vivo na Globonews, Robinson desmente manchete do Globo e diz que finalmente governo federal se preocupou com sistema prisional [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O governador Robinson Faria concedeu entrevista hoje ao programa Studio I, da Globonews.

Robinson rebateu a manchete do jorna O Globo, que noticiou que ele teria autorizado negociar com o PCC a retirada de seus líderes do presídio de Alcaçuz.
Reafirmou que dua determinação sempre foi, e será, de não negociar com bandidos.
O governador também adiantou o que o Blog já havia publicado: que a polícia iria entrar no presídio.
Abaixo a entrevista completa:

19 de janeiro de 2017 às 14:30

Alheios ao que acontece no RN, candidato a presidente da Câmara e deputados potiguares jantarão hoje no Abade [2] Comentários | Deixe seu comentário.

Alheio ao que está acontecendo no Rio Grande do Norte, o deputado federal Jovair Arantes (PTB/GO), apontado como candidato de Eduardo Cunha à presidência da Câmara, chega hoje a Natal.

E às 20 horasparticipa de jantar com deputados do Rio Grande do Norte no Restaurante Abade.

Deputados também alheios ao que está acontecendo.
O que interessa para eles agora é a eleição marcada para 2 de fevereiro.
Jovair embarca para Pernambuco às 22 horas.

19 de janeiro de 2017 às 13:41

Bandido atira para matar diretor de Alcaçuz mas bala atinge de raspão seu capacete [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Diretor do presídio de Alcaçuz, Ivo Freire estava entre os pavilhões 1 e 2 quando foi alvo de um tiro disparado por um bandido.

Pela forma como foi o disparo, foi para matar o diretor, que estava de capacete e o tiro que tinha como alvo a cabeça dele, não o atingiu.

Bateu de raspão no capacete.
Mas o diretor não recuou e continua no presídio.
Nova entrada da polícia está programada para daqui a pouco.

19 de janeiro de 2017 às 13:23

Ex-governador Geraldo Melo sugere que Robinson dê ‘murro na mesa’ e desautorize quem negociou com bandido [1] Comentários | Deixe seu comentário.

Do ex-governador Geraldo Melo (PMDB) que administrou o Rio Grande do Norte antes da construção do polêmico presídio de Alcaçuz.

19 de janeiro de 2017 às 13:01

No 6º dia de rebelião, cenas mostram que retomada do presídio está longe de acontecer [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Mais confronto desde cedo em Alcaçuz, neste sexto dia de rebelião.
Presos do Pavilhão 5 (PCC), invadiram o Pavilhão 4 (Sindicato) e a polícia disparou tiros com balas de efeito moral (borracha).

Há feridos dentro do presídio.

Pelas cenas de hoje – momentaneamente mais calmo – a retomada do presídio pelo Estado está longe de acontecer.

19 de janeiro de 2017 às 12:16

Sem aval do secretário de Justiça, titular da Segurança optou por transferência de presos do PCC provocando ataques do Sindicato do RN em Natal [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Começa a ficar pra lá de insustentável a situação do policial federal Caio César Bezerra no cargo de secretário de Segurança do Rio Grande do Norte.
Foi de Caio, contra os argumentos do secretário de Justiça, Wallber Virgolino, a decisão de entrar em Alcaçuz e transferir presos do PCC – minoria no presídio – e não do Sindicato do RN.

Resultado: revolta do Sindicato e ataques em Natal e outras cidades do estado.
Sejuc, polícias, agentes penitenciários foram de encontro à posição do secretário denSegurança que, em entrevista coletiva, disse ter o comando das ações…
Responsável pelos presídios, o secretário Wallber Virgolino foi voto vencido.

A polícia também.
A decisão do secretário de Segurança, indiscutivelmente, trouxe um desgaste a mais para o governo.

E para  tentar reverter o desgaste, a solução, para quem acompanha tudo de perto, é a troca de comando das ações, e até a substituição do secretário.

19 de janeiro de 2017 às 10:06

Manaus, Boa Vista e Natal: capitais que registram rebeliões entre facções criminosas estão na rota de distribuição da droga colombiana [1] Comentários | Deixe seu comentário.

Do Estadão:

Quem quiser entender o porquê da súbita e violenta guerra entre facções no Brasil pode começar com as Farc e o vazio que elas deixaram no narcotráfico, ao assinar o acordo de paz na Colômbia.
A avaliação é de Paulo de Tarso dos Santos, da Unicamp. 

Estudioso do PCC e das vida penitenciária no País, o professor, aposentado, vem investigando há tempos o que chama de “geopolítica da droga no continente”. 
Cautelosamente, ele prefere chamar a análise do fenômeno de “uma hipótese a se investigar”. 
Guerra nos presídios 2
“As Farc tinham uma presença dominante e decisiva nesse mercado e sua saída acarreta muitas mudanças”, diz o cientista político. 
“Não foi por acaso que os embates, até aqui, ocorreram justamente em Manaus, Boa Vista e Natal” – áreas que estão “no caminho” das rotas de distribuição da droga colombiana.

“É uma briga por pontos estratégicos. Cada grupo sabe que, se não tomar a conexão, o outro toma.”

19 de janeiro de 2017 às 9:38

Manchete do Globo diz que governo negociou com PCC a transferência de líderes da facção [0] Comentários | Deixe seu comentário.

No Globo de hoje:

POR AURA MAZDA, ESPECIAL PARA O GLOBO

NATAL — O governo do Rio Grande do Norte decidiu negociar com o PCC para tentar retomar — ainda esta semana — o controle da penitenciária estadual de Alcaçuz, na Grande Natal. 
O presídio, o maior do estado, foi palco da matança de pelo menos 26 detentos no fim de semana. Segundo informações obtidas pelo GLOBO, uma delegada da Polícia Civil e um oficial da Polícia Militar foram designados para conversar com criminosos. O objetivo da negociação é evitar novo confronto com o Sindicato do RN, bando local rival da facção paulista.
Os policiais negociadores receberam a missão de descobrir as exigências dos presos e identificar quais delas poderiam ser atendidas. 
Uma das reivindicações foi atendida nesta quarta-feira: um grupo de 220 detentos, ligados à facção local, foi transferido do presídio de Alcaçuz, na Região Metropolitana de Natal, para a Penitenciária Estadual de Parnamirim (PEP). 
A retirada dos presos foi concluída entre 18h30m e 18h39m, mais de três horas após as tropas do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) e do Batalhão de Polícia de Choque (BPChoque) entrarem na unidade.
A remoção dos presos foi uma nova tentativa de o estado retomar o controle da unidade. Para a retirada dos detentos, foram usados quatro ônibus de turismo locados. 
Pela manhã, a Secretaria estadual de Segurança do Rio Grande do Norte já havia transferido 119 detentos do PEP para o Complexo Raimundo Nonato, na Zona Norte da capital potiguar.
Logo depois da transferência dos presos de Alcaçuz, houve tumulto do lado de fora, quando mulheres de presos atearam fogo em alguns objetos em frente à penitenciária para tentar impedir a remoção dos detentos. Nas ruas, incêndios simultâneos foram registrados em bairros de Natal. 
A Polícia não confirma que os ataques foram em retaliação às transferências, mas ao menos 12 ônibus e um veículo oficial do governo do estado foram incendiados.
Segundo o major Eduardo Franco, da assessoria de comunicação da PM, a penitenciária foi “toda apaziguada”. Os pavilhões 1 e 2 foram invadidos pelos agentes, e bombas de efeito moral foram detonadas. O complexo, no entanto, continua dominado pelos presos.
Outro pedido: a facção paulista demandou a transferência de cinco detentos, identificados como chefes do bando, para alguma penitenciária federal. O estado já enviou ao Departamento Penitenciário Federal (Depen) a solicitação de transferência desses criminosos. 
Os integrantes desta facção ocupam o presídio Rogério Coutinho Madruga, conhecido como pavilhão 5 de Alcaçuz. Dos quatro pavilhões de Alcaçuz, três abrigam detentos rivais.
A negociação com presos, por parte da PM, começou já na segunda-feira, quando homens do Batalhão de Choque entraram em Alcaçuz e debelaram, mesmo que por algumas horas, a rebelião iniciada na tarde de sábado. 
Anteontem, uma reunião entre o secretário de Segurança Pública e Defesa Social (Sesed), Caio Bezerra, o secretário de Justiça e Cidadania (Sejuc), Wallber Virgolino, além de outros integrantes do setor de inteligência estadual, decidiu que as negociações seriam encabeçadas pelos dois policiais designados.

O setor de inteligência teria escolhido negociar com a facção paulista porque esta teria mais força no estado. A ordem foi para manter diálogo com os detentos cabendo ao delegado-geral de Polícia Civil e ao comandante-geral da Polícia Militar indicar os negociadores.
De acordo com a assessoria de imprensa do governo, o estado designou duas pessoas como representantes, mas não para negociar e, sim, para “conversar e manter um contato” com os detentos porque, segundo a assessoria, é preciso existir comunicação. “É o que a polícia chama de verbalização”. A assessoria não comentou sobre o atendimento às exigências dos presos.
Na semana passada, no dia 10, antes da rebelião em Alcaçuz, o secretário Virgolino reconheceu que alguns estados “fazem um acordo tácito com os presos” para “não bagunçar, não matar ninguém, não fazer rebelião” e afirmou que, no Rio Grande do Norte, criminosos não tem regalias. “O estado recua, fica com medo do preso, e começa a aceitar de forma involuntária tudo do preso”.
Na mesma lista de medidas previstas para a retomada do controle de Alcaçuz estão a contratação de 700 agentes penitenciários e a nomeação do procurador Frederico Martins para ser o responsável pelo trâmites jurídicos da crise no sistema penitenciário.

OBRAS ESTRATÉGICAS PARA VOLTAR AO CONTROLE
O mesmo grupo que decidiu negociar com a facção também definiu como prioridade a conclusão da perimetral externa da Penitenciária com brita e asfalto e a solicitação de tubos à Petrobras para reconstruir o muro que separa os presos do pavilhão 5 e do pavilhão 4. 
Um anteprojeto de lei de convocação dos reservistas da Polícia Militar também deve ser analisado com urgência. A Assembleia Legislativa antecipará a volta do recesso para apreciar a convocação dos reservistas e também de professores temporário para educação dos presos.
Na rebelião iniciada no sábado, celas e salas do Rogério Coutinho — uma das poucas unidades prisionais do RN que ainda estava em perfeito funcionamento — foram destruídas. Em Alcaçuz, desde 2015, o presídio não tem grades nas celas. Os presos passam os dias soltos pelos pavilhões e pátios.
O motim foi encomendado por chefes da facção de São Paulo. Eles teriam agido por vingança, depois da matança no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), no Amazonas, comandada pela Família do Norte. 
Em Alcaçuz, cerca de 700 presos do bando local são filiados ao Sindicato do RN, facção aliada da FDN.
O setor de inteligência identificou que agentes penitenciários teriam sido “comprados” para abandonar o portão de aço que separa membros das duas facções rivais ao anoitecer, pouco depois do horário de visita dos presos. “As mulheres foram orientadas a levar mais comida para os maridos”, afirma um investigador, na condição do anonimato. Armas e outros objetos teriam sido jogados para dentro do presídio.

19 de janeiro de 2017 às 9:28

Caicó: Presos voltam a se rebelar no Pereirão [0] Comentários | Deixe seu comentário.

A noite foi de calmaria aparente em Caicó, onde detentos do presídio Pereirão se rebelaram ontem.

Hoje o clima é de aparente motim dentro do presídio.

19 de janeiro de 2017 às 3:16

Carro da STTU é queimado em Natal [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Um carro da STTU foi incendiado na noite desta quarta-feira, em Natal.

O veículo estava na frente do órgão da Prefeitura de Natal que fica na Ribeira.

Coincidência ou não, no período de ataques em Natal, quando o governo começou a instalar bloqueadores de celular no presídio de Parnamirim, um veículo da STTU também foi incendiado.

Pista?…

19 de janeiro de 2017 às 2:22

Motim em Caicó: Um morto e sete feridos [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Rescaldo do motim no presídio Pereirão, em Caicó, nesta quarta-feira:

Um preso e sete feridos.
Fora do presidio, um ônibus e veículos da secretaria de saúde queimados.
O prefeito Batata mandou recolher de imediato toda a frota da Prefeitura para evitar que mais carros do serviço público sejam danificados.
No final da noite o clima já era mais calmo em Caicó.
Abaixo vídeo gravado no momento do motim:

Carros sendo queimados na Secretaria de Saúde

19 de janeiro de 2017 às 1:45

Robinson Faria afirma que seu governo não negocia com bandidos [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O governador Robinson Faria fez um pronunciamento na noite desta quarta-feira.

E voltou a afirmar que sua gestão não negocia com bandidos.

Robinson rebateu o sindicato dos agentes penitenciários que acusou a Secretaria de Segurança de negociar com presos.