Thaisa Galvão

26 de janeiro de 2017 às 9:38

Em depoimento espontâneo à força-tarefa da lava jato, Eike citou Guido Mantega, João Santana, Mônica Moura, PT e PSDB [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Prevendo uma operação como a de hoje, o megalomaníaco Eike Batista, hoje o homem mais rico do Brasil, que sonhava ser o mais rico do mundo, daí ter se aproximado do Palácio do Planalto nos governos Lula e Dilma Rousseff, foi a Curitiba no ano passado para prestar esclarecimentos, espontaneamente, à força-tarefa da lava jato.
O depoimento por conta própria de Eike foi considerado como uma pré-delação premiada caso viesse a ter o nome envolvido no escândalo.
No depoimento ele citou o ex-ministro da Fazenda de Dilma, Guido Mantega, que, segundo Eike, lhe pediu 5 milhões de reais.
O dinheiro seria para pagamento de serviços prestados à presidente pelo casal marqueteiro 

João Santana e Mônica Moura.
No depoimento espontâneo Mônica teria pedido dinheiro ao advogado de Eike, que teria repassado dinheiro como doação não registrada.
Em seu depoimento na época, Eike Batista disse que o destino final do dinheiro era o PT.
Mas também falou de doações ao PSDB.
A pré-delação de Eike mostrou uma disposição de Eike para falar, caso fosse envolvido, como foi, e isso preocupa além de PT e PSDB, o PMDB.

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