Holiday

Thaisa Galvão

30 de janeiro de 2017 às 23:58

Médica diz que cabelo implantado de Eike Batista voltará a crescer [1] Comentários | Deixe seu comentário.

Da

Cabelo de Eike Batista vai voltar a crescer, diz médica que trata do empresário

30 de janeiro de 2017 às 22:05

Em cela comum com outros presos, Eike Batista é raspar cabelo implantado [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O milionário Eike Batista está preso em uma cela comum.

É que ele não tem curso superior.

Antes de ser levado à cela com beliches, um buraco no chão fazendo as vezes de vaso sanitário, e banho gelado, Eike teve o cabelo implantado raspado.

O que fez muita gente imaginar que a cabeça do empresário havia sido raspada.

30 de janeiro de 2017 às 21:57

Entrevista de Eike Batista ao Jornal Nacional acena para delação [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Do Jornal Nacional:
Após quatro dias como foragido, Eike Batista é preso no aeroporto do Rio


Ele veio de Nova York e disse que nunca pensou em fugir. ‘Está na hora de eu mostrar, ajudar a passar as coisas a limpo’

Depois de quatro dias foragido, o empresário Eike Batista foi preso na manhã desta segunda-feira (30) ao desembarcar no Aeroporto Tom Jobim, no Rio de Janeiro.

O correspondente Felipe Santana acompanhou a viagem dele de Nova York até o Rio e entrevistou o empresário antes e durante o voo.

Ninguém imaginava que ele fosse chegar sozinho, muito menos três horas antes do voo. 

Passou pela segurança como se nem fosse um foragido internacional e ficou na área de embarque comum, mesmo tendo um bilhete da classe executiva.

Primeiro, ele era reconhecido, mas estava sempre ao telefone. E aí, algum tempo depois de entrar na área de embarque do aeroporto JFK, em Nova York, Eike Batista começou a ser abordado por brasileiros. 

O terminal recebe muitos brasileiros. Dois voos para o Brasil sairiam em pouco tempo. E os comentários em relação a ele se dividiam entre positivos e negativos.

“E aí saiu agora que você estava voltando, falei assim: legal, o cara é firme, não deve nada, não teme”, elogiou um brasileiro.

“E aí? Vai tomar catuaba selvagem com o teu colega Cabral?”, criticou outro.

Repórter: E esse tipo de reação?

Eike: Paciência. É assim, né?

Mas foram mais fotos do que críticas. No clima quase amistoso, ele avisou:

“Estou voltando porque, sinceramente, vou mostrar como é que são as coisas. Simples assim”.

Uma possível delação de Eike Batista poderia ser bombástica. E, pelo que ele disse, parece ser essa a intenção.
“Tem que se mostrar o que é, né? Está na hora de eu mostrar. Ajudar a passar as coisas a limpo. Eu acho que o Ministério Público está passando o Brasil a limpo de uma maneira fantástica”, disse o empresário.

Repórter: Qual vai ser a sua colaboração?

Eike: Vou continuar construindo como sempre construí coisas no Brasil. Nos últimos 16 anos, US$ 40 bilhões que a gente investiu em projetos que são legados.

Repórter: Para cada obra que tem que fazer tem que colaborar com os partidos. Não se pode ser um empreendedor independente no Brasil?

Eike: Olha eu digo que o Brasil que está nascendo agora vai ser diferente porque você vai pedir as suas licenças, você vai passar pelos procedimentos normais, transparentes e, se você for melhor, você ganhou e acabou a história. Para mim está muito claro que isso vai acontecer. Acho que talvez o único no mundo do jeito que está sendo feito no Brasil.

Repórter: Qual o seu pior receio chegando no Brasil?

Eike: Eu estou à disposição da Justiça como um brasileiro, estou cumprindo o meu dever. Estou voltando, essa é a minha obrigação.

Desde quinta-feira (26), as equipes do JN estavam atrás do empresário em Nova York para ouvi-lo depois que a Polícia Federal bateu na casa dele, cedinho, no Rio de Janeiro, e viu que ele não estava lá. Poucas horas depois, entrou na lista de foragidos da Interpol.
Até a própria polícia achou que Eike Batista poderia estar fugindo porque tinha saído do Brasil com passaporte alemão.

O empresário diz que nunca pensou em fugir.

Repórter: E alguma vez passou pela cabeça não voltar?

Eike: Não, jamais. Fiquei surpreso e estou voltando porque sinceramente vou mostrar como é que são as coisas. Simples assim.

Repórter: Vai contar coisas que a gente não sane?

Eike: Como estou nessa fase me entregando para a Justiça, melhor não falar nada. Depois da Justiça, o que for permitido falar vai acontecer depois, agora não dá.

Repórter: Isso altera seus planos? Como são seus planos para o futuro?

EIke: Altera. Vai dizer que não altera?

Eike Batista é acusado de ter pagado propina para o ex-governador do Rio Sérgio Cabral: US$ 16,5 milhões – R$ 52 milhões. Em troca, teria a boa vontade do governador em projetos no Rio.

Em 2016, Eike Batista se apresentou voluntariamente aos investigadores da Lava Jato em Curitiba. Lá, disse que não era da cultura das empresas dele pagar propina.

“Essa é a cultura da casa. Olha, entendo, quando você tem desse tamanho, você não quer fazer nada errado. A minha cultura é a de fazer a coisa certa, tá certo”?, disse na época.

Agora, ele acha que o Brasil vai mudar.

“Olha, eu digo que o Brasil que está nascendo agora vai ser diferente porque você vai pedir as suas licenças, você vai passar pelos procedimentos normais, transparentes e, se você for melhor, você ganhou e acabou a história”, disse.

Os investigadores dizem que o dinheiro da propina saiu da conta de uma das empresas de Eike Batista no Panamá. Para justificar a transferência, foi feito um contrato falso de intermediação de venda de uma mina de ouro. Mas ninguém disse onde ficava essa mina.

Repórter: Tem uma mina de ouro aí. Pode falar sobre?

Eike: (Nega com a cabeça).

Repórter: Mas existia essa mina de ouro?

Eike: (Balança a cabeça em sinal afirmativo).

Repórter: Mas não valia aquilo essa mina de ouro?

Eike: É a maior mina de ouro da Colômbia, 100% minha.

Repórter: Mas o que está acontecendo então?

Eike: Melhor eu não… Eu estou sub judice. Eu acho que talvez o Brasil, do jeito que o Brasil está fazendo, nós vamos nos tornar um país bastante único e bacana nesse sentido. Transparência vai ser algo espetacular.

Repórter: Será que a gente consegue chegar lá?

Eike: Ué, não estamos chegando? Eu estou enxergando que sim. É assim que tem que ser.

Repórter: Você então é um entusiasta da Lava Jato.

Eike: Acho espetacular. Se você traz capital, porque o Brasil é um país espetacular para investir em coisas grandiosas como as que eu já fiz, então, fazer isso num ambiente em que todo mundo reconhece que é transparente, é o que precisa. Isso cria valor, multiplica. Demora. Durante é sempre complicado, o Brasil fica com aquela imagem de ser um país corrupto, mas como eu estava falando, os Estados Unidos em 2008, os bancos, o que eles fizeram? Venderam papéis. Nós no Brasil não somos nada em comparação ao que fizeram lá.

Agora, ele acha que o Brasil vai mudar.

“Olha, eu digo que o Brasil que está nascendo agora vai ser diferente porque você vai pedir as suas licenças, você vai passar pelos procedimentos normais, transparentes e, se você for melhor, você ganhou e acabou a história”, disse.

Os investigadores dizem que o dinheiro da propina saiu da conta de uma das empresas de Eike Batista no Panamá. Para justificar a transferência, foi feito um contrato falso de intermediação de venda de uma mina de ouro. Mas ninguém disse onde ficava essa mina.

Repórter: Tem uma mina de ouro aí. Pode falar sobre?

Eike: (Nega com a cabeça).

Repórter: Mas existia essa mina de ouro?

Eike: (Balança a cabeça em sinal afirmativo).

Repórter: Mas não valia aquilo essa mina de ouro?

Eike: É a maior mina de ouro da Colômbia, 100% minha.

Repórter: Mas o que está acontecendo então?

EIke: Melhor eu não… Eu estou sub judice. Eu acho que talvez o Brasil, do jeito que o Brasil está fazendo, nós vamos nos tornar um país bastante único e bacana nesse sentido. Transparência vai ser algo espetacular.

Repórter: Será que a gente consegue chegar lá?

Eike: Ué, não estamos chegando? Eu estou enxergando que sim. É assim que tem que ser.

Repórter: Você então é um entusiasta da Lava Jato.

Eike: Acho espetacular. Se você traz capital, porque o Brasil é um país espetacular para investir em coisas grandiosas como as que eu já fiz, então, fazer isso num ambiente em que todo mundo reconhece que é transparente, é o que precisa. Isso cria valor, multiplica. Demora. Durante é sempre complicado, o Brasil fica com aquela imagem de ser um país corrupto, mas como eu estava falando, os Estados Unidos em 2008, os bancos, o que eles fizeram? Venderam papéis. Nós no Brasil não somos nada em comparação ao que fizeram lá.

Eike Batista sentou na poltrona 5A da classe executiva, ao lado da porta do avião. O repórter do JN sentou do outro lado do corredor. Ele tomou um comprimido que disse ser um remédio para o estômago. Mexeu muito no celular, mesmo sem estar conectado à internet.

Repórter: Eles te acusam de pagar propina. Você vai admitir?

Eike: Olha, eu já te falei. Eu tenho que responder isso para a Justiça. Eu não posso passar isso para ninguém antes. Senão, não fica legal.
Ele não jantou. Bebeu dois copos de leite.

Repórter: Tem sono bom?

Eike: Tenho, graças a Deus.

Uma hora, depois dormiu no confinamento da poltrona uma noite em liberdade. O empresário acordou meia hora antes do pouso. Também não tomou café. De manhã, parecia mais abalado.

Repórter: Como é que espera que seja essa chegada no Rio hoje?

Eike: Eu não tenho a mais vaga noção.

O avião pousou num dia bonito de sol no Rio de Janeiro de que o empresário tanto gosta. O piloto pediu para que os passageiros ficassem sentados. Cinco minutos depois do pouso, Eike Batista já estava com os policiais federais.

Eike Batista foi retirado do avião antes de todo mundo. Do lado de fora, ele já descia as escadas laterais, os últimos passos dele antes de ir para a cadeia.

Repórter: Você gosta da Lava Jato mesmo que ela possa lhe custar a liberdade?

Eike: Olha, é aquele negócio. Se foram cometidos erros, você tem que pagar pelos erros que você fez. É assim, né?

30 de janeiro de 2017 às 17:23

Prefeitura de Parnamirim recebe IPTU com desconto até amanhã [0] Comentários | Deixe seu comentário.

A Secretaria de Tributação da Prefeitura de Parnamirim recebe até esta terça-feira o pagamento do IPTU com desconto de 10%.
A redução vale para pagamento da cota única. 

Quem optar pelo parcelamento deve depositar o pagamento da primeira parcela também nesta terça-feira.
Quem perder o prazo estará sujeito a multa e juros, calculados de acordo com o valor do IPTU.
“Mesmo com a crise os moradores estão optando por aderir ao desconto e realizando o pagamento do IPTU no prazo. Esperamos que até amanhã mais contribuintes efetuem o pagamento”, afirmou o secretário de Tributação, José Jacaúna.

O boleto do IPTU pode ser impresso direto do site da Prefeitura no www.parnamirim.rn.gov.br

30 de janeiro de 2017 às 17:15

Ministro da Educação inaugura ampliação da UTI Neonatal da Maternidade Januário Cicco [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O ministro da Educação Mendonça Filho, está em Natal.

Ele participou há pouco da inauguração das obras de ampliação e reforma da UTI Neonatal da Maternidade Escola Januário Cicco.
O vice-governador Fábio Dantas representou o Governo.

Presentes o senador José Agripino, os deputados federais Felipe Maia, Rogério Marinho e Beto Rosado.
O ministro foi recebido pelo presidente da EBSERH – responsável pelos hospitais universitários – e pela reitora da UFRN, Ângela Paiva.

30 de janeiro de 2017 às 16:05

Rogério Marinho e Fábio Dantas falam de política antes de receberem o ministro da Educação [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Amigos há tempos, aliados quando possível, o deputado federal Rogério Marinho (PSDB) e o vice-governador Fábio Dantas (PCdoB) almoçaram juntos hoje na churrascaria Sal e Brasa.

Ao Blog os dois disseram que estavam juntos para receberem juntos o ministro da Educação, Mendonça Filho (DEM).

Fábio representando o Governo, já que o governador Robinson Faria (PSD) está em Brasília.
Certamente que os acontecimentos políticos entrou no cardápio-rodízio do almoço.
Foto Thaisa Galvão

30 de janeiro de 2017 às 13:29

Rogério Marinho diz que PSDB está afinado e agradece a Ezequiel indicação de seu nome para o Senado [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Entre o deputado federal Rogério Marinho e o empresário Marcelo Alecrim, quem seria o candidato a senador pelo PSDB?
Segundo Rogério, ainda é cedo para definir candidaturas, e ele agradece ao deputado Ezequiel Ferreira por lembrar do seu nome para o Senado.
E o nome de Rogério é o da vez.
Uma candidatura ao Senado pode até estar caindo no colo do empresário Marcelo Alecrim, como se discutiu no fim de semana, maaasss….

Marcelo é muito amigo dos senadores José Agripino (DEM) e Garibaldi Filho (PMDB) e não iria para uma disputa contra nenhum dos dois, que hooooje – digo hoje – são candidatos à reeleição.
E como o PSDB, que agregará mais uns 15 prefeitos, com musculatura de maior partido do estado, terá candidatura majoritária – Senado – o nome deve mesmo ser o que foi lançado por Ezequiel: Rogério Marinho.
O que não significa que Marcelo Alecrim ficará de fora do processo, podendo disputar uma cadeira na Câmara Federal.
“O PSDB está bem afinado”, garantiu ao Blog o deputado Rogério Marinho.

30 de janeiro de 2017 às 11:22

Vídeo: Eike Batista é preso ao desembarcar no Rio de Janeiro [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O mega-empresáeio Eike Batista, que já foi o homem mais rico do Brasil, segundo a Forbes, e sonhava ser o homem mais rico do mundo – chegou a ser o 8º – já está preso.

Ele está na sede da Polícia Federal, no aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, onde desembarcou vindo de Nova York.

30 de janeiro de 2017 às 9:09

Eike Batista já sabia do pedido de prisão quando embarcou para os Estados Unidos [0] Comentários | Deixe seu comentário.

De Ancelmo Góis, no Globo de hoje:

E o site O Antagonista foi mais além:

30 de janeiro de 2017 às 8:56

Agripino reforça tese de que Alcaçuz foi ‘um equívoco’ e considera construção do presídio um ‘mau investimento’ [1] Comentários | Deixe seu comentário.

Em entrevista hoje cedo à 96FM, o senador José Agripino Maia (DEM) reafirmou suas ações como parlamentar, para ajudar o governo do Estado e solucionar a crise no sistema prisional, e reforçou o que já vinha dizendo o governador Robinson Faria: “o presídio de Alcaçuz foi um equívoco, construído em área de dunas”.

E o senador foi mais além: “Foi um mau investimento”.
Agripino disse concordar com a desativação do presídio, como anunciado pelo Governo.

30 de janeiro de 2017 às 8:20

Presidente do STF homologa delações da Odebrecht [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Do G1:
Cármen Lúcia homologa as delações da Odebrecht
Material agora será encaminhado para a Procuradoria-Geral da República, que vai decidir sobre quais pontos irá pedir investigações
Por Mariana Oliveira, TV Globo, Brasília
A presidente do Supremo Tribunal Federal, Cármen Lúcia, homologou as 77 delações de executivos e ex-executivos da construtora Odebrecht. Agora, o material será encaminhado para a Procuradoria-Geral da Républica, que vai analisar os documentos para decidir sobre quais pontos irá pedir investigação.

Na sexta-feira (27), juízes auxiliares do gabinete do ministro Teori Zavascki concluíram as audiências com os 77 executivos e ex-executivos da Odebrecht que fecharam acordo de delação premiada no âmbito da Operação Lava Jato.

Teori era relator da operação no tribunal. Com a morte do ministro, em um acidente de avião no último dia 19, a presidente do STF autorizou que os juízes auxiliares concluíssem os trabalhos.

Nas audiências com os executivos e ex-executivos da Odebrecht, os juízes perguntaram aos delatores se as informações foram prestadas nos depoimentos de livre e espontânea vontade, sem coação por parte dos investigadores.

30 de janeiro de 2017 às 7:25

Possibilidade de presidente do STF homologar delações da Odebrecht recebe críticas de governistas [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Da Folha:
Tentativa de apressar delação da Odebrecht incomoda governo
DANIELA LIMA
A expectativa de que a presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Cármen Lúcia, homologue até terça-feira (31) a delação premiada dos 77 executivos da Odebrecht incomodou aliados do presidente Michel Temer.
Pessoas próximas ao presidente enxergam na “pressa” da ministra mais um sintoma de que ela busca proeminência para se firmar como líder nacional. 

Integrantes do governo afirmam ainda que Cármen Lúcia, agindo dessa forma, busca criar um fato “político”, ampliando a ansiedade sobre o tema.
Entre integrantes do governo, a leitura é que a presidente do STF acabará dando ares ainda maiores de excepcionalidade ao episódio caso de fato chame para si a responsabilidade da homologação antes do retorno oficial dos trabalhos do Judiciário, que está em recesso. 

O Supremo volta ao ritmo normal no dia 1º.
A homologação é a última etapa para que o acordo seja validado juridicamente. 

O acordo de colaboração premiada da Odebrecht caiu nas mãos da presidente do Supremo após a morte de seu colega Teori Zavascki, em um acidente aéreo no dia 19. Ele era o relator da Operação Lava Jato na Corte.
A expectativa era a de que Teori homologasse a delação em fevereiro. Um novo relator para o caso no Supremo deve ser escolhido por sorteio.
IMPACTO

A delação da Odebrecht é apontada como a mais importante da Lava Jato. 

Foram mencionados até agora nas negociações nomes do governo Temer, incluindo o próprio presidente, além dos ex-presidentes Dilma Rousseff e Luiz Inácio Lula da Silva, os tucanos José Serra e Geraldo Alckmin e parlamentares. Todos negam irregularidades.
Cármen Lúcia passou o sábado (28) em seu gabinete em Brasília estudando o material da delação. Não se sabe se, além de homologar a documentação, a presidente do STF também decidirá levantar o sigilo dos depoimentos prestados pelos executivos da empreiteira, tonando público o conteúdo dessas falas.
Com relação a isso, aliados de Temer decidiram adotar um tom pragmático. Dizem que a avalanche de revelações viria à tona, cedo ou tarde, e que não há o que fazer quanto a isso.
Entre advogados e políticos, a expectativa é que a delação da Odebrecht amplie substancialmente o alcance da Lava Jato.
Integrantes do Congresso e do governo já dão como certo o fato de que esse acordo trará uma série de implicações.

30 de janeiro de 2017 às 7:15

Eike Batista deve desembarcar às 10h30 no Rio onde será preso na sede da Polícia Federal do Galeão [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O empresário Eike Batista deverá chegar ao aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, por volta das 10h30.

Ele será preso na sede da Polícia Federal, ainda no aeroporto, antes de fazer exame de corpo delito e seguir para um presídio onde, certamente, por não ter curso superior, ocupará uma cela comum.
No aeroporto JFK, em Nova York, onde embarcou depois da meia-noite, ele deu declarações à TV Globo.
CLIQUE AQUI para acompanhar.
Abaixo Eike no avião

30 de janeiro de 2017 às 3:46

Resultado do Sisu será divulgado hoje [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O resultado do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) será divulgado hoje.

As inscrições terminaram às 23h59 deste domingo. 

Os resultados poderão ser conferidos no endereço http://sisu.mec.gov.br/.

30 de janeiro de 2017 às 2:12

Nome de Marcelo Alecrim surge como possível candidato ao Senado num PSDB desafinado [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Até que ponto o PSDB do Rio Grande do Norte anda afinado?

Presidente da Assembleia Legislativa, o deputado estadual Ezequiel Ferreira de Souza assumirá a presidência do partido em maio próximo.

E na entrevista que concedeu à Tribuna do Norte na semana passada, e que foi publicada neste domingo, apontou o deputado federal Rogério Marinho e o empresário mossoroense, Tião Couto, como nomes do PSDB com possibilidades de disputar uma vaga no Senado em 2018.
“Nós temos o deputado federal Rogério Marinho, com grande atuação em Natal. Respeitado por seu trabalho e liderança. Ele tem hoje uma atuação em todo o Estado. Poderia ser um nome do PSDB para disputar qualquer cargo. Inclusive o Senado”, lançou Ezequiel.
“Tião Couto é outro nome do partido. Um empresário vitorioso, com bonita história de vida, que também teria todas as chances de ser candidato [ao Senado]”, concluiu o parlamentar.
Porém…
Mesmo prestes a assumir a presidência do PSDB, o deputado Ezequiel não participou de uma conversa na casa do empresário Marcelo Alecrim, na praia de Pirangi, com presença de Rogério e Tião Couto.

E onde o nome de Marcelo ganhou cotação para diputar o Senado, o de Rogério para reeleição como deputado federal, e o de Tião como candidato a estadual.
Presente à conversa/articulação, o vice-prefeito de Natal Álvaro Dias (PMDB), que para 2018 trabalha a candidatura do prefeito Carlos Eduardo (PDT) a governador.

Chapa completa…e discutida por um grupo restrito…

30 de janeiro de 2017 às 1:00

Presidente da Assembleia Ezequiel Ferreira mostra como a bancada estadual ajudou o RN a combater crise na segurança pública [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Ao contrário da bancada federal, com voz no Congresso Nacional, e bem mais próxima do Palácio do Planalto, os deputados estaduais fizeram sua parte.

Se não para sair dessa crise no sistema prisional, pelo menos para ajudar o Rio Grande do Norte a se livrar de outras crises futuras.

Mas pelo menos tomou uma atitude.

Sobre o assunto o presidente da Assembleia, deputado Ezequiel Ferreira de Souza, concedeu entrevista ao jornal Tribuna do Norte.
Entrevista publicada na edição deste domingo.

Abaixo os trechos da entrevista em que Ezequiel fala sobre o papel da AL no cenário atual da administração pública do RN:

A Assembleia aprovou a doação de carros para a polícia e a saúde… 

Diante da economia que fez, a Assembleia já estudava desde o ano passado uma forma de retribuir à sociedade, efetivamente, uma ação e identificamos, nessa crise, que precisaríamos de uma polícia mais ostensiva. Daí a ideia de fazer o projeto, aprovado pela Mesa e à unanimidade dos deputados, para que possamos agir em duas frentes, nas áreas de segurança e de saúde. Para isso, a Assembleia vai entregar às policias e ao setor de segurança, 50 viaturas (R$ 5 milhões) e também 85 ambulâncias (R$ 8 milhões). 

Identificadas, em estudos que fizemos, que há uma demanda necessária em hospitais regionais, em prefeituras e vários órgãos do Governo estadual. Serão entregues nas instituições e municípios que tiverem necessidade. Temos municípios que não tem ambulâncias, hospitais regionais que estão parados.
A licitação será feita pela própria Assembleia ou o recurso será doado diretamente ao Governo? 

Vamos entregar os veículos envelopados. Para a Policia Militar e também à Policia Civil e Sejuc. Assim como as ambulâncias para a área de saúde das unidades e municípios que serão atendidos.
Já sabe quantas ambulâncias vão para o Governo do Estado e quantas para os municípios? 

Não existe essa definição ainda. Isso é de acordo com a demanda e a necessidade que há no Estado e nos municípios. Como nós temos 24 deputados, que diariamente recebem suas lideranças políticas, prefeitos, vice-prefeitos e vereadores, essa radiografia os próprios deputados já têm e sabem a necessidade dos locais nos quais há falta desse instrumento para socorro de vítimas. 
O senhor não acha que isso estimula a chamada “ambulancioterapia”, tão criticada? 

De maneira nenhuma. O critério será onde não tem [ambulância]. Por exemplo, Currais Novos tem, mas não uma ambulância semi-UTI. Imagine um acidente sério no município. E preciso uma ambulância desse tipo para fazer o transporte. Estamos, exatamente, com essa doação, ocupando um espaço que está vazio. Não se trata de estímulo à “ambulancioterapia”, mas de levar um instrumento que já se teve, mas por problemas de ordem financeira ou por outra dificuldade, hoje a gente não tem. 
E quanto aos 50 veículos para viaturas policiais, como será a distribuição? 

Será para o sistema de segurança do Rio Grande do Norte: Policia Civil, Policia Militar, um para o Corpo de Bombeiros e da mesma forma para o Itep. Nós gostaríamos que fossem carros 4×4 [com traçâo nas quatro rodas] para poder servir em vários tipos de terreno. E se for a diesel, melhor. 
Os projetos enviados pelo Executivo foram aprovados, mas o líder do Governo observou que faltou diálogo na apresentação do substitutivo. Está faltando diálogo do Governo com a Assembleia, com o líder e com as bancadas? 

Acredito que o Governo tem conversado com o seu líder. Se houve alguma falha momentânea, isso será resolvido.
Como o senhor tem acompanhado essa crise na segurança do Estado? 

Todos nós assistimos os lamentáveis episódios no país e, particularmente, aqui, com multa preocupação, no caso de Alcaçuz. Cada crise tem uma fonte geradora. Essa última é uma guerra de facções, que começou em outros estados e chegou ao Rio Grande do Norte. Preocupou muito, tanto que a Assembleia tomou as medidas que todos assistiram. Mais do que isso, participei de reunião, convocada pelo Governo do Estado e com toda a sua equipe de segurança. Foram explanadas as ações tomadas pelo Governo. Acho que, diante dessa crise que estamos vivendo, podemos, com essas reportagens negativas, em níveis nacional e internacional, transformar em oportunidade de resolvermos em definitivo o problema do sistema carcerário do Rio Grande do Norte, levando ao governo federal o que aconteceu no Estado para irmos atrás de mais recursos e, de uma vez por todas, construirmos novas penitenciárias. Acho que temos possibilidade, porque há no Estado o “cristalino” e defendemos, junto ao governador, que os novos Investimentos sejam feitos em núcleos de penitenciárias menores do que Alcaçuz. E possam ser distribuídas e feitas em terras difíceis de se escavar, em áreas nas quais não se tenha acesso a sinais de telefones celulares. Então, já seria desnecessário bloqueadores. 

Além disso, a distribuição [em diferentes regiões e municípios do Estado], poderia fomentar a economia, queira ou não, de determinadas localidades onde a penitenciária se instalar. Acho que a linha do governador é de sepultar de uma vez, ainda este ano, Alcaçuz. O governador me disse que já tem dois presídios próximos de ficarem prontos e que recebeu R$ 47 milhões do Governo Federal para incrementar outro presídio em local que ainda não está definido. Também é preciso um pacto de todos os Poderes, do Ministério Público, do Tribunal de Contas, da bancada federal e toda classe política para fazer um apelo ao Governo Federal. Diante de uma crise dessa magnitude, é preciso ter o socorro necessário para o Rio Grande do Norte e, a médio prazo, resolver em definitivo o problema do sistema carcerário. 
O senhor acha que a atuaçâo do governo estadual nessa crise da segurança e do sistema penitenciário foi adequada? 

As imagens, que os cidadãos brasileiros e do Rio Grande do Norte assistiram, passam insegurança. É natural que o cidadão só se sinta seguro quando não tiver mais aquelas imagens, que mostram presos com celular e armados. Na hora em que essas imagens sumirem, passa para o cidadão que o Estado tomou conta de Alcaçuz. O Executivo tem a Polícia e as pessoas que estão preparadas para administrar a crise no sistema prisional. 

Eu acredito que nenhum governador gostaria de ter o seu Estado veiculado, em nível nacional e até internacional, da forma que o Rio Grande do Norte foi mostrado. Por isso, que acredito e, conhecendo Robinson Faria e a sua boa intenção, que ele fez o que era possível no momento.