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Thaisa Galvão

2 de Março de 2017 às 17:38

Marcelo Odebrecht diz que era o “otário do Governo” [1] Comentários | Deixe seu comentário.

Aos poucos o depoimento sigiloso de Marcelo Odebrecht vai vazando…
Da Folha:
Odebrecht diz que era ‘otário do governo’ e cita Itaquerão e Vila Olímpica
BELA MEGALE / BRASÍLIA

MÔNICA BERGAMO

COLUNISTA DA FOLHA

O ex-presidente e herdeiro da Odebrecht, Marcelo Odebrecht, disse em depoimento à Justiça Eleitoral que era chamado por políticos para resolver situações de urgência, como a construção da Arena Corinthians, em São Paulo, e da Vila Olímpica, no Rio.
Em audiência realizada na tarde de quarta-feira (1º), o empreiteiro foi perguntado pelo ministro do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) Herman Benjamin, relator da ação que investiga a chapa Dilma Rousseff e Michel Temer na eleição de 2014, se ele dava ordens ao governo, já que tinha relação com a então presidente e com o seu ministro da Fazenda Guido Mantega.
Foi então, segundo relatos obtidos pela Folha, que Marcelo respondeu que “não era o dono do governo”. 
“Eu era o otário do governo. Era o bobo da corte do governo”, declarou. A frase foi revelada no site do jornal “O Estado de S. Paulo” na quarta.
Marcelo acrescentou que autoridades o escalavam para assumir negócios e obras que ele não queria fazer. 

Como exemplos, o empresário citou a construção das estruturas metálicas da Arena Corinthians e da Vila Olímpica, que abrigou as delegações de atletas durante os Jogos Olímpicos de 2016.
Marcelo relatou que Eduardo Paes (PMDB), na época prefeito do Rio de Janeiro, afirmou que se a Odebrecht não entrasse na obra não haveria Olimpíada.
O empreiteiro se definiu também como uma espécie de “embaixador” de outros empresários do setor junto ao governo e disse que sempre alertava os colegas de que a relação com a administração federal tinha “custos financeiros” com os quais ele não estaria disposto a arcar sozinho.

FAVOR
Como a Folha revelou em setembro de 2016, Emílio Odebrecht, presidente do conselho de administração do grupo e pai de Marcelo, afirmou em fase de negociação de seu acordo de delação que a Arena Corinthians foi uma espécie de presente ao ex-presidente Lula. 

A informação foi dada posteriormente no depoimento de sua delação.
Conhecida como Itaquerão, a arena do Corinthians foi construída pela empreiteira de 2011 a 2014, quando foi palco da abertura da Copa do Mundo. 

Custou R$ 1,2 bilhão, quase 50% acima da estimativa inicial do projeto, de R$ 820 milhões.
A obra foi financiada por recursos do BNDES (R$ 400 milhões), títulos autorizados pela Prefeitura de São Paulo (de até R$ 420 milhões) e empréstimos em bancos privados. Na época, o prefeito era Gilberto Kassab (PSD).
A Vila Olímpica, formada por 31 prédios, foi construída pela Consórcio Ilha Pura, formado pela Odebrecht Imobiliária e pela Carvalho Hosken.
Na abertura, o local foi alvo de críticas de vários atletas por apresentar problemas como instalações hidráulicas e elétricas inacabadas.

2 de Março de 2017 às 17:14

Michel Temer nomeia Aloysio Nunes para Ministério das Relações Exteriores e abre duas vagas no Senado [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O presidente Michel Temer manteve com o PSDB o Ministério das Relações Exteriores, até antes do Carnaval ocupada pelo ex-governador José Serra.

Serra pediu pra sair.

Hoje Temer anunciou para o cargo o senador Aloysio Nunes (PSDB).
A ida de Nunes para o Ministério abre duas vagas no Senado: 

A de senador, que será ocupada pelo suplente, ex-deputado Airton Sandoval (PMDB-SP)…

E a de líder do Governo no Senado, que ainda não foi anunciado, mas que será ocupada por um senador no exercício do mandato.

2 de Março de 2017 às 17:03

Natal: Depois das cinzas, a chuva [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Depois da quarta-feira de cinzas, a quinta-feira de chuvas em Natal.

E alguns estragos registrados que circulam em grupos da internet.

Na avenida João Medeiros Filho, na zona Norte, uma cratera se abriu.


Alagamento na avenida das Alagoas, zona Sul:

Na avenida Alexandrino de Alencar, em frente à Faculdade Estácio:

Vídeo Paulo Henrique Cardoso

Em Parnamirim, na rua ao lado do cemitério:

Vídeo Kennedy Diniz

2 de Março de 2017 às 14:36

Ex-tesoureiro do PT é condenado [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Do G1

Ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares e empresário são condenados

Sentença relacionada à Operação Lava Jato é desta quinta-feira (2). Eles foram condenados a cinco anos de reclusão por lavagem de dinheiro
Por Bibiaba Dionísio e Thais Kaniak

O ex-tesoureiro do Partido dos Trabalhadores (PT) Delúbio Soares e o empresário dono do jornal Diário do Grande ABC Ronan Maria Pinto foram condenados por lavagem de dinheiro em um processo oriundo da Operação Lava Jato a cinco anos de prisão em regime inicial fechado.

Esta é a primeira condenação de Delúbio Soares Lava Jato. Ele ainda responde a mais uma ação penal referente à operação.

Outras três pessoas também foram condenadas no ação penal que cita lavagem de dinheio de R$ 6.028.000,00. Todos os condenados podem recorrer.

A sentença do juiz federal Sérgio Moro – responsável pelos processos da Lava Jato na primeira instância na primeira instância – é desta quinta-feira (2) e referente à 27ª fase da operação, deflagrada em abril de 2016.

“Condeno Delúbio Soares de Castro, Enivaldo Quadrado, Luiz Carlos Casante, Natalino Bertin e Ronan Maria Pinto pelo crime de lavagem de dinheiro, consistente, no repasse e recebimento, com ocultação e dissimulação, de produto de crime de gestão fraudulenta de instituição financeira”, diz um trecho da sentença.

O valor mínimo para reparação dos danos causados à Petrobras foi fixado em R$ 61.846.440,07. A quantia deve ser corrigida até o pagamento.

O G1 tenta contato com as defesas dos condenados.

Veja a lista de condenados e as respectivas penas:

-Delúbio Soares de Castro – ex-tesoureiro do PT – 5 anos de reclusão em regime inicial fechado

-Ronan Maria Pinto – empresário dono do jornal Diário do Grande ABC – 5 anos de reclusão em regime inicial fechado

-Luiz Carlos Casante – empresário – 4 anos e seis meses de reclusão em regime inicial semiaberto

-Enivaldo Quadrado – empresário condenado na Ação Penal 470, conhecida como mensalão – 5 anos de reclusão em regime inicial fechado

– Natalino Bertin – empresário – 4 anos de reclusão em regime aberto, porém, conforme Sérgio Moro, o crime prescreveu em virtude do tempo entre o último delito e o recebimento da denúncia.

Neste processo, foram absolvidos:

-Oswaldo Rodrigues Vieira Filho – empresário dono da Remar

-Marcos Valério Fernandes de Souza -publicitário que cumpre pena na Ação Penal 470, conhecida como mensalão

-Sandro Tordin – ex-presidente do Banco Schahin

-Breno Altmann- jornalista ligado ao PT

2 de Março de 2017 às 13:41

Sindicatos protestam na frente da Prefeitura contra corte nos salários dos grevistas [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Sindicatos de servidores do Município de Natal protestaram hoje na frente do Palácio Felipe Camarão contra o desconto nos salários dos grevistas.

Tendas foram montadas onde foi feita uma feijoada.

2 de Março de 2017 às 11:34

Declarações de advogados de Henrique Alves podem quebrar o silêncio da ex-mulher do peemedebista [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Os advogados do ex-deputado Henrique Alves (PMDB), na defesa apresentada à Justiça, sobre abertura e movimentação de conta na Suíça, erraram quando disseram que em 2008, quando a conta foi aberta, Henrique estava em processo de separação.

Em 2008 Henrique era casado com a advogada Priscila Gimenez.

A separação, segundo a Tribuna do Norte, jornal do próprio Henrique, ocorreu em 2010.

A defesa foi mais longe ao provocar a quebra do silêncio da ex-mulher de Henrique:

“Sua separação da segunda esposa foi tão traumática que optou por abrir mão de mais do que ele teria direito, a fim de romper por definitivo com os vínculos que os uniam”, argumentou a defesa de Henrique.

A defesa de Priscila rebate a informação e deverá emitir uma nota sobre o assunto, alegando que o ex-deputado abriu mão do que teria direito na separação da primeira esposa. E que a separação, assinada em 15 de março de 2010, foi acordada e sem litígio, como corre na justiça de São Paulo.
Tudo o que Henrique não poderia fazer era expor Priscila Gimenez, que durante todo o tempo da separação, de 2010 para cá, foi procurada por jornalistas de veículos nacionais e nunca deu uma única declaração sobre o ex-marido.

2 de Março de 2017 às 11:13

Defesa de Henrique confirma conta na Suíça mas diz que ele não sabe quem fez depósitos de mais de 2 milhões [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Do Globo:

Henrique Alves diz desconhecer US$ 833 mil depositados em sua conta




Procuradoria-Geral da República alega que dinheiro é fruto de propina

      BRASÍLIA — O ex-ministro e ex-presidente da Câmara Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) reconheceu, em defesa apresentada à Justiça Federal de Brasília, que usou um escritório de advocacia uruguaio para abrir uma conta na Suíça em 2008. 
      Admitiu também que é formalmente o beneficiário da conta. Mas, argumentou que, por motivos burocráticos, não conseguiu movimentá-la e preferiu deixá-la inativa. 
      Assim, alegou que os US$ 832.975,98 depositados na conta — e que segundo a Procuradoria Geral da República (PGR) era dinheiro de propina — foram movimentados por terceiros, sem seu conhecimento.
      Os valores — que equivalem a R$ 2.573.895 no câmbio de hoje — foram depositados em três datas diferentes: 5 de outubro, 18 de novembro e 8 de dezembro de 2011. 
      Segundo a PGR, trata-se de propina paga pela empreiteira Carioca Engenharia com o objetivo de liberar recursos do Fundo de Investimentos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FI-FGTS), administrado pela Caixa Econômica Federal. 

      O dinheiro serviria para o financiamento de obras do Porto Maravilha, no Rio de Janeiro.
      “É importante ressaltar que a utilização indevida da citada conta bancária e os depósitos acima mencionados jamais foram de conhecimento do acusado”, diz trecho de um documento assinado pelos advogados Marcelo Leal e Luiz Eduardo Ruas do Monte e que integra uma ação penal na Justiça Federal de Brasília.

      Outros dois depósitos foram feitos nos anos anteriores — um no valor de US$ 980, em 14 de setembro de 2009, e outro de US$ 10 mil, em 21 de junho de 2010. 

      O primeiro, diz a defesa, “ao que tudo indica, foi realizado apenas para efetivar a abertura da mencionada conta, o que, vale repetir, foi realizado sem o seu conhecimento”. 
      O segundo, “aparentemente para arcar com o pagamento de suas taxas bancárias e despesas operacionais”.

      Os advogados afirmaram que o ex-ministro só descobriu o depósito depois de ajuizada a ação:

      “Somente ao tomar conhecimento dos documentos que instruem a presente ação penal é que o acusado teve ciência de que, mais de um ano após a data em que teria assinado a procuração para abertura da mencionada conta, precisamente em 14 de setembro de 2009, foi realizado o depósito de sua abertura no valor de U$ 980,00”, dizem os advogados de Henrique Alves.

      Nomeado ministro do Turismo por Dilma e reconduzido ao posto por Temer, Henrique Alves deixou o governo do peemedebista em maio do ano passado após ser citado pelo ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado como recebedor de R$ 1,5 milhão em propina. 
      O peemedebista é investigado ainda em inquérito na Justiça Federal do Rio Grande do Norte, que apura supostos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro envolvendo o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha e o empreiteiro José Aldemário Pinheiro, o Léo Pinheiro, da OAS.


      DEFESA: HERANÇA MOTIVOU ABERTURA DE CONTA




      A defesa argumenta que a conta foi aberta de forma lícita para proteger o dinheiro do espólio dos pais de Henrique Alves. 

      Isso porque, em 2008, ele estava em processo de separação. Mas, em razão de problemas burocráticos, ele não conseguiu ter autorização para movimentar a conta. 
      Em função desse e de outros problemas, a defesa argumenta que ele decidiu jamais mexer nela.

      “Isto porque, ao contrário do que imaginava, a animosidade dos herdeiros fez com que o inventário dos bens deixados por seu pai se protraísse (prolongasse) no tempo de tal forma que, até a presente data, não foi ainda encerrado. Além disso, sua separação da segunda esposa foi tão traumática que optou por abrir mão de mais do que ele teria direito, a fim de romper por definitivo com os vínculos que os uniam”, argumentou a defesa.

      Os advogados negam ainda que Alves tenha recebido propina da Carioca, lembrando, entre outras cosias, que a empresa jamais teve obras no Rio Grande do Norte. E conclui pedindo a absolvição do cliente.

      Também são réus na ação o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que está preso em Curitiba em razão da Lava-Jato e nega as acusações; o empresário Alexandre Margotto, que está colaborando com a Justiça; e o ex-vice presidente da Caixa Fábio Cleto, que também é delator.


      ADVOGADO CITA MENSALÃO PARA TENTAR ABSOLVER ALVES




      Marcelo Leal, um dos advogados de Henrique Alves, defendeu no processo do mensalão o ex-deputado Pedro Corrêa (PP-PE), hoje preso no Paraná pela Lava-Jato. 

      Ironicamente, ele usa agora o julgamento que levou à condenação de 24 pessoas no Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar livrar seu cliente. Até o momento, não obteve sucesso. O juiz Vallisney de Souza Oliveira, que cuida do caso na 10ª Vara Federal de Brasília, vem negando os pedidos.

      No mesmo documento de 9 de janeiro, a defesa argumentou que a denúncia apontou o crime de corrupção passiva sem indicar “qualquer motivação para o recebimento de vantagem indevida”. 
      Depois, citou o mensalão. Segundo os advogados de Alves, o STF disse que não é preciso comprovar que o agente público tenha praticado o chamado ato de ofício para que haja corrupção. Mas, ainda é necessário demonstrar que houve promessa ou oferta de vantagem.

      “Como se vê, o que o STF entendeu no julgamento da AP 470 (mensalão) foi a desnecessidade da prática em si de ato de ofício para caracterização do crime de corrupção ativa ou passiva. Todavia, não há dúvida de que, para a caracterização do crime de corrupção ativa, é necessário que o agente ofereça ou prometa vantagem a funcionário público para que este pratique ou deixe de praticar ato de ofício inserido na esfera de suas atribuições, sendo certo que o crime se configura com o mero oferecimento, independentemente da efetiva prática do ato”, diz a defesa, acrescentando que “a denúncia não descreve qual teria sido o ato de ofício” de Alves.

      Em 31 de janeiro, a defesa apresentou novo recurso, voltando a citar o julgamento do mensalão para dizer que Henrique Alves deve ser absolvido por corrupção passiva. E acrescentou que o mesmo deve ocorrer em relação ao crime de lavagem de dinheiro. 
      Os advogados compararam ao caso de dois réus absolvidos pelo STF no mensalão: os publicitários Duda Mendonça e Zilmar Fernandes. Segundo a defesa, abrir conta em outro no país não é crime, sendo preciso demonstrar que ele ocultou os valores.

      “Naquela oportunidade, a maioria dos Ministros do Supremo Tribunal Federal acompanhou o voto dos ministros Ricardo Lewandowski e Dias Toffoli no sentido de que, para a configuração do crime de lavagem de dinheiro seria imprescindível a ocultação do beneficiário final da conta e que o simples fato de receber recursos do exterior em conta titularizada por off shore não configuraria o delito em questão”, argumentaram os advogados de Henrique Alves no recurso, rejeitado em 15 de fevereiro pelo juiz Vallisney. O magistrado entendeu que o Ministério Público Federal (MPF) indicou elementos que justifiquem a investigação.

      2 de Março de 2017 às 7:56

      Odebrecht falou o que sabia? [0] Comentários | Deixe seu comentário.

      Como declarou o advogado de Marcelo Odebrecht, Luciano Feldens, o empresário, em seu depoimento que permanecerá sob sigilo, falou o que devia e o que podia.

      Não disse que falou o que sabia.
      Do que vazou:
      -Marcelo Odebrecht confirmou a doação de R$ 150 milhões à chapa Dilma-Temer na eleição de 2014 como caixa dois. 
      -Confirmou que parte desse valor foi contrapartida pela aprovação da medida provisória do Refis, que beneficiou o grupo. 
      -Não precisou quanto, dos 150 milhões, era propina.
      -Parte dos 150 foi pago no exterior ao marqueteiro do PT, João Santana, com conhecimento de Dilma.
      -O acerto sobre o pagamento de R$ 50 milhões pela medida peovisória foi feito com o ex-ministro da Fazenda, Guido Mantega.
      -Confirmou reunião com Temer para tratar de doações ao PMDB em 2014, mas negou ter tratado de valores com o então vice-presidente.

      2 de Março de 2017 às 7:33

      A volta para o Jaburu: uma história mal contada [0] Comentários | Deixe seu comentário.

      No mínimo mal contada essa história da família do presidente Michel Temer ter achado grande demais o Palácio da Alvorada e ter voltado para o Jaburu.

      Dizer que não se adaptou…depois de apenas 7 dias morando no Palácio dos presidentes?
      Temer, a mulher Marcela e o filho Michelzinho se mudaram para o Alvorada na noite de 17 de fevereiro.

      Isso depois do Palácio ter passado por uma reforma que incluiu até uma tela na varanda.

      Sete dias depois de habitar o Alvorada, a família Temer foi para a Bahia passar o Carnaval, e ontem, quando voltou, já foi direto para o endereço destinado à vice-presidência.
      Dizer que não se adaptaram tá meio difícil de entender.

      Não deu tempo nem de Marcela acomodat todas as suas maquiagens na super bancada do banheiro ou nos mega-espaços do closet….

      Não deu tempo nem de Michelzinho convidar um amiguinho para pedalar pelos largos espaços do Alvorada…
      Temer e a família retornam para o Alvorada no momento em que o Brasil treme à espera do resultado das delações da Odebrecht…

      No momento em que o nome dele surge cada vez mais quando se fala em lava-jato…

      No momento em que seus amigos que ainda restam no governo, tendem a cair feito umbu maduro…
      Tudo, menos não se adaptar.

      Que a volta para o Jaburu está mal contada, isso o Brasil todinho sabe.

      Porque depois de 6 anos como vice-presidente, Michel Temer quer dizer que não sabia que o Alvorada era tão grande assim?
      Em tempo: Dilma morava sozinha com a mãe no Palácio.

      2 de Março de 2017 às 7:16

      Odebrecht nega que Temer tenha lhe pedido dinheiro mesmo depois do próprio Temer ter admitido que pediu [0] Comentários | Deixe seu comentário.

      Que tem um apaga fogo com extintor ligado nos arredores dos presídios que abrigam envolvidos na lava-jato…dúvida zero.

      Primeiro foi o empresário Marcelo Odebrecht que prestou um depoimento mais leve do que até mesmo os advogados do presidente Michel Temer esperavam…
      Odebrecht chegou até a dizer, de acordo com o que foi vazado, que Temer não lhe pediu ajuda para campanha, quando até o próprio Temer já havia admitido que tinha pedido, sim, embora não tenha acertado valor.

      Depois foi a defesa do doleiro preso, Lúcio Bolonha Funaro, apontado como operador de propinas do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que pediu à Procuradoria Geral da República (PGR), ontem, para depor a respeito da acusação de que ele teria entregue um envelope no escritório do amigo e ex-assessor especial do presidente Michel Temer, José Yunes, destinado ao ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha.
      Funaro quer dizer que nunca deixou envelope no escritório de Yunes.
      A oposição já sabe o que quer nesse caso: uma acareação entre Yunes e Funaro.

      Quem está falando a verdade?

      O amigo de Temer ou o amigo de Eduardo Cunha?