Holiday

Thaisa Galvão

23 de Março de 2017 às 19:34

A Páscoa doce e colorida por Rafaela Fontes [0] Comentários | Deixe seu comentário.

A doceira Rafaela Fontes lançou hoje as novidades para a Páscoa.

Chocolates, bolos, cores…

Segundo Rafaela, que montou uma mesa para apresentar a clientes convidados, o bolo-ovo é a novidade da temporada.



23 de Março de 2017 às 16:32

Site revela que dono de academia usou conta no exterior para receber dinheiro e repassar ao senador Aécio Neves [1] Comentários | Deixe seu comentário.

Do site Buzz Feed

Alexandre Accioly, dono da badalada academia Bodytech, foi apontado na delação da Odebrecht de ser uma espécie de laranja do senador e presidente nacional do PSDB, Aécio Neves (MG), ao fornecer uma conta fora do país para o tucano receber propina

O caso está ligado a um um dos mais rumorosos episódios da delação da Odebrecht: a construção da bilionária usina Santo Antônio, em Rondônia. A obra é uma síntese do tamanho do esquema, que abasteceu, só nesse empreendimento, políticos do PMDB, PSDB e PT, de acordo com a empreiteira.
O projeto é de 2007, quando Aécio era governador de Minas Gerais e colocou a estatal Cemig como sócia do negócio. Pelo menos dois delatores da Odebrecht falaram da obra.
São eles Cláudio Melo, que falou sobre os políticos do PMDB e Henrique Valadares, que citou Áecio. A Folha de S.Paulo informou que Valadares acertou R$ 30 milhões com Aécio e Época disse ainda que foi usada uma conta em Cingapura – um dos principais centros financeiros internacionais.
O BuzzFeed Brasil apurou que o nome de Accioly foi citado no episódio. Segundo o relato da Odebrecht oferecido à Procuradoria-Geral da República, Aécio Neves usou uma conta ligada ao empresário para receber dinheiro fora do país.
Aécio e Accioly são amigos muito próximos. O empresário foi padrinho de casamento e dos filhos gêmeos do tucano. Aécio é padrinho da filha de Accioly.
Esta não é a primeira citação ao tucano, que disputou e perdeu a Presidência em 2014.
Delatores das empreiteiras Odebrecht e também da OAS já afirmaram aos investigadores que houve pagamento de propina a Aécio durante a obra da Cidade Administrativa – principal vitrine do governo dele em Minas Gerais (2003-2010). Ele nega.
Um dos principais executivos da Odebrecht na interlocução dos políticos, Benedicto Júnior disse ter destinado R$ 9 milhões, via caixa dois, para aliados de Aécio Neves a pedido do tucano. Aécio diz que pediu as contribuições dentro da lei.
O senador e o empresário Accioly foram procurados pelo BuzzFeed Brasil na quarta (22). Os dois negaram categoricamente o conteúdo das citações a seus nomes envolvendo a propina da hidrelétrica de Santo Antônio e questionaram, ainda, a legitimidade da delação da Odebrecht, que, segundo eles, mente ao falar de propina e contas fora do país.
A nota de Aécio Neves:
“Trata-se de uma acusação criminosa que será facilmente desmentida pela realidade. Não é possível que afirmações dessa gravidade atribuídas a delatores sejam feitas e divulgadas sem que haja qualquer comprovação da sua veracidade.

A divulgação parcial e seletiva de delações não homologadas fere o direito de defesa que deve ser garantido a qualquer cidadão, sobretudo em uma acusação de tamanha gravidade”.
A nota de Accioly:
Alexandre Accioly conhece o Senador Aécio Neves há mais de 15 anos, com quem mantém, unicamente, relação de amizade.

Registra ser absolutamente mentirosa, além de caluniosa, a informação trazida no questionamento, atribuída a delator da Odebrecht, de que o sr. Aécio Neves “usou uma conta em Cingapura, controlada por Accioly”, para receber recursos da empreiteira.

Em primeiro lugar, Alexandre Accioly nunca manteve ou controlou “conta em Cingapura”, o que, só por si, evidencia a falsidade da afirmação atribuída ao delator. Isso ficará cabalmente provado quando o delator em questão apresentar os dados da conta a que se referiu.

Em segundo, Alexandre Accioly, que não conhece, tampouco teve contato com o mencionado delator ou com qualquer outro executivo da empreiteira para tratar de assuntos profissionais próprios ou de terceiros, é empresário conceituado no cenário nacional, sem interface ou negócios com o Poder Público.

A citada “acusação” é uma grave infâmia a ser reparada pelos meios judiciais cabíveis.

23 de Março de 2017 às 16:08

Marcelo Odebrecht diz que ‘inventou’ reeleição de Dilma e faz declarações que implicam os ex-presidentes eleitos pelo PT [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O site O Antagonista teve acesso, com exclusividade, ao depoimento do empresário Marcelo Odebrecht ao ministro do TSE, Herman Benjamin…

Abaixo as chamadas e links com os prints do documento oficial com as declarações de Odebrecht.

Que implicam, e implicam muito, os ex-presidentes Lula e Dilma.

Abaixo títulos das notas que seguem e que são links para o documento do TSE:
EXCLUSIVO: DOS 150 MILHÕES PARA DILMA, 50 MILHÕES FORAM CONTRAPARTIDA

EXCLUSIVO: GUIDO PEDIU PROPINA NA NEGOCIAÇÃO DO REFIS DA CRISE
EXCLUSIVO: DO ITALIANO PARA O PÓS-ITÁLIA


EXCLUSIVO: PAULO BERNARDO PEDIU R$ 64 MILHÕES

23 de Março de 2017 às 15:08

Páscoa doce de Rafaela Fontes será lançada hoje [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Em tempos de coelhos, ovos e chocolates,  a super indicada,  Rafaela Fontes faz hoje o lançamento da Páscoa na doceria que leva seu nome.
Os produtos que serão apresentados das 17h às 21h já estarão à venda.
As novidades serão apresentadas ao som do acústico dr Rebekka Martins.

23 de Março de 2017 às 10:42

Advogados não sabem do que Eduardo Cunha é capaz se continuar preso [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Da Folha:
MÔNICA BERGAMO

Reação de Cunha se continuar preso é imprevisível, avaliam advogados
O ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha passou a apostar todas as suas fichas no julgamento no STF (Supremo Tribunal Federal) do habeas corpus em que pede para ser libertado. A reação, em caso de derrota, é considerada imprevisível por defensores que atuam no caso.
EU ACREDITO

“Se perder e continuar preso, ele vai surtar”, diz um interlocutor de Cunha na área jurídica, afirmando que a expectativa do ex-deputado sobre o STF é muito positiva. Na terça (21), ele sofreu derrota acachapante no STJ (Superior Tribunal de Justiça), quando o mesmo habeas corpus foi rejeitado por 5 a 0.

23 de Março de 2017 às 7:40

Mesmo aliado de Temer, deputado Walter Alves votou contra projeto que libera terceirização e amplia trabalho temporário [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Como votaram os deputados do Rio Grande do Norte no projeto que terceiriza sem dó nem piedade e amplia o trabalho temporário de 3 para até 9 meses?
Único deputado do partido do presidente Michel Temer, o PMDB, Walter Alves votou contra o projeto apresentado ainda pelo Governo Fernando Henrique Cardoso.

Walter foi um dos 10 deputados do PMDB que votaram contra o projeto de interesse do Planalto.
O parlamentar potiguar sabe que, atender a Temer pode significar um racha com o eleitor.

Tem consciência que seu futuro político não passa mais por alianças políticas, e sim por alianças com os interesses da população.
Também votaram contra o projeto os deputados Rafael Motta, do PSB e a deputada Zenaide Maia, do PR.
Votaram favoráveis ao projeto do governo os deputados Fábio Faria (PSD), Felipe Maia (DEM) e Rogério Marinho (PSDB).
O deputado Beto Rosado (PP) não estava presente e o deputado Antônio Jácome (PTN) se absteve de votar.

23 de Março de 2017 às 7:25

Deputados aprovam projeto do Governo FHC que terceiriza servidores e amplia o trabalho temporário [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Do G1
Câmara aprova projeto que permite terceirização irrestrita
De 1998, texto permite a contratação de serviço terceirizado em qualquer tipo de atividade de uma empresa e amplia de 90 para até 180 dias o prazo para trabalhos temporários

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (22) por 231 votos a favor, 188 contra e 8 abstenções o texto-base do projeto de lei que autoriza o trabalho terceirizado de forma irrestrita para qualquer tipo de atividade.
Os principais pontos do projeto são os seguintes:
A terceirização poderá ser aplicada a qualquer atividade da empresa. Por exemplo: uma escola poderá terceirizar faxineiros (atividade-meio) e professores (atividade-fim).
-A empresa terceirizada será responsável por contratar, remunerar e dirigir os trabalhadores.
-A empresa contratante deverá garantir segurança, higiene e salubridade dos trabalhadores terceirizados.
-O tempo de duração do trabalho temporário passa de até três meses para até 180 dias, consecutivos ou não.
-Após o término do contrato, o trabalhador temporário só poderá prestar novamente o mesmo tipo de serviço à empresa após esperar três meses.
A oposição apresentou seis destaques (proposições para modificar pontos do texto), todos rejeitados. Com isso, o projeto seguirá para sanção presidencial.
Dentre os 188 votos contrários à proposta, muitos foram de deputados governistas. 
Em sete dos principais partidos da base aliada, por exemplo, houve 56 votos contrários. 
Na bancada do PSDB, 11 votaram contra. 
No PMDB, partido do presidente Michel Temer, foram 10, além de 7 do DEM, 7 do PP, 10 do PR, 5 do PPS e 6 do PSD, todas legendas da base aliada do governo.

Enviada ao Congresso pelo governo Fernando Henrique Cardoso em 1998, a proposta já havia sido aprovada pela Câmara e, ao passar pelo Senado, sofreu alterações. De volta à Câmara, o texto aguardava desde 2002 pela análise final dos deputados.
Em 2015, a Câmara aprovou um outro projeto, com o mesmo teor, durante a gestão do ex-presidente da Casa Eduardo Cunha (PMDB-RJ). O texto foi enviado para análise do Senado, mas ainda não foi votado.
Atualmente, não há legislação específica para regular a terceirização. O entendimento da Justiça do Trabalho é que a prática só é possível em atividades secundárias das empresas, também chamadas de atividades-meio. 
Atualmente, não são terceirizados trabalhadores das atividades-fim (as atividades principais das empresas).
Embora o texto não use diretamente esses conceitos, se a lei for sancionada por Temer, haverá permissão para terceirização de qualquer atividade.

Dessa forma, uma escola, por exemplo, poderá contratar de forma terceirizada tanto faxineiros e porteiros (atividades-meio) quanto professores (atividade-fim).

O projeto aprovado pela Câmara não prevê vínculo de emprego entre a empresa contratante dos serviços e os trabalhadores terceirizados. 

Mas o texto estabelece que a “empresa-mãe”, que contrata a terceirizada, responda de forma subsidiária se o trabalhador não conseguir cobrar direitos devidos pela empresa que o contratou.

A empresa terceirizada será responsável por contratar, remunerar e dirigir seus trabalhadores, que prestarão serviços a terceiros. 
Será permitido ainda que a terceirizada subcontrate outras empresas.

A contratante, por sua vez, deverá garantir segurança, higiene e salubridade dos trabalhadores em suas dependências.

O projeto também ampliou o prazo de duração do contrato de trabalho temporário dos atuais três meses para seis meses, prorrogáveis por mais três meses.
Pelo texto aprovado, após o término do contrato, o trabalhador só poderá prestar novamente esse tipo de serviço à mesma empresa após esperar um prazo de três meses.