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Thaisa Galvão

26 de Maio de 2017 às 19:02

Flávio Rocha e João Doria serão homenageados pela Câmara de Natal [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O presidente da Câmara, vereador Raniere Barbosa (PDT), apresentou proposição e o plenário aprovou a indicação do empresário potiguar Flávio Rocha, do grupo Guararapes/Riachuelo, para receber a Medalha Padre Miguelinho.

O projeto foi subscrito pelos vereadores Dickson Nasser Júnior (PSDB), Felipe Alves (PMDB) e Cícero Martins (PTB).

Também por iniciativa do presidente Raniere Barbosa, com a subscrição dos vereadores Dickson Nasser Júnior, Cícero Martins e Aroldo Alves (PSDB), os parlamentares acataram na sequência a entrega do Título de Cidadão Natalense ao empresário, jornalista e prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), em data a ser estabelecida pela Mesa Diretora.

26 de Maio de 2017 às 8:24

Filha e irmã de lobistas presos é alvo da operação Poço Seco [0] Comentários | Deixe seu comentário.

São alvos nesta fase da Lava Jato, Fernanda Luz e Álvaro Gualberto Teixeira de Mello, contra os quais foram expedidos mandados de condução coercitiva. 
Fernanda é filha do lobista Jorge Luz, preso na 38ª edição da lava-jato com o outro filho, Bruno.
Fernanda não foi encontrada em casa. 
Álvaro foi levado pelos agentes para a sede da PF por volta das 8h.

26 de Maio de 2017 às 8:16

Um poço cheio de propina [0] Comentários | Deixe seu comentário.

A operação deflagrada hoje pela Polícia Federal foi batizada de “Poço Seco”.
Mas por que Poço Seco?
A operação faz referência aos resultados negativos do investimento realizado pela Petrobras na aquisição de direitos de exploração de poços de petróleo em Benin, na África.
Traduzindo: tava seco, não tinha o que explorar, mas se precisava desviar…

O poço estava cheio de propina.

26 de Maio de 2017 às 8:03

O que investigados e investigadores tem em comum [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Da coluna Painel, na Folha…que junta no mesmo saco de farinha, investigados e investigadores.

O que teriam em comum o ex-presidente Lula, o presidente Temer e o relator da lava-jato?
Por Daniela Lima:
Não só 

Se cristalizou no STF a percepção de que a profunda crise política não será o único filhote da delação da JBS. Há forte constrangimento na corte pelas polêmicas que vieram à tona após a homologação do acordo. A aposta é que a imagem dos operadores da Lava Jato em Brasília ficará arranhada.
Sem culpa 

Após a revelação de que o relator da Lava Jato no STF, Edson Fachin, contou com a ajuda de Ricardo Saud, hoje delator da JBS, para falar com alguns senadores que votariam sua indicação, em 2015, ministros do Supremo foram solidários.
Próximos capítulos 

A notícia, publicada pelo colunista Jorge Bastos Moreno, de “O Globo”, deixou Fachin envergonhado e abriu novo flanco de ataque à atuação do ministro e da PGR.
Solidários 

Parlamentares que confirmaram a atuação de Saud a favor de Fachin no Senado dizem que, agora, o ministro terá que se valer da mesma explicação usada por políticos pegos de calças curtas: “Eu não sabia”.
Silêncio 

Procurado para comentar a ligação com Saud, o gabinete de Edson Fachin disse que ele não fala sobre casos que estão sob sua relatoria. Colegas minimizaram o episódio. “Não há culpa pretérita”, resumiu um ministro.

26 de Maio de 2017 às 7:48

As 4 portas de saída de Michel Temer [0] Comentários | Deixe seu comentário.

A Folha de S. Paulo mostra hoje as 4 formas previstas pela legislação, e que podem servir de porta de saída para o presidente Michel Temer deixar o Planalto.

Eis:
Renúncia
– Caso Temer abdique do cargo, assumiria o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, que teria 30 dias para convocar uma eleição indireta.

– Não há regras atuais para o rito. A norma que dispõe como devem ser as eleições indiretas é de 1964 e prevê voto secreto da maioria dos deputados e senadores.

– Não se sabe quem poderia se candidatar. A definição caberia aos parlamentares.

– Para que haja eleições diretas, o Congresso teria que aprovar uma proposta de emenda à Constituição -uma delas será votada na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara na próxima semana.
*
Ação contra chapa presidencial no TSE
Julgamento contra chapa Dilma-Temer, marcado para retornar no dia 6 de junho, questiona gastos de campanha acima do limite informado pela Justiça Eleitoral.

– Análise do processo será em quatro sessões.

– Partes e Ministério Público ainda podem recorrer após decisão.
*
Pedido de impeachment
Dois deputados, Alessandro Molon (Rede-RJ) e JHC (PSB-AL), protocolaram pedido de impeachment de Temer por comportamento incompatível ao cargo

– Se aceito, o processo seria similar ao que ocorreu com a ex-presidente Dilma Rousseff.

– Caso a Câmara autorize e o Senado instaure o processo, Temer seria afastado por até 180 dias e o presidente da Casa, Rodrigo Maia, assumiria o posto interinamente.

– Depois, em votação, o Senado decide se retira ou não o mandato do presidente.
*
Ação penal
– Se a Procuradoria-Geral da República entender que houve crime no mandato atual, pode oferecer denúncia contra o presidente.

– No entanto, ela só chegaria ao STF com autorização de dois terços da Câmara.

– Ainda assim, o Supremo teria que acolher a denúncia para que Temer vire réu, e então ele seria afastado.

26 de Maio de 2017 às 7:39

Poço Seco: PF prende dois na 41ª edição da lava-jato [0] Comentários | Deixe seu comentário.

E hoje tem mais lava-jato.

Nas ruas a 41ª edição…

A Polícia Federal está cumprindo mandados da operação batizada de “Poço Seco” no Distrito Federal, Rio de Janeiro e São Paulo.
Foram expedidos 13 mandados judiciais, sendo oito de busca e apreensão, um de prisão preventiva, um de prisão temporária e três mandados de condução coercitiva.
As prisões foram cumpridas no Rio de Janeiro.

26 de Maio de 2017 às 7:20

A luta de um presidente que não consegue mais administrar seu país [1] Comentários | Deixe seu comentário.

Por Thaisa Galvão

Com um assessor direto (Tadeu Filipelli) preso, o deputado ex-auxiliar (Rocha Loures), de sua mais ‘estrita confiança’ prestes a fazer delação, ministros já caídos por suspeita de corrupção e outros na mira das investigações, o presidente do Brasil, Michel Temer (PMDB), também investigado, não consegue administrar.
Pede ajuda aos universitários para apoiar e votar reformas.
Só que os universitários estão tão bichados quanto ele e o resto da turma.
O presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB) é investigado, citado em delações e depoimentos…

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM) também investigado, citado, desacreditado…
Com um Congresso sujo em suas maiores representações, o povo liderado pela oposição também investigada e destituída, segue tomando conta das ruas.

Peca quando exagera e assim como os políticos que denuncia, também pratica crimes.

Porque desviar dinheiro público é crime, mas depredar o patrimônio público também é.
Fácil reclamar da “ditadura” implantada em Brasília com o decreto chamando as forças militares.

Difícil conter a fúria dos exaltados que invadiram ministérios, quebraram vidraças, queimaram móveis, objetos, prédios…
Com a guerra deflagrada no Brasil, tendo Brasília como palco, o presidente Temer não consegue mais do que tentar se defender.
Tenta, através de notas e medidas jurídicas, se manter num cargo que ocupa mas que já não é mais dele…

Já tinha 70% de reprovação antes de virar peça-chave de investigações, agora o termômetro das pesquisas pode ter passado dos 100%, se é que isso é possível..
Agora Temer corre atrás do TSE, que marcou para o período de 6 a 8 de junho o julgamento da ação impetrada por seu parceiro de quase todas as horas, o PSDB, que pede a cassação da chapa Dilma/Temer.
O presidente mais parece aqueles artistas de circo que atravessam o picadeiro numa corda bamba.
A diferença é que os artistas treinaram pra isso.

Sem força, o presidente não vai conseguir atravessar o picadeiro e tende a cair.

Numa rede cheia de leões.

De longe, o foro privilegiado ainda concedido a presidentes, o segura por um único fio de cabelo….

Sem forças…

Tanto o foro quanto o fio de cabelo.

26 de Maio de 2017 às 5:31

Presidente da Potigás participa de evento internacional de gás em Florianópolis [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O Internacional Gas Union (IGU), principal organização do gás natural no mundo, realiza o Encontro Anual do Comitê de Utilização (WOC 5) em Florianópolis entre os dias 20 e 23 de maio.

O encontro, que tem a participação do Diretor Presidente da Potigás, Beto Santos, discute novas alternativas de suprimento de gás natural, as novidades do mercado e o cenário atual.

Além das distribuidoras de gás do Brasil, o evento reúne profissionais de quase 30 países, como Argélia, Canadá, Dinamarca, Irã, França, Holanda, Polônia, Japão, Noruega, Portugal e Tailândia.

 

A diretora do Departamento de Gás Natural do Ministério de Minas e Energia Symone Araújo ressaltou, no evento, que o setor do gás natural no Brasil hoje passa por transformações.

Para ela, é necessário que todo o setor esteja preparado para este momento de transição, com tendência de ampliação e maior participação de players no mercado, e neste sentido, as discussões em Florianópolis são fundamentais.

 

“As distribuidoras de gás estão unidas e atentas ao novo momento do mercado de gás natural no Brasil. Temos uma pauta comum em curso que é o projeto do Ministério das Minas e Energia “Gás para Crescer”, que altera completamente a dinâmica atual do segmento. Mas consideramos que as discussões não se esgotaram e que a proposta do Governo Federal deve preservar e respeitar os contratos existentes e os direitos das distribuidoras”, declarou o Diretor Presidente, Beto Santos.

 

O Presidente da SCGÁS, Cósme Polêse, enfatizou a relevância do combustível como instrumento de desenvolvimento, e valorizou a escolha de Florianópolis como sede do encontro.

Mohammad Reza Ghodsizadeh, que representa o comitê de trabalho da IGU, destacou a importância do gás natural como energético de transição entre os combustíveis fósseis e as fontes de energia renováveis, essencial para minimizar os efeitos das mudanças climáticas e da poluição.

 

O Presidente da Abegás, George Morais, discursou sobre o atual momento do mercado.

“No entanto e ignorando esta nova realidade, ainda surgem propostas no âmbito do Programa Gás pra Crescer que refletem a ultrapassado posição particular, sinalizando apenas uma análise isolada do setor e que busca tão somente resguardar os interesses individuais de alguns agentes em detrimento ao desenvolvimento coletivo e uniforme do mercado, e o que é mais grave, com consequências negativas para os estados”, criticou.