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Thaisa Galvão

17 de junho de 2017 às 15:33

Em entrevista à Época Joesley Batista afirma que o presidente Michel Temer comanda organização criminosa na Câmara [0] Comentários | Deixe seu comentário.

A Época traz em sua edição de hoje uma entrevista com o Friboi Joesley Batista, que depois de enriquecer com dinheiro público, passar a taxar a classe política de bandida.
Mas tá valendo, e segue a entrevista com perguntas exclusivas após delação do Friboi.

Joesley Batista: “Temer é o chefe da quadrilha mais perigosa do Brasil”




Em entrevista exclusiva a ÉPOCA, o empresário diz que o presidente não tinha “cerimônia” para pedir dinheiro e que Eduardo Cunha cobrava propina em nome de Temer


DIEGO ESCOSTEGUY




Na manhã da quinta-feira, o empresário Joesley Batista, um dos donos do grupo J&F, recebeu ÉPOCA para conceder sua primeira entrevista exclusiva desde que fechou a mais pesada delação dos três anos de Lava Jato. 

Em mais de quatro horas de conversa, precedidas de semanas de intensa negociação, Joesley explicou minuciosamente, sempre fazendo referência aos documentos entregues à Procuradoria-Geral da República, como se tornou o maior comprador de políticos do Brasil. Discorreu sobre os motivos que o levaram a gravar o presidente Michel Temer e a se oferecer à PGR para flagrar crimes em andamento contra a Lava Jato. 

Atacou o presidente, a quem acusa, com casos e detalhes inéditos, de liderar “a maior e mais perigosa organização criminosa do Brasil” – e de usar a máquina do governo para retaliá-lo. Contou como o PT de Lula “institucionalizou” a corrupção no Brasil e de que modo o PSDB de Aécio Neves entrou em leilões para comprar partidos nas eleições de 2014. 

O empresário garante estar arrependido dos crimes que cometeu e se defendeu das acusações de que lucrou com a própria delação. 
Abaixo, uma versão abreviada da entrevista, levemente editada por razões de clareza.

ÉPOCA – A delação da JBS revelou que a corrupção no Brasil é ainda mais ampla do que se sabia, mesmo após três anos de Lava Jato. O Em mais de quatro horas de conversa, precedidas de semanas de intensa negociação, Joesley explicou minuciosamente, sempre fazendo referência aos documentos entregues à Procuradoria-Geral da República, como se tornou o maior comprador de políticos do Brasil. Discorreu sobre os motivos que o levaram a gravar o presidente Michel Temer e a se oferecer à PGR

Joesley Batista – Tudo a que estamos assistindo hoje se iniciou há dez, 15 anos. Começaram a surgir grupos, no Brasil, com divisão de tarefas: um chefe, um operador, um tesoureiro. São organizações criminosas. Existem para ganhar dinheiro cometendo crimes. Em cada estado – não todos – se criou um núcleo, nas estatais se criaram núcleos, nos fundos de pensão das estatais se criaram núcleos, nos ministérios de Brasília se criaram núcleos. Esses grupos foram se proliferando. A gente mostrou, na nossa colaboração, que, infelizmente, tivemos de nos relacionar, ao longo destes anos, com diversos desses núcleos – dessas organizações criminosas. E, para falar a verdade, até fazer a colaboração premiada, nós não tínhamos a consciência de que fazíamos parte de uma organização criminosa e tampouco de que lidávamos com organizações criminosas.


ÉPOCA – Era natural?

Joesley – Era a regra do jogo. E o mais importante: a corrupção está no andar de cima, nas autoridades, não está no andar de baixo. Ela está no poder, ao qual nós, brasileiros, estamos subordinados. Quando você se vê dentro de um ministério, tratando com um ministro, que é a sua autoridade, falando de dinheiro ilícito, você começa a achar normal. Com o tempo, você perde a referência do que é certo e do que é errado, do que é legal e do que é ilegal. O que aconteceu no Brasil foi a proliferação de organizações criminosas. No começo eram dezenas. Depois viraram centenas. Tem organizações criminosas pequenas, organizações criminosas médias e organizações criminosas grandes. Nós participamos e tivemos de financiar muitas delas. É isso que o Brasil está descobrindo hoje.


ÉPOCA – Quando esse processo começou?

Joesley – Foi no governo do PT para a frente. O Lula e o PT institucionalizaram a corrupção. Houve essa criação de núcleos, com divisão de tarefas entre os integrantes, em estados, ministérios, fundos de pensão, bancos, BNDES. O resultado é que hoje o Estado brasileiro está dominado por organizações criminosas. O modelo do PT foi reproduzido por outros partidos.

ÉPOCA – Quando o senhor conheceu Temer?

Joesley Batista – Conheci Temer através do ministro Wagner Rossi, em 2009, 2010. Logo no segundo encontro ele já me deu o celular dele. Daí em diante passamos a falar. Eu mandava mensagem para ele, ele mandava para mim. De 2010 em diante. Sempre tive relação direta. Fui várias vezes ao escritório da Praça Pan-Americana, fui várias vezes ao escritório no Itaim, fui várias vezes à casa dele em São Paulo, fui alguma vezes ao Jaburu, ele já esteve aqui em casa, ele foi ao meu casamento. Foi inaugurar a fábrica da Eldorado.

ÉPOCA – Qual, afinal, a natureza da relação do senhor com o presidente Temer?

Joesley – Nunca foi uma relação de amizade. Sempre foi uma relação institucional, de um empresário que precisava resolver problemas e via nele a condição de resolver problemas. Acho que ele me via como um empresário que poderia financiar as campanhas dele – e fazer esquemas que renderiam propina. Toda a vida tive total acesso a ele. Ele por vezes me ligava para conversar, me chamava, e eu ia lá.


ÉPOCA – Conversar sobre política?

Joesley – Ele sempre tinha um assunto específico. Nunca me chamou lá para bater papo. Sempre que me chamava, eu sabia que ele ia me pedir alguma coisa ou ele queria alguma informação.
ÉPOCA – Segundo a colaboração, Temer pediu dinheiro ao senhor já em 2010. É isso?

Joesley – Isso. Logo no início. Conheci Temer, e esse negócio de dinheiro para campanha aconteceu logo no iniciozinho. O Temer não tem muita cerimônia para tratar desse assunto. Não é um cara cerimonioso com dinheiro.


ÉPOCA – Ele sempre pediu sem algo em troca?

Joesley – Sempre estava ligado a alguma coisa ou a algum favor. Raras vezes não. Uma delas foi quando ele pediu os R$ 300 mil para fazer campanha na internet antes do impeachment, preocupado com a imagem dele. Fazia pequenos pedidos. Quando o Wagner saiu, Temer pediu um dinheiro para ele se manter. Também pediu para um tal de Milton Ortolon, que está lá na nossa colaboração. Um sujeito que é ligado a ele. Pediu para fazermos um mensalinho. Fizemos. Volta e meia fazia pedidos assim. Uma vez ele me chamou para apresentar o Yunes. Disse que o Yunes era amigo dele e para ver se dava para ajudar o Yunes.
ÉPOCA – E ajudou?

Joesley – Não chegamos a contratar. Teve uma vez também que ele me pediu para ver se eu pagava o aluguel do escritório dele na praça [Pan-Americana, em São Paulo]. Eu desconversei, fiz de conta que não entendi, não ouvi. Ele nunca mais me cobrou.


ÉPOCA – Ele explicava a razão desses pedidos? Por que o senhor deveria pagar?

Joesley – O Temer tem esse jeito calmo, esse jeito dócil de tratar e coisa. Não falava.


ÉPOCA – Ele não deu nenhuma razão?

Joesley – Não, não ele. Há políticos que acreditam que pelo simples fato do cargo que ele está ocupando já o habilita a você ficar devendo favores a ele. Já o habilita a pedir algo a você de maneira que seja quase uma obrigação você fazer. Temer é assim.


ÉPOCA – O empréstimo do jatinho da JBS ao presidente também ocorreu dessa maneira?

Joesley – Não lembro direito. Mas é dentro desse contexto: “Eu preciso viajar, você tem um avião, me empresta aí”. Acha que o cargo já o habilita. Sempre pedindo dinheiro. Pediu para o Chalita em 2012, pediu para o grupo dele em 2014.


ÉPOCA – Houve uma briga por dinheiro dentro do PMDB na campanha de 2014, segundo o lobista Ricardo Saud, que está na colaboração da JBS.

Joesley – Ricardinho falava direto com Temer, além de mim. O PT mandou dar um dinheiro para os senadores do PMDB. Acho que R$ 35 milhões. O Temer e o Eduardo descobriram e deu uma briga danada. Pediram R$ 15 milhões, o Temer reclamou conosco. Demos o dinheiro. Foi aí que Temer voltou à Presidência do PMDB, da qual ele havia se ausentado. O Eduardo também participou ativamente disso.
ÉPOCA – Como era a relação entre Temer e Eduardo Cunha?

Joesley – A pessoa a qual o Eduardo se referia como seu superior hierárquico sempre foi o Temer. Sempre falando em nome do Temer. Tudo que o Eduardo conseguia resolver sozinho, ele resolvia. Quando ficava difícil, levava para o Temer. Essa era a hierarquia. Funcionava assim: primeiro vinha o Lúcio [o operador Lúcio Funaro]. O que ele não conseguia resolver pedia para o Eduardo. Se o Eduardo não conseguia resolver, envolvia o Michel.


ÉPOCA – Segundo as provas da delação da JBS e de outras investigações, o senhor pagava constantemente tanto para Eduardo Cunha quanto para Lúcio Funaro, seja por acertos na Câmara, seja por acertos na Caixa, entre outros. Quem ficava com o dinheiro?

Joesley – Em grande parte do período que convivemos, meu acerto era direto com o Lúcio. Eu não sei como era o acerto do Lúcio do Eduardo, tampouco do Eduardo com o Michel. Eu não sei como era a distribuição entre eles. Eu evitava falar de dinheiro de um com o outro. Não sabia como era o acerto entre eles. Depois, comecei a tratar uns negócios direto com o Eduardo. Em 2015, quando ele assumiu a presidência da Câmara. Não sei também quanto desses acertos iam para o Michel. E com o Michel mesmo eu também tratei várias doações. Quando eu ia falar de esquema mais estrutural com Michel, ele sempre pedia para falar com o Eduardo. “Presidente, o negócio do Ministério da Agricultura, o negócio dos acertos…” Ele dizia: “Joesley, essa parte financeira toca com o Eduardo e se acerta com o Eduardo”. Ele se envolvia somente nos pequenos favores pessoais ou em disputas internas, como a de 2014.


ÉPOCA – O senhor realmente precisava tanto assim desse grupo de Eduardo Cunha, Lúcio Funaro e Temer?

Joesley – Eles foram crescendo no FI-FGTS, na Caixa, na Agricultura – todos órgãos onde tínhamos interesses. Eu morria de medo de eles encamparem o Ministério da Agricultura. Eu sabia que o achaque ia ser grande. Eles tentaram. Graças a Deus, mudou o governo e eles saíram. O mais relevante foi quando Eduardo tomou a Câmara. Aí virou CPI para cá, achaque para lá. Tinha de tudo. Eduardo sempre deixava claro que o fortalecimento dele era o fortalecimento do grupo da Câmara e do próprio Michel. Aquele grupo tem o estilo de entrar na sua vida sem ser convidado.


ÉPOCA – Pode dar um exemplo?

Joesley – O Eduardo, quando já era presidente da Câmara, um dia me disse assim: “Joesley, tão querendo abrir uma CPI contra a JBS para investigar o BNDES. É o seguinte: você me dá R$ 5 milhões que eu acabo com a CPI”. Falei: “Eduardo, pode abrir, não tem problema”. “Como não tem problema? Investigar o BNDES, vocês.” Falei: “Não, não tem problema”. “Você tá louco?” Depois de tanto insistir, ele virou bem sério: “É sério que não tem problema?”. Eu: “É sério”. Ele: “Não vai te prejudicar em nada?”. “Não, Eduardo.” Ele imediatamente falou assim: “Seu concorrente me paga R$ 5 milhões para abrir essa CPI. Se não vai te prejudicar, se não tem problema… Eu acho que eles me dão os R$ 5 milhões”. “Uai, Eduardo, vai sua consciência. Faz o que você achar melhor.” Esse é o Eduardo. Não paguei e não abriu. Não sei se ele foi atrás. Esse é o exemplo mais bem-acabado da lógica dessa Orcrim.
ÉPOCA – Algum outro?

Joesley – Lúcio fazia a mesma coisa. Virava para mim e dizia: “Tem um requerimento numa CPI para te convocar. Me dá R$ 1 milhão que eu barro”. Mas a gente ia ver e descobria que era algum deputado a mando dele que estava fazendo. É uma coisa de louco.


ÉPOCA – O senhor não pagou?

Joesley – Nesse tipo de coisa, não. Tinha alguns limites. Tinha que tomar cuidado. Essa é a maior e mais perigosa organização criminosa deste país. Liderada pelo presidente.


ÉPOCA – O chefe é o presidente Temer?

Joesley – O Temer é o chefe da Orcrim da Câmara. Temer, Eduardo, Geddel, Henrique, Padilha e Moreira. É o grupo deles. Quem não está preso está hoje no Planalto. Essa turma é muita perigosa. Não pode brigar com eles. Nunca tive coragem de brigar com eles. Por outro lado, se você baixar a guarda, eles não têm limites. Então meu convívio com eles foi sempre mantendo à meia distância: nem deixando eles aproximarem demais nem deixando eles longe demais. Para não armar alguma coisa contra mim. A realidade é que esse grupo é o de mais difícil convívio que já tive na minha vida. Daquele sujeito que nunca tive coragem de romper, mas também morria de medo de me abraçar com ele.

17 de junho de 2017 às 9:42

Políticos e instituições lamentam morte da ex-governadora do RN [1] Comentários | Deixe seu comentário.

Impossível publicar todas as notas emitidas pela morte da ex-governadora Wilma de Faria.

Mas o Blog registra as notas enviadas por email pelo governador Robinson Faria, vice Fábio Dantas, o prefeito de Natal, Carlos Eduardo, e o vice Álvaro Dias, os presidentes da Assembleia e da Câmara, Ezequiel Ferreira de Souza e Raniere Barbosa, os senadores José Agripino Maia, Garibaldi Filho e Fátima Bezerra….

 

Prefeitos…de Extremoz, Joaz Oliveira; de Campo Redondo, Alessandru Alves; de Parnamirim Rosano Taveira; de Galinhos, Fábio Rodrigues; de Tibau do Sul, Antônio Modesto; de São Gonçalo do Amarante, Paulinho; de Currais Novos, Odon Jr…

 

Vereadores Raniere Barbosa, Júlia Arruda, Sandra Rosado (Mossoró), Ney Lopes Jr; Eleika Bezerra…

 

Deputados Ezequiel Ferreira de Souza; Jacó Jácome, Walter Alves, Carlos Augusto Maia, Nelter Queiroz, Dison Lisboa; Zenaide Maia; José Adécio; Rogério Marinho; Vivaldo Costa; Tomba Farias; George Soares…

 

Da Defensoria Pública, Arquidiocese de Natal, PEN, Câmara Municipal de Natal, Câmara Municipal de Mossoró, OAB-RN; Fecomercio; PT: Tribunal de Justiça; UERN; PHS; ABAV-RN; UFRN; Fecam; Femurn; PSDB; Adepol; Secovi-RN; PSB/Natal…

17 de junho de 2017 às 9:09

Wilma com W, Vilma com V: inconfundível e incomparável [4] Comentários | Deixe seu comentário.

Wilma cheirava a povo.

De tudo o que a política oferece, era do povo que ela mais gostava.

Além da mãe, Dona Sally, que se foi há 4 anos, era o povo que Wilma consultava antes de tomar decisões.

Era no meio do povo que ela sentia a temperatura de cada eleição; que ela sentia o tamanho do passo que poderia dar.

Era também no meio do povo que ela sentia – apesar de não expressar – a intensidade do seu erro.

Porque a política que muito acertou, também teve suas apostas erradas.

E foi no meio do povo que ela sentiu a verdade no coração de quem lhe abraçava já doente, magrinha, com as defesas baixas e proibida pelos médicos de fazer o que ela estava fazendo.

O abraço do povo era um bálsamo.

Um remédio que a medicina ainda não conseguiu produzir.

 

A Guerreira era inconfundível.

Como será incomparável.

 

Ninguém na política do Rio Grande do Norte terá em seu currículo, 3 mandatos de prefeito de Natal mais dois de governador, mais um de deputado federal Constituinte, um de vice-prefeito da capital e uma vitória de vereador.

 

Ninguém na história política do Rio Grande do Norte tem nem terá o título de Guerreira por ter sido a guerreira que ela sempre foi.

 

Wilma fechou um ciclo num momento em que a política também fecha o seu ciclo.

Os dias de hoje, como a gente costuma se referir ao atual momento, não permitem mais tamanha ousadia.

Ninguém mais chegará ao que Wilma chegou.

Ela foi única e nesse quesito, de carisma, poder, interação com o povo e tamanho de currículo, ninguém a substituirá.

 

No dia de sua despedida, era cedo quando o vendedor de milho da Praça 7 de Setembro se aproximava do Palácio da Cultura, com lágrimas nos olhos, querendo saber a hora que o corpo, que até aquele momento seria velado ali, chegaria.

 

 

 

No velório para família, logo cedo, era com a marca de campanha da Guerreira na mão, o 40, que o eleitor silencioso fazia sua despedida.

 


 

Na Catedral, eram as pessoas simples – o povo de Wilma – que fazia questão de passar por perto do caixão com lágrimas nos olhos.

Pessoas simples e gratas.

Gratas pelos serviços que receberam em Natal, da Wilma prefeita, e em todo o Rio Grande do Norte, da Wilma governadora.

 

Gratas por terem se sentido importantes diante da Guerreira que tinha cheiro de povo.

Era esse povo que chorava de verdade a partida de Wilma.

De Wilma com W em sua certidão de nascimento.

De Vilma com V, “porque Guerreira se escreve com V”, nos dedos e no coração de quem lhe queria o maior bem do mundo.

17 de junho de 2017 às 8:38

A despedida do povo e de todas as cores partidárias [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O governador Robinson Faria, o prefeito de Natal, Carlos Eduardo Alves, os presidentes da Assembleia e da Câmara, Ezequiel Ferreira de Souza e Raniere Barbosa, deputados, ex-deputados, prefeitos, ex-prefeitos, vereadores, senadores, políticos, ex-políticos…o povo…

Todos os partidos unidos nas despedidas à mulher que teve a trajetória mais respeitada da história política do Rio Grande do Norte

Foi assim o velório da ex-governadora Wilma de Faria, que lotou a Catedral Metropolitana durante toda a sexta-feira, antes do corpo seguir em carro aberto até o cemitério Morada da Paz, sempre recebendo o adeus e a homenagem da população.

A missa de corpo presente foi celebrada pelo arcebispo Dom Jaime Vieira da Rocha.

 

Fotos Marlio Forte








A saída da Catedral em carro aberto do Corpo de Bombeiros


No percurso até o cemitério, a homenagem de quem lhe queria bem.

17 de junho de 2017 às 8:37

O adeus do ex-marido Lavoisier Maia [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Ex-marido de Wilma de Faria, responsável pela entrada dela na política, o ex-governador, ex-senador, ex-deputado federal e estadual, Lavoisier Maia foi se despedir, não só da Wilma Guerreira, da Wilma política, da Wilma querida pelo povo.

Lavô, que visitou Wilma no hospital nos seus últimos dias de vida, foi se despedir da mãe de seus filhos.
Ao lado da mulher Terezinha, foi levar seu adeus.

17 de junho de 2017 às 7:44

Filho de Eduardo Campos no velório de Wilma [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Filho do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos, aliado de Wilma de Faria no PSB, João Henrique Campos marcou presença no velório da ex-governadora do Rio Grande do Norte.
João, considerado o herdeiro político de Eduardo, representou a família e disse que retribuía o carinho de Wilma à família de Miguel Arraes.
Também retribuir o carinho dos potiguares pelo seu pai, que morreu num acidente aéreo em plena campanha pela presidência do Brasil.

17 de junho de 2017 às 7:38

Robinson homenageia Wilma durante evento em Serra Caiada [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Em Serra Caiada, onde ao lado da secretária de Assistência Social, Julianne Faria, levou o programa Vila Cidadã, o governador Robinson Faria fez uma homenagem à ex-governadora Wilma de Faria.