Thaisa Galvão

4 de setembro de 2017 às 23:19

Morre aos 74 anos a atriz Rogéria [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Morreu agora à noite, no Rio de Janeiro, a atriz Rogéria, de 74 anos.

Ela estava internada após uma infecção urinária seguida de convulsão e outras complicações como uma infecção generalizada. 
No vídeo abaixo a entrevista que pode ter sido a última que Rogéria concedeu.

Foi à jornalista Mariana Godoy, em abril passado.

Em novembro do ano passado Rogéria esteve no programa do Jô, numa de suas últimas edições:

4 de setembro de 2017 às 22:38

Magna Letícia faz defesa da Advocacia e critica “forma agressiva” com que a categoria tem sido tratada [0] Comentários | Deixe seu comentário.

A advogada e procuradora do Estado, Magna Letícia, decidiu levantar a bandeira da Advocacia.

Em suas redes sociais, criticou o que definiu como “forma agressiva e desarrazoada com a qual o exercício da Advocacia vem sendo tratado”.
Sobre o assunto Magna nos concedeu entrevista no Jornal da Noite da 95FM.

Acompanhe:


Abaixo a postagem que deu origem à entrevista no JN:



4 de setembro de 2017 às 20:02

Janot quer saber porque delatores da JBS deixaram de apresentar áudios “gravíssimos” na delação [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Do G1
Janot manda investigar se delatores da JBS omitiram informações e diz que benefícios do acordo podem ser cancelados
Em pronunciamento nesta segunda (4), procurador-geral disse que MP obteve áudio ‘gravíssimo’. Segundo ele, mesmo se benefícios forem rescindidos, provas da delação não serão anuladas
Por Renan Ramalho, G1, Brasília
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, anunciou nesta segunda-feira (4) que determinou a abertura de investigação para apurar indícios de omissão de informações de práticas de crimes no acordo de delação premiada dos executivos do grupo J&F, controlador do frigorífico JBS. 
Segundo Janot, dependendo do resultado da investigação, os benefícios oferecidos no acordo de colaboração dos irmãos Joesley e Wesley Batista poderão ser cancelados.
Em um pronunciamento na sede da Procuradoria Geral da República (PGR), o chefe do Ministério Público informou a jornalista que os investigadores obtiveram na última quinta-feira (31) áudios, com conteúdo que ele classificou de “gravíssimo”, nos quais um dos donos da empresa, Joesley Batista, conversa com Ricardo Saud, diretor institucional da J&F e um dos delatores do Lava Jato.

A medida, destacou Janot, atinge três dos sete executivos da empresa que fecharam a delação.

“Determinei hoje [segunda] a abertura de investigação para apurar indícios de omissão de informações sobre práticas de crime no processo de negociação para assinatura do acordo de delação no caso JBS. Áudios com conteúdo grave, eu diria gravíssimo, foram obtidos pelo Ministério Público Federal na semana passada, precisamente, na quinta-feira, às 19h”, afirmou Janot na entrevista concedida no auditório da PGR, em Brasília.
Ainda de acordo com o procurador-geral, a análise da gravação revelou diálogo entre dois colaboradores “com referências indevidas à Procuradoria Geral da República e ao Supremo Tribunal Federal.

Janot enfatizou aos jornalistas que ainda que ocorra a rescisão dos benefícios concedidos aos delatores, eventuais novas denúncias não estarão inviabilizadas porque todas as provas continuam válidas.

“Vamos deixar claro. A provável rescisão de um acordo de colaboração premiada, se ocasionada pelo colaborador, não invalida nenhuma prova. Todas as provas continuam hígidas, válidas. O único resultado negativo é para o próprio colaborador, que perde toda ou em parte a premiação que lhe foi concedida.”

Procurador da Lava Jato

Na gravação, informou o procurador, há relato de conduta criminosa por parte do ex-procurador da República Marcelo Miller, auxiliar próximo de Janot que deixou o Ministério Público neste ano para atuar em um escritório de advocacia que atende a JBS. Posteriormente, ele foi desligado da banca.

Na PGR, ele trabalhou como auxiliar direto de Janot por três anos, inclusive, em casos ligados à Operação Lava Jato.

“Se [Miller] descumpriu a lei nas suas funções deverá pagar por isso. Qualquer pessoa que vier a ter descumprido deverá pagar. Não há ninguém que esteja a salvo da lei”, completou em seguida.

No diálogo, ocorrido em 17 de março segundo a PGR, eles falam sobre uma suposta atuação de Müller na confecção de propostas do acordo que seriam fechadas com o órgão. Além disso, eles teriam conversado sobre ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

4 de setembro de 2017 às 8:05

Presidenciável que não fala [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Visto como presidenciável, o ex-presidente do STF, Joaquim Barbosa, já começa regulando a mídia.

Dá entrevista, porém só fala sobre o que lhe interessa e lhe deixa à vontade.
Leia nota de Ricardo Boechat no Globo de hoje:

O ministro aposentado se poupa de assuntos que mais interessam aos leitores, talvez ainda por precaução.

Para quem não se lembra, Barbosa deixou o STF antes do previsto.

Pediu aposentadoria antecipada, aos 59 anos, e mergulhou.

À época, o motivo foi visto como ameaças por parte de mensaleiros que foram presos após julgamentos comandados por ele no STF.
CLIQUE AQUI e leia matéria do Globo publicada à época sobre as supostas ameaças a Joaquim Barbosa.

4 de setembro de 2017 às 7:50

Galvão Engenharia vai delatar [0] Comentários | Deixe seu comentário.

 Vem aí mais uma delação por parte de empresas que trabalham para o serviço público….

Leia nota de Lauro Jardim no Globo de hoje:

No Rio Grande do Norte, a Galvão Engenharia ganhou, em outubro de 2013, licitação para obras de reestruturação da Avenida Engenheiro Roberto Freire.

Obras que foram questionadas e não realizadas.