Holiday

Thaisa Galvão

14 de setembro de 2017 às 21:51

Potigás apresenta benefícios do GNV durante a Ficro em Mossoró [0] Comentários | Deixe seu comentário.

A Companhia Potiguar de Gás (Potigás) participa da XXIX Feira Industrial e Comercial da Região Oeste (Ficro), com um estande onde serão apresentados os benefícios do gás natural canalizado e suas aplicações nos segmentos residencial, comercial, veicular e industrial.

No primeiro dia da Ficro, a maior parte dos visitantes que procurou o estande da Potigás buscava informações acerca das aplicações para os segmentos comercial e residencial. “Explicamos que o gás natural canalizado é mais econômico, prático, seguro e ecologicamente correto”, afirma Antonio Saldanha, gerente da Base de Mossoró da Potigás.

A rede de gasodutos da Potigás em Mossoró tem 32 km e está presente nos principais bairros da cidade como Nova Betânia, Santo Antonio, Costa e Silva, Alto de São Manoel, Centro, Paredões, Doze Anos e Abolições.

Além de indústrias, postos de combustíveis e condomínios residenciais, a Companhia também atende na cidade bares, restaurantes, hotéis, padarias, supermercados, entre outros. O consumo médio de gás em Mossoró chega a 40 mil m³ por dia.

14 de setembro de 2017 às 18:26

Janot dá ‘tapa na cara’ do PMDB abrindo denúncia com citação de Ulysses Guimarães sobre corrupção [0] Comentários | Deixe seu comentário.

A denúncia do procurador geral da República, Rodrigo Janot, contra os peemedebistas tradicionais da Câmara dos Deputados, na peça que tem mais de 200 páginas, começa com um tapa na cara aos políticos emblemáticos do PMDB no Brasil.

Janot escolheu uma citação de Ulysses Guimarães, fundador do PMDB e respeitado durante sua atuação como deputado presidente da Câmara que promulgou a Constituição Federal em 5 de outubro de 1988.
Veja a citação que dá na cara nos peemedebistas que integraram o grupo de ‘Doutor Ulysses’.

14 de setembro de 2017 às 18:16

Na íntegra: Denúncia contra presidente e cúpula do PMDB tem mais de 200 páginas [0] Comentários | Deixe seu comentário.

A denúncia contra o presidente Michel Temer e os aliados-amigos do PMDB, além de diretores do grupo JBS tem 200 páginas e foi apresentada há pouco ao STF pelo procurador geral da República, Rodrigo Janot.
CLIQUE AQUI para ter acesso à íntegra da denúncia.

Programa para quem decidir não dormir hoje à noite.

14 de setembro de 2017 às 18:04

Sob comando de Temer, denunciados teriam fraudado Petrobras, Furnas, Caixa, Ministério da Integração Nacional e Câmara [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Da assessoria da Procuradoria Geral da República:
PGR denuncia membros do PMDB por organização criminosa e obstrução de justiça

São acusados de organização criminosa integrantes do “PMDB da Câmara”; também há imputação de obstrução de justiça pela tentativa de evitar que Lúcio Funaro firmasse acordo de colaboração

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, denunciou ao Supremo Tribunal Federal os integrantes do chamado “PMDB da Câmara” por organização criminosa. São acusados o presidente da República, Michel Temer; Eduardo Cunha, Henrique Alves, Geddel Vieira Lima, Rodrigo Loures, Eliseu Padilha e Moreira Franco. 
Segundo a denúncia, eles praticaram ações ilícitas em troca de propina por meio da utilização de diversos órgãos públicos, como Petrobras, Furnas, Caixa Econômica, Ministério da Integração Nacional e Câmara dos Deputados

Michel Temer é acusado de ter atuado como líder da organização criminosa desde maio de 2016.

Também há imputação do crime de obstrução de justiça por causa dos pagamentos indevidos para evitar que Lúcio Funaro firmasse acordo de colaboração premiada. 
Neste sentido, Michel Temer é acusado de instigar Joesley Batista a pagar, por meio de Ricardo Saud, vantagens a Roberta Funaro, irmã de Lúcio Funaro. 

Os três são denunciados por embaraçar as investigações de infrações praticadas pela organização criminosa. Apesar da tentativa, Lúcio Funaro firmou acordo de colaboração premiada com a Procuradoria-Geral da República, que foi homologado pelo Supremo Tribunal Federal, e as informações prestadas constam da denúncia.
O PGR pede o desmembramento do Inquérito 4327 em relação às condutas de Joesley Batista e Ricardo Saud, para que sejam julgadas pela 13ª Vara Federal de Curitiba. 

Em relação ao inquérito 4483, ele pede que cópia dos autos seja remetida à Seção Judiciária do Distrito Federal, para avaliar as condutas de Lúcio Funaro, Roberta Funaro e Eduardo Cunha. 

Janot explica na cota da denúncia que uma parte das provas foi obtida a partir dos acordos de colaboração firmados com Joesley Batista e Ricardo Saud, que sofreram rescisão por descumprimento das cláusulas, mas isso não limita a utilização das provas apresentadas.

Organização criminosa
Segundo o PGR, o esquema desenvolvido permitiu que os denunciados recebessem pelo menos R$ 587 milhões de propina. 

A denúncia explica que o núcleo político da organização era composto também por integrantes do PP e do PT, que compunham subnúcleos políticos específicos, além de outros integrantes do chamado “PMDB do Senado”. 
Para Janot, em maio de 2016, com a reformulação do núcleo político da organização criminosa, os integrantes do “PMDB da Câmara”, especialmente Michel Temer, passaram a ocupar papel de destaque que antes havia sido dos integrantes do PT em razão da concentração de poderes na Presidência da República.
O PGR faz um registro histórico das nomeações e cargos ocupados desde que Lula foi vitorioso nas eleições presidenciais e precisava de mais espaço no âmbito do Congresso Nacional. 
Quanto ao grupo do “PMDB da Câmara”, as negociações de apoio passaram a orbitar, por volta de 2006, primordialmente em torno de dois interesses: a prorrogação da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF); e a necessidade de ampliação da base do governo em razão do processo do “Mensalão” que havia enfraquecido o poder político da cúpula do Poder Executivo Federal integrada por membros do PT.
Esses temas foram negociados por Michel Temer e Henrique Alves, na qualidade de presidente e líder do PMDB, que concordaram com ingresso do “PMDB da Câmara” na base do governo em troca de cargos chaves, tais como a Presidência de Furnas, a Vice-Presidência de Fundos de Governo e Loterias na Caixa Econômica, o Ministério da Integração Nacional, a Diretoria Internacional da Petrobras, entre outros. 
No dia 30 de novembro de 2006, o Conselho Nacional do PMDB aprovou a integração da legenda, em bloco, a base aliada do Governo Lula.
Com relação à interação entre os núcleos político e administrativo da organização criminosa, a distribuição dos cargos ocupados pelos membros deste núcleo (administrativo) no âmbito do governo federal foi sempre um processo dinâmico, que envolvia constante tensão com o chefe do Poder Executivo federal e marcado por fortes disputas internas por espaços. Isso porque todos estavam interessados nos cargos públicos que lhes garantissem a melhor rentabilidade em termos de arrecadação de propina.
Segundo a denúncia, o papel de negociar os cargos junto aos demais membros do núcleo político da organização criminosa, no caso do subnúcleo do “PMDB da Câmara”, era desempenhado por Michel Temer de forma mais estável, por ter sido ele o grande articulador para a unificação do Partido em torno do governo Lula. 
Depois de definidos os espaços que seriam ocupados pelo grupo dos denunciados, Michel Temer e Henrique Eduardo Alves, este último líder do Partido entre 2007 e 2013, eram os responsáveis maiores pela distribuição interna dos cargos, e por essa razão recebiam parcela da propina arrecadada por Moreira Franco, Geddel Vieira Lima, Eliseu Padilha e especialmente Eduardo Cunha.
Eliseu Padilha, Geddel Vieira Lima, Henrique Eduardo Alves, Moreira Franco e Rodrigo Loures têm relação próxima e antiga com Michel Temer, daí porque nunca precisaram se valer de intermediários nas conversas diretas com aquele. 
Eram eles que faziam a interface junto aos núcleos administrativo e econômico da organização criminosa a respeito dos assuntos ilícitos de interesse direto de Michel Temer, que, por sua vez, tinha o papel de negociar junto aos demais integrantes do núcleo político da organização criminosa os cargos a serem indicados pelo seu grupo e era o único do grupo que tinha alguma espécie de ascensão sobre todos.
O procurador-geral informa que, além de praticar infrações penais no Brasil, a organização criminosa adquiriu caráter transnacional, o que pode ser demonstrado, principalmente, por dois de seus mecanismos de lavagem de dinheiro: transferências bancárias internacionais, na maioria das vezes com o mascaramento em três ou mais níveis para distanciar a origem dos valores; e a aquisição de instituição financeira com sede no exterior, com o objetivo de controlar as práticas de compliance e, assim, dificultar o trabalho das autoridades.
Transição de governo 
Explica-se a rápida ascensão de Eduardo Cunha no âmbito do PMDB e na organização criminosa, entre outros fatores, por sua atuação direta e incisiva na arrecadação de valores lícitos ou ilícitos; e pelo mapeamento e controle que fazia dos cargos e pessoas que o ajudariam nos seus projetos. 
Em 2015, a relação entre os integrantes do “PMDB da Câmara” e a ex-presidente Dilma Rousseff estava fortemente abalada, especialmente pela exoneração de Moreira Franco da Secretaria de Aviação Civil sem prévio ajuste com Michel Temer.
No início de 2015, Eduardo Cunha decidiu não observar o acordo de alternância entre PT e PMDB e lançou-se candidato à Presidência da Câmara dos Deputados numa disputa com o candidato do PT Arlindo Chinaglia. 
Esse episódio marcou uma virada importante no relacionamento entre os integrantes do núcleo político da organização criminosa do “PMDB da Câmara” e do PT. 

Os caciques do PMDB achavam que o governo não estava agindo para barrar a Operação Lava Jato em relação aos “aliados” por que queriam que as investigações prejudicassem os peemedebistas; já os integrantes do PT da organização criminosa desconfiavam que aqueles queriam fazer uma manobra política para afastar a então presidente Dilma do poder e assumir o seu lugar.
Em março de 2016, o PMDB decidiu deixar formalmente a base do governo e, em abril de 2016, o pedido de abertura de impeachment da Presidente Dilma Rousseff foi aprovado pela Câmara dos Deputados. 
Michel Temer assumiu a Presidência da República em 12.05.2016, provisoriamente, e, em definitivo, no dia 31 de agosto de 2016. 

Na sua gestão, garantiu espaços relevantes aos líderes do PP e do PMDB que já pertenciam a organização criminosa.
A denúncia também destaca que, ante a forte atuação parlamentar e responsabilidade por outras indicações políticas, as quais ainda perduram, a organização criminosa permaneceu praticando crimes nos anos de 2015, 2016 e 2017. Nesse sentido, aplica-se a lei vigente a partir de setembro de 2013 (Lei nº 12.850/13). 

Conduta permanente, mesmo iniciada antes dessa data, passa a ser regida pela nova lei, nos termos do enunciado da Súmula 711 do Supremo Tribunal Federal.

14 de setembro de 2017 às 17:47

Henrique denunciado mais uma vez junto ao presidente Temer, o PMDB da Câmara e a dupla da JBS [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O ex-deputado Henrique Alves acaba de ser denunciado mais uma vez.

Agora pelo procutador geral Rodrigo Janot, por organização criminosa.

A denúncia foi apresentada ao STF contra o que a Procuradoria identifica como PMDB na Câmara, comandado pelo presidente da República Michel Temer, os atuais ministros Eliseu Padilha e Moreira Franco, os ex-deputados Geddel Vieira e Rodrigo Rocha Loures, e os ex-presidentes da Câmara, Eduardo Cunha e Henrique Alves.

Todos denunciados por organização criminosa, e o presidente Temer por organização e também por obstrução à justiça.

Também foram denunciados por obstrução, o empresário Joesley Batista e o executivo Ricardo Saud.

14 de setembro de 2017 às 17:35

Apresentador do Cidade Alerta Marcelo Rezende é internado em estado grave [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Do portal Terra:
Namorada de Rezende pede a Deus: “cuida de quem não posso”
Em batalha contra câncer no pâncreas e fígado, apresentador foi diagnosticado com pneumonia e seu estado é considerado grave

Lu Lacerda, namorada de Marcelo Rezende, pediu a Deus que olhe pelo jornalista, em postagem feita na madrugada desta quinta-feira (14), em sua conta de Instagram. 

Com câncer no fígado e pâncreas, o apresentador do “Cidade Alerta” foi internado em estado grave por causa de uma pneumonia, informou o Purepeople horas antes. 

“Querido Deus, cuida de quem eu não posso cuidar. Obrigado!”, diz a mensagem compartilhada pela carioca. “Assim seja”, legendou a namorada de Marcelo usando as hashtags “Amor sem limite” e “juntos somos mais fortes”.

‘Volte para o hospital’, pediu Milton Neves
No início do mês, o jornalista esportivo aconselhou o amigo a não fazer mais um tratamento alternativo. ” Amigo Marcelo Rezende, dá muito trabalho para fazer um médico! Por favor, volte pro hospital e ajude Deus a te ajudar!”, escreveu em rede social o apresentador do “Terceiro Tempo”, da Band. 

Dias antes, a namorada de Marcelo viajou para os EUA para comprar medicamentos para ele, de acordo com fonte do site.
Apresentador descobriu doença em maio
Há quatro meses, o comandante do “Cidade Alerta” foi diagnosticado com tumores e na única entrevista que deu se disse confiante em vencer o câncer e afirmou não ter medo da morte. 

Após a primeira sessão de quimioterapia, deixou o procedimento e recorreu a um tratamento alternativo, no qual cortou carboidratos. 
Segundo ele, Deus mandou que não se submetesse à quimio. “Foi a melhor decisão que eu tomei (…). A cura está cada vez mais perto”, justificou. 

Recentemente, liberado pelos médicos, o jornalista voltou a consumir esse tipo de alimento e almoçou com Lu e amigos.
Jornalista tem passagens por Globo e Band
A carreira do carioca Marcelo Rezende começou no “Jornal dos Sports” após, sem saber, ajudar o editor do periódico, que lhe convidou para um estágio. 

Depois, o jornalista pai de cinco filhos de cinco mulheres diferentes passou pelo “O Globo” até chegar a TV Globo. 

Na emissora carioca, cobriu o carnaval, mas foi em 1997 que realizou uma de suas matérias mais importantes: o abuso de PMs na Favela Naval, em São Paulo. 
No final dos anos 1990, passou a apresentar o “Linha Direta”. 

Ao sair da Globo, conduziu o “Repórter Cidadão”, na RedeTV!. 

Em seguida, teve sua primeira passagem pela Record até retornar à RedeTV!. 

Depois, foi contratado pela Band e voltou para a Record em 2010. 

Desde 2012 está, novamente à frente do “Cidade Alerta”. Um ano mais tarde, lançou sua biografia, “Corta pra Mim” – título referente ao bordão que costuma falar no telejornal policial.

14 de setembro de 2017 às 14:33

Senado aprova criação de semana para debater valorização da vida e prevenção ao suicídio proposta por Garibaldi Filho e Marta Suplicy [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O Senado aprovou hoje a criação da Semana Nacional de Prevenção do Suicídio e de Valorização da Vida. 
A proposta, inicialmente debatendo a valorização da vida, e que teve a questão do suicídio incluída via emenda da senadora-relatora, Marta Suplicy, foi apresentada pelo senador Garibaldi Filho (PMDB).

Aprovada no Senado, a matéria segue para análise da Câmara dos Deputados.
A estimativa, apresentada na emenda de Suplicy, é que ocorra um suicídio a cada 40 segundos no mundo, e no Brasil o número estimado haja é de 32 suicídios por dia. 

14 de setembro de 2017 às 8:30

Ministro Blairo Maggi é alvo de operação  [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Operação da Polícia Federal cumpriu, na manhã desta quinta-feira, mandado de busca e apreensão em Brasília, no apartamento do monistro da Agricultura, Blairo Maggi (PP).
A PF também cumpriu mandados em em São Paulo e no Mato Grosso.
Maggi foi governador de Mato Grosso e é alvo da delação premiada do ex-governador Silval Barbosa (PMDB), que o acusou de participar de um esquema de corrupção no estado.
 Maggi se desincompatibilizou do Executivo estadual para concorrer ao Senado. No mesmo ano, o delator foi reeleito.q

14 de setembro de 2017 às 8:21

Reitor da Universidade Federal de Santa Catarina é preso sob acusação de desviar dinheito público [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O reitor da Universidade Federal de Santa Catarina, Luís Carlos Cancellier de Olivo, foi preso hoje em operação contra desvio de recursos do programa de educação à distância.

O dinheiro foi desviado para pessoas sem vínculo com a universidade.

A instituição tentou barrar investigação interna, segundo apurou a Polícia Federal.
Operação Ouvidos Moucos tenta  desarticular uma organização criminosa que supostamente desviou 80 milhões de reais destinados a cursos de Educação a Distância (EaD) da UFSC.
A investigação da PF apontou que verba destinada ao EaD foi desviada, inclusive para pessoas sem vínculo com a universidade, como parentes de professores.
Há mandados sendo cumpridos em Florianópolis, Itapema e Brasília.

14 de setembro de 2017 às 5:37

Companheiros sem Lula em 2018 [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Do Globo: