Thaisa Galvão

16 de setembro de 2017 às 20:44

Para o presidente da AL, Ezequiel Ferreira, fechamento de facções agravará crise causada pela seca que já dura 6 anos no RN [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Ezequiel Ferreira de Souza, se pronunciou sobre a queda de braço entre o Ministério Público do Trabalho e o setor têxtil do Rio Grande do Norte. 
“As facções têxteis são um expoente dentre as ações de geração de emprego e renda no Rio Grande do Norte. Chegou num momento de crise, oportunizando emprego para o semiárido combalido diante de um cenário de seca e precisa ter olhar especial da sociedade, principalmente das instituições. Do contrário corremos sério risco de termos uma situação de crise provocada por 6 anos de seca ainda mais agravada com o fechamento de vagas de trabalho”, ressaltou o deputado.
Para o presidente do legislativo, a decisão da instituição atingirá pelo menos 62 unidades têxteis do Seridó, distribuídas pelas cidades de Parelhas, Cerro-Corá, São José do Seridó, São Vicente, Acari e Jardim do Seridó, e cerca de 2.600 trabalhadores, deverão ser prejudicados.

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