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Thaisa Galvão

28 de setembro de 2017 às 13:38

Secretário de Planejamento vai dar entrevista sobre salários dos servidores [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O secretário de Planejamento do Estado, Gustavo Nogueira, vai conceder entrevista coletiva amanhã para esclarecer sobre o pagamento dos servidores e sobre a situação financeira do Estado.

A entrevista será às 10h30, na Seplan.

28 de setembro de 2017 às 12:24

Os alvos da operação Anel de Giges [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Principais alvos da operação deflagrada hoje pela Polícia Federal em Brasília, Boa Vista (RO) e Belo Horizonte (MG):
Os filhos do senador Romero Jucá (PMDB-RR), Rodrigo e Marina, e as ex-enteadas Ana Paula e Luciana Surita. 

Foram expedidos mandados de busca e condução coercitiva contra todos.
O mandado contra Luciana foi cumprido na fazenda onde ela vive com a mãe, a prefeita de Boa Vista, Teresa Surita. 

Já Ana Paula e Marina foram levadas para depor na superintendência da PF em Brasília.
Também são alvos de condução e buscas Hamilton José Pereira, Elmo Teodoro Ribeiro e Francisco José de Moura Filho, ligados à empresa CMT Engenharia.
A operação apurou que o esquema desviou 32 milhões de reais.

28 de setembro de 2017 às 10:03

Operação não envolve ainda Romero Jucá para não dar foro privilegiado aos filhos do líder do Governo no Senado [0] Comentários | Deixe seu comentário.

A operação envolvendo os filhos e enteados do líder do Governo no Senado, Romero Jucá, do PMDB, termina de pirar o presidente Michel Temer…

Que anda às voltas para salvar o senador afastado Aécio Neves (PSDB).

Mais um problema para Temer que também tem que se salvar.

A operação de hoje não envolve Jucá diretamente.

Uma estratégia da Polícia Federal para não dar foro privilegiado ao caso.

Entram filhos e enteados e só depois, claro, numa outra ação, aparecerá o principal envolvido: o senador Romero Jucá.

28 de setembro de 2017 às 9:53

PF leva filhas do senador Romero Jucá para depor em Brasília [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Do G1
Filhos e enteados de Jucá são alvos de operação da PF que apura desvio de R$ 32 milhões
Policiais cumprem 17 mandados de busca e condução coercitiva na manhã desta quinta (28) em RR, MG e no DF. Investigadores apuram supostas irregularidades em empreendimentos em Boa Vista
Por Ana Paula Andreolla

A Polícia Federal (PF) deflagrou na manhã desta quinta-feira (28) uma operação, batizada de Anel de Giges, para cumprir mandados de busca e apreensão e condução coercitiva (quando a pessoa é obrigada a ir prestar depoimento) contra filhos e enteados do líder do governo no Senado e presidente nacional do PMDB, Romero Jucá (RR).

Nesta manhã, dois carros da Polícia Federal estão na casa do filho de Romero Jucá, o ex-deputado Rodrigo Jucá. 

Agentes recolhem documentos dentro da moradia, que fica no bairro Paraviana, em área nobre de Boa Vista.

A assessoria da PF informou que, durante a investigação, foi identificado o desvio de R$ 32 milhões dos cofres públicos por meio do superfaturamento na compra da Fazenda Recreio – propriedade localizada em Boa Vista – e na construção do empreendimento Vila Jardim, projeto financiado com recursos do programa Minha Casa Minha Vida na capital de Roraima.
Romero Jucá é investigado pela Operação Lava Jato, mas as diligências cumpridas nesta quinta não têm relação direta com o parlamentar de Roraima. 

Os alvos da operação Anel de Giges não têm foro privilegiado.

Os nomes dos suspeitos não haviam sido divulgados até a última atualização desta reportagem. 

O G1 ainda não conseguiu contato com a assessoria do líder do governo no Senado.
Responsável pela defesa de Jucá na Lava Jato, o advogado Antonio Carlos de Almeida Castro informou à GloboNews que o escritório dele acompanhou, em Brasília, a condução coercitiva de duas filhas do senador do PMDB.
Ainda de acordo com a Polícia Federal, há indícios de irregularidades na fiscalização e aprovação do empreendimento Vila Jardim por parte de funcionários da Caixa Econômica Federal.

Ao todo, os policiais federais cumprem 17 mandados judiciais: 9 de busca e apreensão e 8 de condução coercitiva. As diligências ocorrem em Boa Vista, Brasília e Belo Horizonte.

Segundo a assessoria da PF, os investigadores conduziram coercitivamente os suspeitos para prestarem esclarecimentos sobre as suspeitas de crimes de peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa envolvendo a Fazenda Recreio.

A operação foi batizada de Anel de Giges inspirada na citação em um dos livros da obra “A República”, de Platão, em que é discutido o tema da Justiça. O Anel de Giges, de acordo com a PF, permite ao seu portador que fique invisível e cometa ilícitos sem consequências.

28 de setembro de 2017 às 7:24

PF encontra logotipo da OAS em maços de dinheiro apreendido no bunker de Geddel [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Da Folha:
PF investiga mala da OAS e novas digitais em bunker de Geddel
CAMILA MATTOSO

A Polícia Federal investiga se há relação entre os R$ 51 milhões achados em um apartamento ligado ao ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB) e a empresa OAS.
Alguns maços de dinheiro vinculados ao peemedebista estavam guardados em uma bolsa de couro com o logotipo da empreiteira.
Em 2014, a PF achou em um celular apreendido uma série de trocas de mensagens entre Léo Pinheiro, sócio da construtora, e o político.
Nas mensagens, o nome do do deputado federal Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA), irmão de Geddel, é citado como alguém que faria a articulação do recebimento de doação para campanhas do partido na Bahia em 2012.
Os diálogos tratavam, além de doações, de concessões de aeroportos, negócios privados, como um empreendimento em frente ao mar na capital baiana, e liberações de recursos da Caixa, banco no qual Geddel foi vice-presidente de 2011 a 2013, no governo Dilma Rousseff.
Segundo relatório recente da PF sobre o “quadrilhão” do PMDB na Câmara, a legenda recebeu oficialmente R$ 58,1 milhões da OAS nos anos de 2010, 2012 e 2014.
Procurada, a empreiteira não quis se manifestar.
Geddel está preso desde 9 de setembro no presídio da Papuda (DF). Ele cumpria prisão domiciliar desde 12 de julho, mas foi detido de novo após a descoberta do dinheiro.
Em depoimento na segunda prisão, o ex-ministro preferiu ficar em silêncio. Sua defesa diz que não comenta o assunto por não ter tido ainda acesso aos autos.
A polícia também tenta identificar de quem são outros fragmentos de impressões digitais achados em plásticos que embalavam as cédulas e nas malas.
No mesmo dia da apreensão dos R$ 51 milhões, a perícia conseguiu achar digitais do ex-ministro e de um aliado seu –Gustavo Ferraz, que também foi preso. A identificação foi fundamental para a decisão da prisão de ambos.
O terceiro caminho que a PF deve trilhar é o rastreamento de algumas das cédulas encontradas no apartamento. Parte do dinheiro ainda estava embalado em pequenos maços, dando a impressão de não ter sido mexido. Com o número de série das notas, a polícia pode descobrir, via Banco Central, por exemplo, as datas de retiradas.
Apesar de não ter conseguido identificar ainda a origem dos R$ 51 milhões, a PF afirma em relatórios que parte dos valores guardados por Geddel é propina paga pelo operador Lúcio Funaro, também preso na Papuda.
Em delação premiada, homologada recentemente, Funaro revelou pagamentos e documentos que comprovam voos para as entregas de valores ao peemedebista.