Thaisa Galvão

26 de outubro de 2017 às 23:00

Veja pronunciamentos da PF e MPF sobre operação Lavat [0] Comentários | Deixe seu comentário.

A operação Lavat foi explicada nesta quinta-feira durante uma entrevista coletiva com membros da Polícia Federal e Ministério Público Federal, que deflagraram a operação em Natal, Brasília, Angicos, Parnamirim, São José de Mipibu e Nisia Floresta.

CLIQUE AQUI e escute toda a entrevista coletiva ocorrida na sede da PF, em Natal..

26 de outubro de 2017 às 21:47

Advogado defende família de Henrique e diz que operação Lavat “investiga um nada jurídico” [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O advogado do ex-deputado Henrique Alves, Marcelo Leal, disse hoje que operação Lavat, que prendeu assessores de Henrique, “investiga um nada jurídico”.

Em entrevista à InterTV Cabugi, disse que seu cliente está “absolutamente tranquilo”.

Henrique está preso há quase 5 meses.

Sobre os mandados de busca e apreensões cumpridos nos apartamentos de Laurita Arruda, mulher de Henrique, e de Andressa Azambuja Alves, filha mais velha, Marcelo Leal emitiu nota:

Nota

A afirmação de que terceiros estariam lavando dinheiro de Henrique Alves é absolutamente falsa e mentirosa.

Andressa, filha de Henrique, está vendendo um imóvel de sua propriedade para pagar dívidas e garantir sua sobrevivência.

A suposição de que a esposa de Henrique, Laurita, tivesse obtido documento falso sobre a sua condição de saúde é uma infâmia que atinge não apenas a ela, mas ao médico que o atende e a este advogado que jamais utilizaria de subterfúgio para enganar a Justiça.

Basta uma consulta ao controle de entrada da Academia de Polícia para constatar a visita periódica de fisioterapeuta para tratamento de sua enfermidade.

É lamentável que pessoas inocentes sejam envolvidas em investigação estéril e sem qualquer fundamento.

A defesa apresentou resposta em que refuta com provas e documentos todas as acusações e confia na Justiça e na absolvição de seu cliente por ser inocente.

Marcelo Leal de Lima Oliveira

OAB/DF 21.932

*

Trecho de reportagem publicada no Globo de hoje, desmonta o que disse o advogado.

26 de outubro de 2017 às 21:17

Defesa de Francisco Barros diz que denúncias contra ele são caluniosas [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Da assessoria do ex-desembargador federal Francisco Barros Dias, que foi denunciado hoje pelo Ministério Público Federal:

Nota

A defesa do advogado Francisco Barros Dias nega a prática de quaisquer dos crimes a ele imputados nas denúncias caluniosas ofertadas pelo Ministério Público Federal, as quais se baseiam na palavra de delatores condenados pela Justiça e que usam argumentos falsos para tentar a salvação a qualquer custo.

A defesa refuta a ilação de recebimento de valores em razão da atuação enquanto magistrado nos 28 anos de carreira do advogado Francisco Barros Dias no âmbito da Justiça Federal da 5ª Região.

O trabalho de Dr. Barros pela advocacia sempre foi pautada na ética, legalidade e respeito à quarentena perante o Tribunal Regional Federal da 5ª Região, onde não há registros formais de atuação em processos naquela Corte.

A defesa ressalta ainda que confia na Justiça e na verdade dos fatos.

26 de outubro de 2017 às 14:31

Veja imagem da viatura do GOE que levou Henrique para depor na sede da Justiça Federal [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O ex-deputado Henrique Alves deixou a Academia da PM, onde está preso, para prestar depoimento na sede da Justiça Federal, em uma viatura do GOE, Grupo de Operações Especiais da Secretaria de Justiça do Estado.

O depoimento acontece neste momento por videoconferência, ao juiz Vallisney Oliveira, da 10° Vara Criminal, em Brasília.

A viatura saiu por trás da sede da Academia para evitar exposição do ex-deputado.

O vídeo abaixo é do repórter fotográfico Ney Douglas.

26 de outubro de 2017 às 13:54

Auxiliares da Prefeitura de Nísia Floresta são levados para depor e Executivo emite nota de esclarecimento [0] Comentários | Deixe seu comentário.

A Prefeitura do município de Nisia Floresta emitiu nota sobre operação da Polícia Federal.

Policiais federais cumpriram mandado de busca e apreensão em duas salas da Prefeitura: a de licitações e a do secretário de Finanças, Fernando Leitão Morais Júnior, que foi levado para depor em condução coercitiva.

Também foi levado o pregoeiro Domiciniano Fernandes.

Na nota a Prefeitura esclarece que não é alvo da operação:

Nota

A Prefeitura de Nísia Floresta vem a público esclarecer, que embora não seja alvo direta de qualquer investigação tem prestado todos os esclarecimentos necessários no que diz respeito à Operação Lavat, manifestando seu irrestrito apoio e colaboração com as investigações em curso.

A Prefeitura de Nísia Floresta reitera seu compromisso com a transparência, ética e legalidade na gestão de recursos públicos.

*

Até o momento o prefeito Daniel Marinho não se pronunciou sobre possibilidade de exonerar o auxiliar.

26 de outubro de 2017 às 13:38

PF recolheu documentos com mulher e filha de Henrique [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Do Estadão:

26 de outubro de 2017 às 13:23

PF diz que mesmo na prisão Henrique continuou articulando fraudes [0] Comentários | Deixe seu comentário.

A Polícia Federal, que prendeu hoje 3 assessores do ex-deputado Henrique Alves (PMDB), revelou que, mesmo preso, Henrique comandava um esquema de fraudes e ocultação de bens.

Segundo a PF, em entrevista coletiva, o ex-deputado estaria ocultando bens e fraudando licitações em prefeituras do interior através de assessores, familiares e pessoas próximas.

O delegado Oswaldo Scalezi Júnior afirmou que Henrique, desde que foi preso, continuava articulando com seus assessores diretos a ocultação de seus bens e o direcionamento de licitações.

As fraudes envolvendo municípios teria somado 5 milhões e 500 mil reais.

26 de outubro de 2017 às 10:59

MPF oferece denúncia contra ex-desembargador federal [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Do G1

 

MPF denuncia ex-desembargador Francisco Barros por corrupção e exploração de prestígio

 

 

Ministério Público Federal (MPF) fez duas denúncias contra o ex-desembargador federal Francisco Barros Dias e outras 12 pessoas, por corrupção, lavagem de dinheiro, falsidade documental e exploração de prestígio.

A primeira, que tramita na 2ª Vara da Justiça Federal no RN, narra um suposto esquema de compra e venda de decisões judiciais em 2012, quando o ex-desembargador ainda atuava no Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5), em Recife.

Já a segunda denúncia, que tramita na 14ª Vara, descreve a exploração de prestígio de Francisco Barros após a aposentadoria, quando teria passado a advogar ilegalmente junto à corte.

De acordo com o MPF, Francisco Barros recebeu altos valores para influenciar no voto de ex-colegas.

As denúncias são decorrentes da Operação Alcmeon, deflagrada no último dia 30 de agosto.

Na ocasião, Francisco Barros foi preso preventivamente, mas obteve a liberdade, através de dois habeas corpus analisados pelo TRF5.

A defesa negou a participação do advogado Francisco Barros Dias em qualquer conduta desonrosa e ressaltou que “confia na Justiça e na verdade dos fatos”.

Perante a 2ª Vara da Justiça Federal, o ex-desembargador responde por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Além de Francisco Barros, são réus os advogados Francisco Welithon da Silva, Flávio Claudevan de Gouveia e Ademar Rigueira Neto, bem como Eugênio Pacelli Remigio de Araújo, ex-assessor do desembargador federal Paulo de Tasso Gadelha.

Já na 14ª Vara, o ex-desembargador é acusado de associação criminosa, exploração de prestígio, falsidade documental e lavagem de dinheiro. Nesse processo há acusações ainda contra a esposa do ex-desembargador, Noara Renea Vieira de Alencar Barros Dias; os advogados Ivis Giorgio Tavares Barros Dias, José Luiz Carlos de Lima, Anderson Gurgel Dantas e Marcos Lacerda Almeida Filho; o bacharel em Direito Gleydson Firmino da Silva; o empresário Edvaldo Fagundes de Albuquerque; e o ex-prefeito de Upanema Jorge Luiz Costa.

 

Prestígio

A segunda denúncia revela que o ex-desembargador desrespeitou a “quarentena” constitucional, pela qual só poderia advogar junto ao TRF5 após um prazo mínimo de três anos da sua aposentadoria, ocorrida em 2015.

No entanto, desde aquele ano e até 2017 ele e outros advogados, bem como sua esposa, teriam recebido valores sob a promessa de influenciarem no voto dos desembargadores, para o julgamento de diferentes ações.

 

Vazamento

A denúncia que trata dos casos ocorridos em 2012 já foi recebida pela Justiça, e os acusados passaram à condição de réus.

Ela aponta que Francisco Barros e Paulo de Tasso Gadelha (já falecido) atuavam na Segunda Turma do TRF5 e votaram a favor do habeas corpus que liberou da prisão Rychardson de Macedo Bernardo, bem como devolveram a ele o controle sobre seus bens e empresas, em troca de propina intermediada por três advogados.

Rychardson foi alvo da Operação Pecado Capital, realizada em 2011, que apurou um esquema de desvio no Ipem/RN.

O MPF ressalta, porém, que houve vazamento dessas investigações, quando ainda se encontravam nos procedimentos iniciais.

Ademar Rigueira Neto foi o primeiro beneficiado e teve conhecimento dos pedidos de afastamento de sigilo pouco tempo após serem protocolados. A denúncia indica que os meios ilícitos pelo qual o investigado foi avisado ainda estão sendo apurados.

Além do advogado, o ex-desembargador Francisco Barros mantinha, em seu escritório, uma cópia dos pedidos de quebra de sigilo feitos pelo MPF, material que se encontrava sob sigilo judicial.

A cópia foi apreendida pela Polícia Federal no último dia 30 de agosto, durante a Operação Alcmeon, dentro de um envelope da OAB/RN.

26 de outubro de 2017 às 9:43

Ministério do Turismo vai exonerar servidor preso e que assessorava Henrique [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O Ministério do Turismo vai exonerar o servidor preso hoje, que assessorava o ex-ministro Henrique Alves.

Leia nota do MT:

Nota

O Ministério do Turismo vai exonerar Norton Domingues Masera e colabora com a Polícia Federal para que os fatos sejam apurados com correção.

Vale destacar que a busca e apreensão se restringiu a sala em que Norton trabalhava e Pasta Ministerial não é alvo da investigação.

26 de outubro de 2017 às 8:00

Policiais Federais voltaram ao apartamento de Henrique [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Mesmo com o ex-deputado Henrique Alves (PMDB) preso, a Polícia Federal fez busca no apartamento dele hoje cedo.

Entre os alvos da operação de hoje, está o apartamento do edifício Belo Monte, em Petrópolis.

26 de outubro de 2017 às 7:39

Veja quem a PF prendeu e levou para depor na operação deflagrada por desvio de dinheiro nas obras da Arena das Dunas [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Veja quem foram os principais alvos da operação Lavat, desencadeada após a Manus, deflagrada a partir da constatação de desvios de dinheiro na construção da Arena das Dunas:

Os mandados de prisão temporária foram expedidos contra 3 assessores de Henrique: Aluísio Henrique Dutra de Almeida e José Geraldo Moura Fonseca Júnior em Natal, e Norton Domingues Masera, em Brasília.

Foram levados para depor, em mandados de condução coercitiva, Domiciniano Fernandes da Silva e Fernando Leitão de Moraes Júnior.

26 de outubro de 2017 às 7:35

PF cumpre mandado de busca na InterTV Cabugi tendo como alvo o procurador do sócio Henrique Alves [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Na segunda fase da operação Manus no Rio Grande do Norte, denominada Lavat, a Polícia Federal cumpriu mandado de busca e apreensão na sede da InterTV Cabugi.

O alvo era o diretor-procurador do ex-deputado Henrique Alves na emissora, Hermann Ledebour.

Henrique é sócio da afiliada da Globo e detém 21% das ações que são geridas por Ledebour.

A busca na InterTV foi rápida.

A emissora deverá mostrar as imagens em seus telejornais.

26 de outubro de 2017 às 7:14

Parnamirim: DNIT interdita entrada da Abel Cabral [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O DNIT e a Prefeitura de Parnamirim anunciam a interdição do acesso à Avenida Abel Cabral (Nova Parnamirim) nos dois sentidos, a partir das 7h deste sábado (28).

A interdição acontece para executar os serviços de terraplanagem e pavimentação, em continuidade à execução das obras complementares e remanescentes da BR101/RN. A previsão inicial de interdição no trecho é de 20 dias.

Para acessar o bairro de Nova Parnamirim, o motorista vindo de Parnamirim pode utilizar a Avenida Maria Lacerda.

Quem sai de Natal pode utilizar a Avenida das Alagoas ou o retorno do Viaduto de Emaús.

Quem sair de Nova Parnamirim e quiser acessar a BR-101, poderá utilizar a Rua Antônio L. Chaves e posteriormente a Avenida Maria Lacerda.

26 de outubro de 2017 às 7:03

Lavat: PF faz nova operação no RN para prender pessoas ligadas a Henrique Alves [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Do G1

PF faz nova operação contra desvios na Arena das Dunas

Operação Lavat cumpre 27 mandados judiciais em Natal, Parnamirim, Nísia Floresta, São José de Mipibu, Angicos e Brasília

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta quinta-feira (26) a Operação Lavat, destinada a desarticular uma organização criminosa investigada na Operação Manus – que prendeu em junho deste ano o ex-ministro e ex-deputado federal Henrique Eduardo Alves (PMDB).

Ele está preso em Natal desde então.

Na ocasião, o ex-deputado Eduardo Cunha também foi alvo de mandado de prisão preventiva.

Cerca de 110 policiais federais cumprem 27 mandados judiciais, sendo 22 mandados de busca e apreensão, 3 de prisão temporária e 2 de condução coercitiva em Natal, Parnamirim, Nísia Floresta, São José de Mipibu e Angicos, todas cidades potiguares.

Em Brasília/DF, estão sendo feitas buscas no Ministério do Turismo.

Durante a análise do material apreendido da Operação Manus, deflagrada em junho deste ano, foram identificadas fortes evidências quanto à atuação de outras pessoas pertencentes a organização criminosa, que continuou praticando crimes de lavagem de dinheiro e ocultação de valores para o chefe do grupo.

Foi identificado também esquema criminoso que fraudava licitações em diversos municípios do Estado visando obter contratos públicos, que somados alcançam cerca de 5,5 milhões de reais, para alimentar a campanha ao governo do estado de 2014.

O nome da operação ainda é referência ao provérbio latino “Manus Manum Fricat, Et Manus Manus Lavat”, cujo significado é: uma mão esfrega a outra; uma mão lava a outra.

Arena das Dunas

Batizada de Manus, a operação defalgrada em junho investiga corrupção ativa e passiva e lavagem de dinheiro na construção da Arena das Dunas, em Natal. Segundo a PF, o sobrepreço chega a R$ 77 milhões.

26 de outubro de 2017 às 1:22

Doença de Temer durou tempo do placar ficar favorável e irreversível [0] Comentários | Deixe seu comentário.

A doença do presidente Michel Temer (PMDB), durou o tempo suficiente dele saber que não seria investigado e que a denúncia apresentada pela Procuradoria Geral da República seria enterrada.

Foi só o placar da Câmara indicar, mesmo antes de encerrada a votação, que a situação era irreversível e definida em favor do governismo, que Temer deixou o Hospital do Exército, em Brasília.

Pode ter sido só coincidência.

Ahn?

Você também não acreditou????