Holiday

Thaisa Galvão

28 de outubro de 2017 às 21:58

Raniere Barbosa comemora aniversário em missa no Alecrim [1] Comentários | Deixe seu comentário.

Aguardando definição sobre possibilidade de voltar à Câmara, depois que o plenário da Casa aprovou a proposta quase à unanimidade dos presentes, o vereador afastado Raniere Barbosa é aniversariante deste sábado.

E comemorou com missa em ação de graças celebrada às 18h pelo Padre Motta, na capela Nossa Senhora da Conceição, no Alecrim.

Da Câmara, presença da vereadora Eudiane Macedo.

O ex-vereador Aldo Clemente também foi à missa

Raniere com a mãe; com a família; com o Padre Motta; com amigos

E no seu instagram, a vereadora Eudiane Macedo explicou sua presença na missa/

28 de outubro de 2017 às 19:49

2018: Os dois lados da Cantata [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Assistindo à apresentação da Cantata dos Mártires, no Santuário de Uruaçu, os dois lados da política – cenário 2018.

Em uma fileira, o ex-prefeito Jaime Calado com a mulher deputada Zenaide Maia e a senadora Fátima Bezerra.

Em outra fileira, afastada, os senadores Garibaldi Filho e José Agripino Maia.

28 de outubro de 2017 às 17:59

Citados por Cardeal de SP, Agripino, Garibaldi e Fátima são vaiados e Zenaide aplaudida [1] Comentários | Deixe seu comentário.

A vaia resumida ao senador José Agripino Maia (DEM), no Santuário de Uruaçu, em São Gonçalo do Amarante, na missa celebrada em homenagem aos Santos Mártires, se estendeu à toda a bancada do Senado do Rio Grande do Norte.

Quando o Arcebispo Emérito de São Paulo, Cardeal Claudio Hummes, cumprimentou citando de público os senadores José Agripino, Garibaldi Filho e Fátima Bezerra..,,a vaia comeu.

O Cardeal citou a deputada federal Zenaide Maia e depois de um curto silêncio, foi aplaudida.

Zenaide foi primeira-dama de São Gonçalo e na Câmara tem votado favorável à investigação contra o presidente Michel Temer.

Também votou contra a reforma trabalhista, e se posiciona contrária à reforma da Previdência.

Foto de leitor

28 de outubro de 2017 às 17:41

Na celebração aos Santos Mártires, em São Gonçalo do Amarante, o cenário favorável a Zenaide Maia e Fátima Bezerra [0] Comentários | Deixe seu comentário.

A missa celebrada pelo Arcebispo Emérito de São Paulo, Cardeal Cláudio Hummes, teve um tom político em São Gonçalo do Amarante.

A deputada Zenaide Maia e a senadora Fátima Bezerra (PT), juntas no mesmo projeto político do próximo ano, foram aplaudidas ao serem citadas pelo locutor da Prefeitura.

Já o senador José Agripino, principal adversário do projeto do PT de eleger Zenaide senadora, foi vaiado.

O aenador Garibaldi Filho (PMDB), não tão adversário assim, já que acenou com possibilidade de fazer parte do mesmo projeto político do PT, deixou para chegar só depois dos anúncios oficiais, quando o microfone já estava sob o comando dos celebrantes.
Se livrou da vaia que certamente levaria.
Os políticos foram recebidos pelo prefeito Paulo Emídio.
Os deputados estaduais José Dias (PSDB), Márcia Maia (PSDB) e Hermano Morais (PMDB) também estão presentes.
Fotos Wendell Jefferson


28 de outubro de 2017 às 17:28

Arcebispo Emérito de SP, Cardeal Cláudio Hummes celebra missa em homenagem aos Santos Mártires [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O dia foi de celebrações no Santuário de Uruaçu, em São Gonçalo do Amarante, em homenagem aos Santos Mártires.

Caravanas com romeiros começaram a chegar logo nas primeiras horas da manhã.

O ponto alto da programação será a apresentação da Cantata aos Santos Mártires, às 19h, logo depois da missa presidida pelo Arcebispo Emérito de São Paulo, Cardeal Cláudio Hummes.

O evento foi promovido pela Prefeitura de São Gonçalo e pelo Governo do Estado.
Fotos Júnior Santos

Os festejos continuam neste domingo em paralelo ao encerramento da festa do Patrono de São Gonçalo, São Benedito. 
Veja a programação do domingo na Igreja Matriz de São Gonçalo do Amarante:
16h – Procissão Solene de São Benedito (patrono da cidade)

17h – Santa Missa

19h – Cantata dos Santos Mártires

28 de outubro de 2017 às 11:21

Aeroporto de Natal funciona normalmente depois de incêndio registrado hoje [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Fogo no Aeroporto de Natal, em São Gonçalo do Amarante.

Presidente do Consórcio Inframérica, que administra o aeroporto, Ibernon Martins só declarou ao Blog que o aeroporto está funcionando normalmente.

Quem está no aeroporto neste momento é informado da ocorrência de um curto- circuito em um gerador na torre de refrigeração.

O incêndio já foi controlado.

A assessoria de impresa do aeroporto confirmou o incêndio, disse que ninguém ficou ferido e que as chamas atingiram uma torre de refrigeração que fica fora do prédio principal que abriga o terminal de passageiros.

O incêndio aconteceu por volta das 8h.

28 de outubro de 2017 às 10:07

Em entrevista ao UOL, titular da Sejuc diz que chance de novo massacre em Alcaçuz é ‘quase zero’ [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Do UOL:

Reformas, rigor e granada: UOL entra em presídio palco de massacre no RN

Flávio Costa e Vinícius Andrade

O controle da maior unidade prisional do Rio Grande do Norte estava nas mãos de facções criminosas em guerra.

Presos ligados ao PCC (Primeiro Comando da Capital) invadiram, em meados de janeiro, o pavilhão 4 da Penitenciária Estadual de Alcaçuz, em Nísia Floresta (região metropolitana de Natal), para atacar rivais do Sindicato do Crime do RN.

Vinte e seis pessoas morreram no massacre. Foi a segunda maior matança em presídios brasileiros no ano – a chacina de Manaus contabilizou 56 vítimas.

Nove meses depois, o secretário estadual de Justiça e Cidadania, Luís Mauro Albuquerque, afirma ter retomado o domínio da prisão, após reformá-la em parte e fazer com que agentes penitenciários adotem “procedimentos rigorosos”, inspirados no sistema penitenciário federal.

Ele diz ainda não separar os presos por facção, como era feito antes, e se arrisca a dizer que a chance de acontecer um novo massacre “é igual a zero”.

“Eles [presos faccionados] têm a certeza de que vão conseguir voltar à situação que era antes. Eu posso afirmar que isso não vai acontecer porque se eu sair, a doutrina continua. Os agentes penitenciários estão sendo treinados. O Estado vai estar presente”, afirmou Albuquerque ao UOL, em entrevista realizada dentro da penitenciária neste mês de outubro.

CLIQUE AQUI PARA LER A REPORTAGEM COMPLETA DO UOL

28 de outubro de 2017 às 9:01

Lava-jato: Veja em vídeo a audiência que durou mais de 5 horas [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Durou mais de 5 horas o grande depoimento desta sexta-feira, na 10° Vara Federal, em Brasília, comandado pelo juiz Vallisney Oliveira.

Presentes o doleiro e delator Lúcio Funaro e o ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB).

Por vídeoconferência participaram o ex-vice-presidente da Caixa Econômica, Fábio Cleto, de Campinas (SP) e o ex-deputado Henrique Alves (PMDB), que estava na sede da Polícia Federal, em Natal.

Abaixo o vídeo com o longo e duradouro material captado pela justiça.

https://youtu.be/nEGYgwcofgs

28 de outubro de 2017 às 8:53

Em depoimento acompanhado por Henrique, Funaro diz que entregou dinheiro ao ex-deputado do RN [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Do UOL:

Funaro diz que entregou dinheiro a Henrique Alves e que Temer conhecia esquema

Felipe Amorim

O delator Lúcio Funaro, apontado como operador do PMDB, afirmou nesta sexta-feira (27), em audiência na Justiça Federal, ter entregue dinheiro pessoalmente ao ex-ministro Henrique Alves (PMDB-RN) e disse “ter certeza” que o ex-ministro foi beneficiado com recursos do esquema de propina supostamente montado pelo ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) na Caixa Econômica.

Ele disse ainda que o presidente Michel Temer (PMDB) tinha conhecimento do esquema.

“Entreguei pra ele [Alves] mesmo, nas mãos dele em São Paulo”, disse Funaro.

Funaro prestou depoimento na 10ª Vara Federal de Brasília.

O delator é réu no processo em que Cunha e Alves são acusados de participar de um esquema de corrupção na Caixa Econômica Federal para liberação de recursos do FI-FGTS, fundo de investimento estatal.

“Eu tenho certeza que ele [Cunha] repassou dinheiro para o Henrique Alves”, disse o delator, respondendo a perguntas do juiz Vallisney de Oliveira, de Brasília.

Funaro afirmou ter entregue em uma ocasião cerca de R$ 150 mil reais pessoalmente a Alves num hotel em São Paulo e disse também ter emprestado um avião particular para que um funcionário do ex-ministro levasse uma mala com cerca de R$ 5 milhões de reais que seria utilizado na campanha de Alves ao governo do Rio Grande do Norte.

Presente à audiência, Cunha demonstrou contrariedade com o relato de Funaro sobre a suposta participação do ex-deputado no esquema. “Ele [Cunha] sempre foi muito correto. Nunca tive problema nenhum de contabilidade com ele”, disse Funaro.

Do outro lado da mesa na sala de audiência, Cunha balançou a cabeça em sinal de negativa à afirmação.

Funaro afirmou possuir o registro de suas operações financeiras para corroborar seu depoimento.

“Para você ter uma ideia, eu tenho mais de 10 anos de contabilidade guardada, se quiser, nós podemos levantar um por um”, disse.

Durante o depoimento, Funaro afirmou que Cunha foi “centenas de vezes” ao seu escritório, em São Paulo. “Em época de eleição, o deputado Eduardo Cunha estava toda segunda-feira no meu escritório. Ele tinha tanta intimidade que a ordem para a minha secretária era que ele entrasse na minha sala, sentasse na minha cadeira e recebesse quem ele tivesse que receber”, declarou.

Em um momento do depoimento, o corretor falou com voz embargada, aparentando segurar o choro. “Minha irmã foi presa, meu irmão foi quase preso. Minha vida se transformou num inferno. Não tive outra opção”, disse.

Questionado pelo representante do Ministério Público Federal sobre quem do PMDB tinha conhecimento do esquema da Caixa, Funaro citou o presidente Michel Temer, o ministro Moreira Franco (Secretaria-Geral da Presidência) e o ex-ministro Geddel Vieira Lima.

“Esse grupo maior do PMDB na Câmara sabia desse esquema que envolvia Fábio Cleto?”, perguntou o procurador Anselmo Lopes. “Geddel com certeza [sabia], o Lúcio, irmão do Geddel, com certeza, Henrique Alves, Michel Temer, Moreira Franco, Washington Reis”, respondeu Funaro.

O juiz Vallisney anunciou que o retorno de Cunha para o Paraná está suspenso até que o depoimento dele, ainda não marcado, seja realizado. A transferência estava inicialmente prevista para este sábado (28).

Carta a Henrique Alves

Funaro contou também que partiu dele a ideia de exigir que Fábio Cleto assinasse uma carta de demissão, sem data, endereçada ao então líder do PMDB na Câmara, o então deputado Henrique Alves.

Cleto disse ter assinado o documento antes de ter sido nomeado para o cargo de vice-presidente de Fundos de Governo e Loterias da Caixa.

Segundo Funaro, nem Cunha nem Alves participaram dessa iniciativa.

O corretor disse ter guardado a carta numa pasta, e que não chegou a comentar da existência do documento com Cunha ou Alves.

Apontado como antigo operador do PMDB, o corretor de valores Lúcio Funaro passou à posição de acusador de Cunha ao fechar acordo de colaboração premiada e relatar supostos fatos ilícitos praticados pelo peemedebista.

O ex-deputado passou então a atacar a veracidade da delação de Funaro, afirmando que ele relata fatos dos quais não participou.

Cunha também teria tentado negociar um acordo de delação, mas o processo não foi adiante.

Na audiência nesta sexta-feira, Cunha e Funaro ficaram sentados um de cada lado de uma mesa postada à frente do juiz Vallisney Oliveira, responsável pelo processo. Eles estavam acompanhados por seus advogados.

A denúncia contra Cunha e Alves teve como base as investigações da Operação Sepsis.

Segundo o MPF (Ministério Público Federal), entre os anos de 2011 e 2015, o então deputado Eduardo Cunha atuou em um esquema de cobrança de propina a empresas beneficiadas pela Caixa Econômica Federal e ao FI-FGTS.

O esquema teria contado com a participação de Fábio Cleto, ex-vice-presidente de Loterias da Caixa Econômica Federal que posteriormente assinou um acordo de delação premiada.

Além de Cleto, Cunha e Alves, também foram denunciados no processo o corretor Lúcio Funaro, apontado como operador do PMDB, e o empresário Alexandre Margotto.

Cleto, Funaro e Margotto, réus nesse processo, firmaram acordos de colaboração premiada com a Justiça.

Eduardo Cunha tem negado o envolvimento em qualquer prática ilegal.

A defesa de Henrique Alves afirma que não há provas contra ele.

A defesa de Temer e Moreira Franco negam a participação no suposto esquema de propina do PMDB.

Em manifestação na Câmara dos Deputados, o advogado de Temer, Eduardo Carnelós, e o do ministro Moreira Franco, Antonio Sergio Pitombo, criticaram a denúncia apresentada contra o grupo do PMDB na Câmara e afirmaram não haver provas de irregularidades.

Em nota, o advogado Gamil Föpel, que representa Geddel e Lúcio Vieira Lima, afirmou que as declarações de Funaro são “vazias e inverídicas”, que o ex-ministro –atualmente preso em Brasília– “jamais participou de qualquer irregularidade na gestão da Caixa e nem em qualquer outro órgão público que tenha integrado”, e que o deputado federal tem “conduta proba e lícita”.

A reportagem não conseguiu entrar em contato o deputado Washington Reis (PMDB-RJ).

Questionada a respeito das declarações de Funaro, a Secretaria de Comunicação da Presidência afirmou, por meio de nota, que “o presidente contesta de forma categórica qualquer envolvimento de seu nome em negócios escusos, ainda mais partindo de um delator que já mentiu outras vezes à Justiça”.

28 de outubro de 2017 às 0:01

Novo Jornal: impresso circula pela última vez neste sábado [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Depois de quase 8 anos nas ruas todas as manhãs, o Novo Jornal circula neste sábado com sua última edição impressa.

Há a informação de que o veículo continua noticiando na plataforma digital.

Abaixo a última capa, com homenagem ao seu fundador, o colunista Cassiano Arruda Câmara

Nesta sexta-feira a equipe do Novo impresso fez as despedidas.

Na segunda-feira sairá a definição sobre o fuguro (digital) do Novo.

Na última coluna, o fundador do jornal, Cassiano Arruda, justifica em um parágrafo – o primeiro, o fechamento do veículo.