Thaisa Galvão

14 de janeiro de 2018 às 23:15

Prefeitura de João Dias cancela agenda de festas e decreta luto oficial pela morte da secretária de Administração e seus dois filhos [1] Comentários | Deixe seu comentário.

A Prefeitura do município de João Dias, no Oeste do Rio Grande do Norte, decretou luto oficial de 3 dias pela morte da secretária de Administração, Elisângela de Oliveira Fernandes.

Tia da prefeita Tássia Veríssimo, ela foi vítima de um acidente em Minas Gerais, onde também morreram dois filhos, Sandemar Pereira Neto e Luzanira de Oliveira Fernandes.

A Prefeitura também comunicou o cancelamento de toda a programação social da festa do padroeiro, São Sebastião.

14 de janeiro de 2018 às 18:26

A energia de Michel Temer [1] Comentários | Deixe seu comentário.

De Lauro Jardim, no Globo de hoje:

Vale lembrar que o alerta não cabe só em candidaturas majoritárias.

O presidente Michel Temer pode ajudar a deseleger muitos senadores e deputados.

14 de janeiro de 2018 às 13:30

Demitido da Globo, William Wack reafirma seu posicionamento contra racismo [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Do jornalista William Wack, demitido da TV Globo depois de um episódio em que fez piada com racismo.

Na Folha de S. Paulo de hoje, ele justifica seu posicionamento em relação ao tema.

 

Não sou racista, minha obra prova

Se os rapazes que roubaram a imagem da Globo e a vazaram na internet tivessem me abordado, naquela noite de 8 de novembro de 2016, eu teria dito a eles a mesma coisa que direi agora: “Aquilo foi uma piada —idiota, como disse meu amigo Gil Moura—, sem a menor intenção racista, dita em tom de brincadeira, num momento particular. Desculpem-me pela ofensa; não era minha intenção ofender qualquer pessoa, e aqui estendo sinceramente minha mão.”

Sim, existe racismo no Brasil, ao contrário do que alguns pretendem. Sim, em razão da cor da pele, pessoas sofrem discriminações, têm menos oportunidades, são maltratadas e têm de suportar humilhações e perseguições.

Durante toda a minha vida, combati intolerância de qualquer tipo —racial, inclusive—, e minha vida profissional e pessoal é prova eloquente disso. Autorizado por ela, faço aqui uso das palavras da jornalista Glória Maria, que foi bastante perseguida por intolerantes em redes sociais por ter dito em público: “Convivi com o William a vida inteira, e ele não é racista. Aquilo foi piada de português.”

Não digo quais são meus amigos negros, pois não separo amigos segundo a cor da pele. Assim como não vou dizer quais são meus amigos judeus, ou católicos, ou muçulmanos. Igualmente não os distingo segundo a religião —ou pelo que dizem sobre política.

O episódio que me envolve é a expressão de um fenômeno mais abrangente. Em todo o mundo, na era da revolução digital, as empresas da chamada “mídia tradicional” são permanentemente desafiadas por grupos organizados no interior das redes sociais.

Estes se mobilizam para contestar o papel até então inquestionável dos grupos de comunicação: guardiães dos “fatos objetivos”, da “verdade dos fatos” (a expressão vem do termo em inglês “gatekeepers”). Na verdade, é a credibilidade desses guardiães que está sob crescente suspeita.

Entender esse fenômeno parece estar além da capacidade de empresas da dita “mídia tradicional”. Julgam que ceder à gritaria dos grupos organizados ajuda a proteger a própria imagem institucional, ignorando que obtêm o resultado inverso (o interesse comercial inerente a essa preocupação me parece legítimo).

Por falta de visão estratégica ou covardia, ou ambas, tornam-se reféns das redes mobilizadas, parte delas alinhada com o que “donos” de outras agendas políticas definem como “correto”.

Perversamente, acabam contribuindo para a consolidação da percepção de que atores importantes da “mídia tradicional” se tornaram perpetuadores da miséria e da ignorância no país, pois, assim, obteriam vantagens empresariais.

Abraçados a seu deplorável equívoco, esquecem ainda que a imensa maioria dos brasileiros está cansada do radicalismo obtuso e primitivo que hoje é característica inegável do ambiente virtual.

Por ter vivido e trabalhado durante 21 anos fora do Brasil, gosto de afirmar que não conheço outro povo tão irreverente e brincalhão como o brasileiro. É essa parte do nosso caráter nacional que os canalhas do linchamento —nas palavras, nesta Folha, do filósofo Luiz Felipe Pondé— querem nos tirar.

Prostrar-se diante deles significa não só desperdiçar uma oportunidade de elevar o nível de educação política e do debate, mas, pior ainda, contribui para exacerbar o clima de intolerância e cerceamento às liberdades –nas palavras, a quem tanto agradeço, da ministra Cármen Lúcia, em aula na PUC de Belo Horizonte, ao se referir ao episódio.

Aproveito para agradecer o imenso apoio que recebi de muitas pessoas que, mesmo bravas com a piada que fiz, entenderam que disso apenas se tratava, não de uma manifestação racista.

Admito, sim, que piadas podem ser a manifestação irrefletida de um histórico de discriminação e exclusão. Mas constitui um erro grave tomar um gracejo circunstanciado, ainda que infeliz, como expressão de um pensamento.

Até porque não se poderia tomar um pensamento verdadeiramente racista como uma piada.

Termino com um saber consagrado: um homem se conhece por sua obra, assim como se conhece a árvore por seu fruto. Tenho 48 anos de profissão. Não haverá gritaria organizada e oportunismo covarde capazes de mudar essa história: não sou racista. Tenho como prova a minha obra, os meus frutos. Eles são a minha verdade e a verdade do que produzi até aqui.

14 de janeiro de 2018 às 12:56

Depois de duas eliminações, BBB ainda pode ter um potiguar na casa [1] Comentários | Deixe seu comentário.

A nova edição do BBB que está prestes a estrear na TV Globo, pode ter um potiguar entre os participantes.

E não é Andreza Balita, que foi selecionada, levada ao Rio de Janeiro e até a assinar contrato com a emissora.

Quando já parecia tudo certo, o nome dela vazou e ela foi eliminada.

Também não é a dentista Isabella Cecchi, que disputou o Miss RN, ficou em 3º lugar e abandonou o palco.

Isabella foi eliminada depois que a direção do BBB soube que ela havia gravado um vídeo pedindo apoio.

Mesmo para divulgar o vídeo só depois que já estivesse na casa, o regulamento do programa não permitiu que ela continuasse disputando a vaga potiguar na casa.

A modelo dentista era tida como certa no programa pela produção, mas para a emissora, teria se precipitou e teve que ser descartada.

O terceiro potiguar selecionado tem tudo para integrar o quadro de participantes do BBB.

Depois de ir ao Rio com a família, o candidato que atua na área de comunicação, está confinado.

Mas se vai aparecer como BBB, só depois que o programa entrar no ar para se saber.

14 de janeiro de 2018 às 10:34

Vídeo mostra ministro Gilmar Mendes sendo hostilizado por brasileiras em Lisboa [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Um vídeo que está circulando na internet mostra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Gilmar Mendes, sendo hostilizado por duas brasileiras em Lisboa.

No vídeo que não mostra a data, o ministro, conhecido por soltar todos os presos poderosos, aparece sozinho em frente ao tradicional restaurante e confeitaria Benard, na capital portuguesa, ao lado da livraria Sá da Costa.

Inicialmente ele faz cara de paisagem, mas depois se mostra incomodado…