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Thaisa Galvão

11 de março de 2018 às 12:21

O que uma candidatura de Flávio Rocha mudaria no cenário da sucessão estadual do RN? [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O que mudaria no cenário político atual do Rio Grande do Norte com uma candidatura do empresário Flávio Rocha a presidente da República?

Qual palanque majoritário estadual se integraria ao projeto?

O pré-candidato a governador e prefeito de Natal, Carlos Eduardo Alves (PDT) já está no palanque do presidenciável Ciro Gomes (PDT).

E Carlos é político tradicional, que os empresários tem dito que não apoiarão.

A pré-candidata ao Governo, senadora Fátima Bezerra (PT) se mantém no projeto ainda vivo de candidatura de Lula.

Ou senão de um plano B do PT que seria Jacques Wagner antes de ser alvo de operação da PF.

Mas o PT não seria nunquinha o palanque desse grupo ligado à candidatura de Flávio Rocha.

O governador Robinson Faria (PSD) ainda não tem palanque nacional.

Mas é considerado político tradicional.

O pré-candidato a governador Fábio Dantas, no PSB, ainda não tem presidenciável.

E em conversas de empresários, já foi visto como possível de ser aliado, desde que pudessem indicar o vice.

O Blog até publicou essa possibilidade lançada nos bastidores, com o nome de Tião Couto como provável indicado para compor chapa com Fábio.

Mas foi numa época em que Fábio ainda estava no PCdoB.

Hoje ele se prepara para se filiar ao PSB onde já estão a deputada estadual Larissa Rosado e a vereadora Sandra Rosado, aliadas da prefeita de Mossoró, Rosalba Ciarlini (PP), desafeta número 1 de Tião Couto e seu grupo.

A chapa de Fábio, inclusive, vem sendo construída com a indicação de um vice pelo grupo de Rosalba, o que inviabilizaria a chegada dos empresários.

Uma dificuldade que pode ser resolvida, caso seja de comum acordo entre os aliados.

O grupo de Flávio Rocha que tem empresários como Marcelo Alecrim, Tião Couto, Marcelo Rosado, Jorge do Rosário… lançaria um novo nome para o Governo?

Quase impossível diante do prazo que se aproxima e das chapas já praticamente formadas.

Parece engraçado…

Um presidenciável do Estado com dificuldade de encontrar um palanque local.

Mas como a política é “dinâmica”, ninguém estranhe se o tradicional não parecer mais tradicional ou se o desafeto virar amigo de infância.

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