Thaisa Galvão

29 de março de 2018 às 22:32

Filiada ao partido, Amélia Freire assume Secretaria Estadual do Avante Mulher [0] Comentários | Deixe seu comentário.

A presidente do Avante no RN, Karla Veruska, designou hoje Amélia Freire para a Secretaria Estadual do Avante Mulher.

Amélia foi a primeira coordenadora de Política para as Mulheres no Estado e foi também conselheira nacional dos direitos da mulher.

Na bagagem ainda o cargo de delegada do Governo Brasileiro na Conferência Internacional da Mulher em Pequim.

Amélia Freire se filiou ao Avante.

29 de março de 2018 às 20:55

Presidente do PHS filia ex-vereador para disputar mandato federal [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O presidente do PHS, Leandro Prudêncio, assinou hoje a ficha de filiação do ex-vereador Adão Eridan.

O ex-vereador vai disputar mandato de deputado federal.

29 de março de 2018 às 20:18

Prefeito de Vera Cruz diz que mantém apoio ao deputado Tomba Farias [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Depois de receber o deputado Raimundo Fernandes, na festa de emancipação do município, o prefeito de Vera Cruz, Marcos Cabral, disse que seu apoio ao deputado estadual Tomba Farias permanece sólido, com vistas às eleições deste ano.

Para o prefeito, Tomba vem trabalhando pelo município desde seu primeiro mandato.

Tomba também foi à festa de emancipação de Vera Cruz

29 de março de 2018 às 16:27

Presidente da Federação da Agricultura José Vieira coloca nome à disposição para disputar o Senado [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Com a saída do páreo do empresário Luiz Roberto Barcellos, outro empresário está colocando o nome à disposição para concorrer a uma das duas vagas do Senado.

É José Vieira, presidente da Federação da Agricultura, Faern.

O partido pelo qual ele poderá ser candidato será definido até a próxima semana.

29 de março de 2018 às 16:20

Deputados Gustavo Fernandes e George Soares querem levar contas do governador para plenário [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Os deputados Gustavo Fernandes (MDB) e George Soares (PR), querem acelerar o julgamento das contas do governador Robinson Faria (PSD) na Assembleia Legislativa.

Para isso Gustavo protocolou pedido de audiência pública na Casa sobre o assunto.

Pedido subscrito por George.

Inicialmente a audiência seria realizada já na quinta-feira, dia 5, dois dias antes do prazo determinado pela Justiça Eleitoral para desincompatibilização ou renúncia.

Pelo adiantado do calendário a audiência deverá acontecer mesmo no dia 12.

Coincidência ou não, o dia do aniversário do governador.

Tema da audiência: “Discutir e esclarecer quais as razões legais que levaram o TCE/RN a desaprovar as contas do governador referentes ao ano de 2016”.

*

O Tribunal recomendou a reprovação das contas.

Cabe ao plenário da Assembleia julgar as contas.

Caso sejam reprovadas, o governador ficará inelegível.

A quem interessa a inelegibilidade do governador?

29 de março de 2018 às 13:35

Apontada como nanica, ALE ganha fôlego para comprar e desperta interesse de grupos internacionais [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Quando fechou a venda da distribuidora de combustíveis Alesat para a concorrente Ipiranga, por 2,17 bilhões de reais, em junho de 2016, o empresário Marcelo Alecrim começou a fazer planos para uma vida nova.

Imaginou que em seis meses tudo estaria aprovado e, depois de passar mais um ano como consultor no grupo, estaria livre para tirar um sabático, montar uma nova empresa ou escrever um livro com a história de sua vida.

Os 14 meses que se seguiram, no entanto, foram de apreensão tanto para Alecrim quanto para seus mais de 1 200 funcionários.

Nesse período, foi ficando latente uma postura mais dura do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), que bloqueou uma fusão importante e poderia vetar também a venda da Alesat. Enquanto esperava pela decisão do Cade, a empresa viu seu negócio se deteriorar.

A participação de mercado caiu de 4% para 2,9%. O faturamento recuou de 12,42 bilhões de reais, em 2016, para 11,19 bilhões, em 2017.

Quando o Cade de fato vetou o negócio em agosto do ano passado, Alecrim e seus sócios, os fundos Darby e Asamar, deixaram de ganhar um dinheirão: cerca de 694 milhões, 396 milhões e 1,08 bilhão de reais, respectivamente.

E viram-se forçados a correr atrás do tempo perdido. “Estávamos com o freio de mão puxado e de repente tivemos de acelerar para colocar o plano B em ação”, afirma Alecrim.

O plano B consistia em duas fases. Primeiro, era preciso melhorar imediatamente os resultados.

A empresa renegociou contratos que estavam parados com fornecedores, montou uma importadora de combustíveis e fechou seus escritórios em Belo Horizonte e no Rio de Janeiro para concentrar as operações em São Paulo.

Também aumentou o relacionamento com os donos de postos, que estavam inseguros sobre seu futuro.

Em seis meses, segundo a empresa, a fatia perdida de mercado foi recuperada. Era a hora de começar a parte mais difícil do plano: implementar uma estratégia de crescimento de longo prazo.

Sem o grupo Ultra, a Alesat voltou a ser o que era: uma nanica num mercado em que as três principais concorrentes têm cerca de 66% de participação.

A BR Distribuidora domina o setor com 28%, a Ipiranga tem 20%, e a Raízen, 17%, segundo dados da Agência Nacional do Petróleo. Elas têm escala na compra de equipamentos para a construção de novos postos, na negociação de produtos vendidos nos postos (como lubrificantes) e principalmente nos custos de distribuição.

Sozinha e com pouca capacidade de investimento, a Alesat poderia ver seus postos ser assediados pela concorrência.

“Há um risco de a Alesat ficar isolada: sem fôlego para competir com as grandes e ao mesmo tempo distante das pequenas”, afirma Antonio Ticianeli, diretor da consultoria MTX, especializada em óleo e gás.

Para brigar com as grandes, a Alesat quer comprar as pequenas, já que não há outra grande companhia de porte similar no Brasil. Atualmente, 12% dos 42 000 postos do país são dominados por marcas pequenas.

A maior participação da Alesat está nas regiões Sudeste e Nordeste, onde detém, respectivamente, 3,7% e 3,3% dos postos, principalmente longe das grandes cidades.

Nas demais regiões, a participação é inferior a 2%. A estratégia adotada pela Alesat sempre foi crescer em cidades onde as grandes redes ficavam de fora. Seguindo a lógica, um mercado em potencial estaria na Região Centro-Oeste, onde as três grandes têm 38% do mercado (no Sudeste, alcançam 51%).

Para marcar a nova estratégia, logo após a negativa do Cade, a Alesat se desfiliou do Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e de Lubrificantes, entidade da qual fazia parte desde 2007 e que reúne as três maiores companhias de distribuição.

Agora a Alesat integra a Associação das Distribuidoras de Combustíveis, que reúne as menores do setor.

“O voto do Cade deixou claro que as maiores redes não podem mais comprar, mas nós podemos”, afirma Alecrim.

Uma prioriade é converter os postos sem bandeira, que aproveitaram a crise econômica para avançar de 40% para 42,5% do mercado em três anos. Como não pagam royalties, eles conseguem vender mais barato, o que virou um enorme diferencial competitivo na crise.

“Na medida em que a economia melhorar há uma expectativa de conversão de parte desses postos bandeira branca para marcas conhecidas. A Alesat está adotando uma postura agressiva nesse nicho”, diz um analista de um grande banco.

De aquisições a Alesat entende.

O que começou com um posto de combustíveis do pai de Alecrim em Canguaretama, cidade de 25 000 habitantes no interior do Rio Grande do Norte, na década de 70, virou a Satélite Distribuidora de Petróleo em 1996.

A Sat, como era conhecida, se fundiu em 2006 com a mineira Ale, que já era a quarta maior distribuidora do país, controlada pelo grupo mineiro Asamar. Para chegar até aqui, a empresa comprou algumas operações, como a Polipetro, que tinha atuação no Sul do país, e as operações da multinacional Repsol no Brasil, ambas em 2008, e a recifense Ello-Puma, em 2012.

Hoje, é uma rede de 2 017 postos com um faturamento de 11,19 bilhões de reais. É pouco num mercado superlativo. A BR Distribuidora tem 7 617 postos e faturou 84,5 bilhões de reais em 2017.

A meta da Alesat é acrescentar 200 novos postos à sua rede neste ano. O problema é que as principais concorrentes também estão com apetite para crescer. A BR Distribuidora, que abriu o capital no fim do ano passado, afirmou que pretende recuperar a participação de mercado perdida nos últimos anos. O grupo Ultra anunciou um investimento de 1,55 bilhão de reais na marca Ipiranga.

A decisão do Cade deixou claro que as outras duas grandes empresas brasileiras também não podem adquirir a Alesat, mas a companhia tem atraído a atenção de empresas estrangeiras.

O grupo holandês de energia e commodities Vitol recentemente fez uma proposta de cerca de 1,8 bilhão de reais pela empresa e o grupo francês Total, quarta maior companhia de óleo e gás do mundo, que já negociou a compra da Alesat há cerca de dez anos, também voltou a sondá-la.

Um sócio internacional poderia dar a estrutura necessária para a Alesat competir com as grandes. Outra opção é fazer uma oferta inicial de ações na bolsa brasileira, a B3, o que poderia acontecer ainda neste ano. “Eles de fato estudam um IPO. Mas, se pintar uma proposta boa, eles vendem”, diz um executivo a par do assunto.

O dilema vivido pela Alesat também atingiu outras companhias que tiveram suas operações negadas pelo Cade.

Desde o ano passado foram reprovadas a união das empresas de educação Kroton e Estácio, a dos frigoríficos Mataboi e JBJ, a das distribuidoras de combustíveis Ipiranga e Alesat e a das empresas de gás Liquigás e Ultragaz.

Para as consolidadoras, superar a negativa é sempre mais fácil. Para as menores, deixadas no altar, o desafio é sempre maior. Há incertezas tanto nas operações quanto ao que acontecerá com seu quadro societário. A Estácio empreendeu uma série de mudanças desde a rejeição do Cade, em junho, incluindo redução dos custos administrativos, mudanças na forma de atrair e reter alunos e alterações na maneira de cobrar mensalidades, que a tornaram mais parecida com a líder Kroton. A empresa também teve mudanças entre seus acionistas. A gestora americana Advent comprou ações da Estácio até acumular 11% do capital e ajudou a desenhar uma estratégia que fez o valor de mercado mais do que dobrar em nove meses. Ficar sozinho pode ser a chance de um recomeço animador. Sem centenas de milhões no bolso, é verdade.

29 de março de 2018 às 12:11

Ex-deputado Cipriano Correia assumirá comando do PMN no RN [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O ex-deputado federal Cipriano Correia, que vai disputar vaga na Câmara Federal, vai assumir o PMN no Rio Grande do Norte.

Ontem o presidente nacional da legenda, Carlos Massarollo, estava em Natal e convidou o vereador Paulinho Freire para comandar o partido.

Paulinho, que no próximo ano assumirá a presidência da Câmara, cargo para o qual já foi eleito, vai para o PTC e sugeriu o convite – já feito e aceito – a Cipriano.

Há duas semanas o PMN sofreu intervenção no RN.

29 de março de 2018 às 8:52

Em Macaíba, Robinson anuncia mais investimentos de sua gestão na saúde do município [0] Comentários | Deixe seu comentário.

E o governador Robinson Faria (PSD) que tem conversado com prefeitos, foi ontem a Macaíba anunciar investimentos para o hospital

E postou nas suas redes sociais o que já fez pela saúde do município.

29 de março de 2018 às 8:42

Governador Robinson Faria anuncia que RN sediará Jogos Escolares da Juventude [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Do governador Robinson Faria (PSD):

29 de março de 2018 às 8:32

Skala: Dono de empresa portuária que teria pago propina a Temer e ex-assessores do presidente são presos pela PF [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Começou a ficar estreito para o presidente Michel Temer (MDB), que mesmo todo enrolado e sem popularidade, já se apresenta como pré-candidato à reeleição.

O dono da Rodrimar, empresa que encalacra Temer no caso dos portos, Antonio Celso Grecco, foi preso na manhã de hoje.

Grecco é suspeito de ter repassado propina a Michel Temer e foi encontrado pela polícia em Monte Alegre do Sul, no interior de São Paulo.

Documentos também foram apreendidos no apartamento dele, em um prédio frente à praia do Gonzaga, em Santos (SP) e na empresa portuária, no Centro da cidade.

É essa empresa portuária, a Rodrimar, que é suspeita de ter sido beneficiada por um decreto de 2017 de Michel Temer em troca de suposto recebimento de propina.

Além de Grecco também foi preso o advogado José Yunes, amigo e ex-assessor do presidente Michel Temer.

Yunes é apontado pelo delator Lúcio Funaro, que está preso, como um dos responsáveis por administrar propinas supostamente pagas ao presidente.

Os dois foram presos como alvos da Operação Skala, deflagrada hoje cedo pela Polícia Federal em São Paulo e no Rio de Janeiro.

Atualizando:

O coronel João Batista Lima Filho, amigo do presidente Michel Temer, também foi preso na operação.

O Coronel Lima, que tem problemas de saúde, foi levado de casa sob os cuidados de uma equipe de resgate do Samu e em uma cadeira de rodas.

Ele seria levado ao Hospital Albert Einstein.

Ex-coronel da Polícia Militar é apontado como um dos intermediários de propina supostamente paga ao presidente.

O ex-ministro da Agricultura, Wagner Rossi (MDB), entre abril de 2010 e agosto de 2011, nos governos Lula e Dilma (Temer vice de Dilma), também foi preso hoje.

Rossi é pai do deputado Baleia Rossi (MDB).

Ele também foi diretor-presidente da Companhia Docas do Estado de São Paulo, estatal que administra o porto de Santos, em 1999 e 2000.

A empresária Celina Torrealba, uma das proprietárias do Grupo Libra, ligada a Rodrimar, empresa proprietária de terminais no porto de Santos, também foi presa no Rio de Janeiro, além de Milton Ortolan, ex-secretário executivo do Ministério da Agricultura na gestão de Wagner Rossi.

29 de março de 2018 às 8:08

Pesquisa definirá cabeça de chapa entre Kelps Lima e Fábio Dantas [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Pode-se dizer que numa união do deputado Kelps Lima (SD), o vice-governador Fábio Dantas (PSB) e o ex-governador Geraldo Melo (quase PSDB), ainda é cedo para dizer quem pode encabeçar a chapa majoritária.

Hoje seria Kelps, que corre na frente dos demais candidatos, chegando mais perto – ainda nem tanto – da senadora Fátima Bezerra (PT), que lidera as pesquisas já publicadas.

Mas o grupo vai se afinando, certo de que, se ali na frente os números apontarem a preferência do eleitorado por Fábio Dantas, o nome do grupo para puxar a chapa será o dele.

Da mesma forma em relação a Geraldo Melo.

Por enquanto Kelps puxa a carroça pelo que apontam os estudos, o que não quer dizer que a preferência eleitoral passe o comando da carroça para Fábio Dantas ou até para Geraldo Melo, que entra na disputa disposto a ser senador.

29 de março de 2018 às 8:02

Possível candidatura de Kelps Lima agregaria Fábio Dantas e Geraldo Melo [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O bom posicionamento do deputado Kelps Lima (SD) na leitura de especialistas no assunto, inclusive de institutos de fora do Rio Grande do Norte, movimentou a quarta-feira…

Reuniões extras, ligações antes fora do contexto começando a se contextualizar…

E o que pode ser considerado inesperado: o vice-governador Fábio Dantas (PSB), que vem trabalhando uma pré-candidatura ao Governo, se integra fácil ao projeto que não estava no script.

Fábio entra como pré-candidato ao Senado na chapa tendo Kelps como pré-candidato ao Governo.

Prestes a se filiar ao PSDB, o ex-governador Geraldo Melo completaria a chapa, também disputando o Senado e ocupando o espaço até então reservado ao empresário Luiz Roberto Barcellos, que resolveu adiar o projeto de entrar para a política.

Entre os acenos próximos, empresários e Mossoró.

O feriado da Semana Santa será com um olho no gato e o outro no peixe…

29 de março de 2018 às 7:27

Médico Tiago Almeida vai se filiar ao PSDB para disputar vaga na Assembleia [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Candidato a prefeito de Parelhas pelo DEM nas eleições de 2016, o médico ortopedista Tiago Almeida é mais um a assinar a ficha de filiação ao PSDB no ato de filiações marcado para segunda-feira, às 16h no Hotel Arituba, em Natal.

Desde o fim da última campanha, o médico vem fazendo um trabalho filantrópico pelo interior.

O convite para a filiação foi do presidente da sigla, deputado Ezequiel Ferreira de Souza.

Tiago Almeida vai disputar mandato de deputado estadual.

29 de março de 2018 às 6:59

O juridiquês do ministro do STF Gilmar Mendes [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Do colunista Ricardo Boechat em nais uma sobre o Supremo Tribunal Federal:

29 de março de 2018 às 6:54

Próximo presidente do STF livra Jucá de investigação, tira Maluf e Picciani da cadeia e suspende inelegibilidade de Demóstenes Torres [0] Comentários | Deixe seu comentário.

E continua o repúdio da população à Suprema Corte brasileira…

Da coluna Painel:

Avant-première

Próximo presidente do STF, Dias Toffoli dá sinais de que a condução da corte vai mudar sob suas mãos. Durante o julgamento em que a denúncia contra o senador Romero Jucá e o empresário Jorge Gerdau foi rejeitada, chegou a dizer que a acusação tentou “criminalizar a política”. Nesta quarta (28), surpreendeu ao cassar a decisão de um colega para mandat Paulo Maluf à prisão domiciliar. O gesto, raríssimo, foi visto no mundo jurídico como sua pré-estreia como protagonista no tribunal.

De baciada

Toffoli foi relator do habeas corpus que, por maioria na Segunda Turma do Supremo, mandou Jorge Picciani (MDB-RJ) do presídio para a prisão domiciliar. Em outra decisão rumorosa, suspendeu a inelegibilidade de Demóstenes Torres, e liberou o ex-senador, cassado por ligações com um bicheiro, a concorrer este ano.

Peito de aço

Todas as medidas foram proferidas num intervalo de menos de 24 horas, entre terça (27) e quarta (28). Quem acha que o ministro foi criticado, se engana. Integrantes de cortes superiores o chamaram de “corajoso”. Toffoli assume o STF em setembro.

29 de março de 2018 às 0:11

Ex-vereador Adão Eridan deixa o PR para disputar mandato de deputado federal pelo PHS [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O ex-vereador de Natal, Adão Eridan, deixou o PR.

Nesta quarta-feira, logo cedo, ele foi ao apartamento do presidente do partido, João Maia, para obter a assinatura liberando para a troca de partido.

Adão vai se filiar ao PHS, mesmo partido da irmã de João, deputada Zenaide Maia, que vai disputar o Senado.

E pelo PHS vai disputar mandato de deputado federal.

Assim como João, vai brigar por uma das 8 vagas de deputado federal.