Thaisa Galvão

15 de julho de 2018 às 22:25

Nome de Kadu Ciarlini é o preferido de Carlos Eduardo para vice mas filho de Rosalba quer criar imagem própria como deputado estadual [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O ex-prefeito Carlos Eduardo Alves (PDT), que sonha com o apoio do PP da prefeita de Mossoró, Rosalba Ciarlini, já conversou com o presidente do partido, Betinho Rosado, com o deputado federal Beto Rosado, e deverá conversar com a Rosa ainda essa semana.

Carlos quer um vice de Mossoró, indicado por Rosalba.

De preferência Kadu Ciarlini, filho da prefeita.

Mas não é isso que Kadu quer…

Quem pergunta a Kadu sobre ser o vice, ele diz com todas as letras que essa não é sua preferência.

E que pode até ser, desde que o PP, e não o pré -candidato a governador, entenda que eleitoralmente ele fortalece a chapa.

Tipo…tem voto.

Kadu tem dito que o PP tem outros nomes para vice e que, no caso de indicar para qualquer chapa, o anúncio não sairia tão rápido, carecendo de um diálogo interno não tão curto.

O que Kadu quer mesmo é chegar à Assembleia Legislativa onde, ao contrário de no papel de vice, teria como desenvolver um trabalho para que as pessoas possam identificar que ele tem ideias próprias, criar uma imagem própria, o que como vice será beeeem difícil.

Porque vice é vice.

15 de julho de 2018 às 17:35

Vídeo registra encontro emocionado de Aluisista do município de Apodi com Henrique [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Leleto é do município de Apodi e é um “aluisista” das antigas.

Hoje ele foi visitar o ex-deputado Henrique Alves (MDB), que ganhou liberdade e já pode receber quantas visitas quiser.

Emoção no encontro registrado no vídeo abaixo:

15 de julho de 2018 às 16:49

Em Mossoró, pré-candidato Jorge do Rosário reúne apoiadores de mais de 50 municípios na fazenda do empresário Tião Couto [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Pré-candidato a deputado estadual, o empresário mossoroense Jorge do Rosário reuniu, neste sábado, apoiadores de mais de 50 cidades…

Jorge juntou o grupo, ao lado de seu maior apoiador, o empresário Tião Couto, que desistiu de disputar, para passar informações sobre pre-campanha e campanha.

O encontro foi na fazenda de Tião e contou com a presença do presidente do PR, o ex-deputado e pré-candidato a federal, João Maia.

No discurso de Jorge, os motivos que devem levar à população a adotar mudanças na política.

15 de julho de 2018 às 16:36

Deputados recebem Robinson e Carlos Eduardo em Currais Novos [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Deputados receberam pré-candidatos ao Governo neste sábado na vaquejada de Currais Novos.

O deputado Ezequiel Ferreira de Souza, com uma comitiva tucana, recebeu o governador Robinson Faria (PSD) no Parque Sílvio Bezerra de Melo e no tradicional almoço da fazenda Furna da Onça.

O deputado Tomba Farias (PSDB) o tucano de vôo contrário, ao lado do auxiliar da Prefeitura de Natal, Carlson Gomes (DEM), recebeu o ex-prefeito de Natal, Carlos Eduardo Alves (PDT), não no parque de vaquejada, mas no movimentado centro da cidade.

Nos bastidores da sucessão estadual se diz assim:

Se o governador for Robinson novamente, apoiará mais uma eleição do deputado Ezequiel Ferreira de Souza na presidência da Assembleia.

Se o governador for Carlos Eduardo, o apoio oficial será para o deputado Tomba.

Mas, e se a governadora for a senadora Fátima Bezerra (PT), também pré-candidata?

Afinado com o deputado Fernando Mineiro (PT), o nome do deputado Kelps Lima (SD) já foi cogitado para ser o indicado de Fátima.

15 de julho de 2018 às 16:15

Henrique cessa o silêncio, emite nota de agradecimento e diz que em breve estará de volta [1] Comentários | Deixe seu comentário.

Em silêncio durante um ano e um mês, quando esteve preso, o ex-deputado Henrique Alves (MDB) emitiu nota de agradecimento…

E mandou recado: em breve estará de volta.

À política, claro.

Eis a nota:

Hora de agradecer

Vivi 328 dias de privação absoluta. Lutei por meus direitos na forma da Lei.

E enfrentei com as graças de Deus, de Nossa Senhora e de seu Filho, Jesus.

Superei, venci. Inteiro entrei. Sofrido, inteiro saí.

Agora, a liberdade!

Agradecer ao MP que aquiesceu, ao Judiciário que concedeu. À minha família que sempre acreditou e que, ao meu lado, sofreu. Muito! A minha mulher Laurita, a meus filhos Andressa, Eduardo, Pedro Henrique. Também a Anita e Antônio. Aos meus irmãos, e “meu irmão” Garibaldi. Tanta força e solidariedade.

Agora, a emoção indescritível!

Agradecer a milhares de pessoas, conhecidas, desconhecidas, próximas, distantes, “o bacurau de sempre”, pelas orações e torcida.

Aos policiais da Academia Militar; do Comandante aos mais humildes, o respeito devido.

Aos meus competentes e incansáveis advogados Marcelo Leal, Esequias Cortez, Erick Pereira e Alexandre Pereira.

Esperei passar esses dias. Emoção intensa.

Agora, agradecer. É o início do caminhar para a vitória final, da Justiça plena.

A todos, um até breve. Logo estaremos juntos, nos sonhos e na esperança!

A luta continua!

Henrique Eduardo Alves

15 de julho de 2018 às 16:10

Assessoria de Flávio Rocha diz que ele não será vice e que desistência de candidatura não tem nada a ver com condenação [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Assessoria do empresário Flávio Rocha garante: a desistência de sua candidatura à presidência da República não tem nada a ver com a condenação por injúria contra a procuradora do Trabalho do Rio Grande do Norte, Ileana Neiva.

Segundo assessoria, Flávio desistiu pelo motivo que expôs: falta de apoio.

Não seguiria com uma candidatura que, segundo mostravam as pesquisas, não deslanchava.

Sobre ser vice, a assessoria deixa claro que este nunca foi e nem seria o projeto de Flávio Rocha.

Vai ter que explicar ao colunista Maurício Lima, que na RADAR da Veja que está nas bancas publicou assim:

E por falar em Flávio e Veja, a revista publica hoje entrevistinha com o cantor Latino, que há poucos dias lançou um jingle para o então presidenciável:

Confira o jingle:

15 de julho de 2018 às 10:30

Carlos Eduardo vai a Caicó oficializar aliança com o prefeito Batata [0] Comentários | Deixe seu comentário.

No sábado já de ‘campanha’ eleitoral, o ex-prefeito de Natal, Carlos Eduardo Alves (PDT) voltou a Caicó.

Foi acompanhado do senador Garibaldi Filho e do deputado federal Walter Alves (MDB).

A base do prefeito da capital, Álvaro Dias (MDB) e do filho, pré-candidato a deputado estadual, Adjuto Dias (MDB), tem sido o destino mais procurado de Carlos Eduardo, que já foi a Caicó várias vezes.

Dessa vez para tirar a foto oficial com o prefeito Batata (PSDB) que já era apoiador de sua campanha, já que, na política, sempre integrou o grupo de Álvaro (MDB).

Tanto que o apoio que recebeu do deputado Gustavo Carvalho (PSDB) na eleição municipal, não pode ser retribuída agora já que tem que apoiar Adjuto Dias (MDB) para estadual. E Gustavo sabia que seria assim.

Então, ontem em Caicó, a foto oficial.

15 de julho de 2018 às 9:16

Em artigo na Folha de S. Paulo, Erick Pereira diz porque a propaganda eleitoral paga na internet deve ser permitida [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Para o advogado potiguar, Erick Pereira, presidente da Comissão Especial de Direito Eleitoral da OAB nacional, a propaganda eleitoral paga na internet deve ser permitida.

Esse foi o SIM da coluna Tendências/Debates da Folha de S.Paulo deste sábado onde um tema é levantado com publicações de artigos favoráveis e contrários.

Eis o artigo favorável de Erick.

Abaixo do print da página, o texto corrido para melhor leitura.

Só para complementar: o NÃO do debate exposto foi assinado pelo advogado pernambucano Walber de Moura Agra, que argumentou que os anúncios online podem aumentar as fake news.

Para melhor leitura, eis o texto:

É paradoxalmente difícil enfrentar o espírito conservador com o uso das novas tecnologias no processo eleitoral, quando os principais instrumentos de propaganda política passam pela internet. Tudo que vem a ser produzido no mundo físico, como propagandas impressas, os programas de rádio e de TV, são de alguma forma reproduzidos no mundo virtual, pela força do seu alcance e permanência de visibilidade.

Em outubro de 2017, iniciou-se o primeiro avanço, com a permissão para a realização de propaganda paga na internet exclusivamente por meio de impulsionamento de conteúdo em redes sociais e sites de busca. Na prática, a lei autoriza que o conteúdo publicado como anúncio eleitoral seja impulsionado de forma paga, para que as postagens alcancem o maior número de seguidores e logrem posições de destaque nas páginas dos buscadores.

A nova regra convive com uma incoerência sistêmica: divulgações pagas de candidatos na mídia impressa e as reproduções desses anúncios em seus sites são permitidas, ensejando o impulsionamento de conteúdo, ao passo que propagandas exclusivas online são vedadas.

Tal incongruência é exemplo inacabado do vaivém histórico das reformas empreendidas pelos nossos representantes, ainda que estas representem um tímido avanço legislativo de adaptação às velozes transformações da sociedade e a seus mecanismos de comunicação.

Segundo pesquisa do Comitê Gestor da Internet, 61% dos brasileiros estão conectados à internet, a segunda principal fonte de informação do país, com destaque para os 120 milhões de usuários do Facebook.

Tais números conferem importância ao uso dos chamados inbound e outbound no marketing político, estratégias de construção de conteúdos ou de ir atrás do eleitor de forma ativa, e revelam o quanto as redes podem ser decisivas para os candidatos, especialmente aqueles que detêm menor grau de exposição midiática —embora seja inegável que o grau de visibilidade depende de variáveis diversas, a exemplo do uso do Fundo de Financiamento de Campanha.

A formalização de campanhas pela internet busca conformar a realidade de escassez de recursos para propagandas eleitorais ao crescente uso das redes como meio de informação acessível e democrático, espaço profícuo de divulgação de plataformas de campanha e de interação com eleitores.

As leis e os órgãos de controle são meios mais maduros de se combater o abuso econômico na internet que a simples proibição de anúncios exclusivos pagos. Restrições excessivas estimulam o emprego de meios ilegais e potencializam mercados paralelos de interesses escusos. Convém lembrar que somos vigilantes, mas, também, vigiados —em quase tudo o que fazemos, deixamos pistas digitais que podem ser rastreadas, ainda que façam uso de robôs, fake news, big data.

O direito à informação verdadeira e à livre manifestação do pensamento é proporcional à democratização do processo eleitoral, destacando que a internet se tornou o meio de informação mais igualitário e menos oneroso do mundo.

As redes geram polaridades e campos de disputa entre liberdade e alienação, razão e obscurantismo. Portanto, muito se resume a quanto de liberdade desejamos. Na eventual falta de clareza acerca de seus limites, bem melhor preferir os excessos do mais emblemático pilar da vida democrática e da construção do sentimento de cidadania.

Erick Wilson Pereira

Advogado e presidente da Comissão Especial de Direito Eleitoral da OAB nacional

15 de julho de 2018 às 9:03

Derrota jurídica contra procuradora do Trabalho no RN foi decisiva para tirar Flávio Rocha da disputa eleitoral [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O empresário Flávio Rocha, que desistiu de disputar a presidência da República, desistiu também de participar do processo eleitoral este ano.

Não será candidato, não vai ser vice de ninguém, sequer vai se envolver em campanha.

“Não saio para apoiar ninguém. Saio para não entrar em uma luta quixotesca. Não aceitaria ser vice. Não é meu projeto”, disse Flávio ao jornal O Estado de São Paulo.

Ficou claro que a decisão de Flávio Rocha teve tudo a ver com a condenação por crime de injúria praticado contra a procuradora do Trabalho no Rio Grande do Norte, Ileana Neiva Mousinho.

Para quem não lembra, Flávio escreveu em seu facebook, em setembro do ano passado, agressões verbais contra a procuradora, que comandava ação trabalhista contra o grupo Guararapes.

Flávio foi condenado, por injúria, a pagar R$ 93.700  e por danos morais à procuradora, a pagar R$ 60 mil.

Ainda na mesma ação o empresário foi inocentado das acusações de calúnia e coação.

O dinheiro que ele foi obrigado a pagar, pouco mais de 150 mil reais, não abala em nada o patrimônio financeiro de Flávio Rocha, mas o patrimônio eleitoral, que ele ainda não tem mas que na campanha, tentaria conquistar, ficaria comprometido.

Pesaria contra ele ser um candidato “condenado”.

O caso seria usado contra ele como candidato a presidente, a vice ou até como apoiador oficial de campanhas de outros presidenciáveis.