Thaisa Galvão

31 de agosto de 2018 às 9:06

O #FATO e o #FAKE na entrevista de Marina Silva [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O G1 listou o que foi #FATO e o que foi #FAKE na entrevista da presidenciável Marina Silva do partido Rede, concedida ontem ao Jornal Nacional.

Acompanhe:

 

60% da direção da Rede foi favorável ao impeachment e dois deputados tiveram uma posição contrária” – #FATO

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Desde 2010 que eu defendo, 2010 quando ninguém debatia isso, que a gente tinha que transitar para um regime de capitalização e contribuições” – #FATO

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O Itamar Franco, quando assumiu, não tinha uma base e conseguiu juntar diferentes partidos para conseguir governar” – #NãoébemAssim

O então vice-presidente Itamar Franco contou, ainda em meados de 1992, com a formação de um grupo suprapartidário no Senado para oferecer a ele a estrutura política necessária para o caso de impeachment de Fernando Collor de Mello. Ou seja, conseguiu costurar uma base antes mesmo de assumir.

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A Universidade Federal de Minas Gerais fez um estudo de que 80% das atividades domésticas são feitas por mulheres” – #FATO

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Sou a única candidata que diz que apoia a Lava Jato” – #FAKE

O candidato à Presidência Alvaro Dias (Podemos), não só se apresenta como defensor da Lava Jato como tem repetido durante a atual campanha que convidará o juiz federal Sérgio Moro, da 13ª Vara Criminal de Curitiba, para ser o ministro da Justiça de seu governo, caso vença a eleição.

Geraldo Alckmin (PSDB) também afirma apoiar a investigação liderada pela força-tarefa do Ministério Público Federal e pela Polícia Federal de Curitiba. Como Ciro Gomes (PDT)  que disse apoiar a Lava Jato considerando uma virada de página na crônica de impunidade que sempre marcou a corrupção dos grandes no Brasil.

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Eu fui a única candidata até agora a ir até a Transparência Internacional. E eles produziram mais de 70 propostas para combate à corrupção, um trabalho denso e eu me comprometi” – #FAKE

No dia 29 de agosto, o candidato do PSOL à Presidência, Guilherme Boulos, esteve na entidade, em reposta a um convite enviado a todos os candidatos à Presidência da República.

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Eu, quando entrei no Ministério do Meio Ambiente, tinha mais de 40 hidrelétricas que não tinham licenças, aquilo que foi competência do Ibama, nós limpamos a pauta e o que não dava para fazer nós dissemos claramente aos empreendedores: ‘Não dá para fazer, como foi o caso da Tijuco Alto’” – #FATO

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A (licença) da(s) hidrelétrica(s) de Santo Antônio e Jirau foi dada durante a minha gestão, um dos licenciamentos mais difíceis” – #FATO

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No Rio Grande do Sul, nós estamos coligados com um jovem que foi prefeito de Pelotas e esse jovem, sobre ele não pesa absolutamente nada” – #FAKE

Ela se referiu ao ex-prefeito de Pelotas Eduardo Leite, de 33 anos, candidato do PSDB ao governo do Rio Grande do Sul, réu na Justiça estado em pelo menos duas ações de improbidade administrativa (irregularidade – e não um crime – cometido por um agente que tenha o controle de recursos ou bens públicos). Os processos tramitam na 4ª Vara Cível Especializada em Fazenda Pública da comarca de Pelotas.

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Continuo coerente, porque o Eduardo Jorge, nós nunca tivemos divergências, a minha saída do PV tinha a ver com a visão de processo em relação ao que eu queria muito que o PV se tornasse um partido em rede, mas a cultura política da direção do PV entendeu que não” – #NãoébemAssim

Marina saiu do PV em 2011 após discordâncias com a direção do partido. Mas ela também tem, sim, divergências conhecidas com seu candidato a vice Eduardo Jorge (PV) em ao menos dois pontos que fazem parte do debate nacional pelo menos desde as duas últimas eleições para Presidência, apesar de ambos garantirem que essas discordâncias estão harmonizadas.

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