Thaisa Galvão

2 de outubro de 2018 às 22:34

InterTV Cabugi nega 3 direitos de resposta ao candidato Carlos Eduardo Alves só no 1º bloco do debate [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O primeiro bloco do debate entre candidatos a governador promovido pela InterTV Cabugi terminou com 3 pedidos de direito de resposta ao candidato Carlos Eduardo Alves (PDT).

“Por se tratarem de assuntos de conhecimento público”, afirmou o mediador Ari Peixoto, jornalista da TV Globo.

2 de outubro de 2018 às 22:03

Campanha de Adjuto Dias é encerrada em evento promovido pelos 7 vereadores que apoiam sua candidatura [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O candidato a deputado estadual Adjuto Dias (MDB) encerra sua campanha agora à noite na zona Norte de Natal.

A reunião que lotou o Plaza foi organizada pelos vereadores Preto Aquino (Patriota), Sueldo Medeiros (PHS), Chagas Catarino (PDT), Luiz Almir (Avante), Felipe Alves (MDB) e Ney Júnior (PSD), e pelo vereador licenciado e chefe da Casa Civil da Prefeitura, Kleber Fernandes (PDT).

O prefeito de Natal e pai de Adjuto, Álvaro Dias (MDB), participa do evento

Apesar de apoiar a candidatura da vereadora Nina Souza (PDT) a deputada, e não a de Adjuto, Andrea Alves, mulher do candidato a governador Carlos Eduardo Alves (PDT), participa do evento.

O senador Garibaldi e o filho deputado federal Walter Alves (MDB), assim como o candidato a senador Antônio Jácome (Pode) participaram do evento.

2 de outubro de 2018 às 21:30

Primeira-dama de Extremoz segue buscando apoios na disputa por uma vaga na Assembleia [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Primeira-dama de Extremoz, Elaine Neves (PRP) disputa uma vaga de deputada estadual no Rio Grande do Norte.

Mulher do prefeito Joaz Oliveira (PR), Elaine recebeu o apoio do diretor da Pinacoteca do Estado e dono do jornal Tribuna de Notícias, Nildo Rodrigues.

2 de outubro de 2018 às 16:04

O óleo de peroba do Professor Robério Paulino [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Quando participou de um debate como candidato a governador nas eleições de 2014, o Professor Robério Paulino (PSOL) ganhou destaque ao tirar do bolso um vidro de óleo de peroba.

Ele fazia referência ao então candidato Henrique Alves (MDB), chamando-o de cara-de-pau.

Agora candidato a deputado estadual, Robério tem usado o óleo de peroba para chamar os políticos de cara-de-pau.

Veja o candidato no calçadão da avenida Roberto Freire distribuindo santinhos enquanto a marca de sua campanha está em exposição.

2 de outubro de 2018 às 15:02

Cinco candidatos a governador participarão hoje do debate da InterTV Cabugi [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Será logo mais depois da novela das 9, na Globo, o debate entre os candidatos a governador do Rio Grande do Norte.

Participarão do debate, no estúdio da InterTV Cabugi, cinco candidatos.

A senadora Fátima Bezerra (PT), o ex-prefeito de Natal, Carlos Eduardo Alves (PDT), o governador Robinson Faria (PSD), Brenno Queiroga e Carlos Alberto.

O mediador será o repórter da TV Globo, Ari Peixoto.

2 de outubro de 2018 às 14:55

Ministério Público Eleitoral recomenda que adesivos com Lula presidente sejam retirados dos carros [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O Ministério Público Eleitoral recomendou à Polícia Rodoviária Federal (PRF) no Rio Grande do Norte e à Polícia Rodoviária Estadual (PRE) para abordar os veículos com adesivos de Lula como candidato a presidente.

Esse tipo de divulgação já foi considerado ilegal pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A recomendação é que os adesivos sejam retirados sob pena do proprietário se tornar alvo de um registro de ocorrência.

O MP esclarece que não está proibido o material de propaganda que apresente Lula como apoiador, como nos casos em que se utilizam do slogan “Haddad é Lula”, ou nas situações em que aparece apenas a fotografia de Lula.

2 de outubro de 2018 às 14:27

Candidata a federal, Karla Veruska tem percorrido as feiras de Natal e do interior [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Candidata a deputada federal, Karla Veruska (Avante) tem andado pelas feiras do estado afora, onde conversa com os feirantes e donas de casa.

Hoje ela foi à feira de Santa Maria, no Agreste.

Em Natal, Karla tem visitado as feiras acompanhada do marido, o vereador-presidente da Câmara, Raniere Barbosa (Avante).

2 de outubro de 2018 às 14:06

Deputado Albert Dickson reforça voto em Garibaldi para o Senado [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Do deputado Albert Dickson (PROS), candidato à reeleição, sobre voto para o Senado:

2 de outubro de 2018 às 14:04

Nevaldo Rocha recebe Garibaldi Filho na Guararapes [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O senador Garibaldi Filho (MDB) foi recebido pelo empresário Nevaldo Rocha nesta segunda-feira, na Guararapes.

Garibaldi circulou pela fábrica ouviu a manifestação das trabalhadoras.

2 de outubro de 2018 às 13:59

Deputado Kelps Lima encerra campanha com encontro hoje em Natal [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O deputado estadual Kelps Lima (SD), candidato à reeleição, faz hoje o encerramento de sua campanha

Será à noite, no Olimpo Recepções.

2 de outubro de 2018 às 13:36

Consult: Projeção de votos válidos apontam possobilidade de vitória de Fátima no primeiro turno [4] Comentários | Deixe seu comentário.

Na segunda pesquisa, das 8 que serão publicadas na reta final das eleições, a senadora Fátima Bezerra continua liderando.

E segundo o instituto Consult, levando em consideração a projeção de votos válidos e a utilização da margem de erro, quando Fátima ultrapassaria os 50%, poderia ser eleita governadora no primeiro turno.

Veja os números para o Governo:

Fátima Bezerra (PT) – 36%

Carlos Eduardo Alves (PDT) – 24,71%

Robinson Faria (PSD) – 11,47%

Breno Queiroga (SD) – 1,82%

Carlos Alberto (PSOL) – 0,65%

Freitas Júnior (PSOL) – 0,29%

Dario Barbosa (PSTU) e Heró Bezerra (PRTB) – 0,6%

Não sabe – 8,06%

Ninguém – 16,88%

Na projeção de votos válidos, Fátima teria 47,9% dos votos válidos, Carlos 32,93% e Robinson 15,28%.

2 de outubro de 2018 às 13:32

Consult: Styvenson lidera na soma de votos para o Senado [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Na soma dos dois votos para o Senado – os institutos insistem em aplicar questionários separados – o resultado aparece assim:

Capitão Styvenson (Rede) – 33%

Zenaide (PHS) – 26,35%

Garibaldi Filho (MDB) – 25,05%

Geraldo Melo (PSDB) – 19,71%

Jácome (Pode) – 7,7%

Magnólia (SD) – 3%

Alexandre Motta (PT) – 2,35%

Jurandir Marinho (PRTB) – 0,76%

Lailson (PSOL) – 0,41%

Ana Célia (PSTU) – 0,35%

Telma Gurgel (PSOL) – 0,3%

Levi Costa (PRTB) – 0,24%

Joanilson (DC) – 0,12%

Napoleão (Rede) – 0,6%

João Morais (PSTU) – Não pontuou

Não sabe – 34,59%

Ninguém – 46%

2 de outubro de 2018 às 13:03

Perfil: Fátima Bezerra permanece na liderança para o Governo [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Das 8 pesquisas que serão divulgadas esta semana, a primeira foi a do instituto Perfil.

A senadora Fátima Bezerra (PT) lidera, como em todas as pesquisas publicadas até agora.

Eis os números para o Governo:

Fátima Bezerra (PT) – 33,7%

Carlos Eduardo Alves (PDT) – 23,4%

Robinson Faria (PSD) – 8,6%

Breno Queiroga (SD) – 1,29%

Carlos Alberto (PSOL) – 1,07%

Freitas Júnior )Rede) – 0,36%

Dario Barbosa (PSTU) – 0,21%

Heró Bezerra (PRTB) – 0,07%

Não sabe – 14,36%

Ninguém – 16,86%

2 de outubro de 2018 às 13:01

Perfil: Styvenson lidera e Geraldo, Garibaldi e Zenaide estão empatados [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Na disputa pelo Senado, a pesquisa Perfil repete o que todos os institutos já mostraram: a liderança do Capitão Styvenson.

Na segunda colocação, dois décimos separam Geraldo Melo (PSDB) de Garibaldi Filho (MDB) que estão empatados também com Zenaide (PHS).

Eis os números:

Capitão Styvenson (Rede) – 25,5%

Geraldo Melo (PSDB) – 23,93%

Garibaldi Filho (MDB) – 23,95%

Zenaide (PHS) – 23,71%

Jácome (Pode) – 6,29%

Magnólia (SD) – 3,71%

Alexandre Motta (PT) – 3,43%

Lailson (PSOL) – 0,64%

Jurandir Marinho (PRTB), Joanilson Rêgo (DC), Telma Gurgel (PSOL) e Levi Costa (PRTB) – 0,5%

Ana Célia (PSTU) – 0,36%

João Morais (PSTU) – 0,29%

Napoleão (Rede) – 0,21%

Não sabe – 47,14%

Ninguém – 39,5%

2 de outubro de 2018 às 10:50

Saiba quem Palocci entrega na delação que perdeu o sigilo por determinação do juiz Sérgio Moro [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Do G1/PR

Palocci diz em delação que campanhas do PT de 2010 e 2014 custaram R$ 1,4 bilhão

Valor é maior do que o declarado à Justiça Eleitoral. Moro tirou parte do sigilo da colaboração do ex-ministro de Lula e Dilma

O juiz federal Sergio Moro retirou o sigilo de parte do acordo de delação do ex-ministro Antonio Palocci no âmbito da Operação Lava Jato nesta segunda-feira (1º).

Na delação, Palocci disse que:

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva indicou Paulo Roberto Costa para a Petrobras com o objetivo de “garantir ilicitudes” na estatal

Lula usou o pré-sal para conseguir dinheiro para campanhas do PT

As duas campanhas de Dilma Rousseff para a Presidência custaram R$ 1,4 bilhão, mais do que foi declarado à Justiça Eleitoral

O MDB “exigiu” de Lula a diretoria Internacional da Petrobras e chegou a travar votações no Congresso para fazer pressão

Pelo menos 900 das mil medidas provisórias editadas nos quatro governos do PT envolveram propinas

Em nota, a defesa do ex-presidente Lula afirmou que “Palocci mentiu mais uma vez, sem apresentar nenhuma prova”. Os advogados dizem ainda que a decisão de Moro “apenas reforça o caráter político dos processos e da condenação injusta imposta ao ex-presidente” e que o juiz “tem o nítido objetivo de tentar causar efeitos políticos para Lula e seus aliados”.

A ex-presidente Dilma divulgou nota na qual afirma que o valor apontado por Palocci é “absolutamente falso”. “Tal afirmação, pela leviandade e oportunismo delirantes, só permite uma conclusão: que o senhor Palocci saiba onde se encontra R$ 1 bilhão, já que o valor declarado e aprovado pelo TSE é cerca de um terço disso”, diz o texto. Ela chama a quebra de sigilo da delação do ex-ministro de “factóide eleitoral”.

A presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, afirmou que Moro “não podia deixar de participar do processo eleitoral” e que ele tenta “pela enésima vez destruir Lula” (veja aqui o que dizem os citados).

Acordo

O acordo de Palocci foi firmado com a Polícia Federal no fim de abril e homologado pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4).

No termo de delação, o ex-ministro se comprometeu a pagar R$ 37,5 milhões como indenização pelos danos penais, cíveis, fiscais e administrativos dos atos que praticou.

Na decisão de homologação, o desembargador João Pedro Gebran Neto afirma que “não cabe, neste momento inicial, o exame detido do conteúdo das declarações até então prestadas”.

Palocci está preso desde 2016 e tem uma condenação por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Anteriormente, Palocci tinha tentado fechar um acordo com o Ministério Público Federal (MPF), mas sem sucesso.

Indicação de Paulo Roberto Costa

Segundo a delação de Palocci, Lula indicou Paulo Roberto Costa para a diretoria de Abastecimento da Petrobras para “garantir espaço para ilicitudes”.

O ex-ministro afirmou que a Odebrecht entrou em conflito com Rogerio Manso, então Diretor de Abastecimento da estatal, por não encontrar espaço para negociar o preço da nafta – um derivado do petróleo – para a Braskem, empresa controlada pelo grupo.

Segundo ele, a Odebrecht se alinhou ao PP, porque o partido estava apoiando fortemente o governo e não encontrava espaço em ministérios e nas estatais, e passou a tentar derrubar Manso. Foi aí que, conforme Palocci, Lula agiu indicando Paulo Roberto Costa para a diretoria de Abastecimento.

“Luiz Inácio Lula da Silva decidiu resolver ambos os problemas indicando Paulo Roberto Costa para a Diretoria de Abastecimento; que isso também visava garantir espaço para ilicitudes, como atos de corrupção, pois atendia tanto a interesses empresarias quanto partidários; que, assim, nas diretorias de Serviço e Abastecimento houve grandes operações de investimentos e, simultaneamente, operações ilícitas de abastecimento financeiro dos partidos políticos”, diz trecho da delação.

Paulo Roberto Costa é o primeiro delator da Lava Jato e foi condenado em vários processos da operação por crimes como corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Devido ao acordo, ele cumpre pena em regime aberto e retirou a tornozeleira eletrônica em novembro de 2016.

Costa virou diretor da Petrobras em 2004, por indicação do ex-deputado federal José Janene (PP), morto em 2010. Ele permaneceu no cargo até 2012, quando pediu demissão e abriu uma empresa de consultoria.

Pré-sal e eleição de Dilma

Palocci afirmou à Polícia Federal que havia “um interesse social e um interesse corrupto com a nacionalização e desenvolvimento do projeto do pré-sal”.

O ex-ministro relatou uma reunião que teria ocorrido no início de 2010, na biblioteca do Palácio do Alvorada, com Lula – na época presidente -, Dilma Rousseff e José Sérgio Gabrielli, então presidente da Petrobras.

Segundo Palocci, nesta reunião, Lula “foi expresso ao solicitar do então presidente da Petrobras que encomendasse a construção de 40 sondas para garantir o futuro político do país e do Partido dos Trabalhadores com a eleição de Dilma Rousseff, produzindo-se os navios para exploração do pré-sal e recursos para a campanha que se aproximava”.

Lula teria afirmado, nesta reunião, que caberia a Palocci gerenciar os recursos ilícitos.

O ex-ministro disse ainda que empresas de marketing e propaganda ligadas ao então gerente-executivo de Comunicação Institucional da Petrobras, Wilson Santarosa, destinavam 3% dos contratos ao PT pelo tesoureiros.

Medidas provisórias

O ex-ministro afirmou na delação que pelo menos 900 das mil medidas provisórias editadas durante os quatro governos petistas envolveram propinas.

Segundo ele, era “corriqueira” a prática de venda de emendas legistlativas, “particularmente na venda de emendas parlamentares para medidas provisórias vindas dos governos”.

Palocci afirmou que havia casos de MPs destinadas a atender interesses de “financiadores específicos” e que “saem da Congresso Nacional com a extensão do benefício ilícito a diversos outros grupos privados”.

Contas eleitorais

Palocci afirmou que as campanhas para eleição e reeleição de Dilma custaram valores que são maiores do que os apresentados pelo partido ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O ex-ministro diz na delação que a campanha de 2010 gastou R$ 600 milhões, mas o declarado à Justiça Eleitoral foi R$ 153,09 milhões.

Já em 2014, Palocci afirma que foram gastos R$ 800 milhões na campanha que reelegeu Dilma. Na declaração apresentada ao TSE, está registrado gasto de R$ 350 milhões.

Na delação, Palocci diz que empresários contribuíam esperando benefícios em troca. “Ninguém dá dinheiro para campanha esperando relações triviais com o governo.”

O ex-ministro declarou ainda na delação que mesmo doações registradas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) podem ser irregulares, “bastando que sua origem seja ilícita”.

Palocci afirma que as “prestações regulares registradas no TSE são perfeitas do ponto de vista formal, mas acumulam ilicitudes em quase todos os recursos recebidos”.

PMDB

Palocci afirmou que o PMDB (atual MDB) “exigiu” de Lula a diretoria Internacional da Petrobras. “(…) O então deputado Fernando Diniz, líder da bancada do PMDB mineiro, com apoio de Henrique Alves, Eduardo Cunha e Michel Temer conseguem fazer Luiz Inácio Lula da Silva nomear Jorge Zelada para a diretoria”, afirma o documento.

Segundo o ex-ministro, Zelada assinou, em nome do MDB, um contrato que renderia US$ 40 milhões em propina.

“(…) O PMDB, ao ocupar a Diretoria Internacional, tratou de promover a celebração de um contrato de SMS na área internacional com a Odebrecht com larga margem para propina, a qual alcançava cerca de 5% do valor total de US$ 800 milhões, ou seja, US$ 40 milhões; que o contrato, tamanha a ilicitude revestida nele, teve logo seu valor revisado e reduzido de 800 para 300 milhões”.

O delator cita que, para conseguir a diretoria, o PMDB fez pressão, “com episódios de trancamento de pauta do Congresso, por exemplo”. Procurado, o MDB disse que não vai comentar as declarações de Palocci.

‘Teste de versão’

Na delação, Palocci diz que, em fevereiro de 2007, quando ainda era deputado federal, foi chamado por Lula ao Palácio do Alvorada, logo após a reeleição dele à Presidência.

Lula teria dito, bastante irritado, que havia tido ciência de que os diretores da Petrobras Paulo Roberto Costa e Renato Duque estavam envolvidos em diversos crimes nas suas diretorias.

Lula, então, indagou a Palocci quem havia nomeado os dois. O ex-ministro diz ter respondido que era o próprio Lula e que os diretores estavam agindo com parâmetros definidos pelo PT e pelo PP. Para Palocci, Lula queria fazer “uma espécie de teste de versão”.

O ex-ministro petista disse que “era comum Lula, em ambientes restritos, reclamar e até esbravejar sobre assuntos ilícitos que chegavam a ele e que tinham ocorrido por sua decisão”, e que “a intenção de Lula era clara no sentido de testar os interlocutores sobre seu grau e conhecimento e o impacto de sua negativa”.

Prisão de Palocci

Preso desde setembro de 2016, Antonio Palocci foi condenado a 12 anos e dois meses de prisão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. O ex-ministro está detido na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba.

O juiz Sérgio Moro entendeu que o ex-ministro negociou propinas com a Odebrecht, que foi beneficiada em contratos com a Petrobras. Neste mês de abril, por 7 votos a 4, os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiram manter na cadeia o ex-ministro.

Palocci responde a mais uma ação penal na 13ª Vara de Curitiba. Ele é acusado de corrupção passiva e lavagem de dinheiro no processo que apura a compra de um apartamento em São Bernardo do Campo (SP) e de um terreno onde seria construída uma nova sede para o Instituto Lula em São Paulo.

Em abril de 2017, ao ser interrogado por Moro, Palocci se colocou à disposição para apresentar “fatos com nomes, endereços e operações realizadas”. Em setembro, ele afirmou para Moro que Lula tinha um “pacto de sangue” com Emilio Odebrecht que envolvia um “pacote de propina”. À época, aos advogados que representam o ex-presidente afirmaram que Palocci fez “acusações falsas e sem provas”.

CLIQUE AQUI e confira a íntegra do processo de delação de Palocci.