Thaisa Galvão

6 de dezembro de 2018 às 11:43

Na briga pela presidência do Senado, nome de Fernando Collor desponta como possível solução [1] Comentários | Deixe seu comentário.

A eleição para presidente do Senado foi assunto discutido nas rodas poderosas da justiça ontem à noite em São Paulo, no lançamento do livro do advogado potiguar Robson Maia.

Todo mundo sabe que todo mundo sabe que o MDB não quer largar o osso, e apesar do recado popular das urnas, que mandou políticos tradicionalíssimos para casa, o partido quer continuar com a máxima de que a legenda com maior representação na Casa, terá a garantia de presidir a Casa.

Vale ressaltar que o atual presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB), que poderia ser candidato à reeleição, não se reelegeu senador e ficará sem mandato a partir de janeiro.

A máxima do maior representante presidir o Senado é antiga, e o MDB no Senado não quer dar o F5 necessário para as mudanças adotadas pelo povo.

E o ‘eterno presidente’ Renan Calheiros, que já chegou até mesmo a renunciar à presidência para se livrar de cassação por improbidade, depois voltou ao comando do legislativo, quer voltar a ser o presidente.

Senador mais bem votado por São Paulo, o Major Olímpio, do PSL do presidente Bolsonaro, quer entrar na disputa.

Mas teme que, no voto secreto, os “devedores de favores” paguem com votos a Renan e ele volte para a presidência.

E no lançamento do livro de Robson Maia, ontem em São Paulo, um nome era discutido como possível solução entre o MDB e o PSL: o do senador Fernando Collor de Mello, do PTC.

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