Thaisa Galvão

8 de janeiro de 2019 às 18:28

Ex-vice Fábio Dantas diz que foi “voz no deserto” e relembra soluções apresentadas por ele à Assembleia para solucionar de vez a crise do Estado [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Do ex-vice-governador Fábio Dantas, sobre soluções definitivas para o Estado não voltar a atrasar salários.

Segundo Fábio, os efeitos nesse caso seriam a de curto, médio e longo prazo.

“A solução está em alguns projetos que tive a coragem de enviar à Assembleia, em março e outubro de 2017, e em outros que entendo serem fundamentais, visando o debate e soluções para nosso Rio Grande do Norte, dentre os quais destaco:

118/2017 – Alíquotas Ipern

119/2017 – Teto dos gastos públicos por 20 anos

150/2017 – Capitalização Ipern

172/2018 – Servidores cedidos e custeados pelos poderes

186/2018 – Substituto que autoriza venda da concessão da canalização do gás natural

187/2018 – Aposentadoria regras

188/2018 – Compensação de duodécimos dos poderes

190/2018 – Alienação Ceasa, Centro de Convenções e outros

Outros devolvidos e mais importantes como:

1 – Subsídio único para todos os servidores com a garantia das progressões funcionais

2 – Teto do servidor público do poder executivo: o salário do governador do estado, com a garantia constitucional da irredutibilidade

Na pré campanha de 2018 propus soluções financeiramente viáveis para os Hospitais Regionais, Segurança Pública, Previdência, Uern e tantas outras…

O Estado não precisa de discurso, pois este só ganha eleição, mas de gestão pública efetiva que melhore a qualidade de vida de nossa gente.

Infelizmente fui uma voz no deserto.

Fábio Dantas

*

Segundo Fábio Dantas, todos esses projetos de leis acabariam com a farra do dinheiro público em todas as áreas.

E permitiria que o orçamento crescesse suas despesas de acordo com a inflação.

Também garantiria que, crescendo as receitas, existiria revisão de metas e evitaria a discussão anual com os poderes, garantindo regras objetivas.

Para Fábio, as soluções apresentadas por ele e não executadas economizaria 9 bilhões de reais em 5 anos.

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