Thaisa Galvão

19 de janeiro de 2019 às 9:02

Parelhas: Governadora prestigia festa de São Sebastião na cidade do deputado eleito Chico do PT [0] Comentários | Deixe seu comentário.

A governadora Fátima Bezerra foi a Parelhas nesta sexta-feira.

Chegou acompanhada do prefeito de Currais Novos, Odon Júnior, para prestigiar a festa de São Sebastião, padroeiro da cidade do deputado eleito Chico do PT, que recebeu a governadora.

19 de janeiro de 2019 às 8:56

Fátima recebe familiares em visita à Governadoria [0] Comentários | Deixe seu comentário.

A sexta-feira ainda teve espaço na agenda da governadora Fátima Bezerra para receber familiares.

A irmã Aparecida, que ela chama de Preta, foi conhecer a Governadoria.

Irmã e sobrinhos foram recebidos pela governadora.

19 de janeiro de 2019 às 2:20

Vice General Mourão assumirá a Presidência por 5 dias totalmente monitorado por 3 ministros de Bolsonaro [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O polêmico vice-presidente General Mourão, será o presidente da República a partir de segunda-feira, quando o titular do cargo, Jair Bolsonaro, vai a Suíça para o Foro de Davos.

Porém, Mourão não será tão livre para administrar o Brasil por 5 dias.

Bolsonaro designou 3 ministros para fiscalizarem o presidente interino.

Onyx Lorenzoni, da Casa Civil, o General Carlos Alberto dos Santos Cruz, da Secretaria de Governo, e Gustavo Bebianno, da Secretaria Geral da Presidência, não farão outra coisa na ausência de Bolsonaro, a não ser monitorar os passos, pensamentos e atos do General Mourão.

Bolsonaro estará de volta ao Brasil no final da semana e na segunda, 28, se submeterá a uma cirurgia para retirada da bolsa de colostomia que ele porta desde que levou uma facada na campanha eleitoral.

Mourão deverá ficar na expectativa se voltará a assumir a Presidência, ou se Bolsonaro continuará administrando o país durante a convalescença.

19 de janeiro de 2019 às 2:04

Delação: Palocci disse que entregou várias vezes caixas de uísque recheadas de dinheiro ao ex-presidente Lula [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Termo de colaboração premiada do ex-ministro e ex-tesoureiro do PT, Antônio Palocci, de 13 de abril de 2018, foi anexado nesta quinta-feira ao inquérito.

E os detalhes da primeira delação fechada por Palocci com a Polícia Federal de Curitiba deram o que falar.

Na delação, Palocci diz que houve entregas de dinheiro em espécie, de propina paga pela Odebrecht, ao ex-presidente Lula.

 

No depoimento do 1º termo de delação, Palocci diz que:

 

-Entregou a Lula “cerca de oito a nove vezes valores em espécie”. Em média, eram remessas de R$ 50 mil que ficavam escondidas em caixas de celular ou de uísque, por exemplo. De acordo com Palocci, o ex-presidente lhe pedia que não comentasse com ninguém a respeito.

-Lula recebeu propina pela obra da Usina Hidrelétrica Belo Monte, no Pará. A Odebrecht destinou R$ 15 milhões a Lula, segundo Palocci. A Andrade Gutierrez também é citada.

-Dilma Rousseff, quando ainda era candidata, soube dos pagamentos da Andrade Gutierrez ao PMDB e autorizou que continuassem.

-Em encontro com Dilma no Palácio do Planalto no início de 2011, ela, que já era presidente àquela altura, não autorizou pagamentos da Andrade Gutierrez ao PT. Palocci afirmou que, na ocasião, perguntou a Dilma se havia necessidade de autorizar que a empreiteira fizesse repasses específicos vinculados à participação em Belo Monte.

-Posteriormente, porém, Lula disse a João Vaccari Neto, ex-tesoureiro do PT, que Dilma “havia autorizado a cobrança de empresas do consórcio construtor de Belo Monte percentual pelos valores recebidos em razão da execução da obra”.

 

Em depoimento complementar, em agosto em 2018, Palocci afirmou que:

 

-Dilma Rousseff “deu corda” para que as investigações da Operação Lava Jato implicassem Lula. Neste termo complementar de depoimento da delação, Palocci conta que Dilma tentava “sufocar” Lula para que ele desistisse de concorrer à presidência em 2014 e que houve uma ruptura entre os dois.

-Palocci relatou ainda que fez a seguinte pergunta ao ex-presidente durante o andamento da Lava Jato: “Por que você não pega o dinheiro de uma palestra e paga o seu triplex?”. A resposta foi: “Um apartamento na praia não cabe em minha biografia”.

19 de janeiro de 2019 às 1:13

Veja: Dono de complexo de hospitais e clínicas que atendem de graça denuncia sistema para destruir o SUS [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Dono de 6 hospitais e 9 clínicas que atendem de graça, o empresário paulista Henrique Prata disse, na entrevista que concedeu às páginas amarelas da revista Veja, que etá nas bancas, que há um esquema montado no Brasil para entregar a saúde pública à medicina privada. e para isso vale destruir o SUS.

Confira a entrevista dele:

 

 

19 de janeiro de 2019 às 1:06

Rogério Marinho diz que ainda não tem como garantir a inclusão de militares na reforma da Previdência [0] Comentários | Deixe seu comentário.

De O Antagonista:

 

Secretário de Previdência diz que não pode garantir militares na reforma

 

O secretário da Previdência do governo Bolsonaro, Rogério Marinho, afirmou que não pode garantir que os militares estarão contemplados na reforma do setor.

Segundo Marinho, o texto final com as novas regras para a aposentadoria só será conhecido em fevereiro.

“Os militares têm suas especificidades. Eles não têm um regime previdenciário como os civis. Isso precisa ser respeitado. Não posso garantir a vocês que estarão ou não na reforma”, disse o secretário.

Dois dias atrás, o chefe de Marinho, Paulo Guedes, afirmou que o projeto da reforma da Previdência “perde muito” se os militares não forem incluídos.

19 de janeiro de 2019 às 0:33

Com decreto de posse de arma, governo terceiriza à população a missão de acabar com a violência no Brasil [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O Ministério Público Federal quer que a Procuradora Geral da República, Raquel Dodge (PGR) questione no Supremo Tribunal Federal, o decreto do presidente da República, Jair Bolsonaro, que facilita a posse de armas de fogo.

No parecer, o órgão diz que as novas regras ferem a Constituição, o Estatuto do Desarmamento e a separação dos poderes.

O Blog não acha a menor graça nessa concessão de posse de armas à população.

Porque entende que dessa forma, o governo está terceirizando aos brasileiros o problema que o governo é que tem que resolver.

Se o presidente prometeu segurança, e envolveu seus eleitores com a frase ‘bandido bom é bandido morto’, não estava no pacote que o povo é que tem que matar os bandidos.

Mas é bem isso o que está acontecendo, primeiro com o decreto de posse de armas, e em seguida com o início das discussões sobre porte de arma, como o próprio presidente já afirmou.

Para o Blog, o decreto de Bolsonaro terceiriza o combate à violência gerando mais violência.

Quem tem arma em casa, por mais que tenha atestado de sanidade mental, não está livre de ter um surto, de beber além da conta…

Não está livre de sofrer de depressão e sentir vontade de cometer suicídio…

Não está livre de ter um filho capaz – sob efeito de bebida ou droga, ou também sob efeito de doença como depressão – de pegar a arma e usá-la seja de qual forma for…

Não está livre da arma ser encontrada por uma criança, e usada por ela inocentemente…

Não está livre de usá-la numa briga conjugal ou de vizinhos…

Não está livre…da violência nas ruas.

A posse de arma concedida pelo presidente Bolsonaro é uma faca de dois gumes e o uso dela, em casos de violência, é para ser responsabilidade do governo, que se livra de mais essa atribuição, e passa para o povo, sem cumprir até agora, e sequer anunciar, a promessa de acabar com a violência no Brasil.

19 de janeiro de 2019 às 0:17

Suspensão das investigações contra assessor do filho de Bolsonaro só deve durar até o fim do recesso do STF [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Do blog de Andreia Sadi, no G1, sobre a decisão do ministro do STF Luiz Fux que mandou suspender investigações contra o assessor do senador eleito Flávio Bolsonaro, filho do presidente Jair Bolsonaro:

 

 

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello disse nesta sexta-feira (18) ao blog que vai assinar a decisão do caso do senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) no dia 1º de fevereiro. Ele é o relator do caso na Corte.

“Já na sexta-feira, pela manhã, assinarei a decisão – sexta, dia 1º de fevereiro”, afirmou o ministro.

Perguntado sobre qual será o caminho, o ministro respondeu: “O Supremo não pode variar, dando um no cravo outro na ferradura. Processo não tem capa, tem conteúdo. Tenho negado seguimento a reclamações assim, remetendo ao lixo”, afirmou Marco Aurélio.

“Não é antecipação de decisão. É só coerência com o que, até aqui, fiz”, completou o ministro.

Em decisões anteriores, ele tem rejeitado liminares parecidas com a da defesa de Flávio Bolsonaro.

19 de janeiro de 2019 às 0:11

Bolsonaro começa a sentir o efeito de brigar com a TV Globo [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O presidente Jair Bolsonaro começa a sentir na pele o peso de brigar com a TV Globo…

O presidente, através do filho senador eleito Flávio Bolsonaro, pediu e o ministro do STF Luiz Fux atendeu: suspendeu as investigações contra o assessor Fabrício Queiroz, acusado de movimentar mais de um milhão de reais.

Em sua reclamação ao STF, Flávio Bolsonaro diz que há ilegalidade na instauração do procedimento investigatório, pois informações protegidas por sigilo bancário teriam sido obtidas pelo Ministério Público diretamente junto ao junto ao Coaf, sem autorização judicial.

Segundo Flávio, mesmo depois de confirmada a eleição dele para o cargo de senador, o MP pediu informações sigilosas sobre ele ao Coaf “a pretexto de instruir o procedimento investigativo, o que configuraria, em seu entendimento, usurpação da competência do STF.”

O ministro Fux determinou o fim das investigações.

Mas enquanto o caso não chega às mãos do relator, ministro Marco Aurélio Mello – que deverá modificar a decisão – em vez de paz, a família Bolsonaro vai viver um inferno.

Os documentos começam a chegar à TV Globo…

E nesta sexta-feira o Jornal Nacional teve acesso, com exclusividade, a um trecho de um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) sobre movimentações bancárias suspeitas de Flávio Bolsonaro.

Em um mês foram quase 50 depósitos em dinheiro numa conta do senador eleito pelo Rio de Janeiro, no total de R$ 96 mil.

 

O documento traz informações sobre movimentações financeiras de Flávio Bolsonaro entre junho e julho de 2017.

São 48 depósitos em espécie na conta do senador eleito, concentrados no autoatendimento da agência bancária que fica dentro da Assembleia Legistativa do Rio (Alerj), e sempre no mesmo valor: R$ 2 mil.

 

Se esse documento chegou à emissora ignorada pelo presidente Bolsonaro, dúvida zero de que muito mais poderá ser entregue de mãos beijadas pelos adversários do governo.