Thaisa Galvão

24 de janeiro de 2019 às 21:54

O lucro do Consórcio Inframérica com aval da Polícia de Trânsito penaliza motoristas de Uber que atendem pessoas no aeroporto de São Gonçalo [9] Comentários | Deixe seu comentário.

Pergunta que não quer calar!

Com tanta demanda pelo estado afora, o que faz um efetivo da Polícia de Trânsito a serviço do Aeroporto de São Gonçalo?

O aeroporto é privado, portanto, se precisa de segurança, tem que contratar segurança privada.

É ou não é?

Mas é comum se deparar com equipes da polícia a postos para, por interesse do Consórcio Inframérica, administrador do aeroporto, aplicar multas a motoristas de Uber que estacionam seus carros do lado de fora do aeroporto para se livrar do alto preço do estacionamento.

A ação da Polícia de Trânsito obriga o motorista a entrar no aeroporto e pagar pelo estacionamento.

Qual o interesse da Polícia?

Esse modelo já é antigo e cabe agora à governadora Fátima Bezerra, adotar ou não.

Fátima vai permitir que a Polícia de Trânsito patrocine essa arrecadação polpuda ao Consórcio Inframérica?

Desde quando a Polícia de Trânsito regulamenta ou não o serviço de Uber?

A foto abaixo é de hoje, mas se por acaso o efetivo não estiver no local, não significa que os motoristas não serão multados.

Tem casos que os motoristas chegam de madrugada, estacionam…e em pouco tempo chega uma viatura com policiais aplicando multa.

Tipo assim….tem até fiscal para chamar a polícia que chega rápido…

A situação tem incomodado bem mais do que apenas os motoristas que ganham o pão de cada dia transportando pessoas que vão ou voltam do aeroporto.

Ex-secretário de Fazenda do Estado do Rio Grande do Norte, ex-diretor do INSS no Ministério da Previdência, Lindolfo Sales postou o caso que denominou de “supra sumo da arrogância” em seu facebook.

Nos comentários da postagem, a dica para evitar o aeroporto de Natal.

E o depoimento de um ex-funcionário do aeroporto, que faz uma denúncia grave.

24 de janeiro de 2019 às 16:37

Em entrevista à Folha, Jean Wyllys reafirma que foi ameaçado de morte até por uma desembargadora [1] Comentários | Deixe seu comentário.

Decidido a abandonar o terceiro mandato de deputado federal, para o qual foi reeleito em outubro, Jean Wyllys, do PSOL, deu entrevista à Folha.

E explicou porque vai ter que se manter longe do Brasil.

Acompanhe a entrevista:

Quando você decidiu abrir mão do mandato?

Eu já vinha pensando em abrir mão da vida pública desde que passei a viver sob escolta, quando aconteceu a execução da Marielle. Antes disso, havia ameaças de morte contra mim e, curiosamente, não havia contra ela. Nunca achei que as ameaças de morte contra mim pudessem acontecer de fato. Então, nunca solicitei escolta.

Mas, quando rolou a execução da Marielle, tive noção da gravidade. Além dessas ameaças de morte que vêm desses grupos de sicários, de assassinos de aluguel ligados a milícias, havia uma outra possibilidade: o atentado praticado por pessoas fanáticas religiosas que acreditavam na difamação sistemática que foi feita contra mim.

 

Você chegou a ser agredido?

Além dos xingamentos, tinha gente que me empurrava, mesmo com a presença dos seguranças ao meu lado. E a coisa foi se agravando por causa da campanha baseada em fake news. Eu não era candidato à Presidência da República, mas a principal fake news me envolvia —o kit gay. Foi uma fake news produzida em 2011 e atribuída a mim.

No dia em que ocorreu o eclipse lunar [27/07], aquele em que a Lua ficou vermelha, eu não podia descer porque eu estava ameaçado. Só podia descer com a escolta, e a escolta não estava lá. Uma coisa simples, um fenômeno no céu que eu não podia ver.

Nesse dia, tive uma crise de choro e falei: “Eu vou largar tudo”. Não posso estar no meu país e não poder descer para ver um eclipse lunar sem ser insultado por pessoas que acham que sou pedófilo, que quero homossexualizar crianças.

Você cogitou a ideia de não se candidatar?

Não cheguei a pensar nisso porque estava no fluxo do trabalho. E não era uma questão só minha, envolvia o partido. Mas, quando já era candidato, pensei em abandonar a candidatura. Aí, durante a eleição aconteceu o atentado contra o presidente, esse atentado que está por ser explicado ainda, e isso atiçou ainda mais a violência contra mim nos espaços públicos.

A Comissão Interamericana de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos (OEA) emitiu uma medida cautelar logo depois da eleição. O documento é claríssimo: é baseado em todas as denúncias que nós fizemos à Polícia Federal, no fato de que a Polícia Federal não avançou nas investigações sobre as ameaças contra mim. No fato de que a proteção era pífia.

A OEA deu um prazo para o Estado responder quais eram as providências que estava tomando em relação à minha proteção. A resposta foi a mais absurda possível.

O Estado não reconheceu que havia uma violência homofóbica no Brasil. Isso com quatro pessoas LGBTs ou mais tendo sido mortas durante o processo eleitoral, com o Moa do Katendê tendo sido assassinado na Bahia por causa do ambiente de violência política que se estabeleceu no Brasil.

A resposta do Estado à OEA foi dizer que eu estava seguro, tanto é que eu participei das eleições. É uma piada. Eu não via a hora de sair de férias porque queria sair do país. Porque estava me sentindo inseguro, mesmo com a escolta me acompanhando. Quando saí de férias, experimentei de novo uma vida em liberdade. Aí, tomei a decisão de não voltar.

Você se firmou como um dos principais adversários de Jair Bolsonaro na Câmara dos Deputados, a ponto de ter cuspido na cara dele durante a votação do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff. A eleição de Bolsonaro contribuiu para sua decisão de não assumir o novo mandato?

Não foi a eleição dele em si. Foi o nível de violência que aumentou após a eleição dele. Para se ter uma ideia, uma travesti teve o coração arrancado agora há pouco. E o cara [o assassino] botou uma imagem de uma santa no lugar.

Numa única semana, três casais de lésbicas foram atacados. Um deles foi executado. A violência contra LGBTs no Brasil tem crescido assustadoramente.

O [ex-presidente do Uruguai] Pepe Mujica, quando soube que eu estava ameaçado de morte, falou para mim: “Rapaz, se cuide. Os mártires não são heróis”. E é isso: eu não quero me sacrificar.

A violência contra mim foi banalizada de tal maneira que Marilia Castro Neves, desembargadora do Rio de Janeiro, sugeriu a minha execução num grupo de magistrados no Facebook. Ela disse que era a favor de uma execução profilática, mas que eu não valeria a bala que me mataria e o pano que limparia a lambança.

Na sequência, um dos magistrados falou que eu gostaria de ser executado de costas. E ela respondeu: “Não, porque a bala é fina”.

Veja a violência com homofobia dita por uma desembargadora do Rio de Janeiro. Como é que posso imaginar que vou estar seguro neste estado que eu represento, pelo qual me elegi?

Você é o principal porta-voz do movimento LGBT no Congresso. Num momento em que o debate em torno dessas pautas tende a se acirrar, como você se sente abrindo mão do mandato?

Para o futuro dessa causa, eu preciso estar vivo. Eu não quero ser mártir. Eu quero viver. Acho que essa violência política que se instalou no nosso país vai passar. Pode ser que no futuro eu retome isso, mas eu nem penso em retomar porque há tantas maneiras de lutar por essa causa que não passam pelo espaço da institucionalidade.

Você foi um dos primeiros políticos a usar intensamente a internet. Como você enxerga a atual atmosfera das redes sociais?

A diferença é que eu usava a internet para dar transparência ao meu trabalho, para ampliar os canais de comunicação e de democracia direta com a população. Nunca usei a internet para difamar ninguém, para caluniar ninguém.

Essa é a diferença para essas novas estrelas das redes sociais. Elas usam as redes sociais para a divulgação de fake news.

Há uma bancada inteira eleita com base em mentiras, inclusive contra mim. Eu venci processos contra umas cinco pessoas que me caluniaram. Só que esses processos não reparam o dano que isso causou na minha vida e na vida da minha família.

A pena imposta, por exemplo, ao Alexandre Frota não repara o dano que ele produziu ao atribuir a mim um elogio da pedofilia. Eu vi minha reputação ser destruída por mentiras e eu, impotente, sem poder fazer nada. Isso se estendendo à minha família. As pessoas não têm ideia do que é ser alvo disso.

Quais são seus planos? Para onde você vai?

Eu não vou falar onde estou. Eu acho que vou até dizer que vou para Cuba [ironiza]. Eu sou professor, dou aula. Eu escrevo, tenho um livro para terminar. Eu vou recompor minha vida. Eu vou estudar, quero fazer um doutorado.

Vou escolher um lugar onde eu possa fazer meu doutorado, que eu não pude fazer durante esses anos. Vou tocar minha vida dessa outra maneira.

Quando eu estiver refeito, quando eu achar que é a hora, eu volto, não necessariamente para esse lugar da representação política parlamentar, mas para a defesa da causa —isso eu nunca vou deixar de fazer.

Qual foi a reação do seu partido, o PSOL?

O partido reconhece que de fato eu sou um alvo e me deu apoio na minha decisão de não voltar. Reconhece que são graves as ameaças contra mim, que eu corro risco, que há uma vulnerabilidade maior pelo fato de eu ser identificado com a causa LGBT. Lamenta, claro, mas apoia minha decisão.

Você acha que a defesa muito enfática que você fez do mandato de Dilma Rousseff, e sobretudo do ex-presidente Lula, contribuiu para que esse clima de animosidade contra você crescesse?

Acho que sim. Acho que tudo acabou se misturando e eu fui convertido em um inimigo público para essas pessoas. Havia quem fizesse ameaça por conta desse ódio antipetista e havia quem quisesse me calar de fato. Tudo isso se misturou.

O PSOL reconhece essa vulnerabilidade. Mesmo os meus eleitores compreenderão isso. Milhares de pessoas não foram às ruas para protestar contra a execução da Marielle Franco à toa. Elas foram porque ficaram indignadas com a execução de uma mulher honesta, digna, uma parlamentar com um futuro brilhante que foi executada por uma rajada de metralhadora, parte dos tiros na cara dela.

Eu não quero ter esse fim. E para não ter esse fim eu não volto e não vou assumir o mandato. Não estou renunciando a nada porque sequer investi no mandato.

Você se arrepende de algo nesses oito anos como deputado federal?

Não me arrependo de nada. Eu acho que dei uma bela contribuição, que pode não ser reconhecida agora por causa das fake news, dos ataques e das mentiras, mas o espelho retrovisor pode mostrar de maneira clara como eu estive do lado certo o tempo inteiro.

A conquista do casamento civil igualitário foi uma conquista que dependeu muito da minha luta. Tenho muito orgulho do que fiz. Durante esses oito anos, enfrentei tudo isso com muita dignidade. Mas sou humano e cheguei ao meu limite.

E me apavora saber que o filho do presidente contratou no seu gabinete a esposa e a mãe do sicário [ex-PM suspeito de chefiar milícia que é investigada no caso Marielle]. O presidente que sempre me difamou, que sempre me insultou de maneira aberta, que sempre utilizou de homofobia contra mim. Esse ambiente não é seguro para mim.

Qual é sua expectativa para o governo Jair Bolsonaro e qual deve ser o papel da oposição nos próximos quatro anos?

Não tenho nenhuma expectativa positiva em relação a esse governo. O nível de violência contra as minorias aumentou drasticamente desde que esse sujeito foi eleito. As suas relações pouco republicanas já vieram à tona —dele e de seus filhos. Então, não tenho boas expectativas.

A política econômica também não desenha um bom horizonte. O choque do neoliberalismo em um país desigual como o nosso não será bom. E acho que o Ministro da Justiça [Sergio Moro] deve no mínimo prestar algum tipo de satisfação à população. Então, minhas perspectivas não são as melhores.

E acho que a saída para as esquerdas é a união. Mas, sinceramente, eu não quero mais opinar sobre isso porque estou abrindo mão do mandato justamente para não ter mais que opinar neste momento sobre essa questão. Quero cuidar de mim e me manter vivo. 

24 de janeiro de 2019 às 16:19

Com medo de ser assassinado no Brasil, deputado reeleito Jean Willis (PSOL) vai abandonar o Brasil e sumir das redes sociais [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Da Folha:

Carlos Juliano Barros

São Paulo

Eleito pela terceira vez consecutiva deputado federal pelo PSOL do Rio de Janeiro, Jean Wyllys vai abrir mão do novo mandato.

Em entrevista exclusiva à Folha, o parlamentar —eleito com 24.295 votos e que está fora do país, de férias— revelou que não pretende voltar ao Brasil e que vai se dedicar à carreira acadêmica.

Desde o assassinato da sua correligionária Marielle Franco, em março do ano passado, Wyllys vive sob escolta policial. Com a intensificação das ameaças de morte, comuns mesmo antes da morte da vereadora carioca, o deputado tomou a decisão de abandonar a vida pública.

“O [ex-presidente do Uruguai] Pepe Mujica, quando soube que eu estava ameaçado de morte, falou para mim: ‘Rapaz, se cuide. Os mártires não são heróis’. E é isso: eu não quero me sacrificar”, justifica.

De acordo com Wyllys, também pesaram em sua resolução de deixar o país as recentes informações de que familiares de um ex-PM suspeito de chefiar milícia investigada pela morte de Marielle trabalharam para o senador eleito Flávio Bolsonaro durante seu mandato como deputado estadual pelo Rio de Janeiro.

“Me apavora saber que o filho do presidente contratou no seu gabinete a esposa e a mãe do sicário”, afirma Wyllys.

“O presidente que sempre me difamou, que sempre me insultou de maneira aberta, que sempre utilizou de homofobia contra mim. Esse ambiente não é seguro para mim”, acrescenta.

Primeiro parlamentar assumidamente gay a encampar a agenda LGBT no Congresso Nacional, Wyllys se tornou um dos principais alvos de grupos conservadores, principalmente nas redes sociais.

Ele também se diz “quebrado por dentro” em virtude de fake news disseminadas a seu respeito, mesmo tendo vencido pelo menos cinco processos por injúria, calúnia e difamação.

“A pena imposta, por exemplo, ao Alexandre Frota não repara o dano que ele produziu ao atribuir a mim um elogio da pedofilia. Eu vi minha reputação ser destruída por mentiras e eu, impotente, sem poder fazer nada. Isso se estendendo à minha família. As pessoas não têm ideia do que é ser alvo disso”, afirmou Wyllys.

Deputado federal eleito pelo PSL de São Paulo, Frota foi condenado em primeira instância na Justiça Federal, em dezembro do ano passado, a pagar uma indenização de R$ 295 mil por postar uma foto de Jean Wyllys acompanhada de uma declaração falsa:

“A pedofilia é uma prática normal em diversas espécies de animal, anormal é o seu preconceito”.

 

Wyllys se ressente, sobretudo, da falta de liberdade no Brasil. “Como é que eu vou viver quatro anos da minha vida dentro de um carro blindado e sob escolta? Quatro anos da minha vida não podendo frequentar os lugares que eu frequento?”, questiona.

Também avisa que vai se desconectar das redes sociais temporariamente e que não pretende acompanhar a repercussão do seu anúncio.

“Essa não foi uma decisão fácil e implicou em muita dor, pois estou com isso também abrindo mão da proximidade da minha família, dos meus amigos queridos e das pessoas que gostam de mim e me queriam por perto”, explica.

Sobre o futuro, ele ainda não tem planos definidos. “Eu acho que vou até dizer que vou para Cuba”, ironiza.

A renúncia de Jean Wyllys quinta-feira (24) , vai abrir espaço na Câmara dos Deputados para o vereador David Miranda, do Rio de Janeiro.

Do mesmo partido, ambos são assumidamente gays e eram amigos da vereadora carioca Marielle Franco, também do PSOL, assassinada em março do ano passado.

Jean Wyllys vive sob escolta policial desde o crime e tomou a decisão de abandonar a vida pública por conta da intensificação das ameaças de morte, comuns mesmo antes da execução da vereadora.

24 de janeiro de 2019 às 16:05

Metade dos partidos que Styvenson conversou em Brasília não atingiu cláusula de barreira e vai cair [1] Comentários | Deixe seu comentário.

Dos 4 partidos que o senador Styvenson Valentim conversou ontem em Brasília (PRTB, PTC, PROS e Podemos), só PROS e Podemos atingiram a cláusula de barreira e continuarão existindo.

Portanto, as conversas com PRTB e PTC não levarão a lugar nenhum.

Como a Rede, partido de Styvenson, também caiu, o senador terá que trocar de legenda.

E como o Blog informou, o Podemos poderá ser o caminho do novo parlamentar.

Que poderá, inclusive, assumir o comando da legenda.

O atual presidente do Podemos no RN é o deputado Antônio Jácome, que não foi eleito senador nem conseguiu reeleger o deputado estadual.

24 de janeiro de 2019 às 15:55

Líder do Governo na AL, George Soares convoca deputados para discutir crise financeira do estado com a governadora Fátima Bezerra [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Líder da governadora Fátima Bezerra na Assembleia Legislativa, o deputado George Soares está convocando os colegas parlamentares da próxima legislatura, para uma reunião.

A reunião da bancada estadual com a governadora será na próxima quarta-feira, dia 30, às 10h, na Governadoria.

Na pauta para as discussões, entre outros temas, a situação financeira e fiscal do estado.

24 de janeiro de 2019 às 10:32

Sandro Pimentel diz que comemorou resultado do TRE com a mesma euforia do dia em que foi eleito deputado estadual [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Do deputado eleito Sandro Pimentel (PSOL), falando ao Blog sobre a decisão do TRE que lhe garantiu o mandato conquistado nas urnas:

“Recebi o resultado com a mesma euforia e a mesma alegria que tive quando do resultado das eleições. Sempre estive muito confiante que a justiça seria restabelecida e que a corte do TRE/RN iria corrigir tamanha distorção. Quero agradecer a Deus, ao apoio inconteste da imprensa em relação à minha diplomação, agradecer aos nossos competentes advogados Dr Kennedy e Dr Sanderson, e agradecer a todas as pessoas que como eu, gritaram ontem mais uma vez o grito da vitória e do restabelecimento da democracia. Muito feliz mesmo, e agora focar nos inúmeros desafios que teremos na Assembleia Legislativa”, afirmou Pimentel.

No instagram do deputado, a comemoração:

24 de janeiro de 2019 às 10:13

Box de crossfit será inaugurado na Arena das Dunas [0] Comentários | Deixe seu comentário.

A partir desta sexta-feira, a Arena das Dunas terá um box de crossfit.

A Base Crossfit será inaugurada às 18h30 e será a primeira do país a funcionar dentro de um estádio construído especialmente para a Copa do Mundo.

A instalação da Base Crossfit ratifica o conceito de arena multiuso para a qual foi concebida a Arena das Dunas.

A inauguração amanhã será no estilo soft open para que todos possam conhecer o espaço.

Já no sábado, a partir das 9h15, vai ter treino do jeito que a turma do Crossfit gosta, mas dessa vez, só para os alunos matriculados.

O box tem quase 800m² de área com sala de dança e ginástica, sala de artes maciais, espaço kids, consultórios para nutricionistas e fisioterapeutas, além, claro, do espaço para o Crossfit e aulas específicas diretamente relacionadas à modalidade, como levantamento de peso olímpico, ginástica e endurance. Tudo no mesmo espaço, com estacionamento coberto.

24 de janeiro de 2019 às 10:03

Revogação de decreto por exigência de servidores dificulta a decisão do Governo de pagar folha em dia e não parcelar atrasados [1] Comentários | Deixe seu comentário.

O Governo do Estado confirmou para o dia 31 a conclusão da folha do mês de janeiro.

A governadora Fátima Bezerra decidiu, após reunião do Comitê Estadual de Negociação Coletiva, revogar o decreto que suspendeu o gozo e pagamento de licença-prêmio devido aos servidores públicos.

O decreto foi assinado como uma das medidas para conter a crise financeira do Estado.

Os servidores, através do fórum de discussões, deixaram claro que não querem fazer sua parte.

A suspensão dos direitos era temporária, mas o Governo não “contou” com a categoria.

Ao se render à reação do fórum dos servidores, o Governo terá que encontrar alternativas para continuar pagando a folha dentro do mês.

E se não conseguir?

Vale lembrar que o Governo não governa apenas para o servidor público, mas para o Estado.

E para o servidor público, o sacrifício poderia ser salutar até para que o Governo consiga pagar as folhas que ficaram em atraso.

Ao acumular dificuldades, será mais difícil…

“Nós não temos a intenção de fazer o pagamento (dos atrasados) em parcelas. Desde o início das conversas nós deixamos claro que todo recurso extra será para quitar esse passivo”, afirmou o chefe da Casa Civil, Raimundo Alves. “Nossa intenção também é pagar os salários sempre dentro do mês trabalhado”.

Porém, a intenção do Governo era com base em alguma medida.

E o decreto, agora revogado, era uma das medidas.

24 de janeiro de 2019 às 9:46

Bolsonaro muda discurso em relação a Flávio, diz que acredita na integridade do filho e que o Ministério Público do RJ foi ‘arbitrário’ [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O presidente Jair Bolsonaro mudou o discurso em relação ao filho Flávio, do dia para a noite nesta quarta-feira, segundo reportagem publicada no jornal O Globo de hoje, que o Blog reproduz alguns trechos.

Pela manhã, falando à agência internacional Bloomberg, ele falou em punição, caso se comprove que cometeu ilegalidades.

À noite, em contato exclusivo com a TV Record, que tem sido a emissora oficial do presidente, Bolsonaro fez a defesa do filho

Bolsonaro ainda chamou os procuradores do Ministério Público de arbitrários por terem quebrado o sigilo bancário do filho.

Porém, segundo reportagem de O Globo, o STF autoriza o repasse de informações bancárias pelo Coaf, e foi o que aconteceu com Flávio Bolsonaro que não teve o sigilo quebrado.

Nem precisava né?

Se o Coaf repassou…o que seria quebrar?

Mais nada né?