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Thaisa Galvão

28 de janeiro de 2019 às 18:27

Violência, segurança alimentar e questões hídricas serão prioridades do deputado Girão [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O deputado federal General Girão (PSL) reuniu hoje em Brasília, a equipe com a qual exercerá seu mandato na Câmara.

Foram discutidos temas estratégicos que terão prioridade durante o mandato.

Ele dará prioridade à questão da Segurança, em várias frentes, durante toda a atividade parlamentar.

A Segurança Pública, apontado como o maior problema do país, estará no topo das prioridades, vez que Girão tem 7 anos de experiência como secretário de Segurança no Rio Grande do Norte e em Roraima, além do município de Mossoró.

Também na lista de prioridades a Segurança Alimentar com destaque para agricultura e pecuária; e a Segurança Hídrica, principalmente no Nordeste.

28 de janeiro de 2019 às 18:20

Sandro Pimentel é diplomado mas não se livra do processo eleitoral que seguirá para julgamento do mérito [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O deputado estadual eleito Sandro Pimentel, depois da decisão na Justiça que lhe garantiu o mandato, recebeu hoje o diploma e está apto a tomar posse.

Ele foi diplomado hoje na sede do Tribunal Regional Eleitoral, pelo presidente da Corte, desembargador Glauber Rêgo, e pelo juiz Gustavo Smith.

“Com a diplomação do deputado Sandro a Justiça Eleitoral encerra o processo da eleição 2018. Agora o TRE-RN se dedica à análise de ações de investigação judicial eleitoral e de outras representações referentes às últimas eleições ”, disse Glauber.

Pimentel será empossado mas o processo ao qual responde segue para análise do mérito e julgamento.

28 de janeiro de 2019 às 16:07

Sisu: Procure aqui pelo seu aprovado [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Quer saber quem foi selecionado para uma universidade com a nota do ENEM?

CLIQUE AQUI e preencha os dados necessários para encontrar o resultado do candidato que lhe interessa.

28 de janeiro de 2019 às 16:03

Juiz manda reintegrar à Urbana servidores demitidos pelo ex-prefeito Carlos Eduardo Alves [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O juiz do Trabalho Zeu Palmeira Sobrinho determinou a reintegração aos cargos dos funcionários exonerados da Urbana.

A decisão de hoje determina a volta ao trabalho de 42 servidores que continuavam com ação na justiça.

Eles foram demitidos pelo ex-prefeito de Natal, Carlos Eduardo Alves, em janeiro de 2017.

Confira a íntegra da decisão.

28 de janeiro de 2019 às 9:28

Diário Oficial publica renúncia dos vereadores Natália Bonavides, Eudiane Macedo e Ubaldo Fernandes e convoca suplentes [1] Comentários | Deixe seu comentário.

O Diário Oficial da Câmara Municipal de Natal traz hoje a publicação da renúncia de mandato dos vereadores Natália Bonavides (PT), Eudiane Macedo (PTC) e Ubaldo Fernandes (PTC).

Mas a renúncia publicada hoje só entra em vigor na sexta-feira, primeiro de fevereiro, quando eles tomarão posse como deputados federal (Natália) e estaduais (Eudiane e Ubaldo).

Estão sendo convocados os seguintes suplentes, para assumirem em definitivo os mandatos de vereador:

Maria Divaneide Basílio, para a cadeira de Natália.

Fúlvio Saulo Mafaldo de Sousa, para dar continuidade ao mandato iniciado por Eudiane.

E o ex-vereador Dagô para suceder Ubaldo.

O deputado eleito, mas ainda não diplomado, Sandro Pimentel (PSOL), ainda não renunciou.

Para o lugar dele na Câmara será empossado o suplente Maurício Gurgel, que já foi vereador.

28 de janeiro de 2019 às 9:06

Ex-prefeito Péricles tenta retomar o poder perdido para o grupo de Tomba Farias em Santa Cruz [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Será domingo, dia 3 de fevereiro, a realização das eleições suplementares dos municípios de Santa Cruz e Passa e Fica.

Em Santa Cruz, disputam a Prefeitura os candidatos Ivanildo Ferreira (PSB) e Péricles Rocha (PSD).

Ivanildo conta com o apoio da prefeita cassada Fernanda Costa (MDB) e do deputado Tomba Farias (PSDB), principais lideranças do município.

Também apoia a chapa que tem como vice o empresário Glauther Azevedo (PSB), o deputado federal Rafael Motta (PSB).

Péricles, que já foi prefeito, tenta tomar a Prefeitura do grupo do deputado Tomba Farias.

Ele tem como vice Paulo César Beju (PSD), é apoiado pelo grupo local de oposição, e ainda pelo deputado federal João Maia (PR) e pelo senador Jean-Paul Prates (PT), que todo mundo sabe que todo mundo sabe, representa o apoio da governadora Fátima Bezerra, que não se envolveu no processo.

Detalhe na eleição de Santa Cruz: as duas chapas são puro-sangue.

Uma do PSB e a outra do PSD.

28 de janeiro de 2019 às 9:03

Em Passa e Fica, Cybelly Fonsêca tenta tirar a Prefeitura do comando do grupo de Pepeu Lisboa [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Uma candidata e um candidato disputam a eleição suplementar no município de Passa e Fica.

Celú Lisboa (PSB) é o candidato apoiado pelo grupo do prefeito cassado Léo Lisboa (PSD). Ele tem como vice Lourdes Nascimento.

A candidatura de Celú tem o apoio do deputado federal Rafael Motta (PSB).

Celú é sobrinho do ex-prefeito Pepeu Lisboa.

A chapa de oposição traz a professora Cybelly Fonsêca (PSDB) como candidata à prefeita e Edson Cazuza como vice.

A candidatura de Cybelly é uma articulação da oposição para tomar a Prefeitura do grupo do ex-prefeito Pepeu Lisboa, há 20 anos no poder.

Apoiam o projeto da oposição o deputado estadual Ezequiel Ferreira de Souza (PSDB), o senador Jean-Paul Prates (PT) e o deputado federal João Maia (PR).

28 de janeiro de 2019 às 8:18

Um mês depois de deixar o Governo, Robinson Faria vai às redes sociais para um desabafo sobre Gratidão e Ingratidão [1] Comentários | Deixe seu comentário.

Depois de transmitir o cargo para a governadora Fátima Bezerra, no dia primeiro de janeiro, o ex-governador Robinson Faria (PSD) falou pela primeira vez.

Robinson escreveu pela primeira vez.

Em suas redes sociais, fez um balanço de sua gestão, deu explicações sobre o que a crise o impediu de fazer, e falou em Gratidão e Ingratidão.

Confira:

 

Depois de 32 anos de vida pública, exercendo mandatos eletivos até chegar ao cargo de governador, em 2015, numa eleição que as pessoas denominaram “a vitória do impossível”, tomo a liberdade de fazer com vocês uma reflexão de um dos sentimentos mais nobres do ser humano que é a “gratidão”.

Deus nos deu o livre arbítrio para que pudéssemos escolher os nossos próprios caminhos.

O tema “Gratidão ou Ingratidão” há muito vem sendo discutido por filósofos, poetas, escritores e ate na Bíblia Sagrada, por Davi, que desabafa com Deus sobre a ingratidão no Salmo 41, onde daqui a pouco farei menção.

Santo Agostinho falou muito sobre a ingratidão, comentando que é a maior fraqueza do homem. Enquanto que a gratidão é a maior das virtudes. Alguns poetas escreveram que a ingratidão é o câncer da alma; e outros, que a gratidão é a memória do coração.

É bom lembrar que Jesus curou dez leprosos e apenas um voltou para agradecer.

 

Voltando a Davi, no Salmo 41, ele indagava a Deus num tom de decepção e desabafo: “Eles dizem assim: ele está muito mal mesmo e não vai se levantar mais”.

Davi continua “Até o meu melhor amigo, em quem eu tanto confiava, aquele que tornava refeições comigo, até ele se virou contra mim”.

Em outro momento, Davi também desabafou: “Todos os que me odeiam falam de mim cochichando, e pensam que o pior vai me acontecer”.

E chega o momento de maior angústia, e pergunta a Deus: “Os meus inimigos falam mal de mim e perguntam: Quando será que ele vai morrer e ser esquecido?”

 

Quero deixar claro que essa narrativa que divido com vocês não tem motivação política, assim como não reflete o fato de não ter sido vitorioso na última eleição para o governo.

Tenho consciência de que procurei governar cumprindo o juramento que fiz a Deus: “Governar para os que mais precisam”.

Me orgulho do RN ser o estado que hoje tem o maior programa de acesso à alimentação do Brasil, oferecendo mais de um milhão de refeições, num preço simbólico de 1 real, saciando a fome de milhares de desempregados.

O Transporte Cidadão, oferecendo transporte gratuito para doentes crônicos, pessoas com necessidades especiais, idosos.

Somos o único estado do Brasil que oferece esse serviço.

 

Sei que muitos vão falar: “Mas Robinson deixou atrasar o pagamento do servidor”.

Quero pedir a sua paciência para uma reflexão, com honestidade e sem o calor da batalha eleitoral.

Como governador, infelizmente, só tinha duas escolhas para tomar.

A primeira seria a mais cômoda, mais fácil, vamos chamar assim, que seria demitir 20 mil servidores, e assim teria governado os quatro anos sem atraso.

A outra opção, que foi a que escolhi, não demitir e lutar, perseverar e esperar um apoio da União, que foi dado a outros estados e aqui nunca chegou.

 

Vocês sabem que não tive apoio político, muito pelo contrário, fui boicotado por aqueles que derrotei em 2014, que quiseram me enfraquecer para voltar ao poder.

Eu sabia que a minha decisão de não demitir me levaria ao atraso salarial e, por consequência, ao gigantesco desgaste político.

Mas à noite, quando vou dormir, não imagino a cena de um pai ou uma mãe, uma enfermeira, um policial, um médico e tantos outros servidores chegando em casa e falando pra família: “Estou desempregado, não sou mais servidor do Estado”.

Essa culpa eu não levo.

Fui aconselhado por muitos a demitir os servidores.

Vários governadores demitiram e foram reeleitos.

Falaram também: “Governador, o estado tem três milhões e quinhentos mil habitantes, não serão vinte mil que irão derrotá-lo.

Vejam, meus amigos, o que vivi, o que passei sentado naquela cadeira solitária com a caneta na mão para assinar as demissões.

Tomo hoje a liberdade para abrir o coração, com toda a fé que Deus me deu, que para mim a escolha estava na ambição de um novo mandato ou no coração de não castigar milhares de pais, mães e filhos.

 

Falam que governar não se pode ter coração. Não vejo dessa forma, sei que a minha escolha custou a minha derrota.

Os servidores não entenderam, não compreenderam que eu estava garantindo o futuro deles.

Perdi a eleição, mas não perdi a dignidade, a gratidão, o sentimento de justiça!

O coração venceu a ambição, essa é a grande vitória.

Se Deus e o povo anônimo me deram a missão de governar o RN, no momento mais difícil da sua história, é porque Deus conhecia o meu coração.

Lembro que o povo até comentou que a minha vitória em 2014 foi semelhante a de Davi contra Golias.

 

Não fui eu quem quebrei o RN. Não fui eu quem quebrei o Brasil. Não fui eu quem quebrei a Petrobras, que era um braço forte da nossa economia.

Recebi o estado mais falido do Nordeste.

Também não tive culpa do meu governo ter enfrentado a maior seca dos últimos 100 anos, dizimando o setor primário e contribuindo para abalar ainda mais as nossas finanças.

Mas nunca desanimei, sabia que seria o governo do impossível, da superação, da perseverança e da esperança.

Mesmo com todas as tempestades que enfrentei, com coragem e humildade, combatendo o bom combate, deixo um legado de mais de 1.300 obras, em diversas áreas, como por exemplo na Saúde, com a construção de 160 leitos de UTI acabando com a fila da morte.

Hospitais regionais que esperavam décadas por cirurgias ortopédicas para não dependerem mais do Walfredo Gurgel, em Natal.

Pau dos Ferros, Caicó, Currais Novos, Macaíba, Parnamirim, o novo Hospital da Policia Militar com vinte novos leitos de UTI, com a reforma e ampliação, o hospital saiu de 60 para 130 leitos, aumentamos o tamanho em seis vezes.

E tantas outras obras esperadas ha décadas como o Anel Viário

Metropolitano, a Moema Tinôco, a Estrada da Castanha em Serra do Mel, o aeroporto comercial de Mossoró, já com voo da Azul.

O resgate do turismo gerando milhares de empregos, o novo Centro de Convenções de Natal, que passou de 6 mil para 13 mil lugares. Temos hoje o Centro de Convenções mais bonito do Brasil.

Enfim, poderia ficar aqui prestando contas de obras históricas, mas deixo o tempo, que é o senhor da Verdade, tocar o coração dos norte-rio-grandenses.

Voltando ao tema “Gratidão”, só tenho a agradecer a Deus, aos meus seis filhos que Deus me deu, ao povo amigo do RN que me deu a missão de ser o seu governador em 2014.

Terminando aqui a nossa conversa, confesso que escrevi do começo ao fim com os olhos tomados de lágrimas.

Tive que parar algumas vezes para rezar, me recompor e pedir a Deus inspiração!

A minha contribuição depois de ter sofrido na alma a dor da ingratidão muitas vezes.

Nunca percam dentro de si o sentimento da gratidão, mesmo que não seja retribuído.

Deus estará vendo o seu coração, é Ele quem nos julgará.

Peço desculpas pelos meus erros, continuo aqui torcendo pelo nosso Rio Grande do Norte.

Amo todos vocês.

Que Deus abençoe a todos!

Muito obrigado!

28 de janeiro de 2019 às 8:04

Semana decisiva para 14 parlamentares do RN que ficarão sem mandato a partir de sexta-feira [0] Comentários | Deixe seu comentário.

A semana começa com alguns mandatos da política do Rio Grande do Norte chegando ao fim.

A partir de sexta-feira, primeiro de fevereiro, serão encerrados os seguintes mandatos:

 

No Senado:

1- Garibaldi Filho não foi reeleito.

Candidato pelo MDB, ficou na quarta posição, na disputa que elegeu o campeão de votos, Capitão Styvenson (Rede) e Zenaide Maia (PHS), que na sexta tomam posse como senadores.

2- José Agripino Maia (DEM) trocou a candidatura à reeleição pela disputa de uma das 8 vagas de deputado federal. Não foi eleito. Quase 40 anos ininterruptos depois, fica sem mandato pela primeira vez.

Na Câmara Federal:

3- Antônio Jácome (Podemos) trocou a disputa de reeleição pela candidatura ao Senado. Ficou na quinta posição, atrás do Capitão Styvenson, Zenaide Maia, Geraldo Melo (PSDB) e Garibaldi Filho (MDB).

Jácome foi deputado estadual e vice-governador antes de ser deputado federal.

4- Felipe Maia (DEM) exerceu dois mandatos de deputado federal e nas eleições de outubro passado não se candidatou.

5- Rogério Marinho (PSDB) exerceu um mandato de federal, na legislatura seguinte ficou sem mandato, se elegeu mais uma vez e agora volta a ficar sem mandato. Também foi vereador e presidente da Câmara Municipal de Natal.

Assembleia Legislativa:

6- Carlos Augusto Maia (PCdoB) deixa a Assembleia depois de exercer um mandato sem ter sido reeleito em outubro. Começou a carreira política como vereador em Parnamirim.

7- Dison Lisboa (PSD) não foi candidato no ano passado. Exerceu apenas um mandato de deputado estadual. Foi prefeito, vice-prefeito e vereador-presidente da Câmara em Goianinha.

8- Fernando Mineiro (PT), depois de 4 mandatos de deputado estadual foi candidato a federal. Anunciado como eleito, perdeu o mandato após recontagem de votos e fica sem mandato. Foi vereador em Natal. Já se candidatou a prefeito de Natal e governador do Rio Grande do Norte.

9- Gustavo Fernandes (MDB) deixa a Assembleia depois de exercer dois mandatos de deputado estadual sem conseguir reeleição no ano passado.

10- Jacó Jácome também não se reelegeu no ano passado, deixando a Assembleia após exercer um mandato. Também foi vereador em Natal e interrompeu o mandato para disputar a vaga no legislativo estadual.

11- José Adécio (DEM) considerado inelegível pela Justiça Eleitoral, não se candidatou em 2018 depois de cumprir 8 mandatos ininterruptos de deputado estadual. Foram 32 anos na Assembleia onde foi presidente da Casa. Antes foi prefeito de Pedro Avelino.

12- Larissa Rosado (PSDB) exerce o quarto mandato de deputada estadual e não foi reeleita. Nas eleições de 2014 também não foi reeleita, mas ficou na segunda suplência e assumiu com a renúncia do então deputado Álvaro Dias para ser vice-prefeito de Natal. Foi 4 vezes candidata à prefeita de Mossoró.

13- Márcia Maia (PSDB) está no quinto mandato e não foi reeleita. Foi a primeira e única mulher a assumir a Presidência da Assembleia Já foi candidata à prefeita de Natal.

14- Ricardo Motta (PSB) está no sétimo mandato de deputado estadual e não se reelegeu. Foi presidente da Assembleia Legislativa por duas legislaturas.

*

Além dos mandatos do legislativo, dois ex-gestores já estão sem mandato.

O ex-prefeito de Natal, Carlos Eduardo Alves (PDT) renunciou à Prefeitura para disputar o Governo. Foi derrotado e fica sem mandato. Foi deputado estadual e prefeito de Natal por 4 mandatos. Dois mandatos cumpriu pela metade (quando recebeu a Prefeitura de Wilma de Faria que renunciou para disputar o Governo e ganhou, e quando ele renunciou após cumprir quase metade da gestão). Os outros dois cumpriu na íntegra.

O ex-governador Robinson Faria também fica sem mandato depois de 32 anos em cargos eletivos. Exerceu um mandato de governador, um de vice-governador e seis de deputado estadual, tendo sido presidente da Assembleia Legislatiova por 8 anos.

27 de janeiro de 2019 às 21:24

Com quase meio século ininterrupto de vida pública, Garibaldi Filho ficará sem mandato pela primeira vez a partir de sexta-feira [1] Comentários | Deixe seu comentário.

Quase 50 anos ininterruptos com um mandato – de deputado estadual, prefeito de Natal, governador do Rio Grande do Norte e senador – Garibaldi Filho encerra o terceiro mandato de senador na próxima sexta-feira para exercer o papel que ele nunca aprendeu, em quase meio século de vida pública: o de político sem mandato.

A derrota sofrida nas urnas no dia 7 de outubro passado não era novidade para o político que ganhou quase todas as eleições.

Quando disputou o governo do Estado em 2006 e perdeu para a governadora reeleita Wilma de Faria, Garibaldi levou o que os adversários chamaram de “surra de saias”, pelo fato de ter sido derrotado por uma mulher.

Mas ao contrário de agora, Garibaldi saiu da derrota direto para Brasília, para cumprir mais 4 anos de seu mandato de 8 anos de senador.

Mandato que repetiu em 2010 e que encerra na sexta-feira.

Diferente de 2006, Garibaldi deixa a derrota e vai para casa.

Evitando entrevistas, o senador se despediu do mandato neste domingo com um artigo publicado no jornal Tribuna do Norte, que ele intitulou de “Missão Cumprida”, dando a entender que parou por aqui

Mas, lendo o artigo do ainda senador, a impressão que dá é que o título bem que poderia ser “Missão cumprida até agora”.

Nas entrelinhas, o futuro do político Garibaldi, ainda está por vir.

Confira o artigo assinado pelo jornalista, ex-deputado estadual, ex-prefeito de Natal, ex-governador do RN, e daqui a 5 dias, ex-senador.

MISSÃO CUMPRIDA

Às vésperas de encerrar meu terceiro mandato como senador da República, posso dizer que durante minha trajetória política procurei honrar os compromissos que assumi com o eleitor potiguar.

Também me orgulha o fato de sempre ter colocado o Rio Grande do Norte em primeiro lugar, de forma suprapartidária. Em qualquer luta a favor do estado, eu sempre estive no pelotão de frente.

A causa do povo potiguar é – e continuara sendo – a minha bandeira de luta. Minha prioridade nunca foi o individual, o particular; mas o coletivo.

Nunca fui um político escondido em castelos ou iludido com o poder.

Dediquei a maior parte da vida em servir ao povo.

Meu lado sempre foi um só: o do eleitor, a quem representei em diversos cargos e missões.

Minha biografia não tem capítulos de traição, ódio, mentira ou escândalos. Muito pelo contrário. A vida que vivi exibe,sem retoques, o meu desejo de servir ao próximo.

Foi olhando para o ser humano que criei programas como o do leite, destinado a crianças, gestantes, nutrizes e deficientes físicos.

Também foi pensando em matar a sede do sertanejo que desenvolvi um programa de adutoras que obteve reconhecimento mundial. Acredito que as melhores obras e iniciativas são aquelas que beneficiam a mais gente que necessita do amparo do Poder Público.

O sucesso destas iniciativas pude ver na face das mães, quando recebiam o leite que poderia fazer a diferença na preservação da vida de seus filhos, ou do pai que testemunhava água boa e farta jorrando da torneira de sua casa.

Como senador, presidi o Congresso Nacional em um dos momentos mais complicados da história do país.

Fui bem-sucedido na tarefa de apaziguar os ânimos e devolver a instituição à sua rotina de sensatez e trabalho pelo Brasil. Depois, fui convidado para descascar o abacaxi da Previdência.

Em quatro anos como ministro, o número de contribuintes empreendedores individuais foi ampliado em seis vezes e foi oferecida às donas de casa o direito aos benefícios previdenciários.

Também melhoramos o atendimento, construindo prédios novos em todoo país, sendo 28 apenas no Rio Grande do Norte.

Nos últimos anos, transformei a tribuna do Senado em trincheira para reverberar os principais problemas que atingiram o Rio Grande do Norte e cobrar soluções às autoridades competentes.

Foi assim com a seca que castigou o sertanejo e feriu severamente a economia do Nordeste.

Mais do que palavras, percorri cada Ministério ou órgão público que podia colaborar para amenizar o sofrimento do povo. Da mesma forma, busquei junto com o governo soluções e alternativas para minimizar a grave crise na segurança pública.

Agradeço a você, eleitor que em qualquer época saiu de sua casa para depositar um voto de confiança em meu nome.

Saiba que não abandonarei a luta em defesa dos interesses do Rio Grande do Norte.

Hoje, me sinto como estes versos de Carlos Drummond de Andrade: “Tenho apenas duas mãos e o sentimento do mundo”.

Como político, sempre busquei extrapolar os meus limites, na tentativa de trabalhar pelos que mais precisam.

Estou nessa vida há bastante tempo e esse “sentimento do mundo”, essa vontade de ajudar, não se afastou de mim. Pena que eu tenha apenas duas mãos…

27 de janeiro de 2019 às 17:25

João Maia diz em entrevista como o RN pode driblar a crise a partir da privatização de operações com a Petrobras [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Da Tribuna do Norte:

O economista João Maia volta a exercer um mandato na Câmara dos Deputados a partir de primeiro de fevereiro, quando toma posse com os demais parlamentares eleitos e reeleitos. Ele vai exercer o terceiro mandato de deputado federal – os dois primeiros foram entre 2007 e 2015 — e retorna ao Congresso Nacional determinado a defender uma reestruturação do Estado brasileiro.

“As estruturas estatais ficaram tão grandes, burocráticas e ineficientes que e como se a população vivesse para servir ao Estado e não o Estado, a população”, afirma.

Ele também alerta que os políticos do Rio Grande do Norte precisam mudar a estratégia na busca de uma retomada dos investimentos da Petrobras no território potiguar.

Para ele, no lugar de pedir a estatal que recupere o ritmo que já teve no Estado, o caminho é convencer de que o melhor é passar a operação para a iniciativa privada.

“A privatização da operação da Petrobras no Estado pode gerar uma onda de investimento tão forte que resolveria a questão da geração de emprego, de renda e ainda o problema das finanças do Estado”, afirma João Maia.

*

Como está vendo os rumos que a equipe econômica tenta dar ao país neste primeiro mês de governo Jair Bolsonaro?

No Brasil, há um problema principal e outros que, em parte, tem autonomia e, em parte, são derivados desse. Desde 2013, temos recessão ou depressão econômica. Entre 2014 e 2016 o PIB brasileiro caiu quase 8%. Isso, em tempos de paz, é inédito. Como a população cresce quase 0,5% ao ano, significa que o mercado brasileiro ficou 10% mais pobre. Então, é preciso que o país retome o caminho do crescimento econômico. Sem crescimento, a discussão da redistribuição fica vazia. Não estou dizendo que é preciso crescer para distribuir renda. Estou dizendo que não se distribui sem crescimento.

Quais as dificuldades que temos hoje?

O Estado brasileiro, ao longo do tempo, passou por uma inversão. É como se o povo brasileiro e, claro, o do Rio Grande do Norte, trabalhasse para servir ao Estado. As estruturas estatais ficaram tão grandes, burocráticas e ineficientes que é como se a população vivesse para servir ao Estado e não o Estado, à população. Isso tem uma esperteza, porque as elites — sejam empresariais ou dos servidores públicos de todos os poderes — defendem os próprios interesses, como se fossem da população. “Nem um direito a menos”, afirmam. Mas é como se a população pudesse não ter direito à educação de qualidade, à saúde adequada, à segurança publica eficiente.

Então, existe uma organização do Estado que gasta recursos públicos e gera incerteza. A União ainda se financia colocando título da dívida pública no mercado, mas estados e municípios comprometem pagamentos de fornecedores, funcionários e os serviços básicos à população. O país, portanto, tem esse problema maior: um Estado que vive em função dele mesmo, como se fosse uma família imperial.

Como essa situação poderia ser enfrentada?

Nós precisamos equilibrar e racionalizar os gastos do Estado. Isso é precondição para retomar o caminho do crescimento. Então, sem reforma da Previdência, desburocratizaçâo, redução da estrutura estatal, que só falta regular a cor da calça e da camisa… Para que as forças vivas do Brasil, os pequenos, médios e grandes empreendedores façam o país andar e gerar emprego, renda e imposto, é preciso mudar essa situação. Se um “marciano” chegasse ao Brasil e conhecesse o Código de Defesa do Consumidor, os estatutos da Criança e do Adolescente e do Idoso, e tantas estruturas estatais que existem para fiscalizar a aplicação destas normas, acharia que estamos no país mais desenvolvido do mundo, porque essas leis são de uma sofisticação… Mas isso não tem relação com a vida real. A equipe econômica do governo tem consciência de que precisa simplificar, reorganizar as despesas do Estado e passar credibilidade para que os investidores internacionais e nacionais exerçam a vocação ao crescimento econômico acelerado. E. dentro deste processo, corrigir as desigualdades sociais e na distribuição de renda. Digo que é fácil e agradável distribuir ovos. Mas o Brasil está precisando de incentivo para que se crie galinha e tenha, com isso, mais e mais ovos para distribuir. Chegamos a uma situação na qual esta política de engessar o investimento produtivo, em nome de uma política distributiva, até bem intencionada, colapsou. Há governos, como sabemos, sem condições de pagar o servidor, imagine cuidar de educação, da saúde e da segurança.

Pelos primeiros movimentos do governo Bolsonaro, ele demonstra ter condições de fazer essas mudanças?

A intenção é essa… A equipe econômica tem muita autonomia e bons quadros. Fez o diagnóstico de que não temos outro caminho que não seja retomar o crescimento e, para isso, é preciso passar segurança jurídica ao investidor. A insegurança jurídica faz com que o investidor tenha medo de caminhar, porque não sabe o que vai encontrar e qual instância vai impedir o processo de instalação ou ampliação de uma nova empresa. É necessário reduzir essa insegurança e o Estado passar a ser um facilitador do empreendedorismo. Isso não é tirar direito. Não podemos é ter um empreendedor com medo de investir. O Estado precisa ser parceiro de quem gera emprego, renda, paga imposto. No Rio Grande do Norte, para gerar novos empregos dependemos da iniciativa privada. Ou o Poder Público se mostra parceiro ou não haverá emprego, renda e impostos. O Estado precisa cumprir suas atribuições, entre as quais garantir a oferta de uma educação que assegure condições para que as pessoas possam competir em igualdade de condição. A equipe econômica percebeu que é preciso deixar o Estado no essencial. O Banco do Brasil é essencial? Sim, afinal se trata de um grande financiador do agronegócio, tem capilaridade, está em muitas cidades do interior. Mas precisa ter uma agência de turismo como a BBTur e uma corretora de valores? Isso é estratégico para o país? A Petrobras é outro exemplo. Trata-se de uma empresa estratégica, claro. Mas se meteu em tudo o que foi aventura. Então, a nova equipe econômica tem a percepção da necessidade de reduzir o Estado ao que e estratégico.

O senhor acha que esse caso Fabrício Queiroz pode provocar instabilidade política?

Afirmar que não é relevante… Como disse o general Mourão, ele tem sobrenome e isso significa implicações. É preciso ver os desdobramentos, mas sei que existe um sentimento nacional de que está na hora do Brasil andar, dar certo. Mas digo que é desconfortável, desgastante [o caso Fabrício Queiroz para o governo]. Não sei mensurar se isso afeta algum ponto da agenda econômica. Eu me interesso por três pontos: A econômica, para destravar o país; a segurança pública, porque não e possível a gente viver em um país onde praticamente grande parte dos estados é controlada pelo crime organizado; e pela reorganização estatal para acabar com a “judicialização da política e também com a politizaçâo do Judiciário”.

Até onde devem ir as privatizações?

A Petrobras não deve ser privatizada. Os acessórios da Petrobras, sim. A Petrobras foi uma grande aliada do desenvolvimento do Rio Grande do Norte, hoje é um entrave. Por quê? Terceiriza quase toda sua atividade aqui e não é o desenvolvimento e a produção no Rio Grande do Norte que está no foco. Se passa para uma empresa que tenha o Estado como foco, vamos gerar milhares de empregos, royalties e impostos para que o RN se mova. Sempre que as pessoas afirmam que é preciso ir a Petrobras, digo: “Você não entendeu”. A Petrobras fez dezenas de acordos nos Estados Unidos. E olhe para nós, aqui. Faz um acordo para pagar bilhões lá e a ação sobe no outro dia, porque assumiu um compromisso de governança segundo o qual não pode fazer investimento com taxa de retorno abaixo de determinado patamar. Está assinado, acordado. Então, o Rio Grande do Norte deixa de ser prioridade. Se pega uma empresa chinesa, alemã, francesa ou brasileira, que transforme o Estado no foco, podemos ter aqui 8 a 10 bilhões de dólares em investimentos em 4 ou 5 anos, o que tiraria o Rio Grande do Norte de qualquer crise. A Petrobras é essencial. Mas precisa ser dona do gasoduto e de refinarias? Está hoje concentrada no pré-sal e isso é importante, estratégico.

Então quando a classe política e lideranças empresariais do Rio Grande do Norte vão à Petrobras e pedem investimentos direto estão com uma estratégica equivocada?

Eu tenho convicção do que estou falando. Se a classe política arejar a cabeça… Às vezes é difícil mudar uma mentalidade. Eu já fui nestas reuniões para defender a retomada dos investimentos da Petrobras. Mas se a classe política tiver clareza do que é a Petrobras hoje, vai dizer: “Por favor, passe para mãos competentes a operação no Rio Grande do Norte e Ceará, porque temos petróleo que pode gerar uma grande atividade económica”. Os poços em terra no Estado, onde a Petrobras não investe mais, não e o foco dela. Eu até diria que a economia do Rio Grande do Norte não caiu totalmente, porque tem a energia eólica, que não compensa totalmente, mas tem alguma atividade. O Rio Grande do Norte é muito privilegiado em termos de potencial para crescimento.

26 de janeiro de 2019 às 17:38

Foto que viralizou como sendo de Brumadinho foi tirada em 2011 [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Sabe essa foto que viralizou nas redes sociais hoje?

Ela não registra o ocorrido em Brumadinho neste final de semana.

Saiba porque:

Este registro não foi feito em Brumadinho.

A foto é de 2011, quando um soldado do Corpo de Bombeiros resgatou um agricultor que ficou preso dentro de uma cisterna em Patos de Minas, na Região do Alto Paranaíba.

Em 2016, cinco anos depois do acidente, o EM registrou um reencontro entre a vítima e seu “salvador”.

A imagem é creditada a Aislan Henrique, da equipe do Corpo de Bombeiros.

Coincidentemente, a corporação republicou a imagem no Twitter dois dias antes do desastre em Brumadinho, com um recorte que não mostrava onde ela foi tirada.

Explicado,

 

26 de janeiro de 2019 às 13:41

Imagens que falam e choram [0] Comentários | Deixe seu comentário.

As imagens que mais falaram – ou choraram – desde que a barragem estourou e varreu Brumadinho, em Minas Gerais.

O resgate do cão…

E a lama que toma conta do Brasil…

26 de janeiro de 2019 às 13:38

Quinze famílias são resgatadas com vida em Brumadinho [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Notícia alentadora em Brumadinho.

No bairro Cachoeira, 15 famílias que estavam ilhadas foram resgatadas com vida pelos Bombeiros.

As cerca de 60 pessoas estavam sem sinal de telefone e, por isso, não conseguiam contato.

O resgate foi feito com auxílio de helicópteros.

Já um ônibus da Vale foi encontrado cheio de corpos.

Todos eram funcionários da empresa.

26 de janeiro de 2019 às 13:27

Marina Elali canta Roberto Carlos neste sábado no Teatro Riachuelo [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Na companhia do maestro Eduardo Lages, parceiro de Roberto Carlos, com quem também divide trabalhos, a cantora natalense Marina Elali se apresenta neste sábado no Teatro Riachuelo, em Natal.

O show “Sucessos do Rei”, onde Marina canta Roberto Carlos, será logo mais às 20 horas.

Abaixo um ‘spoiler’ do show deste sábado.

26 de janeiro de 2019 às 12:56

Moradora de Brumadinho relata que não houve toque de alerta como prometido à população [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Uma moradora da cidade mineira de Brumadinho denunciou: apesar da população ter a informação, após a tragédia da Samarco, em Mariana, que qualquer ocorrido neste sentido seria avisado através de toques de alarme, nada disso aconteceu.

Ela disse que se salvou com a filha por “culpa” da inteligência dela.

Uma pousada que estava com grande ocupação para o final de semana, foi levada pela lama.

https://youtu.be/FpMW0zalFRg

26 de janeiro de 2019 às 11:13

Ibama deve multar a Vale em 250 milhões [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Acompanhado do governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), o presidente Jair Bolsonaro sobrevoou hoje cedo a área atingida pelo rompimento da barragem da Vale em Brumadinho (MG).

Os ministros Fernando Azevedo e Silva, da Defesa, e Ricardo Salles, do Meio Ambiente, também estavam na aeronave.

O que se aguarda hoje é que Bolsonaro anuncie medidas, principalmente para punir culpados pelo crime ambiental.

O blog da Andréia Sadi publicou que o ministro Ricardo Salles afirmou que o Ibama vai multar a Vale em R$ 250 milhões, porém, a Justiça de Minas Gerais determinou ainda ontem à noite, o bloqueio de R$ 1 bilhão em contas da Vale.

26 de janeiro de 2019 às 10:57

Brumadinho: Maior número de vítimas é de funcionários da Vale [0] Comentários | Deixe seu comentário.

A Vale divulgou hoje uma lista de possíveis vítimas do que eles chamam de ‘tragédia em Brumadinho (MG)’, mas que na realidade se trata de crime ambiental.

São 413 pessoas desaparecidas e ainda não contatadas.

Do total, 323 são funcionários da Companhia responsável pela barragem de rejeitos que se rompeu nesta sexta-feira na mina de Córrego do Fundão.

A lama varreu a comunidade local e parte do centro administrativo da empresa.

Até agora se tem confirmação de 9 mortes.

 

O que se sabe sobre o acidente até agora:

São 9 mortos confirmados mas nem todos identificados;

Foram resgatadas 189 pessoas com vida;

Os principais atingidos são funcionários da Vale que estavam em horário de almoço e o refeitório da empresa foi atingido; a empresa informou que havia 427 pessoas no local e 279 foram resgatadas vivas;

Entre 300 e 350 pessoas continuam desaparecidas;

25 pessoas estão internadas em serviços de saúde de Belo Horizonte e de Brumadinho;

A Vale informou que o rompimento ocorreu na barragem 1 da Mina Feijão – que causou o transbordamento de outra barragem;

O Ministério do Meio Ambiente, por sua vez, informou que foram 3 barragens rompidas.

26 de janeiro de 2019 às 2:37

Diretor do Itep do governo Robinson é mantido no cargo [0] Comentários | Deixe seu comentário.

A governadora Fátima Bezerra decidiu manter no cargo o diretor geral do Itep do Governo Robinson Faria.

E a nomeação de Marcos José Brandão Guimarães, que havia sido exonerado, está publicada na edição deste sábado do Diário Oficial.

25 de janeiro de 2019 às 19:10

Assu: Programa especial e missa de sétimo dia farão homenagem ao comunicador Régis de Sousa neste sábado [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Será neste sábado, das 11 horas ao meio dia, na Rádio Nova 89FM de Assu, que será exibido o programa Registrando Especial.

O programa que durante anos foi apresentado por Régis de Sousa que morreu essa semana, fará uma homenagem a ele com participação de várias pessoas que marcaram a importante carreira do comunicador.

Quem quiser pode acompanhar o programa pelo site http://nova89fm.com.br

Será neste sábado também que será celebrada a missa de sétimo dia de morte de Régis de Sousa.

A missa será celebrada às 17h30 na Igreja Matriz de São João Batista, em Assu.