Thaisa Galvão

10 de abril de 2019 às 21:30

Câmara Municipal fará homenagem aos 50 anos da Ampern [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Com propositura do presidente da Câmara, vereador Paulinho Freire, a Câmara Municipal de Natal realizará homenagem pela passagem do Jubileu de Ouro de fundação da Associação do Ministério Público do Rio Grande do Norte (Ampern).

A sessão solene será nesta quinta (11), às 18h30, no Plenário Érico Hackradt, onde serão homenageados vários fundadores da entidade.

“A Ampern sempre buscou contribuir de forma decisiva para a construção e engrandecimento da classe com a luta pelos seus direitos e a defesa da autonomia do Ministério Público potiguar. Devemos prestigiar os esses importantes profissionais que atuam arduamente na defesa da justiça”, justificou Paulinho.

10 de abril de 2019 às 14:52

Nome do terceiro filho de Fábio Faria e Patrícia será uma homenagem a Sílvio Santos [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O deputado federal Fábio Faria e a mulher Patrícia Abravanel, pais de Pedro e Jane, farão homenagem a Sílvio Santos quando o terceiro filho nascer, nos próximos dias.

Senor Neto Abravanel Faria será o nome do bebê, numa mistura de sobrenomes que, apesar de levar o “Neto”, não deixará de homenagear a família Faria, de Fábio.

Para quem não sabe, Senor é o nome de Sílvio Santos.

Daí o Senor bebê poder vir a ser chamado de Silvinho.

A filha do casal, Jane, já foi uma homenagem a Dona Jane Faria, mãe do ex-governador Robinson Faria, avó de Fábio.

10 de abril de 2019 às 14:31

Filho de presidente pode ser ministro? [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O presidente Jair Bolsonaro disse, na entrevista que concedeu à rádio Jovem Pan, que seu filho vereador Carlos Bolsonaro, o Número 2, que o colocou no Palácio do Planalto, não era ministro porque não queria.

Porque não tinha pleiteado.

Aí vem a pergunta que não quer calar: e pode?

O parentesco permite?

Segundo o advogado Erick Pereira, os entendimentos são os seguintes:

A Segunda Turma do STF diz que pode.

A Primeira Turma do STF diz que não pode.

“Eu penso que pode pois é cargo de confiança e assim não configura nepotismo, e portanto não se choca com a Súmula Vinculante nº 13 da Corte, que permite a nomeação de parentes próximos de chefes do Poder Executivo para cargos públicos de natureza política. Porém,  só quando terminar o julgamento do recurso extraordinário (RE 1.133.118) é que teremos a tese final, se pode ou não”.

10 de abril de 2019 às 13:27

Deputado federal Walter Alves oficializa rompimento com o ex-deputado Henrique Alves [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O deputado federal Walter Alves, único político da tradicional família Alves com mandato federal, anunciou o rompimento com o ex-deputado e primo Henrique Alves.

Walter respondeu ao prefeito Boba, de Coronel Ezequiel, que pelo twitter perguntou ao parlamentar se Henrique estaria de volta ao comando do MDB.

A resposta de Walter é o rompimento oficial.

A pergunta do prefeito Boba tomou por base um artigo escrito por Henrique e publicado na Tribuna do Norte de domingo.

Onde Henrique termina o texto afirmando que “a luta continua”.

Se continuar para Henrique no MDB, será sem o ex-senador Garibaldi Filho, sem o deputado Walter Alves.

10 de abril de 2019 às 2:12

Minuto da Câmara: prestando contas [0] Comentários | Deixe seu comentário.

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No Minuto da Câmara, veja um resumo do que aconteceu na Câmara Municipal de Natal.

Como a aprovação do projeto de lei de autoria do vereador Felipe Alves (MDB), que dispõe sobre a obrigatoriedade de inspeções e fiscalizações nas obras do município.

10 de abril de 2019 às 1:49

Governo demite presidente de agência de exportações após atender caprichos de diretora amiga do filho de Bolsonaro [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Da revista Piauí para a Folha:

Pouco antes de ser exonerado da presidência da Apex, a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimento, por volta das quatro da tarde dessa terça-feira, dia 9, o embaixador Mario Vilalva disse à piauí, durante uma conversa telefônica, que estava “administrando um jardim de infância”.

O principal alvo de sua crítica era a empresária Letícia Catelani, ou Letícia Catel, como é conhecida nas redes sociais bolsonaristas, diretora de Negócios da agência, que o embaixador considera uma pessoa “infantil e despreparada para o cargo”. 

Catel, de 30 anos, é muito próxima do deputado Eduardo Bolsonaro, filho caçula do presidente Jair Bolsonaro, e, segundo o embaixador Vilalva, é também “protegida” do chanceler Ernesto Araújo.

No momento em que fazia as acusações contra Catel, Vilalva interrompeu a conversa para me dizer que precisava atender a uma ligação de urgência. Logo em seguida, sua assessoria me informou que ele deixara o prédio da Apex, pois havia sido exonerado pelo chanceler Ernesto Araújo.

São muitas as críticas de Vilalva a Catel. Ele a acusa de paralisar todos os negócios da agência e de bloquear todos os projetos, causando enorme prejuízo às empresas brasileiras. Além do despreparo para lidar com questões fundamentais da promoção de comércio exterior, ele se queixava do comportamento dela.

Para Vilalva, além de não saber trabalhar em equipe, Catel era indisciplinada e boicotava o trabalho da agência, atrapalhando os negócios.

O embaixador citou um episódio que lhe incomodou sobremaneira: após uma reunião com Catel e com o diretor de Gestão Corporativa, Márcio Coimbra, também indicação de Bolsonaro filho, ficou acertado que, no dia seguinte, eles assinariam um contrato com a empresa Terroir para a contratação dos irmãos Campana, dois dos mais incensados designers brasileiros, para ser a atração principal do estande brasileiro na feira de móveis e design de Milão.

Ele esperou por ela durante toda a manhã e Catel não apareceu. Também não lhe deu qualquer satisfação.

Quando, finalmente, conseguiu contatá-la, ela informou que estava fora da agência, tratando de outros interesses, e que ele lhe mandasse o contrato para assinar por um portador. “Era lógico que eu não ia fazer isso”, me disse o embaixador, irritado e acometido de uma tosse intermitente. “O contrato tinha que ser assinado na agência, diante de testemunhas, que é a forma profissional de se fazer isso.”

No dia seguinte, começaram a ser publicadas notas afirmando que a tal empresa tinha sido citada na operação Lava-Jato.

Vilalva não se conforma. Ele está seguro de que a nota foi plantada por Catel, amiga de Filipe Martins, assessor internacional de Jair Bolsonaro, para colocar sua reputação em dúvida. “Todas as vezes que falamos desse contrato, jamais foi levantada qualquer suspeita sobre a empresa. Por que então, no dia seguinte, começam a pipocar essas notas?”, questionou.  “E, se ela sabia da tal citação, por que não me informou?”, continuou, indignado, acometido de novo ataque de tosse.

Esse, porém, segundo ele, foi apenas um dos inúmeros problemas que ela causava na agência. Um dos projetos de grande importância para os negócios brasileiros é com o Sindicato da Indústria Audiovisual de São Paulo, o Siasp, responsável pela divulgação do cinema brasileiro no exterior.

A agência tem uma parceira com o sindicato desde 2006 para ajudar a promover o cinema nacional, o que tem trazido um retorno importante para o país. Além da mostra em festivais, o projeto ajuda na venda de filmes brasileiros lá fora, atrai investimentos externos para o cinema nacional.

Como diretora de Negócios, Letícia Catel paralisou o projeto e não deu qualquer satisfação sobre o porquê de tal decisão. “Ela é desrespeitosa e ineficiente”, queixou-se o embaixador.

A confusão não parou por aí. Vilalva assumiu a agência após o chanceler ter demitido seu antecessor, Alecssandro Carreiro, também indicado por Eduardo Bolsonaro. Carreiro, um quadro do PSL, além de não ter qualquer familiaridade com o comércio exterior, não falava inglês e jamais viajara ao exterior, afora ser também desafeto de Catel.

Ao tomar posse, Vilalva convidou a ex-diretora de Negócios Marcia Nejaim, profissional concursada e experiente, para ser sua chefe de gabinete. A nomeação de Nejain, porém, foi barrada pelo ministro Ernesto Araújo.

O embaixador Vilalva tem uma explicação. “O chanceler não queria que ninguém fizesse sombra à sua protegida.” Mais grave ainda, segundo o embaixador, era que Catel, além de inexperiente, colocou vários gerentes de sua confiança que não se comunicavam com o restante da agência. Chegou até a nomear um integrante do PSL, que sequer tinha curso superior, pré-requisito para trabalhar na Apex. “Eu chamei a atenção dela para o fato, mas ela ignorou”, me disse. “Era um absurdo contratarmos uma pessoa sem curso superior, o que, além de ferir os estatutos da agência era um desrespeito com os concursados, muitos dos quais têm doutorado e pós-doutorado”.

O fato, me disse Vilalva, era que, diante dessa insubordinação, ele estava apagando incêndios provocados pelos dois diretores, ao invés de tratar do assunto de fundamental importância para a agência, a promoção de negócios.

Uma situação que lhe causou grande constrangimento foi o comportamento de Catel durante a visita de uma delegação de deputados do PSL à China. Convidada pelo governo chinês para conhecer as novidades tecnológicas chinesas, que competem com a tecnologias americanas, a delegação foi alvo de uma cruzada furiosa de Olavo de Carvalho, que acusou os parlamentares de serem comunistas infiltrados no PSL.

A briga esquentou, e Catel ficou ao lado de Carvalho, postando em seu Twitter vários textos e imagens ridicularizando os parlamentares. “Veja se isso é coisa de uma diretora de Negócios da Apex fazer”, reclamou Vilalva.

 

O resultado de tanta briga é que a agência, com orçamento de 795 milhões de reais ao ano para promover os negócios brasileiros, estava paralisada. Isso gerou uma série de queixas dos empresários de vários setores.

A agência é fundamental para promover, principalmente, as exportações de empresas de menor porte, que não têm cacife para participar de feiras internacionais e de fazer contatos com importadores.

Os projetos visam justamente atender a esta turma e vinham mostrando bons resultados, principalmente no governo Temer, quando a agência foi ocupada pelo embaixador Roberto Jaguaribe. Ela tem sido fundamental para incrementar negócios nas áreas de tecnologia, têxteis, cerâmica, cinema e outros setores da economia brasileira.

Diante da insubordinação dos dois diretores, Vilalva decidiu contratar o general Roberto Escoto, que já chefiou missões internacionais, para botar ordem no seu “jardim de infância”, enquanto ele tentava tocar os negócios. Não funcionou.

Percebendo que poderia ter que se subordinar às decisões do presidente da Apex, Catel pediu ao ministro das Relações Exteriores que mudasse o estatuto da agência. O que foi feito.

Sem o conhecimento de Vilalva, Araújo protocolou um novo estatuto num cartório de Brasília estabelecendo que os diretores de Negócios e de Gestão corporativa não teriam que se subordinar ao presidente da entidade.

E mais. Pelo documento, ficou acertado que o novo estatuto teria que ser aprovado pelo conselho deliberativo da Apex, formado por cinco representantes do setor público e quatro do setor privado, sem fixar data para que o estatuto seja  examinado. Ou seja, os dois diretores podem se manter infinitamente nessa situação de independência em relação à presidência da Apex. “Eles são livres e sem restrição para fazer as loucuras que quiserem”, protestou o embaixador.

Depois disso, as relações entre Vilalva com os dois diretores ficaram insustentáveis. “A Letícia é protegida do chancelar. Faz o que quer aqui. É uma relação pessoal que não conseguimos entender”, me disse um antigo funcionário da agência, inconformado com a situação. No começo dessa semana, embaixador deu várias entrevistas à imprensa, onde não poupou o chanceler.

Chamou Ernesto Araújo, entre outras coisas, de desleal, por não o ter comunicado do novo estatuto, do qual ele tomou conhecimento através a imprensa, vinte e cinco dias após ter sido protocolado no cartório.

No fim da tarde dessa terça-feira, o Itamaraty soltou nota justificando a demissão de Vilalva.  Na nota, o ministério afirma que o “ministro das Relações Exteriores, embaixador Ernesto Araújo anuncia a exoneração do embaixador Mario Vilalva da presidência da Apex”, como parte do “processo de dinamização e modernização do sistema de promoção comercial brasileiro.”

O ministro, diz a nota, agradece a colaboração do embaixador. O Itamaraty não respondeu, contudo, as acusações relatadas à piauí pelo embaixador. Procurada, Letícia Catel também não se manifestou.

A Apex tem sido alvo de confusão desde antes da posse de Araújo. Ele teve um embate com o ministro da Economia, Paulo Guedes, que queria levar a agência para o seu ministério, sob a alegação de que a promoção comercial tem muito mais a ver com a economia do que com o Itamaraty.

Araújo bateu pé e conseguiu do presidente Bolsonaro a garantia de que agência continuaria onde estava. Para boa parte dos empresários e de integrantes de ministérios preocupados em promover as vendas de produtos brasileiros, como o da Agricultura e o de Desenvolvimento, parece cada vez mais claro que seria muito melhor para o comércio exterior brasileiro que a agência deixasse o “jardim de infância” e fosse para a sala dos adultos.

10 de abril de 2019 às 0:04

Vereador deixa base governista para disputar a Prefeitura de São José de Mipibu [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Vereador da bancada governista no município de São José de Mipibu, Márcio Freire (PP) rompeu com o prefeito Arlindo Dantas (PCdoB).

Márcio está no segundo mandato.

Nas eleições de 2012 ficou em segundo lugar com 1.110 votos, e em 2016 foi o terceiro colocado com 1.076 votos.

Com o saldo eleitoral, Márcio deixa o grupo do prefeito para ser candidato majoritário no próximo ano.