Thaisa Galvão

26 de outubro de 2019 às 20:12

Ausente em Ceará-Mirim, Robinson Faria foi à convenção do 55 em Alto do Rodrigues [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Ausente da convenção do 55 em Ceará-Mirim, que homologou a candidatura de Júlio César a prefeito, o ex-governador Robinson Faria marcou presença em Alto do Rodrigues.

Onde também teve convenção do PSD/55 para homologar a chapa que tem Renan Melo como candidato a prefeito e Heuglênia a vice-prefeita.

Alto do Rodrigues também terá eleição suplementar no dia 1º de dezembro.

Além de Robinson, estiveram em Alto do Rodrigues o deputado federal João Maia (PL) e o ex-deputado estadual Gustavo Fernandes (PSDB).

26 de outubro de 2019 às 20:03

Convenção do 55 homologa candidatura de Júlio César a prefeito de Ceará-Mirim sem a presença de Robinson Faria [0] Comentários | Deixe seu comentário.

A convenção do PSD de Ceará-Mirim homologou a candidatura de Júlio César a prefeito, na eleição suplementar do município marcada para 1º de dezembro.

Júlio já foi candidato 3 vezes.

Ausência sentida no palanque do 55 em Ceará-Mirim: do ex-governador Robinson Faria, predidente do PSD-55.

A chapa tem Júlio Cesar como candidato a prefeito e Baiá de Junária (Podemos), como vice.

26 de outubro de 2019 às 14:59

Governador-presidenciável Wilson Witzel diz que Coronel Azevedo será prefeito de Natal [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Do governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), que quer ser presidente da República, para o deputado estadual Coronel Azevedo, na posse como presidente do PSC no Rio Grande do Norte:

“Você vai ser prefeito dessa maravilhosa cidade de Natal”.

E o governador-presidenciável que adora uma dancinha – quem aí lembra do episódio do sequestro no ônibus na ponte Rio-Niterói? – aproveitou o som de Roberto do Acordeon para fazer seu espetáculo.

Dançou e tocou triângulo.

26 de outubro de 2019 às 9:12

Governador do Rio de Janeiro Wilson Witzel deverá apresentar nome do deputado Coronel Azevedo como pré-candidato a prefeito de Natal [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Quem está em Natal é o governador do Rio de Janeiro – pré-candidato a presidente da República em 2022 – Wilson Witzel.

Acompanhado do presidente nacional do PSC, Pastor Everaldo, ele chegou ao Rio Grande do Norte para oficializar a posse do deputado estadual Coronel Azevedo, na presidência do PSC no Estado.

A expectativa é que Witzel e Everaldo lancem o nome de Azevedo como candidato do PSC a prefeito de Natal no próximo anos.

Já rompido com o presidente Jair Bolsonaro, Witzel já declarou o desejo de disputar a presidência e para chegar a 2022 ele sabe que tem que passar pelas eleições municipais, no próximo ano, daí ele querer articular candidaturas às prefeituras pelo Brasil afora.

Antes do evento do partido, no Hotel Holiday Inn, Witzel, Everaldo, Azevedo e o ex-vereador Adenúbio Melo tomam café da manhã com um grupo de pastores evangélicos.

Na madrugada, na chegada a Natal

No café com os pastores no Holiday Inn

26 de outubro de 2019 às 9:03

Deputado João Maia dá posse ao diretório do PL em Natal [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O presidente do PL no Rio Grande do Norte, deputado João Maia, vai dar posse, na manhã deste sábado, ao diretório de Natal.

Serão empossados o presidente de honra, Joanilson de Paula Rêgo, o presidente deputado Ubaldo Fernandes, e a vice, vereadora Ana Paula.

Durante o evento, com participação dos pré-candidatos a vereador em Natal no pleito do próximo ano, será ministrada uma palestra sobre marketing digital e o uso das redes sociais na campanha, pelo consultor Jaufram Siqueira.

O evento acontecerá no Hotel Maine.

26 de outubro de 2019 às 8:55

Em carta escrita na prisão, Eduardo Cunha diz que, mesmo sem ser condenado, cumpre prisão expedida pela justiça do RN há dois anos [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Da coluna Radar, da Veja, sobre o ex-deputado e ex-presidente da Câmara Federal, Eduardo Cunha, trêa anos atrás das grades:

O Blog reproduz a carta:

Ao completar 03 anos do dia em que fui ilegalmente encarcerado e totalizando quase 5 anos de tempo de prisão se incluir as remissões obtidas; sinto na alma que realmente “entre o forte e o fraco, a liberdade escraviza e a lei liberta”, o poder discricionário das decisões dos magistrados, embora assegure sua independência funcional, por ser muito abrangente, possibilita o cometimento de abusos de todos os lados, tanto da Primeira Instância, quanto das decisões ou modulações do STF. Infelizmente a lei não é para todos.

A justiça brasileira consiste de 03 maneiras, “os alvos”: considerados fora do “jogo”, para quem é aplicada a Teoria Punitivista; devem servir de bode expiatório para livrar a segunda categoria “os a serem salvos”: considerados no “jogo”, para eles é aplicada a teoria do garantismo, ou seja, qualquer erro no procedimento anula todo o processo; e por fim a terceira categoria “os outros 99% da população”, para esses se o processo for julgado antes de morrerem, já é uma vitória. Recentemente podemos citar o caso Alcirene de Oliveira que faleceu em 2017. Fica claro que em todas as categorias a regra é a mesma. A lei não é para todos!

Pois bem, afim de dar um contorno prático da minha afirmação, passarei a relatar nossa “flexibilidade Judicial”.

Pertencente a categoria dos “alvos”, não tenho os meus Habeas Corpus de 2 prisões preventivas, de Brasília e Rio Grande do Norte, julgados após um ano e meio, no mesmo STJ que julgou e soltou o ex-presidente Michel Temer em apenas 5 dias. Qual a razão disso? Quantos brasileiros tiveram seu HC julgado no STJ nesse prazo? A lei não é para todos.

Fui condenado no Paraná baseado apenas na palavra de um delator por “ouvir dizer”, quando vários tiveram as suas denúncias rejeitadas no STF por serem baseadas apenas nos delatores. A lei não é para todos.

A denúncia dessa condenação foi aceita pelo plenário do STF por crime eleitoral e mesmo assim, após a perda do meu mandato, o meu processo foi para a Justiça Federal e julgado por Sérgio Moro, que usurpou a competência da Justiça Eleitoral, descumprindo a decisão do STF. Enquanto isso, o STF mandou vários casos para a Justiça Eleitoral, como por exemplo o caso de Eduardo Paes, retirando das mãos da Justiça Federal e do juiz Marcelo Bretas. A lei não é para todos.

Acrescenta-se ainda que Moro deu a sentença desse processo 36 horas após a entrega das acusações finais, ou seja, a minha sentença já estava pronta. A lei não é para todos.

Fui condenado em Brasília, baseado única e exclusivamente nas palavras e planilhas dos próprios delatores e sou o único réu mantido preso por 2 anos e meio. A lei não é para todos.

No Rio Grande do Norte, tenho uma prisão que dura 2 anos e meio sem condenação e sou também o único réu mantido preso. A lei não é para todos.

Fui afastado da Presidência da Câmara e do meu mandato de Deputado Federal sem confirmação da Casa Legislativa, conforme o Artigo 53 da Constituição Federal. A ADI-5526, que só foi julgada após minha cassação, para atender ao caso do então Senador Aécio Neves, semelhante ao meu, decidindo o STF que teria sim que submeter as medidas cautelares à casa legislativa em 24 horas para confirmar ou não. A lei não é para todos.

Tive uma outra prisão preventiva solicitada e atendida pelo então PGR que alegou que “devido a minha periculosidade” eu deveria ser transferido para um presídio de Segurança Máxima. Essa prisão foi solicitada sem qualquer denúncia contra mim e junto com a denúncia de Michel Temer, que acabou absolvido sumariamente na 12ª Vara Federal de Brasília. Fiquei preventivamente preso por um ano e meio, sem processo e com risco de ser transferido para um presídio de segurança Máxima. Isso causado por um Procurador que publicamente confessou ter tentado o assassinato de um ministro do STF, embora as provas divulgadas mostram que sua confissão é falsa. Ele também me acusou de crimes aos quais ele próprio alegou não ter como provar. Se ele inventa crimes para ele, como não poderia inventar crimes para os seus desafetos? A lei não é para todos.

O STF restringir a quem vai destinar esse direito, não é certo. Modular, por exemplo, o caso dos réus delatores para quem arguiu na 1ª instância, algo que não existia na nossa jurisprudência, não seria cercear o direito da defesa? A decisão sobre a prisão em 2ª instância será igual para todos ou vão também só dá-la aos “salvos”?

Eu quero apenas o meu direito à prestação do serviço jurisdicional e ao cumprimento das leis e da Constituição. Não apreciar a minha reclamação no STF, além de vários Habeas Corpus e Agravos no STF e STJ, não é negar o meu direito de defesa?

Até quando vão continuar, a exemplo do meu afastamento da Presidência da Câmara, decisões para mim diferentes das decisões das outras pessoas?

Será que não estou sofrendo perseguição por ter feito o processo de Impeachment e evitado que nosso país estivesse no caminho da Venezuela?

Até quando vão continuar lembrando que o meu nome consta na capa dos processos?

O garantismo não pode ser sujeito a ponto que escolham quem está morto para ser enterrado e quem está vivo para ser salvo.

A Justiça não pode ser como o carro flex, onde se pode escolher na hora qual combustível usar, seja álcool ou gasolina.

A justiça tem de ser única para todos, porque só assim estaremos no pleno Estado Democrático de Direito.

Não podemos esquecer que quando o boi de piranha é comido, é porque a boiada já passou.

A lei tem de ser para todos.

Obs. Ministro Barroso, aproveito o espaço para esclarecer que nunca mandei lhe investigar ou pratiquei qualquer ato irregular contra V.Exa ou qualquer ministro deste tribunal, posso discordar, mas utilizo as ferramentas legais.

26 de outubro de 2019 às 7:54

Agricultores de São Gonçalo recebem crédito para investimentos rurais [0] Comentários | Deixe seu comentário.

A Prefeitura de São Gonçalo do Amarante, em parceria com o Banco do Nordeste, realizou na sexta-feira (18), a entrega dos contratos do microcrédito rural aos agricultores do município.

Dez produtores rurais receberam o microfinanciamento para aquisições de insumos, maquinário e matéria-prima.

A Secretaria Municipal de Agropecuária e Desenvolvimento Agrário (Semada) auxiliou a negociação entre o banco e os agricultores, que tiveram os contratos assinados durante a Festa do Boi.

Os valores somam 50 mil reais.

O Agroamigo é um programa de microfinanciamento rural, que busca melhorar o perfil social e econômico do agricultor familiar dentro do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf).