Thaysa Galvão
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Thaisa Galvão

25 de maio de 2016 às 13:15

Especislistas em noivas, Lucas Anderi e a Graciella Starling encerram hoje evento da Millenium [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Será logo mais à noite, na loja Millenium, na Nascimento de Castro, as palestras do estilista Lucas Anderi e da especialista em noivas, Graciella Statling.

O evento encerra a 1ª Semana de Noivas Millenium.

Antes das palestras haverá pocket show com Pedro Luccas.

Na loja estão expostos serviços e produtos de grandes fornecedores de festas nas áreas de bolos, decoração, convites, fotografias, stylist, doces, música…

O evento leva assinatura do cerimonialista top Markus Guedes e da arquiteta Luziane Paulino, da Millenium.

25 de maio de 2016 às 12:23

Depois de divulgadas conversas com Romero Jucá e Renan Calheiros, ministro homologa delação de Sérgio Machado [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Eita piula…
O ministro do STF, Teori Zavascki homologou hoje a delação de Sérgio Machado, p ex-presidente da Transpetro que que gravou conversas com Romero Jucá e com o presidente do Senado, Renan Calheiros.
Jucá já caiu.
E o que se diz é que Renan será o próximo.

Com a delação homologada, a Procuradoria-Geral da República pode pedir a abertura de novos inquéritos da Lava Jato e incluir detalhes em investigações que já estão em andamento no Supremo, além de poder pedir que trechos de eventuais menções de pessoas sem foro privilegiado sejam analisados pelo juiz Sérgio Moro, no Paraná.

Ontem as conversas com Jucá foram publicadas pela Folha, que hoje revelou que Renan, padrinho de Machado, na Transpetro, queria mudar a lei da delação premiada.

Veja as conversas entre Machado e Renan:

Primeira conversa:

SÉRGIO MACHADO – Agora, Renan, a situação tá grave.

RENAN CALHEIROS – Grave e vai complicar. Porque Andrade fazer [delação], Odebrecht, OAS. [falando a outra pessoa, pede para ser feito um telefonema a um jornalista]

MACHADO – Todos vão fazer.

RENAN – Todos vão fazer.

MACHADO – E essa é a preocupação. Porque é o seguinte, ela [Dilma] não se sustenta mais. Ela tem três saídas. A mais simples seria ela pedir licença…

RENAN – Eu tive essa conversa com ela.

MACHADO – Ela continuar presidente, o Michel assumiria e garantiria ela e o Lula, fazia um grande acordo. Ela tem três saídas: licença, renúncia ou impeachment. E vai ser rápido. A mais segura para ela é pedir licença e continuar presidente. Se ela continuar presidente, o Michel não é um sacana…

RENAN – A melhor solução para ela é um acordo que a turma topa. Não com ela. A negociação é botar, é fazer o parlamentarismo e fazer o plebiscito, se o Supremo permitir, daqui a três anos. Aí prepara a eleição, mantém a eleição, presidente com nova…

[atende um telefonema com um jornalista]

RENAN – A perspectiva é daquele nosso amigo.

MACHADO – Meu amigo, então é isso, você tem trinta dias para resolver essa crise, não tem mais do que isso. A economia não se sustenta mais, está explodindo…

RENAN – Queres que eu faça uma avaliação verdadeira? Não acredito em 30 dias, não. Porque se a Odebrecht fala e essa mulher do João Santana fala, que é o que está posto…

[apresenta um secretário de governo de Alagoas]

MACHADO – O Janot é um filho da puta da maior, da maior…

RENAN – O Janot… [inaudível]

MACHADO – O Janot tem certeza que eu sou o caixa de vocês. Então o que que ele quer fazer? Ele não encontrou nada nem vai encontrar nada. Então ele quer me desvincular de vocês, mediante Ricardo e mediante e mediante do Paulo Roberto, dos 500 [mil reais], e me jogar para o Moro. E aí ele acha que o Moro, o Moro vai me mandar prender, aí quebra a resistência e aí fudeu. Então a gente de precisa [inaudível] presidente Sarney ter de encontro… Porque se me jogar lá embaixo, eu estou fodido. E aí fica uma coisa… E isso não é análise, ele está insinuando para pessoas que eu devo fazer [delação], aquela coisa toda… E isso não dá, isso quebra tudo isso que está sendo feito.

RENAN – [inaudível]

MACHADO – Renan, esse cara é mau, é mau, é mau. Agora, tem que administrar isso direito. Inclusive eu estou aqui desde ontem… Tem que ter uma ideia de como vai ser. Porque se esse vagabundo jogar lá embaixo, aí é uma merda. Queria ver se fazia uma conversa, vocês, que alternativa teria, porque aí eu me fodo.

RENAN – Sarney.

MACHADO – Sarney, fazer uma conversa particular. Com Romero, sei lá. E ver o que sai disso. Eu estou aqui para esperar vocês para poder ver, agora, é um vagabundo. Ele não tem nada contra você nem contra mim.

RENAN – Me disse [inaudível] ‘ó, se o Renan tiver feito alguma coisa, que não sei, mas esse cara, porra, é um gênio. Porque nós não achamos nada.’

MACHADO – E já procuraram tudo.

RENAN – Tudo.

MACHADO – E não tem. Se tivesse alguma coisa contra você, já tinha jogado… E se tivesse coisa contra mim [inaudível]. A pressão que ele quer usar, que está insinuando, é que…

RENAN – Usou todo mundo.

MACHADO -…está dando prazos etc é que vai me apartar de vocês. Mesma coisa, já deu sinal com a filha do Eduardo e a mulher… Aquele negócio da filha do Eduardo, a porra da menina não tem nada, Renan, inclusive falsificaram o documento dela. Ela só é usuária de um cartão de crédito. E esse é o caminho [inaudível] das delações. Então precisa ser feito algo no Brasil para poder mudar jogo porque ninguém vai aguentar. Delcídio vai dizer alguma coisa de você?

RENAN – Deus me livre, Delcídio é o mais perigoso do mundo. O acordo [inaudível] era para ele gravar a gente, eu acho, fazer aquele negócio que o J Hawilla fez.

MACHADO – Que filho da puta, rapaz.

RENAN – É um rebotalho de gente.

MACHADO – E vocês trabalhando para poder salvar ele.

RENAN – [Mudando de assunto] Bom, isso aí então tem que conversar com o Sarney, com o teu advogado, que é muito bom. [inaudível] na delação.

MACHADO – Advogado não resolve isso.

RENAN – Traçar estratégia. [inaudível]

MACHADO – [inaudível] quanto a isso aí só tem estratégia política, o que se pode fazer.

RENAN – [inaudível] advogado, conversar, né, para agir judicialmente.

MACHADO – Como é que você sugeriria, daqui eu vou passar na casa do presidente Sarney.

RENAN – [inaudível]

MACHADO – Onde?

RENAN – Lá, ou na casa do Romero.

MACHADO – Na casa do Romero. Tá certo. Que horas mais ou menos?

RENAN – Não, a hora que você quiser eu vou estar por aqui, eu não vou sair não, eu vou só mais tarde vou encontrar o Michel.

MACHADO – Michel, como é que está, como é que está tua relação com o Michel?

RENAN – Michel, eu disse pra ele, tem que sumir, rapaz. Nós estamos apoiando ele, porque não é interessante brigar. Mas ele errou muito, negócio de Eduardo Cunha… O Jader me reclamou aqui, ele foi lá na casa dele e ele estava lá o Eduardo Cunha. Aí o Jader disse, ‘porra, também é demais, né’.

MACHADO – Renan, não sei se tu viu, um material que saiu na quinta ou sexta-feira, no UOL, um jornalista aqui, dizendo que quinta-feira tinha viajado às pressas…

RENAN – É, sacanagem.

MACHADO – Tu viu?

RENAN – Vi.

MACHADO – E que estava sendo montada operação no Nordeste com Polícia Federal, o caralho, na quinta-feira.

RENAN – Eu vi.

MACHADO – Então, meu amigo, a gente tem que pensar como é que encontra uma saída para isso aí, porque isso aí…

RENAN – Porque não…

MACHADO – Renan, só se fosse imbecil. Como é que tu vai sentar numa mesa para negociar e diz que está ameaçado de preso, pô? Só quem não te conhece. É um imbecil.

RENAN – Tem que ter um fato contra mim.

MACHADO – Mas mesmo que tivesse, você não ia dizer, porra, não ia se fragilizar, não é imbecil. Agora, a Globo passou de qualquer limite, Renan.

RENAN – Eu marquei para segunda-feira uma conversa inicial com [inaudível] para marcar… Ela me disse que a conversa dela com João Roberto [Marinho] foi desastrosa. Ele disse para ela… Ela reclamou. Ele disse para ela que não tinha como influir. Ela disse que tinha como influir, porque ele influiu em situações semelhantes, o que é verdade. E ele disse que está acontecendo um efeito manada no Brasil contra o governo.

MACHADO – Tá mesmo. Ela acabou. E o Lula, como foi a conversa com o Lula?

RENAN – O Lula está consciente, o Lula disse, acha que a qualquer momento pode ser preso. Acho até que ele sabia desse pedido de prisão lá…

MACHADO – E ele estava, está disposto a assumir o governo?

RENAN – Aí eu defendi, me perguntou, me chamou num canto. Eu acho que essa hipótese, eu disse a ele, tem que ser guardada, não pode falar nisso. Porque se houver um quadro, que é pior que há, de radicalização institucional, e ela resolva ficar, para guerra…

MACHADO – Ela não tem força, Renan.

RENAN – Mas aí, nesse caso, ela tem que se ancorar nele. Que é para ir para lá e montar um governo. Esse aí é o parlamentarismo sem o Lula, é o branco, entendeu?

MACHADO – Mas, Renan, com as informações que você tem, que a Odebrecht vai tacar tiro no peito dela, não tem mais jeito.

RENAN – Tem não, porque vai mostrar as contas. E a mulher é [inaudível].

MACHADO – Acabou, não tem mais jeito. Então a melhor solução para ela, não sei quem podia dizer, é renunciar ou pedir licença.

RENAN – Isso [inaudível]. Ela avaliou esse cenário todo. Não deixei ela falar sobre a renúncia. Primeiro cenário, a coisa da renúncia. Aí ela, aí quando ela foi falar, eu disse, ‘não fale não, pelo que conheço, a senhora prefere morrer’. Coisa que é para deixar a pessoa… Aí vai: impeachment. ‘Eu sinceramente acho que vai ser traumático. O PT vai ser desaparelhado do poder’.

MACHADO – E o PT, com esse negócio do Lula, a militância reacendeu.

RENAN – Reacendeu. Aí tudo mundo, legalista… Que aí não entra só o petista, entra o legalista. Ontem o Cassio falou.

MACHADO – É o seguinte, o PSDB, eu tenho a informação, se convenceu de que eles é o próximo da vez.

RENAN – [concordando] Não, o Aécio disse isso lá. Que eu sou a esperança única que eles têm de alguém para fazer o…

MACHADO – [Interrompendo] O Cunha, o Cunha. O Supremo. Fazer um pacto de Caxias, vamos passar uma borracha no Brasil e vamos daqui para a frente. Ninguém mexeu com isso. E esses caras do…

RENAN – Antes de passar a borracha, precisa fazer três coisas, que alguns do Supremo [inaudível] fazer. Primeiro, não pode fazer delação premiada preso. Primeira coisa. Porque aí você regulamenta a delação e estabelece isso.

MACHADO – Acaba com esse negócio da segunda instância, que está apavorando todo mundo.

RENAN – A lei diz que não pode prender depois da segunda instância, e ele aí dá uma decisão, interpreta isso e acaba isso.

MACHADO – Acaba isso.

RENAN – E, em segundo lugar, negocia a transição com eles [ministros do STF].

MACHADO – Com eles, eles têm que estar juntos. E eles não negociam com ela.

RENAN – Não negociam porque todos estão putos com ela. Ela me disse e é verdade mesmo, nessa crise toda –estavam dizendo que ela estava abatida, ela não está abatida, ela tem uma bravura pessoal que é uma coisa inacreditável, ela está gripada, muito gripada– aí ela disse: ‘Renan, eu recebi aqui o Lewandowski,
querendo conversar um pouco sobre uma saída para o Brasil, sobre as dificuldades, sobre a necessidade de conter o Supremo como guardião da Constituição. O Lewandowski só veio falar de aumento, isso é uma coisa inacreditável’.

MACHADO – Eu nunca vi um Supremo tão merda, e o novo Supremo, com essa mulher, vai ser pior ainda. […]

MACHADO – […] Como é que uma presidente não tem um plano B nem C? Ela baixou a guarda. [inaudível]

RENAN – Estamos perdendo a condição política. Todo mundo.

MACHADO – [inaudível] com Aécio. Você está com a bola na mão. O Michel é o elemento número um dessa solução, a meu ver. Com todos os defeitos que ele tem.

RENAN – Primeiro eu disse a ele, ‘Michel, você tem que ficar calado, não fala, não fala’.

MACHADO – [inaudível] Negócio do partido.

RENAN – Foi, foi [inaudível] brigar, né.

MACHADO – A bola está no seu colo. Não tem um cara na República mais importante que você hoje. Porque você tem trânsito com todo mundo. Essa tua conversa com o PSDB, tu ganhou uma força que tu não tinha. Então [inaudível] para salvar o Brasil. E esse negócio só salva se botar todo mundo. Porque deixar esse Moro do jeito que ele está, disposto como ele está, com 18% de popularidade de pesquisa, vai dar merda. Isso que você diz, se for ruptura, vai ter conflito social. Vai morrer gente.

RENAN – Vai, vai. E aí tem que botar o Lula. Porque é a intuição dele…

MACHADO – Aí o Lula tem que assumir a Casa Civil e ser o primeiro ministro, esse é o governo. Ela não tem mais condição, Renan, não tem condição de nada. Agora, quem vai botar esse guizo nela?

RENAN – Não, [com] ela eu converso, quem conversa com ela sou eu, rapaz.

MACHADO – Seguinte, vou fazer o seguinte, vou passar no presidente, peço para ele marcar um horário na casa do Romero.

RENAN – Ou na casa dele. Na casa dele chega muita gente também.

MACHADO – É, no Romero chega menos gente.

RENAN – Menos gente.

MACHADO – Então marco no Romero e encontra nós três. Pronto, acabou. [levanta-se e começam a se despedir] Amigo, não perca essa bola, está no seu colo. Só tem você hoje. [caminhando] Caiu no seu colo e você é um cara predestinado. Aqui não é dedução não, é informação. Ele está querendo me seduzir, porra.

RENAN – Eu sei, eu sei. Ele quem?

MACHADO – O bicho daqui, o Janot.

RENAN – Mandando recado?

MACHADO – Mandando recado.

RENAN – Isso é?

MACHADO – É… Porra. É coisa que tem que conversar com muita habilidade para não chegar lá.

RENAN – É. É.

MACHADO – Falando em prazo… [se despedem]

Segunda conversa:

MACHADO – […] A meu ver, a grande chance, Renan, que a gente tem, é correr com aquele semi-parlamentarismo…

RENAN – Eu também acho.

MACHADO -…paralelo, não importa com o impeach… Com o impeachment de um lado e o semi-parlamentarismo do outro.

RENAN – Até se não dá em nada, dá no impeachment.

MACHADO – Dá no impeachment.

RENAN – É plano A e plano B.

MACHADO – Por ser semi-parlamentarismo já gera para a sociedade essa expectativa [inaudível]. E no bojo do semi-parlamentarismo fazer uma ampla negociação para [inaudível].

RENAN – Mas o que precisa fazer, só precisa tres três coisas: reforma política, naqueles dois pontos, o fim da proibição…

MACHADO – [Interrompendo] São cinco pontos:

[…]

RENAN – O voto em lista é importante. [inaudível] Só pode fazer delação… Só pode solto, não pode preso. Isso é uma maneira e toda a sociedade compreende que isso é uma tortura.

MACHADO – Outra coisa, essa cagada que os procuradores fizeram, o jogo virou um pouco em termos de responsabilidade […]. Qual a importância do PSDB… O PSDB teve uma posição já mais racional. Agora, ela [Dilma] não tem mais solução, Renan, ela é uma doença terminal e não tem capacidade de renunciar a nada. [inaudível]

[…]

MACHADO – Me disseram que vai. Dentro da leniência botaram outras pessoas, executivos para falar. Agora, meu trato com essas empresas, Renan, é com os donos. Quer dizer, se botarem, vai dar uma merda geral, eu nunca falei com executivo.

RENAN – Não vão botar, não. [inaudível] E da leniência, detalhar mais. A leniência não está clara ainda, é uma das coisas que tem que entrar na…

MACHADO -…No pacote.

RENAN – No pacote.

MACHADO – E tem que encontrar, Renan, como foi feito na Anistia, com os militares, um processo que diz assim: ‘Vamos passar o Brasil a limpo, daqui para frente é assim, pra trás…’ [bate palmas] Porque senão esse pessoal vão ficar eternamente com uma espada na cabeça, não importa o governo, tudo é igual.

RENAN – [concordando] Não, todo mundo quer apertar. É para me deixar prisioneiro trabalhando. Eu estava reclamando aqui.

MACHADO – Todos os dias.

RENAN – Toda hora, eu não consigo mais cuidar de nada.

[…]

MACHADO – E tá todo mundo sentindo um aperto nos ombros. Está todo mundo sentindo um aperto nos ombros.

RENAN – E tudo com medo.

MACHADO – Renan, não sobra ninguém, Renan!

RENAN – Aécio está com medo. [me procurou] ‘Renan, queria que você visse para mim esse negócio do Delcídio, se tem mais alguma coisa.’

MACHADO – Renan, eu fui do PSDB dez anos, Renan. Não sobra ninguém, Renan.

[…]

MACHADO – Não dá pra ficar como está, precisa encontrar uma solução, porque se não vai todo mundo… Moeda de troca é preservar o governo [inaudível].

RENAN – [inaudível] sexta-feira. Conversa muito ruim, a conversa com a menina da Folha… Otavinho [a conversa] foi muito melhor. Otavinho reconheceu que tem exageros, eles próprios tem cometido exageros e o João [provável referência a João Roberto Marinho] com aquela conversa de sempre, que não manda. […] Ela [Dilma] disse a ele ‘João, vocês tratam diferentemente de casos iguais. Nós temos vários indicativos’. E ele dizendo ‘isso virou uma manada, uma manada, está todo mundo contra o governo.’

MACHADO – Efeito manada.

RENAN – Efeito manada. Quer dizer, uma maneira sutil de dizer “acabou”, né.

25 de maio de 2016 às 12:11

tvTG: Justiça Federal abre inscrições para mediadores [0] Comentários | Deixe seu comentário.

A Justiça Federal lançou edital para selecionar pessoas interessadas em atuar como Mediadores.
Inicialmente um serviço prestado voluntariamente, por pessoas das mais diversas áreas, que tenham curso superior, mas que poderá se tornar rentável financeiramente.
O juiz federal Carlos Wagner, nosso entrevistado nessa terça-feira, no Jornal da Noite, da 95FM, explicou como os interessados podem se inscrever.

25 de maio de 2016 às 12:05

Vivaldo Costa recebe na Assembleia o pré-candidato a prefeito de Caicó, médico Judas Tadeu [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O deputado Vivaldo Costa (PROS) recebeu hoje na Assembleia Legislativa o médico caicoense Judas Tadeu.

Judas é o pré-candidato a prefeito de Caicó com apoio de Vivaldo.

O parlamentar apresentou o novo político aos seus pares na AL, como o presidente Ezequiel Ferreira e o deputado Albert Dickson (PROS).

25 de maio de 2016 às 11:58

Senador José Agripino avalia diferença entre a presidente afastada Dilma Rousseff e o interino Michel Temer [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Do senador José Agripino Maia (DEM) sobre as medidas econômicas anunciadas pelo presidente Michel Temer:

“A diferença entre Dilma e Temer é que Dilma primeiro gasta sem autorização e depois impõe ao Congresso a aprovação de uma lei para coonestar o delito. Temer assume a ‘herança maldita’ e, sem revanchismo, submete o valor do rombo a uma bem-educada proposta de ajuste da meta fiscal”,

Entre as iniciativas divulgadas pelo presidente interino estão a devolução de R$ 100 bilhões do BNDES ao Tesouro Nacional e a limitação do gasto público.

Outra medida apresentada foi o envio ao Congresso Nacional de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que limita o gasto público.
O presidente em exercício também propôs a extinção do Fundo Soberano, criado em 2008 com a sobra do superávit primário e com royalties do petróleo.

25 de maio de 2016 às 11:38

Governador e secretária de Saúde visitam hospitais em Natal [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O governador Robinson Faria começou o dia hoje visitando hospitais na companhia da secretária de Saúde, Eulália Alves.
Primeiro os dois foram ao Walfredo Gurgel onde visitaram as alas, conversaram com pacientes, e no final se reuniram com a direção do hospital.

Concluída a agenda no Walfredo Gurgel, Robinson e Eulália seguiram para a zona Norte, para uma visita ao Hospital Infantil Maria Alice Fernandes.


25 de maio de 2016 às 11:15

Tribunal de Justiça não vota ação do MP que envolve presidente da AL e processo deve seguir para o Supremo [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Do Tribunal de Justiça do RN:


25 de maio de 2016 às 9:03

Temer se recupera do momento de fragilidade e aprova reforma fiscal na 1ª vitória do seu governo [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Independente da crise política, com denúncias de envolvimento de ministros de sua gestão na lava jato, o presidente em exercício não baixou a cabeça e fez o que a presidente afastada Dilma Rousseff não vinha conseguindo desde que foi reeleita e assumiu o segundo mandato: ter liderança.

E independente de quem governe, é disso que o Brasil precisa para sair desse clima de estraçalhamento.

Ser só do contra adianta pouco.
Leia notícia da Folha:



Congresso aprova meta fiscal, na primeira vitória do governo Temer



MACHADO DA COSTA

MARIANA HAUBERT

DE BRASÍLIA



Em uma longa e conturbada sessão, o Congresso aprovou na madrugada desta quarta-feira (25), em votação simbólica, a revisão da meta fiscal com a elevação do deficit primário para R$ 170,5 bilhões. A votação pode ser considerada a primeira vitória do presidente interino Michel Temer junto ao Legislativo.
O peemedebista fez diversos apelos a sua nova base aliada para que se esforçassem para “ajudar a tirar o país da crise”. Segundo Temer, a nova meta dará um “clima de tranquilidade ao país”. Ao longo do dia, Temer ligou várias vezes para diversos parlamentares para garantir o apoio deles em plenário, segundo a Folha apurou.
Temer conseguiu votar a nova meta de forma expressa no Congresso. Ele levou pessoalmente ao presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), o projeto na segunda-feira (23).
Renan definiu o regime de urgência para a matéria e evitou sua tramitação na Comissão Mista de Orçamento.
A sessão que analisou a proposta durou mais de 16 horas. Ela começou na manhã de terça e foi concluída apenas na madrugada de quarta. Grande parte da sessão foi destinada à votação de 24 vetos presidenciais, dos quais um foi rejeitado integralmente e dois tiveram trechos também derrubados.
A votação da meta fiscal começou por volta das 1h15 e durou cerca de três horas.
Ao longo das discussões, Renan tomou uma série de medidas para agilizar a votação da meta e evitar que, com o avançar da madrugada, o quórum de parlamentares diminuísse e prejudicasse a votação.

VOTAÇÃO CONTURBADA



Deputados e senadores da oposição questionaram o tamanho do deficit, pois a conta apresentada por Nelson Barbosa, último ministro da Fazenda de Dilma Rousseff, apresentava um deficit primário de R$ 96,7 bilhões.
“O governo fez diversas maquiagens para chegar a um rombo de R$ 170,5 bilhões”, disse o senador Humberto Costa.
O relator da matéria, deputado Dagoberto Nogueira Filho (PDT-MS), proveu um relatório favorável aos cálculos formulados pelo novo governo. “O número que foi apresentado é um número justo.
Ele diz ter procurado o ex-ministro da Fazenda Nelson Barbosa e que o antecessor de Henrique Meirelles confirmou que o número seria justo.
A sessão foi marcada por bate-bocas e discussões acaloradas entre aliados da presidente afastada Dilma Rousseff e aliados de Temer.
Na tentativa de acelerar a votação, o presidente do Congresso, Renan Calheiros (PMDB-AL) tentou limitar o tempo de fala dos parlamentares. A senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) chegou a ocupar uma das tribunas da Câmara, onde corria a sessão, para tentar dificultar o andamento dos discursos.
“Esse projeto é um cheque em branco e não é para gastar com o povo, não sabemos para o que é”, afirmou a senadora.
Membros da oposição, no entanto, criticaram os números de Nelson Barbosa. “Como eles podem ter colocado a CPMF na meta? É prova da incompetência dos ex-técnicos do governo. Provam que eram cálculos imaginários”, afirmou a deputada Mariana Carvalho (PSDB-RO).
Após quatro senadores –dois da situação e dois da oposição– e seis deputados –também dividido meio a meio– falarem, o líder do PMDB no Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE) apresentou um requerimento para encerrar os debates e acelerar a votação. Renan aceitou o requerimento e, em votação do plenário, ele foi aprovado.
Sem mais impedimentos, Renan chamou uma votação simbólica para aprovar a nova meta.
O líder do PMDB no Senado, Eunício Oliveira (CE), afirmou que o primeiro desafio de Temer foi vencido e que a nova base aliada demonstrou “estar preocupada com o Brasil”.
Já o senador Humberto Costa (PT-PE), ex-líder do governo na gestão Dilma, classificou a nova meta como um cheque em branco.
“Esse deficit é artificial, é inflado. Eles querem um discurso para daqui até o final do ano remanejarem recursos de uma rubrica para outra e no fim do ano dizerem que a meta foi cumprida. É impossível gerar esse rombo como está proposto ali”, disse.
O petista reconheceu, no entanto, que houve um erro de estratégia do partido ao final da sessão que acabou permitindo uma votação simbólica, quando o PT pediu verificação de quórum quando deveria ter pedido que a votação fosse feita de forma nominal. “Acho que é uma falta de costume de ser oposição”, disse.

ROMERO JUCÁ



O senador Romero Jucá (PMDB-RR), que atuou na confecção da meta como ministro do Planejamento, defendeu o deficit primário pedido pelo governo Temer. Apesar do fogo cerrado, o senador permaneceu sentado à Mesa Diretora, acompanhando de perto o avanço da sessão.
“Temos que pedir esse deficit porque o governo não pagava aluguel de embaixada. Não mandava dinheiro para a saúde”, disse.
Durante seu discurso, Jucá era chamado de “golpista” por opositores. O senador respondeu na mesma hora. “Sempre falei em herança maldita e me questionavam o que seria essa herança. Eu dou exemplo. A maior herança maldita é a posição, é aguentar vocês”, afirmou.
O deputado Silvio Costa (PTdoB-PE) ironizou a situação do senador.
“Michel não foi correto com Vossa Excelência. Amigo é amigo no bom e no ruim. Quando você armou para derrubar o governo, para conspirar, Michel estava feliz. Na hora que veio uma dor para você, na primeira dor, ele lhe abandonou”, provocou Costa.

PRÓXIMOS PROJETOS



Com a primeira etapa cumprida, o governo ganha fôlego para negociar no Congresso as medidas de austeridade anunciadas nesta terça (24), entre elas o pagamento antecipado de R$ 100 bilhões do BNDES ao Tesouro Nacional.
Segundo o senador Aníbal Diniz (PSDB-SP), a maioria conquistada na votação mostra que o governo está conseguindo formar um núcleo duro capaz de aprovar essas medidas. “É preciso uma mudança para acabar com a fragmentação que estava havendo. A economia está devastada. E com a maioria demonstrada hoje, o governo pode respirar aliviado”, disse.
No mesmo sentido, Eunício Oliveira afirmou que cada proposta terá que ser negociada uma a uma no Congresso, mas a votação da meta fiscal demonstrou que o governo tem “uma maioria bastante significativa”.
Temer anunciou nesta terça (24) o primeiro pacote de medidas para reduzir o endividamento público e controlar o crescimento das despesas, consideradas hoje em trajetória insustentável.
A medida que deve provocar mais debate e impacto é a criação de um teto para o crescimento das despesas públicas. A proposta precisa de aprovação do Congresso, pois mexe nas regras constitucionais de destinação de dinheiro para saúde e educação.

24 de maio de 2016 às 17:49

Policial Militar com patrimônio de 15 milhões teria conseguido 1 milhão para campanha de Temer [0] Comentários | Deixe seu comentário.

De Lauro Jardim

O PM mais bem-sucedido do Brasil

Por Guilherme Amado

O PM aposentado João Baptista Lima Filho, amigo de Michel Temer desde os tempos em que o presidente interino foi secretário de Segurança em São Paulo, é um caso de sucesso que deve dar orgulho a todo policial militar no Brasil.

Apesar dos conhecidos soldos baixos da categoria, o coronel Lima tornou-se um bem-sucedido empreiteiro e fazendeiro, com fortuna estimada em R$ 15 milhões.

Mas, a ser verdade que ele intermediou R$ 1 milhão para a campanha de Temer, conforme disse o delator José Antunes Sobrinho, da Engevix, à Lava-Jato, o coronel Lima seria apenas mais um PM que prosperou por outras vias.

24 de maio de 2016 às 17:29

Temer diz que já tratou com bandidos e sabe o que fazer no governo [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Com tapa na mesa, Temer diz que sabe governar e já ‘tratou com bandidos’

Ave Maria…
O que danado o presidente Michel Temer quis dizer quando disse que já tratou com bandido?
Milhões de interpretações!!!
Dentro do contexto, a frase foi a seguinte…porém, sem deixar de dar margem às interpretações.

“Tenho ouvido: ‘Temer está muito frágil, coitadinho, não sabe governar’. Conversa! Fui secretário de Segurança duas vezes em São Paulo e tratava com bandidos. Então eu sei o que fazer no governo”.

O presidente disse isso…batendo na mesa.

24 de maio de 2016 às 15:59

PDT pede cassação dr Romero Jucá [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O PDT apresentou hoje à tarde denúncia contra o senador Romero Jucá (PMDB-RR) no Conselho de Ética do Senado. 

O documento foi entregue pelo senador Telmário Mota (PDT-RR), primeiro vice-líder do partido na Casa, e pelo presidente da sigla, Carlos Lupi.

24 de maio de 2016 às 15:51

Carreta de mamografia do Hospital de Barretos é trazida ao RN pela Frente Parlamentar de Combate ao Câncer [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Por intermédio da Frente Parlamentar de Combate ao Câncer, presidida na Câmara Federal pelo deputado Antônio Jácome (PTN), chegou a Natal uma unidade móvel de mamografia do Hospital do Câncer de Barretos, em São Paulo.

 A carreta, que numa parceria com a Avon, é totalmente equipada, dispondo de profissionais especializados, fica no Rio Grande do Norte por quase um mês e disponibilizará exames de mamografia para cerca de mil mulheres.
Confira abaixo as datas e cidades beneficiadas pelo projeto: 

23 a 27 de maio

Natal – 23, 24 e 25 na Praça Cívica e dia 27 no Alecrim, Templo Central.

30 de maio – Parnamirim

31 de maio – Goianinha

01 de junho – João Câmara. 

3 de junho – São Gonçalo do Amarante.
Entre 16 a 20 de maio a carreta esteve em Monte Alegre, atendendo pacientes dos municípios de Lagoa D’antas, Serrinha, São José do Mipibu e Santo Antônio.

Hoje o deputado estadual Jacó Jácome foi acompanhar os atendimentos.

24 de maio de 2016 às 11:52

Assembleia dispensa tramitação para acelerar doação de 20 milhões pelo TJ ao sistema penitenciário do RN [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Depois de uma reunião de líderes partidários com o presidente da Assembleia, deputado Ezequiel Ferreira, foi definida a dispensa de tramitação nas comissões para que o Tribunal de Justiça repasse 20 milhões de reais para o sistema penitenciário do Rio Grande do Norte.

A intenção do TJ é possibilitar a construção de um presídio para 600 presos e uma unidade da APAC (Associação de Proteção e Assistência aos Condenados). 

O anúncio foi feito pelo presidente do TJRN, Cláudio Santos.

24 de maio de 2016 às 11:09

Henrique diz a Temer que citações sobre ele na lava jato são “irrelevantes” e ele não precisa deixar o cargo para evitar bombardeios [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Do G1 RS
Após queda de Jucá, Temer consultou situação de Alves, relata ministro


Aliado próximo de Temer, ministro do Turismo é investigado pela Lava Jato. Padilha disse que presidente em exercício conversou com Henrique Alves
O ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, afirmou nesta terça-feira (24), em entrevista ao programa Bom Dia Rio Grande, da RBS TV, que o presidente em exercício Michel Temer consultou o ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves, sobre se ele desejaria deixar o cargo antes de um eventual “bombardeio” pelo fato de o peemedebista ser investigado na Operação Lava Jato.

Segundo Padilha, a conversa veio após a decisão do então ministro do Planejamento, Romero Jucá, de pedir exoneração do cargo. 

A saída de Jucá do governo ocorreu um dia depois de o jornal “Folha de S.Paulo” divulgar conversa em que ele sugere um “pacto” para barrar a Lava Jato ao falar com o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado.

Segundo Padilha, Temer conversou com Henrique Alves, que classificou a investigação sobre ele na Lava Jato de “irrelevante”.

“Ontem mesmo o Michel [Temer] fez a ele [Henrique Alves] essa pergunta: será que não seria o caso de tu avaliares se não vai vir logo atrás um bombardeio em relação a ti e tu teres que deixar? Ele acha que não, que não vai ter nada, que o assunto dele é irrelevante”, disse o ministro da Casa Civil.

Padilha classificou, durante a entrevista, a saída de Jucá do primeiro escalão do governo Temer de “acidente de percurso”. Ele relatou ainda que a equipe mais próxima do presidente em exercício discutiu a situação do governo após o episódio até a madrugada desta terça no Palácio do Jaburu.

“Tivemos ontem um acidente de percurso, mas isso, dentro do processo político brasileiro e dado às circunstâncias, está não naquilo que era o desejado, mas já tem alguma normalidade”, afirmou Padilha.

Para o ministro, episódios como o ocorrido com Romero Jucá não irão comprometer as medidas de ajuste fiscal propostas por Temer, pois, segundo ele, a crise política está superada.

“Dois terços dos votos na Câmara e no Senado são mais do que suficientes para demonstrar que há base para aprovar as necessárias medidas. Agora nós temos uma crise ético-moral como consequência de uma operação [Lava Jato] muito bem conduzida, mas o Brasil não para”, disse.

24 de maio de 2016 às 8:02

A diferença entre uma nota oficial e uma nota de jornal [0] Comentários | Deixe seu comentário.

A nota oficial do presidente Michel Temer:
Nota à Imprensa

O ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, Romero Jucá, solicitou hoje afastamento de seu cargo, até que sejam esclarecidas as informações divulgadas pela imprensa. Registro o trabalho competente e a dedicação do ministro Jucá no correto diagnóstico de nossa crise financeira e na excepcional formulação de medidas a serem apresentadas, brevemente, para a correção do déficit fiscal e da retomada do crescimento da economia. Conto que Jucá continuará, neste período, auxiliando o Governo Federal no Congresso de forma decisiva, com sua imensa capacidade política.

Nota do jornal (O Globo hoje)

24 de maio de 2016 às 7:40

Vício: Edição 30 da lava jato tem 2 prisões, 9 conduções coercitivas e 28 mandados de busca [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Do G1
Polícia Federal cumpre a 30ª fase da Operação Lava Jato no RJ e em SP
Operação é realizada na manhã desta terça-feira (24) no RJ e em SP. Lava Jato investiga esquema bilionário de lavagem de dinheiro
Por Adriana Justi e Camila Bomfim

Do G1 PR e da TV Globo em Brasília
A Polícia Federal (PF) cumpre, desde a madrugada desta terça-feira (24), a 30ª fase da Operação Lava Jato no Rio de Janeiro e em São Paulo. 

Serão cumpridos dois mandados de prisão preventiva, 28 de busca e apreensão e 9 de condução coercitiva, que é quando a pessoa é levada para prestar depoimento. A ação foi batizada de “Operação Vício”.

Segundo a PF, as investigações focam no no esquema de corrupção e lavagem de ativos decorrentes de contratos firmados com a Petrobras. A ação mira vários contratos e correspondentes repasses de valores não devidos ocorridos entre empresas contratantes da Petrobras, funcionários da estatal e agentes públicos e políticos.

Ainda conforme a PF, três grupos de empresas são investigados por terem se utilizado de operadores e de contratos fictícios de prestação de serviços para repassar, notadamente, à Diretoria de Serviços e Engenharia e Diretoria de Abastecimento da Petrobras.

A PF disse ainda que, em outro procedimento, também estão sendo cumpridos mandados que buscam a apuração de pagamentos indevidos a um executivo da área internacional da Petrobras em contratos firmados para aquisição de navios-sondas.

Os crimes investigados nesta etapa são corrupção, organização criminosa e lavagem de ativos. Os presos serão levados para a Superintendência da PF, em Curitiba.

24 de maio de 2016 às 7:23

Notícia do Globo diz que ministro Henrique Alves pode ser o próximo alvo do governo [0] Comentários | Deixe seu comentário.

D’O Globo de hoje:


23 de maio de 2016 às 22:26

Áudios que derrubaram Jucá fazem parte de delação de Sérgio Machado que deverá derrubar presidente do Senado [0] Comentários | Deixe seu comentário.

De Lauro Jardim, n’O Globo Online:

Sérgio Machado gravou também Sarney e Renan. Saiba os detalhes da delação



Sérgio Machado não gravou apenas Romero Jucá. O ex-presidente da Transpetro na era PT registrou também áudios de Renan Calheiros e José Sarney.
Nestes dois casos os registros foram feitos em conversas privadas que Machado teve com cada um dos dois, separadamente.
Quem teve acesso aos áudios diz que o que foi revelado hoje em relação a Jucá “não é nada” comparado ao que Renan e Sarney disseram. 
As gravações foram feitas no âmbito da delação premiada que Sérgio Machado está negociando com a Procuradoria-Geral da República desde março. O acordo com a PGR foi selado na semana passada.
Na delação, Machado gravou apenas três políticos: o responsável pela sua indicação para a Transpetro (Renan), Sarney e Jucá. Mas comprometeu outros senadores do PMDB. São eles Jáder Barbalho e Edison Lobão.
Eduardo Cunha, Aécio Neves, José Dirceu e Lula não aparecem nos depoimentos dados por Machado.
A delação de Machado está na mesa do ministro Teori Zavascki, esperando homologação. 

23 de maio de 2016 às 22:14

Secretário Virgolino faz intervenção em mais um presídio e recolhe celulares e drogas [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O secretário de Justiça do RN, Walber Virgolino, terminou há pouco mais uma intervenção em presídio de Natal.

Foi no CDP do Potengi, na zona Norte.

O secretário Lampião contou com o apoio do Grupo Penitenciário de Ações com Cães (GPAC).

Na operação foram recolhidos celulares, carregadores, baterias, drogas…

23 de maio de 2016 às 22:00

Vizinhos de Temer em bairro chique de SP protestam na frente da casa dele e ‘cantam’ que presidente está na lava jato [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Da Folha:
Sogra de Temer pede saída de manifestantes da porta de casa em SP
THAIS ARBEX

DE SÃO PAULO
A mãe da primeira-dama interina Marcela Temer, Norma Tedeschi, saiu na sacada da casa de Michel Temer para pedir que manifestantes deixassem a rua onde mora o presidente interino.
Um grupo de cerca de 50 moradores do bairro de Alto de Pinheiros, na zona oeste de SP, faz uma serenata em frente à casa do peemedebista. O evento, divulgado pelo Facebook, foi chamado de “Serenata dos vizinhos contra o golpe!”.
De acordo com a descrição, a organização do ato é de um grupo de moradores “com a ideia de mostrar que no bairro também tem gente contra Temer e contra o golpe”.
Da sacada, Norma pediu que os manifestantes interrompessem a cantoria para que ela pudesse falar. O grupo, em silêncio, ouviu o que ela tinha a dizer.
A sogra de Temer disse que o neto, Michelzinho, 7, está doente, com febre e que, por causa do protesto, ela não poderia sair de casa para comprar remédios. Pediu que o grupo fosse embora. Um dos manifestantes respondeu dizendo que na periferia tinha um monte de criança doente. Norma fechou a janela e o protesto continuou.
O grupo, que se intitula vizinho do presidente interino, carrega cartazes com os dizeres “O golpe mora ao lado”, “Michel é Cunha” e “Todo apoio ao Povo Sem Medo”. Gritam também “O povo não é pato, o Michel Temer também está na Lava Jato”.

Com violão, sax e pandeiro, o grupo fez uma versão de “Carinhoso” para protestar contra Temer.
“Meu coração/ Não sei por que/ Tem um infarto quando te vê”, cantam.
VÉSPERA
Ainda segundo os organizadores, a ideia inicial era fazer uma serenata na porta da casa de Temer, mas depois o ato também foi chamado para mostrar “total apoio aos movimentos sociais que foram expulsos de forma violenta” pela PM.
Na madrugada desta segunda, após pouco mais de quatro horas, cerca de 150 pessoas que se mantinham acampadas em uma praça próxima à residência do presidente interino foram tiradas do local pela Polícia Militar.
Por volta das 23h45, pouco mais de uma hora após ordenarem a saída dos manifestantes, os policiais militares começaram a dispersar o acampamento com bombas de efeito moral, bombas de gás lacrimogêneo e jatos de água.
Remanescentes de um protesto contra a gestão interina de Temer que reuniu 5.000 pessoas, segundo estimativa da PM, os manifestantes haviam erguido barracas e desembarcado colchões para criar um acampamento no local.
Para Guilherme Boulos, um dos líderes da Frente e um dos coordenadores nacionais do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto), 30 mil pessoas participaram da passeata.