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  • Jimmy Vitara
  • outubro 2014
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  • @thaisagalvao

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      • Grand Vitara

      Nos meios jurídicos, a informaçãe é de que o secretário de Administração, Alber Nóvrega, teria sido exonerado por não ter aceitado transferir recursos do Fundasp (fundo destinado ao aperfeiçoamento dos servidores) para cobrir a Previdência, já que o governo não vem recolhendo os 22% do fundo patronal ao Ipern.

      Apesar de não recomendado pela legislação, o fundo poderá ser liberado caso uma liminar seja deferida.

      E a liminar do governo acabou de ser dada entrada no Tribunal de Justiça.
      Foi distribuída para o desembargador Cláudio Santos.

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      Como informado, o quadro “De Malas Prontas” mostrou Natal hoje no programa ‘Mais Você’, de Ana Maria Braga.
      O quadro aconteceu graças a uma parceria entre a operadora CVC e o Ocean Palace.

      A ideia do quadro “De Malas Prontas” é sugerir um local em que o turista possa arrumar as malas, botar o pé na estrada, com tudo pago pela operasora e o hotel escolhido, e curtir uns dias de descanso e diversão.

      A família escolhida veio de Goiânia passar o fim de semana em Natal.

      O investimento total foi de R$ 250 mil sendo R$ 200 mil da CVC, e R$ 50 mil do Ocean Palace.

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      • Home Angels

      Da Veja Online, especulando o retrato do segundo governo Dilma Rousseff:

      Os bastidores do vai e vem ministerial: os feridos, os fortalecidos e os irritados

      Luís Lima, Talita Fernandes e Naiara Infante Bertão

      Prata da casa — Os que tinham a esperança de que Dilma escolhesse um nome de mercado para o Ministério da Fazenda terão de encarar os fatos: a presidente ficará mesmo com seu rebanho na hora de compor a equipe econômica. Nada de banqueiros. Tampouco vão embarcar economistas de linhagem diferente da desenvolvimentista. Até o momento, o mais cotado é Nelson Barbosa, ex-secretário-executivo do Ministério da Fazenda. Meses atrás, quando questionado pelo site de VEJA sobre o interesse, Barbosa negou. Contudo, nos bastidores, sabe-se que o economista se tornou figura frequente no bairro do Ipiranga, onde Lula mantém seu QG, em busca de apoio para a postulação. Dilma havia se mostrado reticente. Agora, encara o economista como uma saída mais sensata. “Ele seria uma boa escolha por ter bom trânsito no governo, no Congresso e entre os empresários”, afirma um cacique petista.

      Melhor que nada — No mercado financeiro, o nome de Barbosa não é malquisto como o de seu ex-chefe, Guido Mantega. “Não concordo com o que ele pensa. Mas o respeito como economista. Já o Mantega…”, diz um gestor de fundos. Em Brasília, o sentimento é de que a presidente não morre de amores por ele, mas precisa de um ministro com características conciliadoras e que aceite, sem maiores crises, que o chefe da pasta será mesmo ela. Barbosa, por sua vez, não teria de trabalhar com seu desafeto Arno Augustin, que deixa a Secretaria do Tesouro Nacional ao final deste governo.

      Fica, vai ter bolo — O atual presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, embora não seja aclamado pelo mercado, é visto pelos governistas como um nome que “não causa muitos problemas”. O governo pode fazer, contudo, mudanças pontuais em algumas diretorias do BC. Já na Fazenda, o único dos atuais secretários que deve permanecer na pasta é Dyogo Oliveira, que ocupou a secretaria-executiva interinamente após a saída de Nelson Barbosa.

      Quase lá — Para a pasta da Agricultura, a senadora Kátia Abreu é a número um da fila. Não é de hoje que a presidente da Confederação Nacional da Agricultura (CNA) pavimenta seu caminho até a Esplanada. Nos dois últimos anos, principalmente em 2014, houve uma aproximação forte com a presidente Dilma. Kátia se tornou espécie de “consultora” para assuntos do agronegócio no Palácio do Planalto. A ‘amizade’ criou até mesmo desavenças na própria CNA, já que a senadora foi criticada por não fazer a oposição que as federações do setor exigiam. A trajetória política também foi providencial. A senadora deixou a oposição (DEM-TO) em 2011, transferiu-se ao PSD de Gilberto Kassab, apoiador de Dilma e, em seguida, ao PMDB, que é o ‘dono’ da pasta no governo.

      Doce — Sem função parlamentar em 2015, depois da derrota nas eleições para governador do Rio Grande do Norte, Henrique Eduardo Alves vem sendo sondado pelo governo para assumir a pasta da Previdência, que é comandada pelo seu tio, Garibaldi Alves. A aliados, o atual presidente da Câmara disse que, por ora, não aceitará o cargo. Voltará para Natal para cuidar dos negócios da família e militar pelo partido.

      Prêmio de consolação — Dar a Previdência a Henrique Alves é a estratégia do governo para acalmar os ânimos do peemedebista depois da derrota que sofreu em seu estado natal. Alves ficou irado depois que o ex-presidente Lula apareceu apoiando seu adversário Robinson Faria (PSD-RN).

      Nova ala — O atual ministro-chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante, tem não apenas tentado se manter forte no governo, mas também procura emplacar nomes em outras pastas. Uma das tentativas de Mercadante é arrumar um substituto para Paulo Bernardo, que hoje ocupa o Ministério das Comunicações. Depois de o nome de Bernardo e de sua mulher, a senadora Gleisi Hoffman, aparecerem entre os possíveis favorecidos do esquema de corrupção da Petrobras, a base governista considera improvável que o ministro seja mantido.

      Balão de ensaio — A escolha dos novos ministros do governo Dilma está dividida em várias frentes. De um lado, o presidente nacional do PT, Rui Falcão, está conversando com os partidos aliados à sigla para dar início à distribuição de ministérios. Do outro, o articulador é o ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva, que tem contado a diversos aliados os nomes que gostaria no governo, como forma de testá-los junto à opinião pública. Os rumores sobre o presidente do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco, assumir a Fazenda são de autoria do ex-presidente.

      Em alta — Novato na pasta, o ministro da Saúde, Arthur Chioro, tem grandes chances de permanecer no cargo. Nos bastidores de Brasília, fala-se que seu nome é defendido com afinco por empresários da indústria farmacêutica. A maior dificuldade dos governistas no âmbito da Saúde seria, contudo, garantir um nome forte para a presidência da Anvisa — agência que foi fatiada entre diversos partidos.

      Órfão — Derrotado, o ex-ministro Alexandre Padilha (PT-SP) também poderia voltar para Brasília, já que ficou sem nenhum cargo. A dificuldade da volta está no fato de seu nome ter sido citado nas denúncias da Operação Lava-Jato, apesar de nada ter sido comprovado.

      Pé na rua – Quem não ficará no governo são os ministros Guido Mantega (Fazenda), Marta Suplicy (Cultura) e Mauro Borges (Desenvolvimento). Mantega, que está no cargo há quase oito anos, já teve sua demissão anunciada durante a campanha presidencial. Marta deve sair por ter sido uma dos principais entusiastas do movimento “Volta, Lula”. Já Borges assumiu o MDIC de forma quase que interina, quando Fernando Pimentel deixou a pasta para disputar o governo mineiro pelo PT.

      Direto de Minas — Josué Gomes, filho do ex-vice-presidente José Alencar, é um dos mais cotados para assumir a pasta do Desenvolvimento no lugar de Mauro Borges. Petistas afirmam que, mesmo derrotado no Senado, Gomes fez a “lição de casa” durante as eleições.

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      Do G1:

      Após as eleições, Copom surpreende e sobe juros para 11,25% ao ano

      Mercado financeiro acreditava que juros seriam mantidos em 11% ao ano.Inflação soma 6,75% em 12 meses até setembro, mas atividade está fraca

      Alexandro Martello

      Brasília

       

      Em sua primeira reunião após a reeleição da presidente Dilma Rousseff, o Comitê de Política Monetária (Copom) surpreendeu ao elevar a taxa básica de juros da economia brasileira de 11% para 11,25% ao ano. Foi a primeira elevação desde abril deste ano, o que levou a taxa de juros ao maior patamar desde o fim de 2011.

      A decisão surpreendeu a maior parte dos economistas do mercado financeiro, que apostavam maciçamente em nova manutenção da taxa básica da economia em 11% ao ano. A decisão acontece em um momento de fraca atividade econômica, tendo o Produto Interno Bruto (PIB) registrado retração no primeiro e segundo trimestres deste ano – o que configura recessão técnica – embora a inflação em doze meses até setembro tenha somado 6,75%, acima do teto de 6,5% do sistema de metas brasileiro.

      O próprio Banco Central havia sinalizado, na ata da última reunião, ocorrida em setembro, que os juros não deveriam ser reduzidos, mas não havia deixado claro que a taxa poderia ser elevada. Na ocasião, informou que seria plausível afirmar que, levando em conta estratégia de não redução do instrumento de política monetária (juro), a inflação tenderia a entrar em trajetória de convergência para a meta nos trimestres finais do horizonte de projeção (2016).

      Segundo analistas, vários fatores que influenciam a inflação se contrapõem neste momento. O baixo nível de atividade e a queda dos preços das "commodities" (produtos básicos com cotação internacional) atuam para conter a inflação, ao mesmo tempo em que a alta do dólar e dos preços administrados (como telefonia, água, energia, combustíveis e tarifas de ônibus, entre outros), continuam pressionando os preços. Além disso, a inflação de serviços, impulsionada pelos ganhos reais de salários, segue elevada.

      Decisão não foi unânime

      A decisão do Copom, entretanto, não foi unânime. Votaram pela elevação da taxa Selic o presidente da instituição, Alexandre Tombini, além dos diretores Aldo Mendes, Anthero de Moraes Meirelles, Carlos Hamilton e Sidnei Corrêa Marques. Votaram pela manutenção da taxa Selic em 11% ao ano os seguintes integrantes do Comitê: Altamir Lopes, Luiz Awazu Pereira da Silva e Luiz Edson Feltrim.

      Ao fim do encontro, foi divulgada a seguinte explicação: "Para o Comitê, desde sua última reunião, entre outros fatores, a intensificação dos ajustes de preços relativos na economia tornou o balanço de riscos para a inflação menos favorável. À vista disso, o Comitê considerou oportuno ajustar as condições monetárias de modo a garantir, a um custo menor, a prevalência de um cenário mais benigno para a inflação em 2015 e 2016".

      Metas de inflação

      Pelo sistema de metas de inflação vigente na economia brasileira, o BC tem de calibrar os juros para atingir objetivos pré-determinados. Para 2014, 2015 e 2016, a meta central de inflação é de 4,5%, mas o IPCA, que serve de referência para o sistema brasileiro, pode oscilar entre 2,5% e 6,5% sem que a meta seja formalmente descumprida.

      No fim de setembro, o Banco Central estimou, por meio do relatório de inflação, um IPCA de 6,3% para este ano e de 5,8% a 6,1% para 2015, ou seja, valor ainda distante da meta central de 4,5% para ambos os anos. Segundo a autoridade monetária informou naquele momento, a inflação começará a convergir mais fortemente para a meta central somente em 2016.

      Em doze meses até setembro, o IPCA somou 6,75% – acima do teto de 6,5% do sistema de metas brasileiro. Entretanto, o governo considera que a meta foi cumprida ou não apenas com base no acumulado em 12 meses até dezembro de cada ano.

      Política econômica

      A política econômica foi alvo de ataques da oposição durante a campanha presidencial deste ano. O baixo crescimento da economia brasileira, assim como o fato de a inflação estar oscilando ao redor de 6% nos últimos anos, foi atacada pelo candidato do PSDB, Aécio Neves

      De acordo com Silvio Campos Neto, economista-sênior da Tendências Consultoria, houve "perda de credibilidade" do BC, uma vez que a inflação oscilou ao redor de 6% nos últimos anos e meses, mais próxima do teto do sistema de metas, do que do objetivo central de 4,5%. Para ele, a instituição teria de promover um aumento muito grande da taxa neste momento para tentar retomar a confiança.

      "A politica macroeconômica está muito desajustada, especialmente o lado fiscal [gastos públicos] nos últimos anos. Isso dificulta ainda mais o lado da política monetária [definição dos juros]. É importante recolocar a parte macroeconômica em ordem, com uma política mais consistente fiscal e monetária, e mostrar como lidar com o câmbio, zerando o jogo, e passar para a sociedade quais são os objetivos", avaliou o economista da Tendências, antes da reunião do Copom.

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      A Câmara Municipal de Natal aprovou nesta quarta-feira, em primeira votação e em regime de urgência, a Lei Orçamentária Anual – 2015 (LOA) do Executivo, que prevê as receitas e fixa as despesas públicas para o período de um exercício financeiro.

      Agora os vereadores tem prazo até 1º de dezembro para apresentarem e a segunda votação da LOA está marcada para os dias 2, 3 e 4.

      "Trata-se de oferecer tempo para os parlamentares estudarem com profundidade a peça orçamentária enviada pela Prefeitura para esta Casa. A proposta recebeu parecer favorável das comissões técnicas", explicou o líder da bancada governista, vereador Júlio Protásio (PSB).

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      O quadro “De Malas Prontas” desta quinta-feira, no programa ‘Mais Você’, de Ana Maria Braga, será um convite a conhecer Natal.

      A ideia do quadro é sugerir um local em que o turista possa arrumar as malas, botar o pé na estrada sem pagar nada e curtir uns dias de descanso e diversão.

      A informação da veiculação de material sobre Natal no programa foi repassada à Secretaria de Turismo do Estado pela CVC, responsável por emplacar a capital no programa global.

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      • DNA Center

      Eita piula…

      Faltando exatos 2 meses para terminar a gestão, a governadora Rosalba Ciarlini exonera seu secretário de Administração, Alber Nóbrega, marido de sua secretária particular, Fátima Moreira.

      Fala-se em "arranhão" com o chefe da Casa Civil, Carlos Augusto Rosado…

      Será?

      Por quê?

      Certamente a decisão n˜ao foi para dar início a uma reforma administrativa.

       

       

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      O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Dias Toffoli, proclamou nesta terça-feira o resultado provisório do segundo turno das eleições presidenciais de domingo.

      O ministro informou que a chapa Dilma/Michel Temer obteve 54.501.118 votos (51,64% dos votos válidos), e a chapa Aécio Neves/Aloysio Nunes Ferreira recebeu 51.041.155 votos (48,36% dos votos válidos).

      “De acordo com o relatório, ora examinado, constata-se que Dilma Rousseff e Michel Temer obtiveram a maioria absoluta dos votos válidos, consoante o disposto no artigo 77, parágrafo segundo, da Constituição Federal de 1988, e no artigo 2º da Lei 9.504, de 1997”, disse o ministro.

      A proclamação definitiva dos candidatos eleitos somente ocorrerá após o julgamento dos relatórios dos grupos de estados relatados pelos ministros do Tribunal.

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      O deputado Henrique Alves (PMDB) negou, em contato com o Blog, que tenha aprovado, na Câmara, projeto do DEM que derrubava decreto da presidente Dilma sobre conselhos populares, como revanche pelo fato do ex-presidente Lula ter declarado apoio à candidatura do governador eleito Robinson Faria.

      “Com apoio de 19 partidos contra 3? Todos revanche também?”, justificou Henrique, explicando que a pauta era antiga e travaria a Câmara caso não fosse votada.

      Tentei muito que retirassem decreto e encaminhassem via projeto-de-lei. Com urgência até. E votaríamos com correções e ajustes na visão do legislativo. Mas não consegui. Em junho isso. O governo achava que enfraquecia a presidente e manteve o decreto apesar das minhas ponderações, sentindo reação da Casa”, disse Henrique, afirmando que oposição e outros partidos exigiam votação do decreto legislativo que suspendia o decreto presidencial, sob risco de obstrução de todas as votações.

      “Essa obstrução funcionou durante a eleição porque o quórum era baixo. E se havia ameaça de aprovar, aí era o Governo que obstruía, tirava o quórum. E com mais de 430 deputados na Casa, não tinha obstrução do Governo que resistisse. E a oposição declarou que não votaria nada sem votar o decreto. Impasse. Solução única: o voto”, explicou Henrique, que não teve mais como segurar qualquer reação do Planalto.

      “O Governo ainda tentou estender a votação, mas com 19 partidos contra 3, em algum momento a votação principal aconteceria. E aconteceu. Vontade da Casa. Irreversível. Agora vai para o Senado”, completou o presidente da Câmara.

      Em entrevista nesta quarta-feira, o presidente do Senado já adiantou que o Governo não terá sucesso com seu decreto e que a Casa deverá rejeitá-lo, assim como fez a Câmara.

      A declaração de Renan Calheiros reforça a justificativa de Henrique sobre “revanche” pessoal por causa de sua derrota no Rio Grande do Norte.

      “Ridículo! Essa matéria está na pauta desde julho, mas sem quórum para votar. Desde lá que eu quis votar como presidente da Casa, que não entendia como correto com o Parlamento a formatação apresentada. Fiz pronunciamento em julho, assumidamente contra o modelo apresentado à revelia do Congresso. Agora revanche como, se a pauta é a mesma de três meses atrás? E com apoio de 19 partidos contra 3? Todos revanche também?”, questionou o presidente da Câmara, que permanecerá no cargo até o início de fevereiro, quando terá início a nova legislatura e será eleito o novo presidente.

      Até lá, se depender de Henrique, a relação com o Planalto será a melhor possível.

      “Tive uma ótima conversa com a presidente Dilma e marcamos pessoalmente na próxima semana quando ela voltar da Bahia. Nem tratou do assunto. Acho que respeito ao Parlamento mesmo. E amanhã (quinta) chamado pelo ministro Aloísio Mercadante (Casa Civil), para conversar também. Clima de diálogo importante e necessário entre poderes. E a presidente Dilma muito bem na conversa por telefone. E na sexta o ministro Berzoini (Relações Institucionais) vem tomar café comigo aqui em casa. Relação com eles sempre muito boa. Respeito recíproco. O correto”, revelou Henrique, negando que a boa relação abra a possibilidade do presidente da Câmara assumir um Ministério no segundo governo Dilma Rousseff.

      “Ministério? Sem chance. Fora de qualquer pauta. Não deixo nem concluírem a frase, os que tentam, lógico”, disse Henrique rindo.

      “Vocês vão me aguentar aí agora todos os dias”, disse o deputado, concluindo que, terminado seu mandato, se instalará no Rio Grande do Norte.

      Deverá comandar a oposição ao governo Robinson Faria e cuidar da campanha municipal, em 2016.

      Estaria Henrique disposto a disputar a Prefeitura de Natal?

      Se perdesse…continuaria como está, sem mandato.

      Até 2018, quando deverá disputar mais um mandato de deputado federal.

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      Por proposição da vereadora Júlia Arruda (PSB), a Câmara Municipal de Natal realizou, no auditório da Casa da Indústria, sessão solene em homenagem ao Dia do Cerimonialista, comemorado nesta quarta-feira.

      Em parceria com a representação do Comitê Nacional do Cerimonial Público (CNCP), através da sua coordenação Nordeste e no RN, o evento reuniu representantes da categoria nas diversas instituições públicas e privadas.

      “Hoje é o dia dos holofotes se voltarem para os bastidores. Vamos prestar uma justa homenagem àqueles que trabalham arduamente para que outros fiquem em evidência. E eu fico muito feliz por proporcionar este momento”, afirmou a parlamentar na abertura da Sessão com cerimonial comandado por Joãozinho Batista, responsável pelo setor na Câmara.

      O Dia do Cerimonialista é comemorado oficialmente no dia 29 de outubro, data instituída através de Projeto de Lei da vereadora Júlia Arruda.

      O presidente da Câmara Municipal de Natal, vereador Albert Dickson (PROS), disse que o setor oferece segurança na organização dos acontecimentos da sociedade. “Hoje é dia de festa para uma categoria que cresce e ocupa um papel de relevo. Em nome do Legislativo Natalense, parabenizo a todos os amigos cerimonialistas”.

       

       

       

      Para o chefe do cerimonial da CMN, Joãozinho Batista, trata-se da profissão guardiã das formalidades das instituições e dos sonhos dos eventos sociais. “Temos que antever situações, planejar detalhes e encontrar soluções rápidas e eficazes para todos os tipos de imprevistos. Para tudo dar certo, organização é fundamental”, explicou Joãozinho, que completou: “O cerimonial garante assessoria qualificada e profissional para as autoridades”.

       

       

       

      O evento, que também comemorou os 2 anos do CNCP, homenageou os “Amigos do Cerimonial” Toinho Silveira, a blogueira Kalina Veloso, Cláudio Paiva, da Nobres Cerimonial, e Júlio César Frederico, do Cerimoniais.Com. Na ocasião, também foram lembrados profissionais e parceiros do segmento.

       

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      out

      Garibaldi: ministro ou presidente?

      29 de outubro de 2014 às 16:28 — 1 comentário

      Da coluna Painel, na Folha de S. Paulo de hoje, engrossando ainda mais o caldo dos que tratam o senador Garibaldi Filho como futuro presidente do Senado:

      É CANDIDATO O ministro da Previdência, Garibaldi Alves Filho, quer voltar à presidência do Senado. Ele manifestou o desejo a aliados depois que Renan Calheiros (PMDB-AL) declarou, ontem, que não pretende tentar a reeleição.
      *
      Do Blog – Até bem pouco tempo, com o nome de Garibaldi apontado como forte para voltar a presidir o Senado, alguns senadores, alguns interessados na cadeira brilhante de presidente, começaram a discutir a possibilidade de conseguirem um Ministério mais pomposo para o potiguar, na intenção de tirá-lo do páreo onde ele é visto como simpático até demais.
      Porém, com a entrada do deputado Henrique Alves navprovável disputa por um Ministério, o nome de Garibaldi volta a se fortalecer como substituto de Renan Calheiros.

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      Deputado federal eleito, Walter Alves (PMDB) participou hoje, em Brasília, da reunião que reconduziu o deputado Eduardo Cunha à liderança do PMDB.
      Walter, assim como os demais deputados eleitos e reeleitos pelo PMDB, foram convocados para a reunião onde o partido deu aval à candidatura de Cunha a presidente da Câmara.
      O presidente da Casa, Henrique Alves, participou da reunião que chamou atenção pela atenção já dispensada aos novatos.

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      • D' Amis - Moda Feminina
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      Definido: a Arena das Dunas será palco do show que Roberto Carlos fará em Natal ainda este ano.

      Este será o primeiro show a ser realizado dentro do conceito geral de arena multiuso.

      A data do show será anunciada esta semana.

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      29
      out

      Sem dar ouvidos ao resultado geral das eleições no Rio Grande do Norte, os bacuraus do município de Santo Antônio encontraram motivo para comemorar: os 669 votos de maioria para o candidato Henrique Alves (PMDB).
      Comemoração marcada para este sábado, com banda na rua e tudo mais.
      Efeito da eleição municipalizada do segundo turno.
      A festa já deve ser o pontapé inicial das eleições de 2016, com o palanque sendo formado.

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      O governador eleito Robinson Faria comemora vitória agora à noite no município de Montanhas.

      Ao lado do prefeito Algacir, Robinson participa da festa e chama atenção pelo 'look da noite'.

      Depois da campanha vestindo vermelho, Robinson retoma o azul como sua marca.

      Como marca do PSD.

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      Nesta quarta-feira a comemoração será em Ceará-Mirim.

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      • DNA Center

      O senador José Agripino negou nesta terça-feira especulações sobre uma possível  fusão do DEM com outra legenda.

      Presidente nacional e líder do partido, JA lembrou que não foi apenas o DEM que diminuiu de tamanho na Câmara, passando de 27 para 22 deputados a partir de 2015.

      O senador justifica que partidos grandes como o PT e o PMDB, por exemplo, também viram suas bancadas encurtarem na Casa.

      O PT que hoje tem 88 deputados mas para a próxima legislatura, só elegeu 70.

      O PMDB caiu de 72 para 66. 

       

      “Não existe absolutamente nada sobre essa ideia de fusão. Todos os partidos praticamente diminuíram de tamanho porque se evoluiu de 22 para 28 partidos, isto é, houve uma distribuição de parlamentares pelos partidos a mais que foram criados”, explicou o senador, que reunirá a Executiva Nacional do DEM na primeira quinzena de novembro.

      “O que nós temos que fazer é discutir internamente qual é a melhor estratégia para atuação do ponto de vista quantitativo e qualitativo do partido. Vamos fazer um debate interno e, a partir daí, desenvolver uma atuação externa com vistas ao crescimento”, destacou o senador. 

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      Em entrevista na Rede TV, nesta terça-feira, o vice-governador, deputado Fábio Dantas (PCdoB), agradeceu a votação da chapa comandada pelo governador eleito Robinson Faria (PSD), e falou sobre a transição que deverá começar na próxima semana.

      Embora não antecipe, Fábio deverá ter participação atuante na comissão.

       

      "Vamos levantar os dados atuais do Estado e faremos uma equipe técnica para organizar as próximas ações”.

       

      Fábio voltou a dizer que não vai ser secretario do governo.

      “Quero emprestar o mandato de vice-governador para ajudar o Rio Grande do Norte. Vou ser parceiro de Robinson no meu mandato, mas sem ser secretário”, repetiu o vice eleito.

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      Depois do Outubro Rosa, começa o Novembro Dourado.

      A campanha de combate ao câncer infanto-juvenil será lançada no dia 30 de outubro, na Câmara de Vereadores de Natal, e no dia 3 de novembro no auditório da Fiern.

      Na Câmara o movimento será lançado durante audiência pública da Frente Parlamentar, com início às 9 horas.

      A campanha segue com programação até o final do mês, mas o ponto alto será o dia 23, marcado pela luta contra o câncer infanto-juvenil em âmbito nacional, estadual e no município de Natal.

      No Brasil, o câncer já representa a primeira causa de morte por doença entre crianças e adolescentes de 1 a 19 .

      Para lembrar a data e conscientizar toda a população da importância do diagnóstico precoce, a Casa Durval Paiva, o Grupo de Apoio à Criança com Câncer (GACC), a Liga Norte-rio-grandense contra o Câncer e o Hospital Infantil Varela Santiago se unem em torno da campanha.

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      A CEI dos processos administrativos da Câmara Municipal, ouviu nesta terça-feira a secretária Municipal de Educação, Justina Iva, e o secretário de Saúde, Cipriano Maia.

      As duas pastas têm o maior número de processos trabalhistas aguardando definição.

      De acordo com o vereador Dickson Nasser Jr, relator da CEI, com esses esclarecimentos e das oitivas passadas, observou-se que haverá um avanço significativo no andamento desses processos quando houver a modernização e informatização do sistema.

      “Em janeiro de 2013, quando assumimos a gestão, a secretaria encontrou R$ 70 milhões de restos a pagar e tínhamos apenas R$ 1,5 milhão na conta. Encontramos terceirizados com cinco meses de salários atrasados. Já pagamos quase R$ 20 milhões dessa dívida. Temos 582 processos em diligência, ou seja, que aguardam documento de requerente. Nós temos o dever de dar entrada ao processo do servidor mesmo que não haja a documentação completa. Ele fica encarregado de trazer o que falta, mas nem sempre cumpre”, explicou Justina.

      “É uma lógica disfuncional, e se não mudarmos não haverá solução. Ela nunca permitirá cumprir o prazo de 30 dias que a legislação aponta para andamento do processo. Além disso, se houver uma modernização, o fluxo dos processos será muito maior. Não garantimos orçamento para isso. O orçamento anual na saúde não consegue nem pagar a folha. Precisaríamos ter uma suplementação orçamentária”, justificou Cipriano.

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      Derrota para o Governo agora à noite na Câmara Federal, na primeira sessão pós-reeleição da presidente Dilma Rousseff.

      A oposição conseguiu o apoio de partidos da base, como PMDB e PP, e conseguiu aprovar o projeto do líder do DEM, deputado Mendonça Filho (PE), que derruba o decreto da presidente que criou a Política Nacional de Participação Social (Decreto 8.243/14).

      O projeto ainda será votado no Senado.

      O decreto presidencial causa polêmica no Congresso desde junho e até mesmo o presidente da Câmara, deputado Henrique Alves, já se pronunciou contra a norma por considerar que ela invade prerrogativas do Congresso. Alves disse que a sessão que derrubou o decreto foi histórica e comemorou a “manifestação de altivez e democracia desta Casa”.

      Apenas o PT, o PCdoB, o Psol e parte do Pros ficaram ao lado do governo e tentaram inviabilizar a votação com a apresentação de requerimentos – todos os demais partidos se uniram à oposição. Foram necessárias duas horas e meia de discussão para vencer a obstrução imposta pelos três partidos, mas o decreto presidencial acabou derrotado em uma votação simbólica.

      A líder do PCdoB, deputada Jandira Feghali (RJ), minimizou o resultado. “Estou vendo uma certa alegria no Plenário pela possibilidade de derrotar o decreto, como se isso fosse uma derrota retumbante do governo, mas depois da vitória retumbante da presidente Dilma isso é uma coisa menor”, disse a líder. Para ela, o tema dos conselhos populares pode ser retomado em um projeto de lei.

       

      Participação

      O decreto que a Câmara sustou cria um sistema de participação chefiado pela Secretaria-Geral da Presidência da República. Estão previstos um conselho permanente; comissões temáticas; conferências nacionais periódicas; uma ouvidoria pública federal; mesas de diálogo; fóruns interconselhos; audiências e consultas públicas; e ambiente virtual de participação social.

      A intenção é permitir que as entidades influenciem as políticas e os programas de governo e consolidar a participação como um método de governo.

      Não agradou ao Congresso, no entanto, o ponto do decreto que dá ao secretário-geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, o poder de indicar os integrantes das instâncias de participação e definir a forma de participação.

      Mendonça Filho disse que o projeto tem viés autoritário. “Impõe, via decreto presidencial, um modelo de consulta à população que é definido pelo Poder Executivo. É uma forma autocrática, autoritária, passando por cima do Parlamento, do Congresso Nacional, da Casa do Povo, de estabelecer mecanismos de ouvir a sociedade”, criticou.

      Para o deputado Alceu Moreira (PMDB-RS), os conselhos criados serão comandados “da antessala da Presidência da República”.

      Já o líder do PSDB, deputado Antonio Imbassahy (BA), disse que o decreto inverte a lógica da democracia representativa. “Com esse decreto, a presidente Dilma quer que a escolha dos representantes do povo seja feita pelo governo do PT”, disse.

       

      Debate eleitoral

      Durante a discussão, deputados do PT e do PSol disseram várias vezes que a oposição pretendia criar um “terceiro turno eleitoral” durante a votação do projeto para sustar o decreto de participação.

      Para o líder do governo, deputado Henrique Fontana (PT-RS), o decreto apenas fortalece um conjunto de conselhos. “Ele melhora e amplia a participação da sociedade no controle da gestão pública”, declarou.

      É o mesmo argumento do vice-líder do PT, deputado Afonso Florence (BA). “Não há uma linha sequer neste decreto que prove a subtração de prerrogativas do Legislativo. Ele fortalece a democracia, com a participação da sociedade civil, dos movimentos sociais organizados, setores empresariais, acadêmicos, instituições de pesquisa”, opinou.

       

      Votação

      Ao realizar votações na semana que sucedeu o segundo turno das eleições, o Plenário da Câmara quebrou a tradição das últimas eleições. Em 2002, 2006 e 2010, o Plenário só voltou a realizar votações na segunda semana depois do resultado das urna.

       

      Fonte: Agência de Notícias da Câmara

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