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  • Jimmy Vitara
  • janeiro 2015
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  • @thaisagalvao

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      • Grand Vitara

      Um fim de semana que vai parecer uma eternidade para os deputados envolvidos na disputa pela mesa diretora da Assembleia Legislativa.

      E o silêncio das articulações continua ensurdecedor.

      Todo mundo conversando com todo mundo, e muita gente prometendo o que não vai fazer.

      São 3 os candidatos: o presidente candidato à reeleição, Ricardo Motta (PROS), o deputado Ezequiel Ferreira de Souza (PMDB) e o deputado Álvaro Dias (PMDB).

      Um PMDB rachado e ainda com espaço na chapa da situação, que espera a indicação do deputado Henrique Alves para a primeira vice-presidência.

      Com isso o PMDB terá assento nas 3 chapas, saindo vitorioso em qualquer que seja a vencedora.

      Henrique tem feito um trabalho para manter seu nome fora da disputa, mas tem conversado com deputados reafirmando seu apoio, e pedindo parceria com a candidatura de Ricardo Motta.

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      • Proviagens 80 dias

      E no balanço das horas da quinta-feira, terminaram eleitos presidente da Assembleia os candidatos Ricardo Motta e Ezequiel Ferreira.

      O grupo de Motta conta com 14 votos batidos, e mais uns 6 cambaleantes, ouvindo o som da batida do timbal em tempos de carnaval e de governo novo.

      E é esse governo novo que pode ser determinante para alguns deputados.

      O governador Robinson Faria tem silenciado.

      O vice-governador Fábio Dantas, tem falado muito, embora negue sua participação no processo.

      O grupo de Ezequiel não tem falado nada. Com a imprensa.

      Mas tem conversado com muitos.

      Também tem uma lista de fixos e cambaleantes que esperam o som dos novos tempos.

      Pelas contas do rosário, a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte já tem uns 40 deputados, para fazer jus às listas de Ricardo, Ezequiel e Álvaro.

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      • Home Angels
      30
      jan

      Viva voz em alta nos bastidores da disputa

      30 de janeiro de 2015 às 9:17 — Comente aqui

      Todo cuidado é pouco nas conversas entre deputados nessa reta final da campanha.

      As conversas pelo telefone muitas vezes são compartilhadas.

      Nunca o sistema de ‘viva voz’ funcionou tanto.

      Tem efeito de carro de som nessa campanha.

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      • L200 Top Car

      O deputado-candidato Álvaro Dias (PMDB) foi ontem à Assembleia Legislativa.

      Queria conversar com o deputado José Dias (PSD), mas terminou tendo uma longa conversa com o presidente-candidato Ricardo Motta.

      Motta poderá ter o voto de Álvaro, caso dali a 48 horas o candidato peemedebista não conseguisse fechar sua chapa.

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      • Novo CEI
      30
      jan

      Marketing sem efeito

      30 de janeiro de 2015 às 9:13 — Comente aqui

      E a eleição da Assembleia Legislativa ganha ares de eleição geral, quando os planos de ação saem das articulações entre os deputados para a mídia.

      Porém, o efeito de marketing surte pouco efeito nesse caso.

      São 24 deputados envolvidos, entre candidatos e eleitores.

      Todos se conhecem muito bem, e conhecem muito bem os bastidores do processo, portanto, o marketing que influencia o povo, não influencia os eleitores em questão.

      O que vale no momento é o tête-à-tête, entre eles.

      O efeito fora disso é quase nenhum.

      Faltam apenas dois dias.

      Dois longos dias.

      O domingo parece demorar, mas logo vai chegar.

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      • Loja D`Ámis
      ENTREVISTA 1

      Há 12 anos o Rio Grande do Norte tirou de cena a figura de primeira-dama do Estado.

      A função, com compromissos voltados para o social, ocupada mais recentemente por Anita Catalão Maia, Edinólia Melo e Denise Alves, que presidiram o extinto Meios, órgão que cuidava de programas sociais do governo, praticamente se extinguiu com a eleição de Wilma de Faria para o governo.

      Foram 7 anos de gestão, onde o mandato que foi concluído pelo seu vice Iberê Ferreira, não trouxe de volta a figura emblemática, já que a esposa de Iberê, Celina, enfrentava problemas de saúde.

      O Estado continuou sem primeira-dama com a eleição de Rosalba Ciarlini, quando se fortaleceu a figura folclórica de primeiro-damo.

      Passado todo esse tempo, eis que o Rio Grande do Norte elege um homem para o governo, e junto a ele, traz de volta a figura da primeira-dama.

      Julianne Bezerra Faria.

      Seridoense, formada em Direito e Análise de Sistemas, com especialização em mãe, esposa, mulher discreta e dona de uma fortaleza até então dividida com os poucos amigos, Julianne se revelou durante a campanha, quando se transformou em gigante.

      Quem é a nova primeira-dama do Rio Grande do Norte, mãe de Maria Fernanda, Maria Luíza e Gabriel, que do alto do seu silêncio, se multiplicou e se transformou em muitas?

      Nomeada para comandar a Secretaria de Trabalho e Assistência Social, com o objetivo de transformar a pasta em Modelo na gestão do marido governador, Julianne recebeu o Blog para sua primeira entrevista depois que assumiu todos os problemas ligados às áreas sociais do Estado.

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      Fotos Anderson Santos

      Eis a entrevista.

       

      Thaisa Galvão – Para você, qual o significado do cargo de primeira-dama?

      Julianne Faria – Auxiliar Robinson. Manter uma imagem positiva do governo, a gente não deixa de ser um ouvido, e procurar colaborar o máximo possível para o sucesso do governo em todas as áreas.

       

      Thaisa Galvão – Aquela imagem tradicional de primeira-dama com muito glamour, isso passa pela sua cabeça?

      Julianne Faria – Não. Não combina com a minha personalidade, você me conhece bem. Eu quero mais é participar com meu trabalho, na forma administrativa, e quando eu for solicitada a estar ao lado dele, eu estarei.

       

      Thaisa Galvão – Você se preparou para isso?

      Julianne Faria – Eu me preparei. Essa questão de Robinson ser governador, ser presidente da Assembleia, que ele foi por 8 anos, isso pra mim faz parte de um tempo que você executa aquilo ali que é uma passagem. Então não mexe com minha cabeça não, eu encaro com muita naturalidade.

       

      Thaisa Galvão – Como você se preparou para ajudar a Robinson no Governo?

      Julianne Faria – Ao longo desses anos todos eu sempre participei sendo um ouvido de Robinson em todos os processos em que ele passou na vida pública. Eu nunca interferi no trabalho dele, mas sempre fui o ouvido. Então eu fui pegando uma certa experiência, conhecendo, conhecendo a política de uma forma geral, fiz a campanha ao lado dele, e agora quando veio a transição do governo, e a Sethas estava com uma imagem muito decadente, que tinha deixado de ser aquela Secretaria que foi há um tempo, embora a gente saiba que a Sethas não trabalha mais com assistencialismo e sim com programas, ele me pediu para fazer a transição e eu digo que fiz uma especialização que eu tive que fazer em 2 meses, mas que para mim foi muito bom. Porque eu tomei pé de como realmente funciona a Secretaria e o que ele quer que se torne a Secretaria. Ele disse que quer fazer da Sethas a Secretaria modelo do Governo. Então a gente está trabalhando pra isso.

       

      Thaisa Galvão – Robinson diz que sonhava ser governador. Você acompanhava esse sonho, focando em qual seria o seu papel?

      Julianne Faria – Eu nunca pensei muito no meu papel. Eu sempre pensei muito em ajudá-lo a conseguir realizar os sonhos. Porque a gente tem que admirar a pessoa que está ao nosso lado, e essa pessoa só vai estar realizada quando ele faz aquilo que gosta. E ele ama a vida pública.

       

      Thaisa Galvão – Foi difícil pra você aceitar o cargo de secretária de Assistência Social? Você parou pra pensar ou aceitou de pronto?

      Julianne Faria – Eu parei pra pensar. Eu cheguei a ter uns questionamentos com ele, se ele tinha certeza que realmente queria que eu ocupasse esse cargo, se ele não teria outra pessoa, mas ele optou pelo meu nome por eu ter uma postura mais dura,. Até porque eu disse a ele: ‘Robinson eu não sou política, então eu não vou ter tanto jogo de cintura como uma pessoa que está mais dentro da política há mais tempo teria. Porque eu vou querer que as coisas funcionem de forma correta, e ele disse que realmente era isso o que ele estava buscando. Então eu procurei montar minha equipe, desde a minha secretária adjunta, que eu conheci um por um, em cada setor que está aqui dentro da Secretaria, que tem o critério técnico. Então minha adjunta é secretaria em mesmo grau de paridade que eu e ela obedece a todos os critérios técnicos. Então além da parte administrativa eu posso ajudar na parte política da Secretaria e ela na parte técnica.

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      ENTREVISTA 2

      Discreta, a atual secretária de Assistência Social do Estado despertou uma vocação durante a campanha do marido eleito governador: o discurso.

      A necessidade de levar a imagem do marido candidato cada vez mais longe, fez Julianne Faria falar bem mais do que de costume.

      Nos palanques ou reuniões, o microfone sempre parava nas suas mãos.

      Um desafio que ela terminou a campanha tirando de letra.

       

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      Thaisa Galvão – Em outras campanhas você sempre atuou muito nos bastidores, mas nessa chamou atenção pela desenvoltura. Você já era assim ou despertou agora?

      Julianne Faria – Despertou na campanha, apesar de eu sempre gostar mais do contato com o povo do que mesmo ir a eventos sociais. O contato com a população para mim é mais fácil. Eu já gostava e entrei na campanha para ficar mais na linha de frente, para estar onde ele não pudesse estar, até porque nós não contávamos com a quantidade de políticos que o nosso adversário tinha. Então nós tivemos que nos tornar esses políticos e levar a mensagem de Robinson para o povo. Isso pra mim não foi uma coisa difícil de fazer, eu tive que vencer só alguns obstáculos, como falar em público. Mas aí, com o tempo eu fui aprendendo, a necessidade foi me ensinando (risos)…

       

      Thaisa Galvão – Pois é, porque você de repente começou a fazer discurso, e quem lhe conhece sabe que você é uma pessoa discreta e até calada. Como foi isso?

      Julianne Faria – Foi a necessidade mesmo, Thaisa. Eu tinha que fazer, a gente fazia as caminhadas, eu caminhei muito ao lado do PT, de Lucena (vereador Fernando Lucena), de Mineiro (deputado Fernando Mineiro), e Lucena me entregava o microfone e dizia ‘você vai ter que falar’, e eu tinha que terminar falando (risos)…eu digo que meu professor foi Lucena.

       

      Thaisa Galvão – Qual foi o seu papel específico na campanha? Você coordenava, como era?

      Julianne Faria – Eu fiquei responsável por Natal. Minha área era Natal para que Robinson ficasse mais livre no interior, então eu fazia as caminhadas nos bairros, conversava com a população, e à noite eu fazia as reuniões. A gente tinha cerca de 20 reuniões por noite dentro de Natal, nós montamos a Equipe 55, que eram jovens, a maior parte universitários, que eu fiquei à frente dessa equipe, e nós nos dividíamos nessas reuniões. Só que mais para o final da campanha eu tive também que fazer o trabalho que eu fazia antes, nas outras eleições de Robinson, que era trabalhar nos bastidores, para resolver alguns entraves que apareceram no meio do caminho, até por falta de recursos nossos, a gente poder conduzir para que as coisas dessem certo.

       

      Thaisa Galvão – E Natal deu uma resposta positiva. Isso pra você foi uma vitória extra, além da vitória do governador, foi uma vitória de Julianne?

      Julianne Faria – Foi um grande desafio e eu batalhei muito junto com o pessoal que trabalhou conosco, João Bastos, todos os coordenadores que trabalharam em Natal, o nosso objetivo era ganhar a eleição em Natal, e eu não me conformei com o primeiro turno. Eu achei que o nosso dia da eleição não funcionou, que a gente poderia ter diminuído a diferença que ficou comprovado no segundo, e a gente intensificou o trabalho para ganhar a eleição em Natal. Então assim, era um desafio, e eu só comemorei a vitória quando a gente ganhou a eleição em Natal.

       

      Thaisa Galvão – Você criou um grupo familiar. Mulher, filhas, parentes, isso foi importante na hora de abordar os eleitores? O fator família ajuda?

      Julianne Faria – Com certeza, porque as pessoas pararam para olhar pra Robinson, que era um pouco desconhecido dentro de Natal. Então através das mídias sociais que nós usamos, das caminhadas, a gente conseguiu mostrar como era o pensamento de Robinson, quem era Robinson, como era a família de Robinson, que nós estávamos todos engajados nessa batalha para que a gente realmente pudesse fazer uma mudança no Estado, e eu acho que a população absorveu isso. Principalmente a juventude.

       

      Thaisa Galvão – Você criava estratégias de campanha ou alguém lhe ajudava nisso?

      Julianne Faria – Não, eu nunca tive ajudantes não. Eu sempre tracei o que aprendei, às vezes conversava um pouco com João Maria (marqueteiro), com o pessoal da campanha e assim a gente ia difundindo. Até a minha mídia mesmo sempre fui eu quem fiz, ninguém nunca fez pra mim não.

       

      Thaisa Galvão – Você era a sua assessora de imprensa?

      Julianne Faria – Era…eu era a minha assessora de imprensa.

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      • DNA Center
      ENTREVISTA 3

      Dos palanques e reuniões para um universo com mais problemas do que soluções. A Secretaria para a qual Julianne Faria foi nomeada, trabalha com gente.

      São programas sociais capazes de transformar vidas, desde que funcionem.

      E é esse o desafio da primeira-dama que troca a o conforto de seus dias com os filhos, pela missão de servir ao Rio Grande do Norte.

       

      Thaisa Galvão – Passado esse período de muito envolvimento eleitoral, a hora agora é de começar um trabalho, que ao contrário da campanha, não termina com um resultado de eleição. Como você está se sentindo no cargo de titular da Sethas?

      Julianne Faria – Eu estou imbuída de um desafio muito grande que é fazer com que a Secretaria volte ao andamento normal. Nós estávamos para ser descredenciados do SUAS (Sistema Único de Assistência Social) no Ministério de Desenvolvimento Social, a gente já abriu uma interlocução com eles, eu já fui a Brasília para que o Estado não fosse descredenciado, até porque para um começo de governo isso não é bom, e eles nos deram uma oportunidade, que nós abríssemos uma interlocução com os municípios, e assim a gente está fazendo, identificando os municípios que tiveram mais dificuldade na prestação de contas junto ao Ministério e estamos fazendo essa parceria. Mas aqui dentro da Sethas também funcionam outras questões, como a questão do artesanato. Nós pegamos o artesanato aqui um pouco abandonado. Logo de início tínhamos a Fiart (Feira Internacional de Artesanato que acontece até domingo no Centro de Convenções), para que ela fosse sucesso, mas pegamos com recursos do PAPP (Programa de Apoio ao Pequeno Produtor) bloqueados, a Secretaria entrando no cadastro de inadimplência no Ministério da Micro e Pequena Empresa, nós fomos a Brasília também, conversamos com o ministro, nós conseguimos nosso espaço, a feira está sendo um sucesso. Chamamos também a Secretaria do Turismo que não participava da Fiart há 11 anos, voltou a participar, apesar de estarmos com o orçamento fechado, o secretário Ruy Gaspar fez o melhor que pôde, envolvemos também a Comunicação com Geórgia Nery, para que a gente pudesse difundir a Fiart e eu acho que a gente conseguiu um efeito positivo.

       

      Thaisa Galvão – O artesanato é um setor importante do Estado, é um cartão postal.

      Julianne Faria – Eu e Robinson nos reunimos com os Conselhos Regional e Federal do Artesanato para também fazer parcerias com eles, porque sem os Conselhos nada anda, e eles não tinham interlocução com a Secretaria anteriormente.

       

      Thaisa Galvão – Você diz que hoje a Sethas não é mais uma pasta de assistencialismo, e sim de programas, que programas serão alavancados na sua gestão?

      Julianne Faria – Antigamente as pessoas procuravam uma Secretaria de Assistência Social para pedir cestas básicas, cadeira de rodas, um caixão. Hoje não, hoje a Secretaria de Assistência Social trabalha com o SUAS, que é como se fosse o SUS da assistência social. E dentro do SUAS nós participamos de um cadastro, o Cadastro Único, que é um cadastro feito a nível federal que nós acompanhamos com a Secretaria com o Bolsa Família, que faz parte do Brasil sem Miséria. Tem o programa de cisternas, o de restaurantes populares, vamos retomar também o Cidadão sem Fome, que é uma lei estadual de autoria de Robinson quando deputado, que é um programa que foi deixado de lado, mas que é um programa muito bom, que ajuda na arrecadação do Estado..

       

      Thaisa Galvão – É o programa que troca a nota fiscal…

      Julianne Faria – Isso, por uma cesta básica. Nós vamos retomá-lo porque o estímulo à emissão de nota fiscal aumenta a arrecadação do Estado, e esse programa nós vamos retomá-lo. O programa das cisternas acho que é um dos mais fortes, que trabalha com a primeira, com a segunda e com a terceira água. Nós relicitamos a primeira água e está em execução a segunda.

       

      Thaisa Galvão – E os restaurantes populares?

      Julianne Faria – Os restaurantes populares nós identificamos, na época da transição, que não era feito um acompanhamento e uma fiscalização, e os restaurantes não vinham seguindo o cardápio que a lei determina. Dentro do restaurante tem que ter um cardápio para hipertensos, diabéticos, e isso não vinha acontecendo, a alimentação servida não está a contento. E esse recurso ele não entra para a Secretaria, nós encontramos a Secretaria sem um centavo na conta no que diz respeito aos restaurantes populares. E hoje tivemos uma reunião com o Conseas – o Conselho da Segurança Alimentar, foi justo para isso, relatar como encontramos a Secretaria e como vamos poder fazer porque não podemos abrir mão dos restaurantes populares nem do Café do Trabalhador. A dívida do estado hoje com os restaurantes populares é de 8 milhões e 800 mil reais. E pra não ser servido a contento. A população tem a ideia que uma refeição sai a 1 real, mas para o Estado esse custo é de 10 reais para uns, 7 reais para outros. O Estado subsidia o valor e a população às vezes não tem acesso a esse dado. Então estamos fazendo uma reordenação, até porque está para ter uma licitação, e a gente quer que o Conselho e o Ministério Público participem junto com a gente.

       

      Thaisa Galvão – O que a gente tem visto nos últimos anos é uma ação muito forte dos órgãos de fiscalização no serviço público, e muitas vezes um gestor termina respondendo a processos na justiça. Você está preocupada com isso? Como está se protegendo?

      Julianne Faria – Eu tenho uma boa assessoria jurídica, abri uma interlocução com o Ministério Público, deixei a Secretaria de portas abertas, até porque temos aqui dentro, desde a questão de segurança alimentar como a proteção especial que tem que ter a presença do Ministério Público, e sempre que necessário nós vamos convocá-lo para participar com a gente. Não só o Ministério Público, mas também a sociedade civil organizada, que quiser saber como é o trâmite da Sethas, a Secretaria está de portas abertas.

       

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      Thaisa Galvão – Você esteve há pouco conhecendo o trabalho social do governo do Ceará. Alguma experiência interessante para ser posta em prática no Rio Grande do Norte?

      Julianne Faria – A Secretaria de Desenvolvimento Social do Ceará está anos luz à frente da nossa. Um dos sucessos do governo de Cid Gomes foi a intermediação de mão de obra através do Sine. Aqui nós pegamos o Sine deixando a desejar, único e exclusivamente com o Seguro Desemprego. A intermediação de mão de obra que já foi o forte do Sine, hoje não funciona mais. E a gente está tentando também levantar o Sine. Também entra bem aqui na Sethas o Ministério das Cidades, que apesar de a Cehab ser independente, mesmo vinculada a Sethas, temos parcerias com a Cehab. E eu tenho assento na Cehab como tenho também na Fundac. Então estamos em parceria, os três órgãos, para que a gente possa trabalhar em conjunto, pois temos participação no que compete à proteção especial em relação a medidas sócio-educativas da Fundac.

       

      Thaisa Galvão – E a parceria com o Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância)?

      Julianne Faria – Nós fomos ao Unicef porque nos próximos 10 anos do Unicef vão ser destinados à assistência social, e nós estamos querendo que o Unicef venha para o Estado, abra um escritório no Estado, para que nos ajude a desenvolver, porque eles colocam toda a equipe técnica deles, o Estado faz apenas uma pequena doação para que o Unicef desenvolva esse trabalho. A intenção é que a gente possa expandir a assistência social dentro do Estado e o Unicef pode ser um grande parceiro.

       

      Thaisa Galvão – E vai ser possível a instalação desse escritório aqui?

      Julianne Faria – Eles ficaram muito animados e a gente marcou uma nova conversa e eu torço muito para que dê certo. No Ceará hoje, o plano de Educação a nível federal, boa parte foi desenvolvida pelo Unicef que estava focada na Educação, mas hoje trabalha com assistência social, então pra gente, se eles vierem, vai ser muito bom.

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      ENTREVISTA 4

      Sobre o que acontece no Governo, ela sabe.

      Sobre as decisões do Governo, ela é ouvida. 

      Dá opiniões, que são acatadas ou não pelo governador Robinson Faria, que segundo a primeira-dama, dá a palavra final quando o assunto é o Rio Grande do Norte.

      Nessa entrevista, Julianne diz que não pretende entrar para a política, sem esconder suas preferências, e fala como tem feito para continuar exercendo o papel de mãe.

       

      Thaisa Galvão – A Sethas sempre foi uma pasta vista com olhos bem famintos por pessoas interessadas em entrar para a política. O que se diz é que é uma boa porta de entrada para a política. Você tem pretensões?

      Julianne Faria – Não. Não tenho. Eu estou aqui é para servir ao Governo, para fazer com que a Secretaria seja uma Secretaria Modelo, espero conseguir, e para que o governo de Robinson seja um sucesso, mas eu não tenho pretensões políticas.

       

      Thaisa Galvão – Como está sua vida depois dessa reviravolta de campanha, transição e agora a Secretaria? Você tem 3 filhos pequenos, está faltando tempo pra eles? Ou para você também?

      Julianne Faria – Está. Com certeza. Mas eu tenho procurado, nesses últimos dias de férias deles, eles vieram ficar comigo um dia, tento chegar um pouco mais cedo em casa, assim…7 horas da noite, para pegá-los pelo menos acordados, quando saio de manhã fico um pouco com eles, e assim vai sendo, mas eles estão entendendo que a mãe passou uma vida dedicada, eu sempre tive minha profissão, não tive oportunidade de exercer nesses 4 anos de Gabriel e Maria Luíza, mas que agora eu tenho que servir um pouco ao Estado.

       

      Thaisa Galvão – Além da Sethas você tem um papel maior no governo. Você é a confidente número 1 do governador do Estado. Você também é conselheira?

      Julianne Faria – Eu sou um bom ouvido, então assim, eu escuto muito, e levo a ele a minha conclusão. Cabe a ele dizer se concordou ou não. Eu só dou minha opinião.

       

      Thaisa Galvão – Ele costuma lhe ouvir?

      Julianne Faria – Muitas vezes ele escuta. Muitas vezes.

       

      Thaisa Galvão – Como você enxerga o Rio Grande do Norte daqui a 4 anos?

      Julianne Faria – Eu espero que Robinson consiga ser o melhor governador da história do Rio Grande do Norte e que a população aplauda o governo dele.

       

      Thaisa Galvão – E daqui a 2 anos, Julianne Faria tem candidato a prefeito em Natal?

      Julianne Faria – Eu, particularmente, como eu digo, eu não sou política, mas eu tenho que andar junto com algumas pessoas que nos ajudaram, nós temos que ser corretos com quem foi correto conosco. Eu tenho uma grande simpatia por Mineiro, sou amiga dele, gosto dele, mas aí quem define quem é o candidato ou o que deixa de ser é o governador. Eu não tenho esse poder não.

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      Fotos Anderson Santos

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      29
      jan

      O que seria uma solenidade festiva, a posse dos três novos vereadores de Natal se resumiu a um ato silencioso, no gabinete do presidente da Casa, Franklin Capistrano.

      A morte do pesquisador político e servidor público Assis Besouro, pai do novo vereador Klaus Araújo (PP), fez a Câmara suspender a sessão especial que estava marcada para a tarde de hoje.

      Foram empossados para mandatos efetivos, os suplentes Klaus Araújo (PP), Emanoel Cação (PP) e Joanilson de Paula Rêgo (PSDC), que substituíram os titulares dos mandatos, Jacob Jácome (PMN) e Albert Dickson (PROS) eleitos em outubro para a Assembleia Legislativa do RN, e Rafael Motta (PROS), eleito deputado federal.

      Participaram do ato de posse os deputados federais eleitos Beto Rosado (PP) e Rafael Motta, o deputado estadual eleito Albert Dickson, o presidente da Câmara Municipal de Parnamirim, vereador Ricardo Gurgel (PSB), e os vereadores Ary Gomes (PROS), Ubaldo Fernandes (PMDB), Hugo Manso (PT), Aquino Neto (PROS), Luiz Almir (PV), Marcos Antônio (PSOL), Eudiane Macedo (SDD), Dickson Nasser Júnior (PSDB) e Júlio Protásio (PSB).

      "Esta é uma ocasião para celebrar a democracia e reafirmar o nosso compromisso de trabalhar pelo povo desta cidade. Representamos diferentes partidos políticos e segmentos sociais. Porém, precisamos estar em sintonia com os anseios da população, que exige um comportamento ético e transparente de todos nós", declarou Franklin Capistrano, durante a saudação aos novos vereadores.

      Fotos Elpídio Júnior

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      Klaus perdeu o pai no dia da posse

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      O deputado Souza não vai apoiar a reeleição de Ricardo Motta por temer ação do ex-deputado Wober Júnior em favor da filha suplente, Laura Helena.

      É o que garante fonte ligada a Ricardo, lembrando que Souza, no dia 16 de dezembro de 2014, foi o primeiro deputado a declarar, de público, que seu candidato seria Ricardo Motta.

      E na semana passada, em entrevista à Band, reiterou o apoio ao presidente-candidato.

      Portanto, Souza não fechou com Ricardo porque já estava fechado.

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      • Proviagens 80 dias

      Temendo ser jogado às traças, com a participação do ex-deputado Wober Júnior, na campanha pró-Ezequiel Ferreira, na disputa pela presidência da Assembleia Legislativa, o deputado diplomado Souza, ex-prefeito de Areia Branca, fechou fechando com o presidente candidato à reeleição, Ricardo Motta.

      Qual o temor de Souza?

      Wober, atuando em prol de Ezequiel, poderá dar gás jurídico para que Souza, hoje diplomado sob efeito de liminar, perca a vaga para…quem?

      A suplente Laura Helena.

      Que vem a ser filha de Wober.

      Por isso Souza se agarrou no projeto de Ricardo. Para não ser atropelado por Wober.

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      • Home Angels

      Candidatíssimo a presidente da Assembleia Legislativa, o deputado Álvaro Dias (PMDB) garante que o deputado Galeno Torquato (PSD) não “ primeiro secretario na chapa do presidenciável Ezequiel Ferreira de Souza (PMDB).

      “Ele me autorizou a desmentir a notícia”, disse Álvaro ao Blog, que não retira uma vírgula do que publicou.

      E Álvaro complementou: “Ele pode ser primeiro secretário de Ezequiel e meu também”.

      Então, tá.

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      • L200 Top Car

      Com a morte de Assis Besouro, pai do vereador Klaus Araújo (PP), a Câmara Minicipal de Natal suspendeu a sessão especial que daria posse aos 3 suplentes que assumem mandato em definitivo.
      O ato de posse, discreto, ficou reservado à assinatura do termo de posse no gabinete do presidente, vereador Franklin Capistrano.
      Agora às 14 horas.

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      • Novo CEI

      Morreu hoje, de câncer na garganta, descoberto há 4 meses, o servidor público Francisco de Assis Araújo, conhecido no meio político como Assis Besouro.
      Besouro ficou conhecido pelas análises que fazia.
      Era um instituto de pesquisas ambulante.
      Assis é pai de Klaus Araújo (PP), que toma posse exatamente hoje como vereador.
      Destino.
      O velório terá início às 16 horas no Morada da Paz, em Emaús.

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      • Loja D`Ámis

      A Prefeitura de Parnamirim dará início ao carnaval neste final de semana, com as primeiras prévias que pela primeira vez na história do município, acontecerão no centro da cidade.

      As prévias terão início às 18h da sexta e sábado, com palco armado no Beco do Picado, ao lado mercado público.

      Na sexta se apresentarão Samba Madureira, Debinha Ramos, Grupo Show Balanço e o cantor Isaque Galvão.

      No sábado, Larissa Costa, Grupo Quarteto Linha e Confraria Carnavalesca com Donizete Lima.

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      Segundo informação da Polícia Rodoviária Federal, a BR-405 está interditada neste momento, no Km 138.
      São moradores de São Francisco do Oeste que desde às 6h fazem protesto reivindicando água da adutora.
      De acordo com dados da PRF, que se dirige para o local, cerca de 250 pessoas, entre adultos e crianças, impedem a passgem de carros pelas pistas.

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      • DNA Center

      A Câmara deverá retomar os trabalhos legislativos, após o período de recesso, com um assunto pegando fogo: a denúncia de que o vereador Marcos do PSOL estaria exigindo parte dos salários de servidores lotados em seu gabinete, para repassar ao partido.

      Justificativa que foi negada pelo partido, que deixou o vereador sozinho no escuro.

      Numa conversa informal com um jornalista, um vereador com assento quente na mesa diretora da Casa disse que “este será um assunto quente quando voltar".

      E se referindo ao grupo de oposição ao qual o vereador do PSOL faz parte, o parlamentar disse que se fosse um vereador mais governista, por exemplo, "eles já estariam pedindo a expulsão"…

      O parlamentar atentou para o fato de que, até agora, nenhum vereador da bancada de Marcos deu qualquer opinião para o assunto.

      O silêncio reina durante o recesso…

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      Do Congresso em Foco:

      Justiça determina quebra de sigilo de Gabrielli
      Medida atinge, além do ex-presidente da Petrobras, também Renato Duque, outros executivos da estatal e a construtora Andrade Gutierrez. Há indícios de irregularidade na ampliação do Cenpes

      Geraldo Magela/Agência Senado

      Ex-presidente da Petrobras teve também seus bens bloqueados pela Justiça.
      A 5ª Vara de Fazenda Pública da Justiça do Rio de Janeiro determinou ontem (28) o arresto de bens do ex-presidente da Petrobras José Sérgio Gabrielli, e do ex-diretor da estatal Renato de Souza Duque, bem como a quebra de seus sigilos bancário e fiscal.
      A medida também atinge a construtora Andrade Gutierrez e outros executivos da Petrobras: Pedro José Barusco Filho, José Carlos Villar Amigo, Sérgio dos Santos Arantes, Alexandre Carvalho da Silva, Antônio Perrota Neto e Guilherme Neri.
      O pedido foi feito pela 5ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Defesa da Cidadania, do Ministério Público Estadual.
      A solicitação também se estendia à própria Petrobras, mas isso foi negado pela Justiça.
      Segundo a decisão da Justiça, há indícios de “sucessivas e superpostas contratações em benefício da Andrade Gutierrez”, pela Petrobras, com sobrepreço e superfaturamento em contratos para ampliação e modernização do Centro de Pesquisas da estatal, o Cenpes. Além disso, segundo a Justiça, houve falta de transparência na seleção da Andrade Gutierrez para os contratos.
      Ainda de acordo com o despacho da juíza Roseli Nalin, auditorias do Tribunal de Contas da União encontraram indícios de superfaturamento de R$ 31,5 milhões.

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      Com o deputado Álvaro Dias (PMDB) candidato a presidente com apenas o voto dele, a contar pelo que dizem os deputados eleitores, está mais do que concretizado que a disputa para escolha da mesa diretora da Assembleia Legislativa, no domingo, será entre o atual presidente Ricardo Motta (PROS) e o deputado Ezequiel Ferreira (PMDB).
      E apesar das eleições acontecerem em separado, para cada assento na mesa, os compromissos vão aparecendo com o surgimento de chapas fechadas.
      Ezequiel entra com a marca registrada do governador Robinson Faria quando tem, como candidato a 1º Secretário, o PSD de Robinson representado por Galeno Torquato.
      Para 1º Vice está sacramentado o nome de Gustavo Carvalho (PROS), atual vice, que tentou viabilizar sua própria candidatura mas se compôs com Ezequiel.
      Na chapa de Ricardo, a 1ª Secretaria tem o deputado Tomba Farias (PSB) como candidato.
      Ricardo reserva a 1ª Vice para o PMDB.
      Resta saber quem o deputado Henrique Alves vai indicar, vez que o partido está dividido, tendo duas candidaturas majoritárias (Álvaro e Ezequiel).
      E o quarto turno das eleições de outubro se configura na sucessão silenciosa da mesa diretora da Assembleia.
      Procurado mais de uma vez por Ezequiel, Henrique afirmou e reafirmou seu compromisso com Ricardo Motta.
      Do outro lado está o governador Robinson Faria, que pode até não se meter, como tenta dizer, mas quem está do lado dele garante que motivo ele tem de sobra para torcer.
      “Ah, tem”, disse um deputado governista, sem traduzir a expressão final.
      Então, no embate de domingo à noite, Henrique X Robinson mais uma vez.

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