• ADARN

Thaisa Galvão

4 de setembro de 2015 às 8:47

Carlos Eduardo sobre maquiagem: “Eu quero é minha cidade limpa, com lixo recolhido e os canteiros pintadinhos”

Sobre a polêmica nas redes sociais, travada nos últimos dias, sobre a cidade “maquiada”.

“O que essa minoria inconformada gostaria de ver era a cidade com lixo na rua, a cidade completamente esburacada, a cidade feia, a cidade sem jardins, uma cidade mal cuidada, a educação arrasada, a saúde arrasada, não vão ver. Não paguem essa aposta, não façam essa aposta, porque vocês não vão pagar, tá certo? Então eles costumam chamar isso de maquiagem. Se isso é maquiagem, então isso é maravilhoso. Eu quero é minha cidade limpa, com lixo recolhido, os canteiros pintadinhos, ali, sabe? Agora também eu quero as crianças fardadas nas escolas, com seu fardamento, com sua merenda, cujo cardápio é feito por nutricionistas, desde a nossa última administração, que fizemos um concurso específico para isso. Eu quero é os projetos sociais funcionando, com seriedade, com respeitabilidade, como eu estou agora visitando vários projetos da Prefeitura…isso é que é importante. Nós temos hoje prefeito em Natal e temos administração”.

Palavras do prefeito Carlos Eduardo.

*

Do Blog sobre maquiagem: Os tempos áureos de Natal maquiada tinham como responsável pela make, a titular da Semsur, Marilene Dantas, já falecida. E com a cidade maquiada, a então prefeita Wilma de Faria contabilizava índices astronômicos de popularidade

Prova de que o povo gostava.

Na maquiagem de hoje, em tempos de redes sociais, que antes não existiam, se questiona nas redes que maquiagem sai com água. Mas, isso também é coisa do passado. Nos tempos atuais das redes sociais, a maquiagem à prova d’água, que mantém a boa aparência, é o que há de mais moderno.

  • Proviagens 80 dias

4 de setembro de 2015 às 8:27

Prefeito Carlos Eduardo diz que Município perde 40 milhões em arrecadação por causa da crise que atinge o país

Retrato da crise.

Agora na 96FM, o prefeito Carlos Eduardo disse que, antes da crise, Natal arrecadava 140 milhões por mês.

Hoje, com a crise, arrecada 100 milhões.

O prefeito admitiu dificuldades para fechar a folha e criticou, mesmo sem nominar, o governo do Estado por recorrer ao fundo previdenciário, para ele, “ilegal”, para pagar ao funcionalismo.

O prefeito disse que é bacharel em Direito e entende que a retirada do fundo é ilegal.

Quando diz isso, o prefeito admite que cometeu ilegalidade quando da sua gestão que terminou em 2008, quando foi feito um saque do fundo previdenciário para honrar a última folha da gestão, com o décimo-terceiro.

Mas isso já faz tempo, a new-press não se recorda que o assunto foi tema do noticiário.

Na entrevista o prefeito fez críticas ainda à gestão “desastrosa” de sua sucessora Micarla de Sousa, afirmando que ao reassumir a Prefeitura de Natal, cortou cargos comissionados, aluguel de carros, reabriu escolas, unidades de saúde, e economizou muito dinheiro.

  • Proviagens 80 dias

4 de setembro de 2015 às 6:07

Temer diz que Dilma não resistirá sem apoio popular mas garante: “jamais seria oportunista”

Um vice muito fofo…

D’O Globo de hoje:

Temer diz que é ‘difícil’ Dilma resistir mais 3 anos com baixa popularidade

Vice-presidente fez afirmação durante debate em entidade de empresários. ‘Ninguém vai resistir três anos e meio com esse índice baixo’, declarou.

Por Roney Domingos

O vice-presidente Michel Temer disse nesta quinta-feira (3), em São Paulo, que se a presidente Dilma Rousseff mantiver os atuais índices de popularidade será “difícil” resistir a mais três anos e meio de governo.

Ele fez a afirmação durante debate em São Paulo com o grupo Política Viva, organização que se autointitula suprapartidária e reúne empresários e estudiosos.

Segundo o vice-presidente, a taxa de popularidade é “mais ou menos cíclica”, mas, para melhorar, é necessária uma reação da economia, com o apoio dos políticos.

“Hoje, realmente o índice é muito baixo. Ninguém vai resistir três anos e meio com esse índice baixo. Muitas vezes, se a economia começar a melhorar, se a classe política colaborar, o índice acaba voltando ao patamar razoável. O que nós precisamos não é torcer, é trabalhar para que nós possamos estabilizar essas relações. Se continuar assim, eu vou dizer a você, para continuar 7%, 8% de popularidade, de fato fica difícil passar três anos e meio”, declarou.

Pesquisa Datafolha divulgada em 8 de agosto indicou que, na ocasião, 8% dos entrevistados aprovavam o governo e 71% reprovavam – 20% consideravam o governo “regular”.

Durante o debate com Temer, houve um momento de tensão quando questionou o vice-presidente usando a palavra “oportunista”.

“Jamais seria oportunista, percebe? Quero deixar isso muito claro para o senhor. Em momento nenhum eu agi de maneira oportunista. Eu vou dizer ao senhor: muitas e muitas vezes dizem assim: ‘O Temer quer assumir o lugar da presidente’. Eu não movo uma palha porque aí sim eu seria oportunista. Aí, eu violaria a minha história”, afirmou.

Impostos

Temer defendeu a possibilidade de aumento temporário da alíquota de um imposto já existente como saída para as crises econômicas e política. Ele ressalvou, no entanto, que antes é preciso cortar gastos e “enxugar” contratos.

Na última quinta-feira (27), o ministro da Saúde, Arthur Chioro, confirmou a proposta do governo de criar imposto para financiar a saúde. A motivação do novo tributo seriam as dificuldades do governo para cobrir as despesas de 2016. A medida sofreu forte resistência no meio político e, no sábado, o governo desisitiu da proposta.

“A hipótese é tentar cortar gastos. Se você enxugar contratos, por exemplo, você consegue fazer… Eu sugeri isso hoje. Conversei com o ministro Levy e o ministro Barbosa antes de vir para cá e disse exatamente isso. [...] Se, ao final, se for preciso em algum momento, quando muito, você pode pegar algum tributo existente e aumentar um pouquinho a alíquota temporariamente, porque você não pode aumentar uma aliquota que seja permanente. Então, você aumenta temporariamente mas se for necessário ainda”, declarou.

No evento, Temer também disse que argumentou contra a volta da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF).

O vice-presidente disse que, na próxima terça-feira, terá um jantar com sete governadores do PMDB, os presidentes da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), para tentar encontrar caminhos para conter a crise.

Joaquim Levy

O vice-presidente também declarou no evento que defendeu a permanência do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, no cargo e afirmou que o chefe da pasta possui “apoio pleno do PMDB”.

Informações de que Levy poderia deixar a equipe econômica deixaram o mercado financeiro apreensivo nesta quinta. O ministro chegou a cancelar viagem à Turquia, para reunião com ministros da economia de outros países, a fim de se reunir com a presidente Dilma Rousseff. No fim da tarde, o ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, afirmou que Levy não deixará o governo. À noite, o ministro da Fazenda acabou voltando atrás e decidiu viajar para a Turquia.

“Ainda hoje, falei com ele [Levy] que ele tem apoio pleno do PMDB. Ele disse que o PMDB está contra, e eu disse: ‘Nada disso’. A saída dele agora seria muito prejudicial para o país”, declarou.

Temer afirmou, ainda, que o Brasil passa por uma crise econômica e política, mas não uma crise institucional. Para o vice-presidente, é necessário pacificar o país. Ele demonstrou expectativa de que a recuperação da economia, em meados do ano que vem, afaste a crise política.

  • Proviagens 80 dias

4 de setembro de 2015 às 4:00

Vereador que renunciou ao mandato em Extremoz se reuniu com o deputado Jacó Jácome e se filiou ao PMN

Após renunciar ao mandato de vereador em Extremoz, como o Blog publicou, o Professor Cleyton, eleito pelo PMDB do prefeito Klauss Rêgo, de quem se disse “perseguido”, se desfiliou do partido e já dispõe de nova legenda para disputar a reeleição no próximo ano.
Ontem, “O Gordo”, como é conhecido, se reuniu com o deputado estadual Jacó Jácome e se filiou ao PMN.

  

  • Proviagens 80 dias

4 de setembro de 2015 às 3:48

Prefeito veta proposta de construção de banheiros em farmácias e Câmara derruba veto

Vereadores de Natal derrubaram ontem, o veto integral do prefeito Carlos Eduardo ao projeto do presidente da Casa, Franklin Capistrano (PSB), que obriga farmácias e drogarias da capital potiguar a disponibilizarem banheiros ao público. 

Líder do prefeito na Câmara, o vereador Raniere Barbosa (PDT), justificou que a proposta deveria ser tratada através de lei complementar porque altera o Código de Obras do Município, sendo esta uma inconstitucionalidade formal. “Ademais, impõe aos estabelecimentos que comercializam medicamentos, a construção de banheiros no prazo de 90 dias, ferindo o direito adquirido pelas empresas”, justificou.
Para Capistrano, o veto não tem embasamento jurídico.

“Trata-se de comodidade, além de preservar a vida do cidadão. Por exemplo, existem muitas pessoas idosas que precisam de cuidados específicos durante suas atividades cotidianas. Agora, para obter o alvará de funcionamento as farmácias deverão ter banheiros para seus clientes”.

Fotos Elpídio Júnior

  

  • Proviagens 80 dias
  • Suzuki
  • Swit Sport