Thaysa Galvão
Thaysa Galvão
Thaysa Galvão
PMM - banners transporte para sites e blogs
Holiday

Thaisa Galvão

30 de maio de 2016 às 0:44

Temer cria Ministério da Transparência e nomeia indicado de Renan Calheiros que dá dicas de como se livrar da lava ja [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Do G1

Em reunião com Renan, atual ministro da Transparência criticou Lava Jato


Sérgio Machado gravou conversas de Fabiano Silveira com senador. Ministro negou interceder por terceiros; Renan não respondeu aos contatos

Reportagem exclusiva do “Fantástico”, da TV Globo, teve acesso a novos trechos de conversas gravadas pelo ex-senador e ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado.
As gravações contêm conversas de uma reunião na casa do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), com a participação do atual ministro da Transparência, Fiscalização e Controle, Fabiano Silveira, quando ele ainda era conselheiro do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Segundo Sérgio Machado, na conversa houve troca de reclamações sobre a Justiça e operação Lava Jato. 

Na gravação, Fabiano Silveira faz críticas à condução da Lava Jato pela Procuradoria e dá conselhos a investigados na operação.

Neste mês, Silveira assumiu o Ministério da Transparência, responsável pela fiscalização, controle e ações do governo para combate à corrupção. 

O ministério foi criado pelo presidente em exercício Michel Temer no lugar da antiga Controladoria-Geral da União.

Funcionário de carreira do Senado, Fabiano Silveira era conselheiro do CNJ, para onde tinha sido indicado Renan Calheiros, antes de entrar para o primeiro escalão do governo de Temer.

Cerca de três meses antes de assumir o cargo, Fabiano Silveira esteve em uma reunião na casa de Renan Calheiros, onde a Lava Jato foi amplamente discutida com investigados. 

Durante as tratativas do acordo de delação premiada, o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado disse que no dia 24 de fevereiro deste ano foi à casa de Renan Calheiros para conversar, entre outras coisas, sobre, abres “as providências e ações que ele estava pensando acerca da operação Lava Jato”.
Machado disse que participaram dessa conversa duas pessoas que ele disse serem “advogados de Renan”. 

Um deles, segundo Machado, se chama Bruno, e o outro, Fabiano. Machado disse: “no inicio relatei aos advogados sobre o que ocorreu em minha busca e apreensão”. 

 

Na revelação mais importante, o ex-presidente da Transpetro diz que, no encontro, ele e os presentes trocaram “reclamações gerais sobre a Justiça e sobre a Java Jato”.

Sérgio Machado gravou a conversa. Participam da reunião, além dele e Renan Calheiros, Bruno Mendes, advogado ex-assessor de Renan, e Fabiano Silveira. Ou seja, o atual ministro da Transparência, Fiscalização e Controle, encarregado de combater a corrupção no governo federal, participou de uma conversa em que, segundo Sérgio Machado disse aos investigadores, foram feitas críticas à Lava Jato e à Justiça.

Além disso, é possível entender que Fabiano orienta Renan e Sérgio Machado sobre como se comportar em relação à Procuradoria Geral da República (PGR). 

A qualidade do áudio é ruim, há varias pessoas na sala, mas é possível identificar as vozes de Machado, de Renan Calheiros, de Fabiano e de Bruno Mendes.

Depoimento de Paulo Roberto Costa
A TV Globo pediu ao professor da Unicamp e perito Ricardo Molina que também analisasse a gravação. Ele disse que, “acima de qualquer dúvida razoável”, a voz é de Fabiano Silveira. 

A certa altura, Sérgio Machado lê alto um depoimento do ex-diretor da Petrobras e delator da Lava Jato Paulo Roberto Costa. 

Eles ouvem as acusações e os argumentos de defesa de Machado, que se dirige a Fabiano e diz que as explicações que tem são contundentes. Bruno critica a cobertura da imprensa.

MACHADO: Esse foi o motivo, Fabiano… (inaudível). As explicações que estão aí, você vê que são todas contundentes.

BRUNO: Tudo que eles falam, p****, a imprensa só dá… Rapaz, você acredita que os caras tinham a cara de pau de dizer no noticiário que o (inaudível) ia ser julgado? (inaudível)
Em seguida, Fabiano faz um comentário sobre a situação de Sérgio Machado e diz que ele deve procurar o relator da medida cautelar para prestar esclarecimentos.

FABIANO: Eu concordo com a sua condição de, tendo sido objeto de uma medida cautelar, simplesmente, não… Dizer assim: ‘olha, não é comigo isso…’ acho que tem que dizer, tem que se dirigir ao relator prestando alguns esclarecimentos, é verdade.

MACHADO: Sobretudo Fabiano… Não tem nada.

BRUNO: Nós não temos um movimento pra fazer agora.


Inquérito sobre Renan no Supremo

Renan Calheiros diz a Fabiano que está preocupado com um dos inquéritos a que responde no Supremo, o que investiga se o presidente do Senado e Sérgio Machado, entre outros agentes públicos, receberam propina – em forma de doações eleitorais – para facilitar a vitória de um consórcio de empresas em uma licitação para renovar a frota da Transpetro.

Paulo Roberto Costa e Alberto Youssef citaram o negócio em depoimento. A campanha de Renan teria sido contemplada com duas doações no valor total de R$ 400 mil.

Na gravação, Renan diz a Fabiano, sem entrar em detalhes, que está preocupado com um recibo. Machado diz que ele foi incluído em um processo de R$ 800 mil. Uma voz que não é possível identificar pergunta se foi Youssef quem disse que o dinheiro foi pra Renan. Machado diz que não.

RENAN: Cuidado, Fabiano! Esse negócio do recibo… Isso me preocupa pra c******. (…)

MACHADO: Eles me botaram num processo lá de 800 mil que o Youssef tinha dito que era pra… (inaudível) estaleiro. Que eles estão de acordo se tem certeza que era pra você (inaudível).

(voz não identificada): Yousseff disse?

MACHADO: Não. Da conclusão eles entendem que… (inaudível)
Conselhos sobre estratégia de defesa
Nesse momento, Fabiano discute com eles a estratégia de defesa de Machado e Renan nesse caso. Fabiano aconselha Renan dizendo que, aparentemente, ele não deve entregar uma versão dos fatos, pois isso daria à Procuradoria condições de rebater detalhes da defesa.

FABIANO: A única ressalva que eu faria é a seguinte: está entregando já a sua versão pros caras da… PGR, né. Entendeu? Presidente, porque tem uns detalhes aqui que eles… (inaudível) Eles não terão condição, mas quando você coloca aqui, eles vão querer rebater os detalhes que colocou. (inaudível)


Críticas à investigação da PGR

Mais à frente, Fabiano chega a fazer críticas à condução da investigação pela Procuradoria e diz que Janot e os procuradores estão perdidos.

MACHADO: Diz que o… Janot não sabe nada. O Janot só faz… (inaudível) cada processo tem um procurador.

FABIANO: Eles estão perdidos nesta questão.

(…)

MACHADO: A última informação que vocês têm, não tem nada, não apuraram nada até hoje, é isso?

FABIANO: não.

(voz não identificada): É a última informação, né? (inaudível). Eles, desde o início, Sérgio, eles estão jogando verde para colher maduro. O cara fala: ‘eu não conheço o Renan’… (inaudível).

FABIANO: Eles foram lá buscar o limão e saiu uma limonada.


Conversa com PGR

Em outra conversa, em 11 de março, sem a presença de Fabiano, Renan e Sérgio Machado comentam a atuação do atual ministro da Transparência, Ficalização e Controle, que teria ido falar com o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, depois da reunião que tiveram em 24 de fevereiro.

O “Fantástico” apurou que Fabiano procurou diversas vezes integrantes da força-tarefa da Lava Jato para tentar obter informações de inquéritos contra Renan. E saía de lá com informações evasivas, que eram comemoradas por Renan. Nesta conversa, Renan disse que alguém na Procuradoria nada tinha achado contra ele e que tinha classificado o presidente do Senado de “gênio”.

RENAN: Ele disse ao Fabiano: ‘Ó, o Renan… Se o Senan tiver feito alguma coisa que eu não sei… Mas esse cara, p****, é um gênio, usou essa expressão. ‘Porque nós não achamos nada’.

MACHADO: Já procuraram tudo.

RENAN: Tudo.


Outro lado

Procurado, o ministro da Transparência, Fabiano Silveira, não quis dar entrevista. Por meio de nota, disse que esteve “de passagem” na residência oficial do Senado, mas que não sabia da presença de Sérgio Machado. Ele disse, ainda, que não tem nem nunca teve nenhuma relação com Sérgio Machado. 

Segundo Fabiano, ele esteve “involuntariamente”, em uma conversa informal, e jamais fez gestões ou intercedeu junto a instituições públicas em favor de terceiros.

A defesa do ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, disse que não pode se manifestar por causa do sigilo da delação premiada.

O presidente do senado, Renan Calheiros, do PMDB não respondeu aos nossos contatos.

O presidente em exercício, Michel Temer, e o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, não quiseram comentar.

30 de maio de 2016 às 0:20

Agripino diz que Dilma só pensa em voltar e não está “nem aí para as mazelas que deixou” [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Do senador José Agripino Maia, presidente nacional do DEM, sobre  a entrevista da presidente afastada, Dilma Rousseff (PT), à Folha de S. Paulo:
“Entrevista de quem só pensa em voltar. Não está nem aí para as mazelas que deixou para o novo governo consertar. Para ela, é criar imposto para não parar programa social, esquecendo que, quando saiu, o Minha Casa Minha Vida já estava parando. Enganação igual àquela da conta de luz. Ela não aprendeu que, quando o povo flagra, só se deixa enganar uma vez”.

29 de maio de 2016 às 19:03

Kelps Lima anuncia pré-candidatura de Lídia Guedes à prefeitura de Encanto pelo Solidariedade [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Anunciada hoje a pré-candidatura da psicóloga Lídia Guedes à Prefeitura do Município de Encanto, no Oeste do Rio Grande do Norte.

Lídia disputará o cargo pelo Solidariedade.

O anúncio foi feito hoje pelo presidente do partido enpré-candidato a prefeito de Natal, deputado Kelps Lima.

Além do anúncio da candidata, o SD formalizou o diretório do município de Encanto.

29 de maio de 2016 às 14:59

Capitão Styvenson pede desculpas a delegados mas mantém críticas aos que ganham muito e “nada fazem pelos cidadãos” [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Do Capitão Styvenson Valentim, depois da polêmica envolvendo as polícias civil e militar, por causa de um áudio vazado onde ele faz críticas às categorias/


29 de maio de 2016 às 14:36

De volta ao interior, Wilma de Faria anuncia pré-candidato do PTdoB a prefeito de Nova Cruz [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O contador Hudson Tourinho foi anunciado pré-candidato a prefeito do município de Nova Cruz neste sábado.

Ele vai disputar o mandato pelo PTdoB, partido hoje presidido pela ex-governadora Wilma de Faria.

O anúncio foi feito neste sábado com a presença de Wilma, que segue em tratamento de saúde, mas voltando aos palanques do interior.


Em seu discurso, Wilma, que deverá disputar vaga na Câmara de Natal, comparou a coragem do jovem candidato de Nova Cruz à sua coragem, quando renunciou à Prefeitura de Natal para, praticamente sozinha, disputar o governo do Estado.

29 de maio de 2016 às 13:43

Nome de Gustavo Soares é oficializado como pré-candidato da oposição em Assu [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Depois de uma reunião dos 11 partidos aliados, comandada pelo deputado estadual George Soares (PR), neste sábado, o parlamentar anunciou o nome do pré-candidato da oposição a prefeito de Assu.

Será o médico Gustavo Soares, irmão de George.

Gustavo e George com a mãe Rizza Montenegro

29 de maio de 2016 às 10:19

Dilma blogueira [0] Comentários | Deixe seu comentário.

De Natuza Nery, no Painel da Folha:
Dilma lançará site comparando iniciativas de seu governo com as anunciadas até agora por Temer


POR PAINEL


No ar, queridos Concentrada no Alvorada desde seu afastamento, Dilma Rousseff trabalha no lançamento de um site para comparar as iniciativas de seu governo com as de Michel Temer. Seus auxiliares têm se dedicado nos últimos dias à seleção de entrevistas, discursos e levantamentos de dados estatísticos sobre programas nacionais. 

A petista quer pegar carona no esperado desgaste do presidente interino após o anúncio de cortes em programas sociais e em reformas que reduzirão direitos.

29 de maio de 2016 às 10:10

Integrantes da banda potiguar Cavaleiros do Forró são assaltados mais uma vez em estradas de Pernambuco [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Do G1/Pernambuco
Ônibus da banda Cavaleiros do Forró é alvo de assalto em Pernambuco


Veículo foi abordado no município de Escada, na Mata Sul do estado. Criminosos levaram-no até um canavial e roubaram pertences e instrumentos

Um ônibus que transportava cerca de 20 integrantes da Banda Cavaleiros do Forró foi assaltado na madrugada deste sábado (28), por volta das 2h, em Escada, na Mata Sul de Pernambuco. Segundo testemunhas, quatro homens armados fecharam o ônibus nas proximidades de um posto de gasolina do município. Durante a ação, chegaram a atirar no parabrisa do veículo.
O motorista então parou o ônibus e foi rendido. 

Em seguida, todos foram levados a um canavial na zona rural do município, onde os criminosos roubaram celulares, equipamentos musicais e objetos pessoais dos integrantes da banda. 

Apesar do susto, ninguém ficou ferido. Após a fuga dos criminosos, o ônibus se dirigiu até a delegacia do município, onde as vítimas registraram um boletim de ocorrência.

A banda havia saído de Natal, no Rio Grande do Norte, com destino a Nilo Peçanha, na Bahia, onde se apresenta nesta sexta-feira (28). Na próxima terça-feira (31), o grupo segue para Araci, também na Bahia, onde fará nova apresentação.

O proprietário e empresário da banda, Alex Padang, lamentou o episódio. 

“Em 14 anos de banda, fomos assaltado três vezes – duas delas em Pernambuco. Por conta desses assaltos, a gente evita andar com dinheiro. A banda não anda com dinheiro, mesmo assim temos prejuízos por conta dessa violência. É lamentável. É o nosso trabalho e não temos outra forma de viajar e fazer os nossos shows”, ponderou..

Outro caso

Em dezembro de 2014, o ônibus da banda potiguar foi assaltado no quilômetro 300 da BR-232 em Sertânia, no Sertão de Pernambuco. 

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), na ocasião, testemunhas informaram que três pessoas armadas teriam praticado o crime. Nessa ocorrência, uma quantia em dinheiro foi levada pelos criminosos.

O ônibus seguia do Piauí para Alagoinha, no Agreste de Pernambuco. Dentro do veículo estavam os músicos, os cantores e a equipe de produção, além dos equipamentos. 

Segundo testemunhas, outros veículos que seguiam na frente já tinham sido assaltados. 

Apesar do ônibus ter sido atingido por tiros, ninguém ficou ferido. 

A Polícia Civil e a Polícia Militar do município não registraram a ocorrência.

29 de maio de 2016 às 10:02

Na continuação da entrevista à Folha, Dilma diz que começou a ser traída por Temer em março [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Mais da entrevista de Mônica Bérgamo, da Folha, com a presidente afastada Dilma Rousseff.

Parte da entrevista foi publicada ontem, quando Dilma diz que o impeachment foi planejado para barrar a lava e que Temer terá que se ajoelhar diante de Eduardo Cunha (leia aqui), mas foi a manchete de hoje do impresso.

Agora a parte inédita da entrevista, publicada hoje:


Folha – No dia em que saiu do Planalto, a senhora pedia às pessoas que não chorassem. A senhora não chora?

Dilma Rousseff – Eu não choro, não. Nas dores intensas, eu não choro. Cada um é cada um, né?


E o Lula?

O Lula chora. Ele chorou, sim. O Lula ficou muito triste ali, quando eu saí.


Nas conversas gravadas por Sérgio Machado, José Sarney diz que Lula está deprimido e com os olhos inchados de tanto chorar.

É mentira. Gente, o Lula é uma pessoa com fortes emoções. O Lula chora porque tem dor. Ato contínuo, ele se recupera e enfrenta a vida. Que Lula tá com olho inchado de chorar, o quê!


Houve um pior momento nesse processo? A maior traição?

Você não vai me perguntar da maior traição, né? Ela é tão óbvia!


Michel Temer?

Óbvio. E não foi no dia do impeachment. Foi antes. Em março. Quando as coisas ficaram claríssimas.


A senhora não esperava?

Você sempre acha que as pessoas têm caráter. Eu diria que ele não foi firme. Tem coisas que você não faz.


Olhando em perspectiva, a senhora não acha que teria sido melhor ter cedido o lugar para que Lula fosse candidato à Presidência em 2014?

A Barbara Tuchman escreveu um livro fantástico, “A Marcha da Insensatez”. A insensatez só é insensata quando você percebe que isso pode ocorrer e insiste. Não vale a pena olhar para trás, com tudo já passado, e falar “tinha de ser assim”.


Lula também insistia para que a senhora nomeasse Henrique Meirelles para o Ministério da Fazenda, cargo para o qual Temer agora o convidou.

Cada um é cada um. Eu respeito o Henrique Meirelles, tá? Agora, eu não concordo com essas medidas [anunciadas pelo ministro na semana passada]. Gosto mais do Meirelles no Banco Central que no Ministério da Fazenda. Pelo menos até agora.
Não sei se é dele essa ideia de propor o orçamento base zero [que só cresce de acordo com a inflação do ano anterior]. Mas não é possível num país como o nosso, não ter um investimento pesado em educação. Sem isso, o Brasil não tem futuro, não. Abrir mão de investimento nessa área, sob qualquer circunstância, é colocar o Brasil de volta no passado. É um absurdo.


No governo da senhora também houve cortes e o então ministro da Fazenda Nelson Barbosa, numa proposta fiscal rigorosa, chegou a prever mudança na política de reajuste de salário mínimo.

Nós passamos um ano terrível em 2015 e fizemos todo o esforço para não ter corte em programa social. Nós assumimos [a proposta de se recriar] a CPMF, sem pudor.
Nós nunca entramos nessa do pato [símbolo criado pela Fiesp para protestar contra aumento de impostos]. Aliás, o pato tá calado, sumido. O pato tá impactado. Nós vamos pagar o pato do pato, é?
Porque quem paga o pato, quando não se tem imposto num país, é a população. Vai ter corte na saúde. Já falaram em acabar com o Mais Médicos, já falaram que o SUS não cabe no orçamento. Depois voltaram atrás.
Os que são chamados de coxinhas acreditam que o Bolsa Família é uma esmola. Não é. Ele tem efeito enorme sobre as crianças.
Entre fazer isso [cortes em área sociais] e criar um imposto, cria um imposto! Para com essa história de não criar a CPMF. Só não destrói a educação e a saúde. Não tira as crianças da sala de aula. É essa a discussão que precisa ser feita e não uma discussão genérica sobre o pato.


A senhora fala que o programa de Temer não passou pelas urnas. Mas a senhora também falou uma coisa na campanha e fez outra depois de eleita.

Quando é que o pessoal percebeu que tinha uma crise no Brasil, hein? A coisa mais difícil foi descobrir que tinha uma crise no Brasil.


Na eleição, todo mundo tinha percebido, menos a senhora?

Me mostra a oposição falando que tinha crise no Brasil! Ninguém sabia que o preço do petróleo ia cair, que a China ia fazer uma aterrissagem bastante forte, que ia ter a pior seca no Sudeste.


A senhora diz então que não deu uma guinada de 180º, como até seus aliados afirmam?

Eu vinha numa política anticíclica e acabou a política anticíclica. A guinada é essa. Agora, isso não significa que não possamos ter errado nisso e naquilo. Porque senão fica assim “não errei em nada”. Não é isso.


Errou em quê?

Ah, sei lá. Como é que eu vou falar da situação depois?


Na escolha do candidato a vice-presidente?

Ah, não vou falar isso. É tão óbvio! Mas não tem essa volta ao passado. Isso não existe.
*

Folha – A senhora diz que o impeachment é um golpe. No entanto, participa do processo, se defende. A palavra está sendo bem utilizada?


Dilma Rousseff
– Por que nós dizemos que é golpe? Porque não há crime de responsabilidade. Mas tem um outro aspecto.
Até os anos 1970, o golpe na América Latina era tipicamente militar. As Forças Armadas tiravam os presidentes que as oligarquias não gostavam e destruíam o modelo democrático que o país possuía. Instituíam uma ditadura e ponto final.

Enquanto houve a guerra fria, os golpes eram absorvidos. Agora não é assim.
E o impeachment pode funcionar como um golpe. Você tira um governante mas não quebra o modelo democrático. Não pode impedir a reação, as manifestações. Essa é a grande contradição desse processo. E eu vou levar até o extremo essa contradição.
Sinto muito, sabe, sinto muuuuito se uma das características deste golpe é detestar ser chamado de golpe.


A senhora tem conversado com senadores? Tem um placar do impeachment?

Querida, de maneira alguma eu vou ficar fazendo um placar. Eu converso com vários senadores, eu vejo o que eles querem. Eles me falam da importância de fazer um processo de discussão sobre como seria o próximo governo [se ela voltasse ao cargo].


E como seria? O PT sempre defendeu, por exemplo, que a senhora taxasse os mais ricos e isso nunca foi adiante.

Tentamos aprovar o imposto sobre lucros e dividendos e juros de capital próprio. E perdemos, querida. Não passa no Congresso. É que nem a democratização da mídia. Eu fui fiadora da democracia. Não tive a menor tentação de reprimir ninguém em 2013 [durante as manifestações].
Nunca bati na mesa dizendo que eu sei tratar com bandido. Eu não sei tratar com bandido. Eu sei tratar direitinho com movimento social. Ele, a gente respeita.
Sou, portanto, a favor da liberdade de imprensa. Agora, o Brasil tem um problema, sim. Não é possível essa concentração [da mídia]. Estamos falando de regulação econômica, de restrição [à concentração], porque isso levará a uma maior democratização. É inexorável. Não é possível ter o controle oligopolista da mídia. Só isso.


Mas a senhora não falava isso quando estava no governo.

Eu falei duas vezes durante a campanha e uma vez depois. Diziam: manda uma lei. Eu vou mandar uma lei para perder, é? Porque uma das coisas que o senhor Eduardo Cunha dizia para quem quisesse ouvir é que ele tinha feito uma negociação e que essa proposta não passaria.


Negociação com quem?

Com os interessados, querida.


Quem?

Ah, não, aí você pergunte para ele. Eu dei murro em ponta de algumas facas. Mas eu não tenho como dar murro em todas as facas.

29 de maio de 2016 às 2:22

Funcionários vão abraçar o Papi neste domingo [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Ainda negociando a venda para um grupo estrangeiro, o funcionamento do Hospital Papi, em Natal, continua uma incógnita.

Por isso os funcionários vão dar um abraço simbólico no prédio do hospital.

São cerca de 700 funcionários que neste domingo, a partir das 10h30 vão pedir socorro.

29 de maio de 2016 às 2:14

Presidente do TSE e relator do pedido de impugnação da chapa Dilma/Temer, Gilmar Mendes vai à casa de Temer no sábado à noite [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Huuummm….

Da Folha:
Temer recebe presidente do TSE no Palácio do Jaburu
O presidente interino Michel Temer recebeu no Palácio do Jaburu, na noite deste sábado (28), uma visita do ministro do Supremo Tribunal Federal e presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Gilmar Mendes.
Mendes é relator no TSE do processo que analisa as contas da campanha da chapa da presidente afastada Dilma Rouseff e do seu vice e agora presidente interino.
O ministro também assume na próxima terça-feira (31) a presidência da Segunda Turma do STF, que é responsável pelo julgamento da maioria dos inquéritos que investigam a participação de políticos no esquema investigado pela Operação Lava Jato.
Ele vai substituir Dias Toffoli, que teve seu mandato de um ano no comando da turma encerrado na última semana.
Advogado-Geral da União nos últimos anos do segundo mandato do tucano Fernando Henrique Cardoso, Mendes é um frequente crítico do PT e das gestões do partido no governo federal.
Questionada, a assessoria de Temer informa que Mendes solicitou o encontro para discutir o orçamento do TSE.
A Folha não conseguiu falar com a assessoria de Gilmar Mendes na noite deste sábado.

29 de maio de 2016 às 0:13

Mais uma polêmica envolve o Capitão da lei seca  [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Mais uma polêmica em torno do Capitão Styvenson Valentim, coordenador da Lei Seca no Rio Grande do Norte e cotado para disputar a Prefeitura de Natal.

Isso mesmo: cotado para ser candidato, bem avaliado em pesquisas, daí centro de muitas polêmicas.

Em uma conversa com uma pessoa que recorreu a ele para tratar de um ocorrido, mas que repassou o que seria uma conversa particular, Styvenson combina para ela ir ao Detran na segunda-feira, caso ela queira levar o caso à frente.

“Se tivesse vítima fatal, se alguém tivesse morrido, e aí? Ia ficar como?”, questionou Styvenson.

“Eu teria ido até o final. Dona STTU deve sim, ir pra delegacia, os agentes devem ir pra delegacia, deveria ir todo mundo pra delegacia. Todos deveriam ter ido pra delegacia, todo os envolvidos, todo mundo é testemunha do fato”.

Na conversa que seria particular, Styvenson bate na Polícia Civil.
“Policial civil ganha muito bem pra não fazer nada. Delegado ganha 23 mil pra não fazer nada. Delegado acha que tem poder sobrenatural”…

Alfineta a PM:

“Não sou vinculado à CPRE, mal sou vinculado à Polícia Militar e ao Detran, então as coisas que faço não é por instituição não, é por mim mesmo”.
A pessoa que recorreu a Styvenson passou o teor da conversa – só a fala dele, omitindo o teor do outro lado – e de repente o zap zap espalhou apenas um lado de uma conversa, provocando a ira do coronel da reserva da PM, José Walterler, que também sem se referir ao outro lado da conversa particular, decidiu pedir desculpas à PC e disse que 90% dos homens das polícias civil e militar lutam em prol dos interesses da instituição.

“Na qualidade de coronel da Polícia Militar quero deixar aqui registrado o meu pedido de desculpas aos valorosos companheiros da Polícia Civil e dizer que a manifestação singular desse jovem capitão, nem pode e nem deve ser motivo para achincalhar ou desvirtuar os verdadeiros objetivos de todos nós policiais civis ou militares”, disse o coronel convocando Styvenson a pedir desculpas à polícia civil.
Também sem se referir ao ocorrido, tomando por base apenas o áudio de Styvenson, a Adepol – Associação de Delegados de Polícia Civil – emitiu nota de repúdio às declarações do coordenador da lei seca.

A nota diz que Styvenson atacou “de forma grosseira, a honra de uma categoria que é reconhecida pela sociedade potiguar pelo seu profissionalismo e comprometimento”, e continua afirmando que a associação vai ingressar com medidas administrativas e judiciais contra o Capitão Styvenson, “por entender que ele, além de praticar uma transgressão disciplinar, maculou, de forma injusta, a honra dos delegados”.

28 de maio de 2016 às 19:35

Para Dilma, impeachment aconteceu para barrar lava jato e governo Temer terá que se ajoelhar diante de Cunha [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Da Folha:

ENTREVISTA: DILMA ROUSSEFF

Cunha manda e governo Temer terá que se ajoelhar

MÔNICA BERGAMO

COLUNISTA DA FOLHA



Os garçons do Palácio da Alvorada ainda servem café quente para a presidente afastada Dilma Rousseff. Na quinta-feira passada (26), ela recebeu a Folha para uma entrevista e pediu que servissem também “alguma comidinha”. Foi prontamente atendida, mas reclamou: “Não tem pão de queijo?”.
Dilma, segundo assessores, segue mais Dilma do que nunca. Acorda cedo, despacha, dá bronca, exige pontualidade e se apega a detalhes.
Aparenta estar forte e até algo aliviada longe da rotina do Palácio do Planalto, de onde foi afastada depois que o Senado votou pela abertura do impeachment, há 18 dias.
Diz que não sente falta de nada. “Eu trabalho o mesmo tanto. Só que agora faço outras coisas”, afirma.
Recebe senadores, deputados, ex-ministros. Com eles, participa de discussões em redes sociais. “Temos que defender o nosso legado. E com pouco recurso. Atualmente nós temos um blog. Ele nos consome”, afirma.
Na semana passada, acompanhou cada detalhe da divulgação, pela Folha, de gravações feitas pelo ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado com os senadores Romero Jucá e Renan Calheiros e com José Sarney.
“As razões do impeachment estão ficando cada vez mais claras”, afirma, sorrindo. As conversas revelam tentativas de interferir na Operação Lava Jato e a opinião de que, se Dilma saísse do governo, as investigações poderiam arrefecer.
Dilma não poupa críticas ao governo interino de Michel Temer e diz que ele terá que “se ajoelhar” para Eduardo Cunha, com quem “não há negociação possível”.

Leia a seguir os principais trechos da conversa:
*
Folha – Vamos começar falando sobre o impeachment.

Dilma Rousseff – Pois não.
A senhora precisa ter 27 votos contrários a ele no Senado.

É melhor falar que precisamos de 30.

E só teve 22 na votação da admissibilidade. Acredita mesmo que pode voltar?

Nós podemos reverter isso. Vários senadores, quando votaram pela admissibilidade [do processo de impeachment], disseram que não estavam declarando [posição] pelo mérito [das acusações, que ainda seriam analisadas]. Então eu acredito.

Sobretudo porque as razões do impeachment estão ficando cada vez mais claras. E elas não têm nada a ver com seis decretos ou com Plano Safra [medidas consideradas crimes de responsabilidade].

Fernando Henrique Cardoso assinou 30 decretos similares aos meus. O Lula, quatro. Quando o TCU disse que não se podia fazer mais [decretos], nós não fizemos mais. O Plano Safra não tem uma ação minha. Pela lei, quem executa [o plano] são órgãos técnicos da Fazenda.

Ou seja, não conseguem dizer qual é o crime que eu cometi. Em vista disso, e considerando a profusão de detalhes que têm surgido a respeito das causas reais para o meu impeachment, eu acredito que é possível [barrar o impedimento no Senado].

A senhora se refere às conversas telefônicas gravadas pelo ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, com os senadores Romero Jucá e Renan Calheiros e com o ex-presidente José Sarney?

Eu li os três [diálogos]. Eles mostram que a causa real para o meu impeachment era a tentativa de obstrução da Operação Lava Jato por parte de quem achava que, sem mudar o governo, a “sangria” continuaria. A “sangria” é uma citação literal do senador Romero Jucá.

Outro dos grampeados diz que eu deixava as coisas [investigações] correrem. As conversas provam o que sistematicamente falamos: jamais interferimos na Lava Jato. E aqueles que quiseram o impeachment tinham esse objetivo. Não sou eu que digo. Eles próprios dizem.

E a crise na economia, a falta de apoio do governo no Congresso, não contaram?

O [economista e prêmio Nobel Joseph] Stiglitz fez um diagnóstico perfeito [sobre o Brasil]: a crise econômica é inevitável. O que não é inevitável é a combinação danosa de crise econômica com crise política. O que aconteceu comigo? Houve a combinação da crise econômica com uma ação política deletéria. Todas as tentativas que fizemos de enviar reformas para o Congresso foram obstaculizadas, tanto pela oposição quanto por uma parte do centro politico, este liderado pelo senhor Eduardo Cunha.

Pior: propuseram as “pautas-bomba”, com gastos de R$ 160 bilhões. O que estava por trás disso? A criação de um ambiente de impasse, propício ao impeachment. Cada vez que a Lava Jato chegava perto do senhor Eduardo Cunha, ele tomava uma atitude contra o governo. A tese dele era a de que tínhamos que obstruir a Justiça.

A senhora então sustenta que o impeachment foi apenas uma tentativa de se barrar a Operação Lava Jato.

Foi para isso e também para colocarem em andamento uma política ultraliberal em economia e conservadora em todo o resto. Com cortes drásticos de programas sociais. Um programa que não tem legitimidade pois não teve o respaldo das urnas.

Não foi um equívoco político confrontar um adversário com tanto poder e influência no parlamento como Cunha?

Desde 1988, o PMDB foi o centro do espectro político. E participou da estruturação tanto dos governos do PSDB quanto dos governos do PT, sendo fator de estabilidade.

Mas, a partir do meu primeiro mandato, esta parte [PMDB] que era para ser centro passa a ter um corte de direita conservadora, com uma pessoa extremamente aguerrida na sua direção.

Você passa a ter, de um lado, 25% [dos parlamentares] ligados à ala progressista, outros 20% à ala que já foi social-democrata. E, no meio, 55% sob o controle do senhor presidente da Câmara afastado, Eduardo Cunha. A situação do Brasil, se isso não for desmontado, é gravíssima.

Mas era melhor cair a fazer um acordo político com ele?

Fazer acordo com Eduardo Cunha é se submeter à pauta dele. Não se trata de uma negociação tradicional de composição. E sim de negociação em que ele dá as cartas.

Jamais eu deixaria que ele indicasse o meu ministro da Justiça [referindo-se ao fato de o titular da pasta de Temer, Alexandre de Moraes, ter sido advogado de Cunha]. Jamais eu deixaria que ele indicasse todos os cargos jurídicos e assessores da subchefia da Casa Civil, por onde passam todos os decretos e leis.

A senhora se refere a nomeações do governo interino?

Podem falar o que quiserem: o Eduardo Cunha é a pessoa central do governo Temer. Isso ficou claríssimo agora, com a indicação do André Moura [deputado ligado a Cunha e líder do governo Temer na Câmara]. Cunha não só manda: ele é o governo Temer. E não há governo possível nos termos do Eduardo Cunha.

Não haverá, na sua opinião, governo Temer possível?

Vão ter de se ajoelhar.

Voltando à Lava Jato, houve pressão sobre a senhora para interferir na operação?

Era muito difícil fazer pressão sobre mim, querida.

Há relatos de pressão de Lula e do PT para que a senhora demitisse o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo.

Tanto não é verdade que José Eduardo saiu no final. E para o lugar dele foi um procurador [Eugênio Aragão].

Delcídio do Amaral afirmou em delação que a senhora indicou o ministro Marcelo Navarro para o STJ (Superior Tribunal de Justiça) para ajudar a soltar empreiteiros presos.

É absurda a questão do Navarro. Eu não tenho nenhum ato de corrupção na minha vida. Não conseguirão [acusá-la]. Por isso escolhem seis decretos e um Plano Safra [para embasar o impeachment].

Há rumores de que o empreiteiro Marcelo Odebrecht acusará a senhora, em delação premiada, de ter pedido dinheiro a ele na campanha em 2014, o que teria resultado em pagamentos ao marqueteiro João Santana por meio de caixa dois.

Eu jamais tive conversa com o Marcelo Odebrecht sobre isso.

Nem com o João Santana?

Eu paguei R$ 70 milhões para o João Santana [na campanha de 2014], tudo declarado para o TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Onde é que está o caixa dois?

A senhora já teve quantos encontros com Odebrecht?

Muito poucos. Eu não recebi nunca o Marcelo no [Palácio da] Alvorada. No Planalto, eu não me lembro. Recordo que encontrei o Marcelo Odebrecht no México, o maior investimento privado do país é da Odebrecht com um sócio de lá. Conversamos a respeito do negócio, ele queria que déssemos um apoio maior. Uma conversa absolutamente padrão do Marcelo.

28 de maio de 2016 às 14:24

Com salão exclusivo para até 200 convidados, Sal e Brasa lança pacotes para casamentos e contrata consultora especializada [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Depois de escolhida por muitos casais como espaço para casamentos, a churrascaria Sal e Brasa, que dispõe de dois salões reservados, está apostando nas festas.

E para isso já contratou consultora especializada para cuidar desde a produção até o momento do sim e a recepção dos convidados.

“Para casamentos, um pacote especial surge como um novo nicho no mercado. A churrascaria reserva dois ambientes e fornece os serviços já reconhecidos pelos potiguares e isso tem chamado a atenção dos noivos que procuram um espaço diferenciado e um pacote que inclui todos os serviços”, explica Margareth Duarte, gerente comercial e de eventos da Sal e Brasa.

 

Os espaços são rústicos e completamente reservado para os convidados e comportam festas entre 50 a 60 em um, e de 150 a 200 convidados em outro, com garçons exclusivos para as festas, manobristas e seguranças.
Sara Regina e Vagner Miranda se casaram na Sal e Brasa e receberam 50 convidados.

“Eu comecei a pesquisar sobre o casamento faltando apenas 5 meses para a festa. E como eu queria uma comemoração pequena, a Sal e Brasa me forneceu todos os serviços em um só lugar e com um pacote de custo-benefício que valeu a pena. Os convidados ficaram surpresos com a escolha do local da festa, mas adoraram o espaço e até hoje recebo elogios pelo casamento”, disse Sara, que faria tudo de novo no mesmo lugar.

 

“Nós chegamos a ter cinco eventos sociais numa mesma semana. E a maioria dos interessados chega até nós através de indicação de amigos ou por já ter participado de uma festa aqui”, completa a gerente Margareth.

  
  

28 de maio de 2016 às 14:07

Vice-reitor do Seminário São Pedro, Padre Francisco será o novo secretário do arcebispo Dom Jaime Vieira [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Vice-reitor do Seminário São Pedro, em Natal, o Padre Francisco Fernandes foi designado pelo Arcebispo Metropolitano de Natal, Dom Jaime Vieira Rocha, para outra função: será o secretário pessoal do arcebispo e do gabinete na Cúria Metropolitana.
A nomeação do Padre Fernandes faz parte de algumas mudanças que Dom Jaime está promovendo no Clero.
“Sou muito grato a Deus por essa bonita experiência vivida e já me sinto cheio de alegria e esperança pra me dedicar a essa nova realidade que se aproxima. Agradeço também muito especialmente a o nosso querido Dom Jaime pela confiança depositada”, declarou Padre Francisco, ao ser informado de sua nova missão que assumirá no dia 20 de junho.

28 de maio de 2016 às 14:06

Mudanças anunciadas pela Arquidiocese de Natal [0] Comentários | Deixe seu comentário.

E as mudanças anunciadas nesta sexta-feira pelo arcebispo de Natal, Dom Jaime Vieira da Rocha são as seguintes:

No Seminário de São Pedro muda toda a equipe a partir de 20 de junho.
O novo reitor será o Padre José Valquimar Nogueira, sucedendo o Padre José Nazareno.
Para a função de vice-reitor, em substituição ao Padre Francisco Fernandes, foi nomeado o Padre Roberlan Roberto Gomes.
Já para outra função de vice-reitor do Propedêutico, foi nomeado o Padre Luiz Martins de Carvalho, sucedendo o Padre Iranildo Virgílio da Cruz.

Também a partir de 20 de junho, o Padre José Nazareno será vigário paroquial de São Francisco de Assis, em Cidade Satélite; e o Padre Francisco Fernandes assumirá a função de secretário do Arcebispo.
Em outubro, Padre Nazareno será nomeado pároco da Paróquia de São Francisco de Assis.

O Padre Roberlan Roberto, além de vice-reitor do Seminário, também será vigário paroquial de Nossa Senhora da Candelária, no bairro da Candelária, em Natal.

28 de maio de 2016 às 13:35

A homenagem ao Blog por Chrystian de Saboya no Novo Jornal [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Da coluna Chrystian de Saboya, que diariamente rende homenagens, no Novo Jornal deste sábado:

  

E o Blog agradece, manda beijos e compartilha notas que fecham na coluna de hoje:

  
A página inteira…nas páginas do Novo.

  

28 de maio de 2016 às 12:34

Presidente da Câmara de Caicó vai apurar denúncia contra vereador levada a público em bate-boca durante sessão [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Ainda fervilha em Caicó o bate-boca familiar dentro da Câmara Municipal.

Bate-boca que envolveu o vereador Ivanildo do Hospital e o parente e ex-assessor, Felipe Costa, acusado de “caluniar” o parlamentar nas redes sociais.

“Chamem a polícia”, foi o pronunciamento do vereador Leleu Fontes.

A sessão foi suspensa.

Veja o bate-boca:


Presidente da Câmara, o vereador Nildson Dantas disse que vai apurar a denúncia do ex-assessor, que acusa o parlamentar de emitir notas frias no recebimento da verba de gabinete.

28 de maio de 2016 às 11:34

Velório de João Garcia terá início às 18h no Morada da Paz em Emaús [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Terá início às 18 horas, numa capela do Morada da Paz, em Emaús, o velório do ex-diretor da Urbana, João Garcia, que morreu hoje em Fortaleza, onde se recuperava de um transplante de coração.

A missa de corpo presente será celebrada às 9 horas deste domingo seguida do sepultamento.

28 de maio de 2016 às 11:00

Henrique Alves reúne pré-candidatos pelo PMDB em Mossoró [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Do ministro do Turismo e presidente do PMDB no Rio Grande do Norte, Henrique Alves, em seu twitter: