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8 de julho de 2009 às 2:02

Arthur Virgília critica prefeito pedófilo…mas depois se cala

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E o paladino da moralidade, Arthur Virgílio, do PSDB, que tem falado muito sobre sexo nos bunkers do Senado, andou silenciando sobre as investigações de um ex-prefeito de Coari, município amazonense, tido como pedófilo pela Polícia Federal…
E que vai depor, nesta sexta-feira, 10, na CPI da Pedofilia, em Brasília.
Eis publicação do amazonense Blog do Holanda, o www.blogdoholanda.com
O SILÊNCIO DE ARTHUR
Em 4/7/2009, às 20:36
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Em 21 de novembro do ano passado, o senador Arthur Neto fez um duro discurso no Senado, atacando os crimes de pedofilia ocorridos em Coari. Ao lembrar o “estupro” da menina K, de 12 anos, chorou , chamando o prefeito Adail Pinheiro de nojento. Em 22 de novembro, um sábado, Artur afirmou em coluna publicada por este Blog, que "helicópteros e aviões cruzam os céus do Amazonas, transportando jovens prostitutas e figuras poderosas da política amazonense, com cachês de até R$ 3 mil”.
“Adail Pinheiro, desta vez, é acusado de estupro. A vítima tem somente 12 anos de idade. Seu pai começou a exibir sinais de dinheiro farto e despertou suspeitas da Polícia Federal. Seu pai aliás, seria o intermediário a levá-la às mãos sujas e à mente enferma do prefeito e seus asseclas."
Toda essa indignação de Arthur ocorreu depois que ele ouviu gravações e leu documentos obtidos pela Polícia Federal durante a Operação Vorax. O que os leitores do Blog estranharam e passaram a semana cobrando, foi o total silêncio de Arthur ao trabalho da CPI na última semana, quando os envolvidos ou foram ouvidos ou citados.
Convidado pelo senador Magno Malta a participar das reuniões em Manaus e Coari, Arthur agradeceu, mas não veio. Também nunca mais escreveu sobre o assunto.
O que aconteceu com o indignado senador, que em novembro, quando ainda batia no governo estadual, chorou ao falar da criancinha supostamente estuprada pelo prefeito Adail Pinheiro?
Magno Malta , o presidente da CPI da Pedofilia, não falou de Arthur e de nenhum parlamentar do Amazonas, individualmente, mas jogou uma cortina de suspeita sobre todos eles: foi pressionado a não vir ao Amazonas. Arthur estaria entre os que o pressionaram ? Nunca saberemos…

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