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9 de janeiro de 2010 às 23:03

Estudante denuncia manobra federal para beneficiar alunos do IFRN no vestibular da UFRN

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Estudante de Medicina bota a boca no trombone.
E divulga texto na internet, denunciando o modelo utilizado pelo governo federal, de beneficiar o IFRN, ex-Cefet, facilitando a entrada dos alunos da escola pública federal, na universidade federal.
Eis o texto-denúncia de Luís Paulo.
Que foi enviado ao Blog, e que eu publico, na íntegra:
*
Vocês sabiam que das 100 vagas em Medicina desse vestibular da UFRN, 24 foram para alunos de escola "pública" (Cefet)?
Desde quando o aluno da Cefet precisa de ajuda para passar no vestibular?
Por que não tem nenhum aprovado do Atheneu, do Anísio Teixeira, de alguma escola pública de verdade?
Todos esses 24 "APROVADOS" ganharam pontuação extra de 10% (argumento de inclusão)..
Sem a pontuação extra o "primeiro lugar" seria o 69.
É revoltante.
Eu fiz 4 vestibulares para passar em Medicina por esforço próprio.
Foram horas de sono perdidas.
Meu irmão está na suplência desse vestibular, onde na VERDADE ele foi aprovado.
Afinal, somente os quatro primeiros BENEFICIADOS teriam passado no vestibular.
Não tenho nada contra o Cefet, mas acho um absurdo que nós que estudamos em escola particular, sejamos DISCRIMINADOS.
E o nosso esforço?
Não é o mesmo deles?
Talvez realmente não seja.
A pontuação de grande parte dos reprovados foi maior que desses APROVADOS NA MARRA.
É um ABSURDO!
Não podemos ficar calados.
Porque daqui a pouco serão 40 dos 100.
Esses donos de cursinho vão rasgar bolsa para esses alunos do Cefet para garantir resultado.
E quem não passou ainda tá fu…
Eles não estão nem aê.
Fato é o uso desse "primeiro lugar" na mídia.
Ele foi o 69!
Vamos ver se o povo da UFRN se toca.
Eles têm que mudar essa segregação econômica.
Os 12 primeiros de Medicina receberam essa PONTUAÇÃO EXTRA.
É impossível disputar dessa forma…

Luís Paulo

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