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3 de fevereiro de 2010 às 1:11

A matemática que não somou em 2009

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Na leitura da mensagem, a prefeita Micarla de Sousa explicou aos natalenses a matemática do seu primeiro ano de gestão.
Com muita subtração e pouca adição.
Muita divisão, e pouca multiplicação.
Eis o trecho da mensagem:
Tivemos que enfrentar com objetividade e criatividade, queda substancial nos repasses do Fundo de Participação do Município, do ICMS e dos royalties do petróleo – tão fundamentais para a administração da nossa cidade! E como perdemos: com elas somadas, tivemos quase 23% a menos de recursos, numa comparação com o ano de 2008; além de recebermos a prefeitura com uma dívida de mais de R$ 80 milhões.
Mas não ficamos de braços cruzados. Partimos para garantir o equilíbrio financeiro da prefeitura, investindo na modernização da máquina, no aumento da arrecadação e na valorização dos nossos funcionários. Com isso, obtivemos significativo incremento da receita própria. O IPTU cresceu quase 26%. O ISS mais de 3%. Um esforço enorme para um ano em quem ainda estávamos arrumando a casa e com uma máquina deveras emperrada.
Some-se a essas reduções a não liberação dos R$ 95 milhões previstos em emendas parlamentares da bancada federal do Rio Grande do Norte. O Governo Federal não liberou um centavo sequer.
Apesar de todo o nosso esforço, por vezes imenso, tivemos ao final uma redução de quase 5% da receita total da Prefeitura.
*
Quem administra uma casa sabe bem o baque que é ter menos dinheiro para fazer o mesmo, imagine o quanto pior não é ter menos dinheiro para fazer mais, muito mais, como precisamos na nossa cidade.

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