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14 de janeiro de 2011 às 13:00

Ministro Garibaldi no “Mural do Constrangimento”

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Até onde vai essa briga da presidenta Dilma Rousseff com o PMDB, partido do seu vice, Michel Temer?
Ontem, pasmem!!!! a Coordenação de Relações Públicas do Palácio do Planalto montou o "Mural do Constrangimento" e exibiu, em pleno corredor do Palácio, biografias "constrangedoras" de ministros, provocando a primeira saia-justa presidencial.
Até o potiguar Garibaldi Filho, ministro da Previd~encia, foi parar no Mural.
Claro, Gari não poderia ficar de fora, já que o Mural, que não incluiu um ministro sequer, do PT, tinha como objetivo – em meio ao silêncio anunciado entre governo e PMDB – ser a voz destoante em resposta ao noticiário que continuou dando informações, passadas em off, sobre a crise causada pela disputa de cargos.
Sobre Garibaldi:

"Ato que foi bastante discutido em sua gestão foi a devolução ao Poder Executivo, em novembro de 2008, da MP da Filantropia"

A frase se referia ao fato do então presidente do Senado ter rejeitado MP que anistiava entidades filantrópicas e renovava certificado de filantropia automaticamente.
Eis outros ministros que foram parar no Mural do Constrangimento, sob a visão do governo petista:

Moreira Franco – Secretário de Assuntos Estratégicos – "A indicação deveu-se à proximidade com Michel Temer, apesar da reprovação de algumas alas do PMDB"

Ana de Hollanda – "É uma cantora e compositora, mas que notabilizou-se sobretudo por trabalhos burocráticos na Funarte".

Edison Lobão, ministro de MInas e Energia – "Ingressou no PFL na década de 80, em atenção à liderança política de José Sarney, que manteve o controle da seção".

O Mural do Constrangimento saiu do ar…ou melhor, dos corredores do Planalto, por volta das 4 da tarde de ontem, após um contato da Folha com a Secretaria de Imprensa da Presidência.

 

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