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3 de janeiro de 2013 às 21:43

Rosalba convoca imprensa para falar dos 6 meses de calamidade pública na Saúde

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Os seis meses de calamidade pública na Saúde do Estado, decretada pelo governo Rosalba Ciarlini.

Esse será o tema da entrevista coletiva que a governadora concederá nesta sexta-feira, às 14h30, na Governadoria.

Com Rosalba, para fazer um balanço das ações do Plano de Enfrentamento aos Serviços de Urgência e Emergência do Rio Grande do Norte, o secretário de Saúde, Isaú Gerino.

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A governadora e o secretário deverão dizer, na coletiva, que depois que o governo decidiu cobrar carga horária dos médicos concursados, teve profissional que pediu pra sair.

 

Uma resposta para “Rosalba convoca imprensa para falar dos 6 meses de calamidade pública na Saúde”

  1. Tiago disse:

    Concordo com a governadora, dificilmente os médicos devam faltar, ou não cumprir sua carga horária, nos hospitais privados. Até porque é prazeroso trabalhar em lugar qu lhe brinda condições de trabalho, salários dignos( comparados ao do estado, pode se dizer aviltantes) e o mais importante, condições dignas ao nosso bem maior, os pacientes! A medicina é uma profissão a serviço da saúde do ser humano e da coletividade e deve ser exercida sem discriminação de qualquer natureza, e o médico deve agir com o máximo de zelo e o melhor de sua capacidade profissional. Para que isso aconteça, deve ter boas condições de trabalho e ser remunerado de forma justa, de tal maneira que possa viver tranqüilamente e possa se atualizar constantemente, podendo sempre indicar o procedimento adequado ao paciente.Difícil é trabalhar em um local insalubre, sem condições materiais, e sem ter um salário digno! Na emergência, o trabalho e longo, duro, estressante, sem adequado repouso e alimentação. Os profissionais de saúde são solicitados a tomar conta e a coordenar o cuidado de muitos pacientes simultaneamente. Eles têm de estar cientes de suas limitações e capacidades para dar o melhor cuidado aos seus pacientes e mesmo assim não diminuir sua efetividade pela fadiga ou frustração.Hoje os trabalhadores do walfredo e de outros hospitais públicos, estão colocando atestados por qualquer motivo, é só fazer um estudo de quantos atestados, foram postos nos últimos 6 meses, alguém se perguntou o porque disto? Como exigir condutas éticas, se a parte fundamental não está corrigida? Este é fator fundamental que leva os médicos e os pacientes a muitas vezes se digladiarem por falta de um atendimento humanizado, com condições, e dignidade. Os recursos para área de saúde são ínfimos. Quanto o Estado separa para a saúde? Como resolver as questões éticas do relacionamento individual da microssociedade, se a macrossociedade não se importa com isso. Fácil é culpar profissionais sérios,com mais de 15 anos de serviço público, que pediram demissão, por serem contrários a imposições grosseiras que nada iam beneficiar nossa população. Em 6 meses de balanço do estado de calamidade, de concreto, o que temos? Profissionais que solicitaram demissão(12 a 15 profissionais), uns adiantaram a aposentadoria, isso gera uma carga maior de trabalho para os que ficam, sobrecarregando gerando doenças e consequentemente atestados. A população do RN, está aceitando isso, ou as propagandas, nas quais o governo gasta milhões por mês, estão manipulando a cabeça do povo, acho que não, quero crer que o povo está aguardando a resposta para 2014, já que os nossos órgãos fiscalizadores ( justiça, MP), não tomam nenhum tipo de providência, uma vez que devem estar obnubilados com a ROSA!

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