Thaisa Galvão

1 de março de 2013 às 8:32

Os efeitos da gestão de Henrique na presidência da Câmara [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Marcada para os dias  9 e 10 de abril a votação da reforma política, tão esperada pelos brasileiros, desde que não venha a acomodar desejos e interesses da classe política.

“É um compromisso meu, do meu mandato na presidência desta Casa, resolver essa questão”, declarou o presidente da Câmara, deputado Henrique Alves, em reunião com o relator da matéria, deputado Henrique Fontana (PT-RS).

“Diante da falta de consenso entre os partidos, que vença a maioria”, acrescentou o presidente democrático, que tem acenado para uma gestão muito mais a contar com apoio da opinião pública do que de seus pares, principalmente os do chamado ‘baixo clero’.

 

Pelo andar da carruagem, a gestão de Henrique à frente da Câmara Federal terá como foco o aplauso da população…

O que lhe garantirá, nas eleições do próximo ano, reconhecimento através de votos populares.

Porém…poderão não o credenciar para uma reeleição como presidente da Casa, onde dependerá dos votos dos parlamentares.

Dos que não concordam com a reforma política.

Dos que não concordam com o fim dos décimos quartos salários em diante…

A gestão de Henrique é macro. Para o país, e não somente para o Rio Grande do Norte.

Mas, os efeitos serão sentidos aqui…nas urnas potiguares, apuradas pelo Tribunal Eleitoral do RN.

Na lista de escolhas: o Senado ou o governo do Estado.

Sem graça será voltar para a Câmara e não ser mais o presidente.

 

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