Thaisa Galvão

18 de julho de 2013 às 10:48

José Agripino bate, Fátima Bezerra rebate [3] Comentários | Deixe seu comentário.

Críticas à presidente Dilma Rousseff em pauta:

O senador José Agripino Maia (DEM) bateu no Senado, a deputada Fátima Bezerra (PT) rebateu na Câmara:

-Quando o senador propõe que a presidenta Dilma desista da reeleição, além de revelar o seu lado autoritário e imperial da Casa Grande, mostra que ele não conhece a fibra da nossa presidenta. Quem não fugiu à luta e enfrentou a força de uma ditadura, ao contrário do senador originário da ARENA, agremiação que apoiou o golpe militar, não vai se abater e deixar de encarar os desafios, por mais complexos que sejam.
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-Agripino é uma clara demonstração de que a oposição não tem rumo. A proposta levantada por ele é descabida e significa uma tentativa de intervir na vida interna do PT. Quem decide a vida do PT é o PT e nós já definimos nosso rumo em 2014. Na verdade, Agripino expõe um desejo de ver Dilma fora da disputa de 2014. Ele sabe que ela, pela sua história e pelo muito que o PT fez nos últimos anos tem plenas condições de recuperar seu capital político e será a mais forte candidata a dirigir os destinos do país no próximo período.
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-A presidenta Dilma está sabendo combinar sua competência e firmeza de gestora e sua capacidade de dialogar com as reivindicações vindas das ruas, tanto que ao longo desse período dialogou com os mais diversos movimentos da sociedade e tomou um conjunto de medidas como respostas aos anseios da população. A presidenta será reeleita pelo povo brasileiro, que quer mais avanços sim, mas não aceita retrocesso.
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Abaixo, eis a frase do senador José Agripino, já publicada aqui, e rebatida por Fátima:
-Vivemos um momento grave na economia, que recomenda uma conciliação nacional. A começar pela presidente da República, que deve adotar uma atitude de estadista, se despir da postura de ‘candidata à reeleição’ e começar a governar (José Agripino).
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Do Blog – Se bem entendi, o senador não propôs que Dilma não fosse candidata. Quis dizer que a hora não é de campanha, mas de administrar.
Se bem entendi…

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