Thaisa Galvão

30 de junho de 2014 às 8:52

Morre Célio Carvalho, pai do secretário adjunto de Turismo Murilo Felinto [2] Comentários | Deixe seu comentário.

Morreu na madrugada de hoje, no hospital, em Natal, Célio Carvalho.

Aos 77 anos, ele sentiu uma forte dor no peito no domingo, foi internado e hoje sofreu uma parada respiratória.

Se foi deixando viúva Socorro Felinto, e três filhos: o secretário adjunto de Turismo da Prefeitura de Natal, Murillo Felinto, a jornalista Ana Cristina Felinto e a empresária Cláudia Galindo, além de sete netos.

O corpo está sendo velado no Centro de Velório do Morada da Paz, da rua São José, onde a missa de corpo presente será celebrada às 14 horas.

O sepultamento está marcado para às 16 horas em São José do Mipibu.

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2 respostas para “Morre Célio Carvalho, pai do secretário adjunto de Turismo Murilo Felinto”

  1. Henriques Bittencourt Filho disse:

    Alô Murilo. Receba nosso abraço de carinho e afeto. Que papai do Ceu, onipotente, onisciente e onipresente, receba o espírito do seu pai, Célio Carvalho, no melhor dos lugares reservados as pessoas bondosas daqui da terra.

    Grande abraço,

    Bittencourt e família.

     

  2. Telga Sobral disse:

    Seu Célio, o café de quase todos os dias está cheio de saudade das suas boas histórias, do seu sorriso, do seu carinho e afeto com as pessoas, dos encontros de quase todos os dias na Le Chocolatier. Gostava do Sr. de graça e da sua companhia para um simples café. Todos os frequentadores daquele lugar que tiveram a honra de compartinhar o "viver" com o Sr. ficaram sentidos com a sua ausência. Havíamos deixado pago o seu café e você não veio mais. Na última conversa notei uma melancolia tácita em seu semblante. Pareceu-me que o Sr. queria muito falar com Deus.

    Cantei em pensamento quando soube que havia ido para me despedir, meu amigo:

    Se eu quiser falar com Deus 
    Tenho que ficar a sós 
    Tenho que apagar a luz 
    Tenho que calar a voz 
    Tenho que encontrar a paz 
    Tenho que folgar os nós 
    Dos sapatos, da gravata 
    Dos desejos, dos receios 
    Tenho que esquecer a data 
    Tenho que perder a conta 
    Tenho que ter mãos vazias 
    Ter a alma e o corpo nus 
    Se eu quiser falar com Deus 
    Tenho que aceitar a dor 
    Tenho que comer o pão 
    Que o diabo amassou 
    Tenho que virar um cão 
    Tenho que lamber o chão 
    Dos palácios, dos castelos 
    Suntuosos do meu sonho 
    Tenho que me ver tristonho 
    Tenho que me achar medonho 
    E apesar de um mal tamanho 
    Alegrar meu coração 
    Se eu quiser falar com Deus 
    Tenho que me aventurar 
    Tenho que subir aos céus 
    Sem cordas pra segurar 
    Tenho que dizer adeus 
    Dar as costas, caminhar 
    Decidido, pela estrada 
    Que ao findar vai dar em nada 
    Nada, nada, nada, nada 
    Nada, nada, nada, nada 
    Nada, nada, nada, nada 
    Do que eu pensava encontrar

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