Thaisa Galvão

27 de julho de 2014 às 2:47

Fernando Bezerra já escolhido para o primeiro escalão do Estado caso Henrique Alves seja eleito governador [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Caso se eleja governador do Rio Grande do Norte, o deputado Henrique Alves já tem um auxiliar definido: o empresário Fernando Bezerra.

Henrique diz, inclusive, que já conta com ele na criação de projetos para o desenvolvimento do Estado.

Fernando seria o candidato, até que Henrique foi convencido de que o candidato teria que ser ele.

 

Thaisa Galvão – Você atribui a Garibaldi o papel importante para a sua decisão. Mas o que se diz hoje é que Henrique é candidato a governador porque Laurita quer.

Henrique Alves – Ela ajudou muito. Laurita é uma companheira excepcional, tem um tino político muito grande e ela tem sido uma grande companheira de todos esses momentos de dúvidas e questionamentos, naquelas primeiras horas, e ela sempre me estimulando, achando que o Estado está precisando desse tipo de governo agregador, que some, que abra espaço, com muita consciência política. Eu agradeço muito a ela o apoio que ela me deu na hora de tomar a decisão que eu acho que foi a melhor pra mim, pra minha história, hoje eu posso dizer, pro meu sentimento, pras minhas emoções, pra me reencontrar, quem sabe, com um sonho que foi por muitos anos do meu pai, e pelo que eu estou ouvindo em todo canto, todo recanto que eu vou, as pessoas com muito entusiasmo, muita alegria. É como que tivesse chegado a hora de nós construirmos uma nova esperança para o Rio Grande do Norte

 

Thaisa Galvão – Voltando ao ex-senador Fernando Bezerra. Ele seria um nome importante num possível governo Henrique Alves?

Henrique Alves – Será com certeza. Já se ofereceu, já está ajudando agora, nós formamos várias equipes para estudar planos de governo em diversos segmentos que dividimos em 9 direções  mais importantes para desenvolver o Rio Grande do Norte e ele é um dos principais coordenadores, tem dado uma contribuição que eu agradeço muito no presente e mais ainda no futuro.

 

Thaisa Galvão – Você falou de uma pesquisa feita em Brasília que apontava para a possibilidade de sua reeleição como presidente da Câmara.

Henrique Alves – Teve até um deputado colega meu da Paraíba que quis me dar um presente, eu perguntei ‘o que é?’; ele disse que ia fazer uma pesquisa, isso faz uns 5 meses, para presidente da Câmara, para ver nossas condições de reeleger. Eu concordei, ele mandou fazer, me procurou em Brasília com o resultado, feito por um pesquisador de Minas, todo satisfeito, mostrou pesquisa sobre a Câmara, a imagem do legislativo, os projetos, e o resultado de uma eleição futura para presidente da Câmara em 2015. E naquele resultado eu tinha mais de 65% e o segundo colocado, que era um parlamentar do PT, tinha 23%. Ele todo satisfeito me dando esse resultado quando já estava a caminho uma mudança de rumo. E por que que mudou esse rumo?

 

Thaisa Galvão –Mas como fazer uma pesquisa hoje se o próximo presidente será escolhido por uma nova legislatura, com novos eleitos? A Câmara não será a de hoje.

Henrique Alves – Foi com os atuais, realmente, mas é uma referência, né? Dos atuais deputados eu teria quase 70% para uma reeleição. Pelo trabalho que nós fizemos. E mesmo depois de decidir a candidatura a governador, vários líderes da oposição, da base, apelaram para que eu voltasse à Câmara, que era um momento importante, estávamos consolidando uma nova imagem do poder legislativo. A gente abriu oportunidades novas para o Parlamento se impor com altivez, acabamos com o voto aberto, trouxemos de volta a apreciação de vetos, as emendas impositivas no orçamento em respeito aos municípios, aos parlamentares interlocutores dessa população, então, era uma referência apenas, que poderia acontecer. Na hora que esse apelo que nós recebemos, quando a gente começou a andar a coisa começou a pegar, e o povo ‘é Henrique, é Henrique governador’, e me emocionou tanto que eu acho que tomei a decisão certa. E se Deus quiser, se assim entender o Rio Grande do Norte, chegaremos lá.

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