Thaisa Galvão

8 de janeiro de 2016 às 22:14

Mensagens revelam ação de Henrique junto a OAS e ao TCU para não parar obras da Arena das Dunas [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Do Estadão:

Ministro do Turismo fez lobby para empreiteiro em tribunais, aponta PGR




POR ADRIANO CEOLIN E FÁBIO FABRINI, DE BRASÍLIA




Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) agiu em favor da construtora OAS, em 2013, perante duas Cortes de contas para evitar bloqueio de recursos de obras em Natal; ‘vou prá cima do TCU’




O ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), fez lobby para a construtora OAS em dois tribunais de contas para evitar o bloqueio de recursos para as obras da empreiteira na Arena das Dunas, em Natal, um dos estádios da Copa de 2014.

A ação é comprovada por mensagens trocadas entre Alves e o empreiteiro Léo Pinheiro, ex-presidente da OAS, já condenado a 16 de reclusão por crimes cometidos no escândalo de corrupção da Petrobrás. Trechos das conversas, de 2013 e 2014, foram obtidos pelo Estado. No período, o peemedebista era deputado federal pelo PMDB e presidia a Câmara.

Nos diálogos, além tratar de favores para o empresário nos tribunais, o ministro cobra repasses da OAS para sua campanha ao Governo do Rio Grande do Norte em ação conjunta com o atual presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB), um dos principais articuladores de sua candidatura.

Para a Procuradoria-Geral da República (PGR), as doações foram “vantagens indevidas” pagas para que Cunha e seu grupo defendessem interesses da OAS. 

Como revelou o estadão.com.br na quinta-feira, as conversas mostram que contribuições de empreiteiras “pressionadas” pelos dois peemedebistas foram de ao menos R$ 6,9 milhões, dos quais R$ 5 milhões para a campanha do atual ministro. 

Ele foi derrotado no segundo turno.

As mensagens sobre o lobby nos tribunais foram trocadas entre junho e julho de 2013. 

Em 14 de julho, Alves promete a Léo Pinheiro agir no Tribunal de Contas da União (TCU): 

“Seg (segunda), em BSB (Brasília), vou pra cima do TCU. Darei notícias”, diz o atual ministro do Turismo.
Os diálogos indicam que a operação envolveria tratativas com o então ministro do TCU Valmir Campelo Bezerra, que na época relatava processo sobre a Arena das Dunas. 
Na ocasião, após receber denúncia de irregularidades do Ministério Público Federal, o tribunal abriu um processo para acompanhar o financiamento da obra, a ser concedido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). 

Além disso, pediu ao Tribunal de Contas do Rio Grande do Norte (TCE-RN) que o informasse sobre qualquer falha no projeto. Isso implicaria a suspensão do empréstimo.

Em outra mensagem, de 22 de junho de 2013, Henrique Alves diz a Léo Pinheiro que poderia marcar com o presidente do TCE-RN. “Tenho sim. E resolvo. Sou como você…! Charles poderia me procurar seg (segunda) cedo em casa? Já marcaria com o Pres TC, irmão do Garibaldi. Discutiríamos problema”, afirmou.

Na época, o presidente da corte estadual era Paulo Roberto Chaves Alves, irmão do senador Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN), primo do ministro.
Em decisão de 2014, o TCU registra que não foram detectadas irregularidades passíveis de paralisação das obras.
Ao Estado, o ministro admitiu ter auxiliado a OAS. “Ele (Léo Pinheiro) mobilizou o governo, todo mundo para ajudar. 

Isso porque podia paralisar a obra e o estádio não seria entregue a tempo para a Copa. Se não houvesse esclarecimentos ao TCU, o BNDES paralisaria os repasses para o governo do Estado pagar a construtora”, afirmou. 

Sobre a expressão “ir pra cima do TCU”, ele explicou que o sentido era “tentar ajudar a resolver o problema.”

O ex-ministro Valmir Campelo disse não se recordar de tratativas com Alves sobre o assunto e ressaltou que não admitiria interferência em processos no TCU. Em decisão de 2014, a corte registrou que seus auditores não detectaram irregularidades na obra e que o TCE-RN não comunicou problemas.

A OAS não comentou. 

O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), tem questionado diálogos de Léo Pinheiro em que ele é citado pela PGR como interlocutor. 

O deputado também nega ter recebido propina. O Estado não localizou Paulo Roberto Chaves Alves.

8 de janeiro de 2016 às 17:34

Depois de dois dias de trabalho, lancha que afundou em Jacumã é resgatada [2] Comentários | Deixe seu comentário.

Dois dias depois de muito trabalho, finalmente a lancha que afundou quarta-feira na praia de Jacumã foi resgatada.

Cilindros de oxigênio foram utilizados no resgate.

A lancha que pertence ao empresário Joacy Potiguar estava ancorada na frente da casa dele e na quarta-feira amanheceu submergindo.
FOTOS DE HOJE

   
 

FOTOS DE QUARTA-FEIRA

   
 

8 de janeiro de 2016 às 15:59

Polícia Federal investiga mensagens de Eduardo Cunha cobrando repasses para Henrique Alves [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Do G1:

  
PF investiga citação a Henrique Alves em mensagens de Cunha a ex-OAS

Lava Jato identificou que o deputado e Léo Pinheiro tinham relação próxima. Ministro do Turismo disse que doações que recebeu da OAS foram legais


Por Lucas Salomão e Filipe Matoso

Do G1, em Brasília


Na série de mensagens trocadas entre o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e o ex-presidente da construtora OAS Léo Pinheiro, de 2012 a 2014, o deputado aparece, em várias ocasiões, pedindo ao empreiteiro repasse de dinheiro para o atual ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN).

As mensagens trocadas entre os dois foram apreendidas no celular do ex-dirigente da empreiteira e fazem parte das investigações da Operação Lava Jato, na qual Cunha foi denunciado pela Procuradoria Geral da República (PGR) por suposto envolvimento no esquema de corrupção que atuava na Petrobras.

A íntegra das mensagens, que consta em relatório da Polícia Federal (PF), foi revelada na edição desta sexta-feira (8) do jornal “O Globo” e confirmada pela TV Globo.

Em nota, Cunha disse que “jamais recebeu qualquer vantagem indevida de quem quer que seja” e desafiou a provarem o contrário

Também em nota, Henrique Eduardo Alves ressaltou que as doações que recebeu da OAS foram legais e estão disponíveis no site do TSE (leia mais ao final desta reportagem).

Em uma das conversas, registrada em 14 de agosto de 2012, Cunha usa de ironia para se queixar ao empreiteiro que não recebeu um repasse de dinheiro.

Na mensagem, ele menciona o nome “Henrique”, que os investigadores acreditam se tratar do atual ministro do Turismo, que presidiu a Câmara entre 2013 e 2014.

“Vc resolveu só metade Henrique ontem, esqueceu de mim? Rsrs”, escreveu Eduardo Cunha.

Já no dia 11 de setembro de 2012, Cunha volta a citar o nome “Henrique” em outra mensagem. “Na programação sua Henrique e minha estaria ontem completando 500 que não foi feito. Mudou algo? “Não entrou e era programado para ontem”.

Logo depois, o empresário nega que a programação tenha sido alterada e Cunha rebate: “Não entrou e era programado para ontem.”

Em outra mensagem, datada de 15 de outubro de 2012, o presidente da Câmara volta a cobrar Léo Pinheiro sobre um suposto repasse de doação a “Henrique”, apontado pela PF como sendo o atual ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves.

“Assunto Henrique não entrou no partido hj, e pelo feriado?”, questiona Cunha. “Sim. Será feito amanhã. Avisa por favor a HA”, respondeu um dia depois o ex-presidente da OAS.


Câmara


Durante a troca de mensagens entre Cunha e Léo Pinheiro, os dois celebram a eleição do atual presidente da Câmara para o cargo de líder do PMDB na Casa em 2013.

Em uma mensagem, enviada em 3 de fevereiro de 2013, Pinheiro parabeniza o peemedebista pela vitória na eleição.

“Parabéns. Vitória de um guerreiro competente. Abs”, disse o empresário. Um dia depois, o próprio Léo Pinheiro avisa a interlocutores, não identificados no relatório da Polícia Federal, que Henrique Eduardo Alves havia vencido a eleição para a presidência da Câmara. “Henrique eleito”, diz a mensagem.

Em outra mensagem, esta enviada 15 de outubro de 2014, Cunha cobra uma “solução” de Léo Pinheiro para Henrique, no que parece ser o repasse de doações para o atual ministro do Turismo.

Logo depois, ainda no dia 15, Léo envia mensagem para interlocutores, preocupado com uma suposta mudança de postura de Henrique Alves. Segundo a PF, a sigla EC era utilizada pelo empresário para se referir a Eduardo Cunha

“Caixão e vela. EC me disse ontem que a coisa estava preta. O HA estava ontem em bsb dizendo que ia Mineirar. PUTO com Lulinha pelo apoio ao Robson”, disse Léo Pinheiro na ocasião.

Em outubro de 2014, Henrique Alves disputada a eleição para governador do Rio Grande do Norte. Ele acabou derrotado pelo candidato Robinson Faria, do PSD, que recebeu o apoio do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva..
Medidas provisórias


Em dezembro, o Blog do Matheus Leitão já havia divulgado parte das conversas mantidas por meio de mensagens entre Cunha e o ex-presidente da OAS.

Na ocasião, o colunista do G1 mostrou que as mensagens trocadas entre o presidente da Câmara dos Deputados e Léo Pinheiro indicavam a negociação de medidas provisórias no Congresso Nacional.

No relatório obtido pela TV Globo, a PF aponta que Eduardo Cunha e Léo Pinheiro tiveram, entre 2012 e 2014, 94 encontros, ligações ou algum outro tipo de contato. Ao longo dos dois anos, ocorreram, segundo os investigadores, 35 pedidos, solicitações, cobranças ou agradecimentos por parte do deputado e do empreiteiro.

No período em que ocorreram as trocas de mensagens, Eduardo Cunha ainda não era presidente da Câmara. Ele assumiu o comando da casa legislativa em fevereiro de 2015. Na ocasião, ele ocupava o posto de líder do PMDB. À época, Léo Pinheiro ainda não havia sido preso pela Lava Jato.

O ex-dirigente da OAS já foi condenado pela Justiça Federal, em primeira instância, a 16 anos e quatro meses de prisão acusado de cometer os crimes de corrupção ativa, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Atualmente, ele está recorrendo da condenação em liberdade.
Temer


Em um dos diálogos interceptados pela Polícia Federal, de 29 de agosto de 2014, Eduardo Cunha reclama com o empreiteiro sobre o fato de ele ter depositado “5 paus” diretamente para o Michel, referindo-se supostamente ao vice-presidente da República, Michel Temer.

Na conversa, o presidente da Câmara também menciona o nome do ex-ministro da Aviação Civil Moreira Franco – um dos aliados mais próximos do vice-presidente – e dos ex-deputados do PMDB Henrique Eduardo Alves (atual ministro do Turismo) e Geddel Vieira Lima.

“E vc ter feito 5 paus para MICHEL direto de uma vez antes. Todos souberam e dá barulho sem resolver os amigos”, escreveu Cunha.

Até porque Moreira tem mais rapidez depois de prejudicar vcs do que os amigos que brigaram com ele por vc, entende a lógica da turma? Aí inclui Henrique, Geddel, etc”, complementou.

Na resposta, Léo Pinheiro fez um alerta: “Cuidado com sua análise. Lhe mostro pessoalmente a qte de amigos!!!!!!”, enfatizou.

Por fim, o deputado do PMDB disse que outros colegas de partido estavam “chateados” com o depósito que havia sido feito para Temer.

“Eles tão chateados porque Moreira conseguiu de vc para Michel 5 paus e vc já depositou inteiro e eles que brigaram com Moreira vc adia e isso”, queixou-se o presidente da Câmara.



  

‘Relação espúria’

No documento no qual pede ao Supremo Tribunal Federal (STF) o afastamento de Eduardo Cunha do cargo de deputado federal e, consequentemente, do comando da Câmara, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, afirma que as mensagens trocadas entre o peemedebista e o ex-presidente da OAS demonstram uma “relação espúria”.

“A partir de tais mensagens [entre Cunha e Léo Pinheiro, é possível verificar nitidamente o modus operandi do grupo criminoso. Projetos de lei de interesse das empreiteiras eram redigidos pelas próprias [empresas], que os elaboravam, por óbvio, em atenção aos seus interesses espúrios, muitas vezes após a ‘consultoria’ de Eduardo Cunha”, escreveu o chefe do Ministério Público.

O que disseram os citados nas mensagens

Em nota divulgada pela assessoria de imprensa da Câmara, Eduardo Cunha disse lamentar o que ele chamou de “vazamento seletivo de dados protegidos por sigilos legal e fiscal que deveriam estar sob guarda de órgão do governo”.

À GloboNews, a assessoria da OAS afirmou que a construtora não teve acesso às mensagens e informou que só se manifestará nos autos do processo.

Em nota divulgada por sua assessoria, Henrique Eduardo Alves também ressaltou que as doações que ele recebeu da OAS foram legais e estão disponíveis no site do TSE.

“Todas as doações para a campanha de Henrique Eduardo Alves ao Governo do Rio Grande do Norte foram legais e estão disponíveis no Tribunal Superior Eleitoral, como determina a lei. Henrique Alves refuta qualquer ilação baseada em premissas equivocadas ou interpretações absurdas. Vale destacar que as empresas citadas fizeram doações para campanhas de diversos partidos Brasil afora.”

A assessoria de Michel Temer informou que todas as doações que ele recebeu foram declaradas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Segundo o vice, não há irregularidade nas doações.

Moreira Franco afirmou à GloboNews que “todas as contribuições à campanha eleitoral do vice-presidente foram realizadas respeitando a legislação eleitoral em rigor e encaminhadas por intermédio dos canais competentes”.

Geddel Vieira Lima afirmou que sempre foi amigo de Léo Pinheiro porque ele era empresário. O ex-deputado do PMDB disse ainda que “nunca precisou de intermediário para ter dinheiro de campanha”. De acordo com ele, Eduardo Cunha é que tem que responder pelas mensagens trocadas com o ex-presidente da OAS na qual ele é citado.

Nota

Leia a íntegra da nota sobre Eduardo Cunha divulgada pela assessoria da Câmara:

NOTA À IMPRENSA

Em relação ao noticiário divulgado nesta sexta-feira, o presidente da Câmara esclarece o seguinte:

1) Lamenta o vazamento seletivo de dados protegidos por sigilos legal e fiscal que deveriam estar sob guarda de órgão do governo;

2) Lamenta também a atitude seletiva do ministro da Justiça, que nunca, em nenhum dos vazamentos ocorridos contra o presidente da Câmara – e são quase que diários, solicitou qualquer inquérito para apuração. No entanto, bastou citarem algum integrante do governo para ele, agindo partidariamente, solicitar apuração imediata;

3) Reitera que jamais recebeu qualquer vantagem indevida de quem quer que seja e desafia a provarem;

4) Informa que, ao contrário do que foi criminosamente divulgado, sua variação patrimonial entre os anos de 2011 e 2014 apresenta uma perda R$ 185 mil, devidamente registrada nas declarações de renda;

5) Reitera que existe uma investigação seletiva do PGR, que visa única e exclusivamente a escolher seus investigados. É de se estranhar que nenhuma autoridade citada no tal relatório de ligações do sr. Leo Pinheiro tenha merecido a atenção relativa ao caso, já que tal relatório faz parte de duas ações cautelares movidas contra Eduardo Cunha – incluindo um pedido de afastamento – e contra membros do governo não existe nem pedido de abertura de inquérito, mesmo sendo sabido que o PGR recebeu esses dados de membros do governo em 19 de agosto de 2015, e não tomou qualquer atitude;

6) A divulgada quebra de sigilos do presidente da Câmara e seus familiares ocorreu há mais de 3 meses, os documentos foram juntados em 23 de outubro e inclusive, como de praxe, em parte vazados para a imprensa, não se tratando, portanto, de matéria nova que mereça resposta;

7) É estranho que entre as justificativas de pedido de afastamento feito pelo PGR conste a acusação de que um deputado teria agido a mando do presidente por pedir a quebra dos sigilos de familiares do réu Alberto Youssef, sendo inclusive classificado como “pau mandado”. A PGR vê ameaça no pedido de quebra de sigilo de familiares de um réu confesso e reincidente, cumprindo pena, mas, ao mesmo tempo, pede a quebra dos sigilos de Eduardo Cunha e de sua família, mesmo ele não sendo réu;

8) De qualquer forma, o presidente destaca que não vê qualquer problema com a quebra de sigilos, e sempre estará à disposição da Justiça para prestar quaisquer explicações.

Assessoria de Imprensa da Presidência da Câmara

8 de janeiro de 2016 às 12:08

Robinson lamenta morte do jornalista Jurandy Nóbrega, que acreditou na sua vitória desde o primeiro momento da campanha [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Através de nota, o governador Robinson Faria lamentou a morte do jornalista Jurandy Nóbrega.
Nota

Recebi com profunda tristeza a notícia do falecimento do jornalista Jurandy Nóbrega. Repórter político de inteligência apurada, Jurandy construiu sua longa carreira sem jamais abrir mão da postura crítica e analítica dos fatos. Herdei sua amizade de meu pai, Osmundo Faria, convivemos ao longo dos anos e tive com ele uma relação de apreço, admiração e respeito mútuo. Neste momento de dor, presto minha solidariedade ao seu filho, Ebenezer Nóbrega, extensiva a toda a família. 
Robinson Faria

Governador do Rio Grande do Norte
*
Jurandy costumava, em seu polêmico twiter, comentar que apostou na vitória de Robinson Faria para o governo desde o primeiro momento da campanha.

  

8 de janeiro de 2016 às 11:59

Cantores Marília Mendonça e Mano Walter divulgam Natal no instagram [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Os cantores Marília Mendonça e Mano Walter, que fazem show hoje à noite na praia de Pirangi, com a dupla Henrique & Juliano, já estão em Natal.

Ontem Marília foi se deliciar na praia de Ponta Negra e postou no seu Instagram.

Brincou, confundindo a beleza dela à da praia.

Da beira da praia, claro, sem direito a olhar para a calçada…

Melhor.

  

  
Hoje foi a vez de Mano Walter, saindo de Aracaju, chamar os fãs para o show de Pirangi.

  

8 de janeiro de 2016 às 4:17

Inflação: Prestação do Minha Casa, Minha Vida vai subir de 25 para 75 reais [0] Comentários | Deixe seu comentário.

De Ilimar Franco, no Globo de hoje:

  

8 de janeiro de 2016 às 4:11

Roteiro do vice Michel Temer não inclui Natal [0] Comentários | Deixe seu comentário.

E o vice-presidente Michel Temer, que vai rodar o Brasil às custas da União, já em campanha para o governo em 2018, não vai passar em Natal.

Pelo menos dessa vez..

  

8 de janeiro de 2016 às 4:07

Diretor do Detran, Júlio César diz que vistoria em veículos vai cair de 20 para 4 minutos [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Diretor geral do Detran, Júlio César foi o entrevistado do Jornal da Noite desta quinta-feira, na 95FM.

Ele falou de trânsito, sinalização, campanha da lei seca, e terminou falando de política, já que figura como pré-candidato a prefeito de Ceará Mirim.

  

8 de janeiro de 2016 às 4:02

Diretor do Detran se diz vítima de armação [0] Comentários | Deixe seu comentário.

E o diretor geral do Detran, Júlio César, se diz vítima de uma armação.

Sentença de uma ação por danos morais, onde seu principal adversário na disputa pela prefeitura de Ceará-Mirim figura como réu, foi impressa em grande quantidade e espalhada no município.

Até aí tudo bem, até porque o resultado da ação é verídico.

A armação, segundo Júlio César, está muito clara na “montagem” feita para “denunciar” que a impressão foi feita no Detran.

Um endereço eletrônico no rodapé da página é exatamente o que revela a armação, segundo o acusado.

Basta ver que a frase atribuída ao endereço do Detran não segue uma linha e parece ter juntado duas partes, como mostra o sinal ‘underline’ (a_  ) esse sinal depois do “a”, que aparece completamente torto.

‘Montagem grosseira’, como avalia o diretor do Detran.
Abaixo a frase citada.

   
E a ação…

 

8 de janeiro de 2016 às 2:30

Comandante da PM diz que declaração atribuída a ele sobre morte de Gizela é mentirosa e áudio de rádio pode provar [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O comandante geral da PM, que de uma hora para outra passou a ser execrado nas redes sociais por ter “declarado”, se referindo ao assassinato de Gizela Mousinho, vítima de assalto em frente a uma padaria, que ‘ela era a culpada pela sua morte’, utilizou sua página no Facebook, na noite desta quinta-feira, para explicar que jamais fez tal declaração.

Eis a explicação:

  
  
  
  
  
  

8 de janeiro de 2016 às 1:56

Jurandy Nóbrega morreu com vontade de voltar à redação e escrever uma grande manchete [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Encontrei o jornalista Jurandy Nóbrega pela última vez no dia 7 de abril, na Assembleia Legislativa.
Era o Dia do Jornalista e ele ali recebia homenagem.
Jurandy sempre foi polêmico.
Do tipo ‘sem papas na língua’, dizia o que bem queria, escrevia o que bem interpretava. Irritou muitos políticos, daqueles que só gostam de ouvir o que lhe faz bem.
Jurandy não se preocupava se o tom de sua matéria iria agradar ou desagradar. Queria ser lido. Queria ser comentado.
E foi assim na Tribuna do Norte, no Diário de Natal, no Jornal de Natal, na Gazeta do Oeste e, por último, onde nos encontramos, no Jornal de Hoje.
De gerações bem diferentes, Jurandy foi ser repórter de política, sua especialidade, quando eu era editora geral do vespertino, num dos melhores momentos do jornal.
Ele já andava com a saúde abalada, mas a vontade de produzir manchetes continuava viva dentro dele.
Na editoria de política, não conseguia convencer os colegas. Era visto como ultrapassado, e até desacreditado. E ele sabia disso.
E foi aí que criamos laços profissionais.
Jurandy era frágil. Gostava de beber, e quando exagerava, chegava a ser internado.
Uma vez fui visitá-lo no São Lucas. A única colega de redação.
Eu apostava na vontade dele. Sabia que tinha como fazê-lo se sentir o grande repórter de política que sempre foi. E fiz.
Sem pauta da editoria à qual fazia parte, se dirigia à minha mesa e comigo discutia os acontecimentos do momento. Em que poderíamos apostar naquele dia?
E lá ia Jurandy para sua mesa, pegava o telefone, ouvia fontes e, no final da manhã, quando eu ia ‘desenhar’ a capa do jornal, qual a matéria que tinha a cara da manchete principal? A de Jurandy.
E com um detalhe, para ser lembrado a quem o considerava desacreditado: sem desmentido no dia seguinte.
Dele, lembro sempre como um senhor com espírito de Foca na redação. Sempre disposto a fechar a melhor matéria.
De mim, ele sempre rasgou elogios, e me agradecia de público.
No dia 31 de dezembro, quando a gente festejava a passagem do ano, Jurandy, se não estivesse internado na UTI, teria festejado a passagem de muitos anos.
Aniversariante do último dia do ano, chegou aos 71. Ainda com o sonho, como dizia em seu twitter – também sem papas na língua – de voltar a uma redação, a uma emissora de rádio.
Que Deus o receba neste dia, meu amigo querido, com uma grande manchete.
‘Jurandy Nóbrega chega ao reino dos céus’.
Daqui eu vou apenas ler.
Fotos Thaisa Galvão

   
 

8 de janeiro de 2016 às 1:24

Velório de Jurandy Nóbrega começa às 8h30 no Morada da Paz da rua São José [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Na sua página no Facebook, o jornalista Ebenézer Nóbrega informa sobre o velório e sepultamento do pai, jornalista Jurandy Nóbrega, que morreu às 20h30 no Hospital da Unimed, onde estava internado desde 28 de dezembro